Ensaio de Maquinas Eletrica

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Ensaios de máquinas elétricas Ensaios de máquinas elétricas

Ensaios de máquinas elétricas

Curso Técnico em Eletroeletrônica - Ensaios de máquinas elétricas SENAI-SP, 2005

Trabalho organizado e atualizado a partir de conteúdos extraídos da Intranet por Meios Educacionais da Gerência de Educação e CFPs 1.01, 1.13, 1.18, 2.01, 3.02, 6.02 e 6.03 da Diretoria Técnica do SENAISP.

Equipe responsável

CoordenaçãoAirton Almeida de Moraes

Seleção de conteúdosRogério Aparecido Silva Elaboração de ensaiosRogério Aparecido Silva

CapaJosé Joaquim Pecegueiro Revisão técnicaRoberto Milagre

SENAIServiço Nacional de Aprendizagem Industrial

Departamento Regional de São Paulo Av. Paulista, 1313 - Cerqueira César São Paulo - SP CEP 01311-923

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Ensaios de máquinas elétricas

Sumário

Unidade I: Teoria Deslocamento de polaridade5 Perdas no cobre e no ferro15 Rendimento e impedância percentual17 Cálculo de pequenos transformadores21 Auto-transformador 31 Conjugado de um motor35 Freio de Prony39 Cálculos 51 Máquina síncrona59 Defeitos internos nos motores de corrente contínua75 Teste de máquina de corrente contínua79

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Determinar o rendimento de motor de indução113

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Deslocamento de polaridade

Os bons transformadores monofásicos estão colocados, geralmente, sobre a tampa, ficando os de tensão mais alta, de um lado e os de tensão mais baixa, do outro lado.

Os bornes de tensão mais alta são marcados com os símbolos H1 e H2 e os bornes de tensão mais baixa com os símbolos X1 e X2.

Para fazer essa marcação é necessário saber as relações de fase que há entre as tensões existentes nos bornes de H e de X, isto é, a defasagem existente nas tensões de entrada e as correspondentes tensões transformadas.

Esta defasagem depende das conexões internas do transformador.

Para transformadores monofásicos, podem ocorrer dois casos quanto ao deslocamento de polaridade, ou seja, defasagem.

No primeiro caso, os dois enrolamentos, primário e secundário, estão ligados no mesmo sentido.

Neste caso dizemos que o deslocamento é subtrativo (defasagem nula).

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Observe o esquema na figura abaixo. AT e BT têm seus valores máximos e mínimos no mesmo instante.

Veja agora, na figura abaixo, a posição normalizada dos bornes para deslocamento subtrativo.

No segundo caso, os dois elementos estão ligados em sentidos opostos, formando polaridades contrárias.

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Neste caso dizemos que o deslocamento é aditivo (defasagem de 180º).

Observe o esquema a seguir.

Neste esquema, AT e BT têm seus valores máximos e mínimos em sentidos opostos, isto é, defasados de 180º.

Veja a posição normalizada dos bornes para deslocamento aditivo.

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Transformador trifásico

Para se ligar em paralelo dois ou mais transformadores trifásicos, é necessário observar as seguintes condições: os transformadores deverão ter a mesma relação de transformação, a mesma impedância percentual, isto é, mesma tensão de curtocircuito e deverão pertencer ao mesmo grupo de conexões, ou seja, ter o mesmo deslocamento angular ou defasagem.

Deslocamento angular

O diagrama vetorial de um transformador é o ângulo formado entre o triângulo das tensões mais baixas.

O deslocamento angular ou defasagem de um transformador é determinado pela polaridade e pelo tipo de agrupamento de suas fases.

Nos transformadores trifásicos, os bornes geralmente estão colocados sobre as tampas: os bornes de tensão mais alta de um lado, com a marcação H1, H2 e H3, e os bornes de tensão mais baixa do outro lado, com a marcação X1, X2, X3 e X0, se houver ponto neutro.

Para marcar os bornes, tome por base a relação de fase que há entre as tensões existentes nos bornes do enrolamento de tensão mais alta (H1, H2 e H3), isto é, a defasagem existente entre as tensões aplicadas e tensões transformadas correspondentes.

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Esta defasagem pode ser nula ou múltipla de 30°, dependendo das conexões internas e do tipo de agrupamento externo do transformador. Observe o exemplo:

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