Biodiversidade do Delta do Parnaíba - litoral piauiense (versão compacta)

Biodiversidade do Delta do Parnaíba - litoral piauiense (versão compacta)

(Parte 2 de 7)

Schult.; 3.85. Panicum maximum Jacq; 3.86. Paspalidium germinatum (Forssk.) Stapf.106

Figuras 3.87-3.90. Espécies registradas para o Delta do Parnaíba, porção Piauiense. 3.87. Paspalum fasciculatum Willd. ex Fluggé ; 3.8. Paspalum repens P.J. Bergius; 3.89.

Paspalum virgatum L.; 3.90. Paspalum repens P. J. Bergius107

Figuras 3.91-3.96. Espécies registradas para o Delta do Parnaíba, porção Piauiense. 3.91. Eichhornia crassipes (Mart.) Solms; 3.92. Pontederia cordata L.; 3.93. Eichhornia diversifolia (Vahl) Urb.; 3.94. Rhizophora mangle L.; 3.95. Rhizophora mangle L.; 3.96.

Borreria densiflora DC108

Figuras 3.97-3.103. Espécies registradas para o Delta do Parnaíba, porção Piauiense. 3.97. Borreria scabiosoides Cham. & Schltdl.; 3.98. Diodia teres Walt.; 3.9. Genipa americana L. – Ramo com flor; 3.100. Genipa americana L. – Ramo com fruto; 3.101. Spermacoce verticillata (Shrub); 3.102. Mitracarpus baturitensis Sucre; 3.103. Staelia

virgata (Link ex Roem. & Schult.) K. Schum109
Figura 3.104. Lagoa Seca, Ilha Grande/PI - Lagoa temporária período de estiagem110
Figura 3.105. Lagoa Seca, Ilha Grande/PI - Lagoa temporária período chuvoso110
Figura 3.106. Área de Restinga, Boa Vista, Cajueiro da Praia/PI1
Figura 3.107. Macrófitas em Lagoa temporária, Boa Vista, Cajueiro da Praia/PI1
Figura 3.108. Vegetação de Dunas, Tatus, Ilha Grande/PI112
Figura 3.109. Área de dunas com lagoas, Morro da Mariana, Ilha Grande/PI112
Figura 3.110. Igarapé dos Camaleões, Ilha das Batatas, Ilha Grande, PI113
Figura 3.1. Vegetação de Mangue, Delta do Parnaíba, PI113
Figura 3.112. Vista de área de Carnaubal próximo a Lagoa Seca, Ilha Grande/PI114
Figura 3.113. Extração do pó da carnaúba, Ilha Grande/PI114

CAPÍTULO 4. ICTIOFAUNA DO DELTA DO RIO PARNAIBA, LITORAL PIAUIENSE

Tabela 4. Lista de peixes registrados no Delta do Parnaíba, litoral piauiense120
Figura 4.1. Tipos físicos de estuários (Modificado de Miranda et al. 2002)118
Figura 4.4. Elops saurus Linnaeus,1766127
Figura 4.5. Cynoscion acoupa (Lacépède,1801)128
Figura 4.6. Cynoscion microlepidotus (Cuvier, 1830)129
Figura 4.7. Megalops atlanticus Valenciennes,1847130
Figura 4.8. Diapterus rhombeus (Cuvier,1829)131
Figura 4.9. Centropomus undecimalis (Block, 1792)132
Figura 4.10. Centropomus parallelus (Poey, 1860)133
Figura 4.1. Lutjanus jocu (Bloch & Schneider, 1801)134
Figura 4.12. Oligoplites palometa (Cuvier,1832)135
Figura 4.13. Dasyatis guttata (Block & Schneider, 1801)136

CAPÍTULO 5. ESPÉCIES COMERCIAIS DE PEIXES DO DELTA DO PARNAÍBA, LITORAL PIAUIENSE

Tabela 5. Espécies de peixes comercializáveis em Parnaíba143
Figura 5.1. Vista lateral de Carcharhinus porosus151
Figura 5.2. Vista dorsal de Sphyrna sp152
Figura 5.3. Vista dorsal e ventral de Narcine brasiliensis153
Figura 5.4. Vista dorsal de Dasyatis guttata154
Figura 5.5. Vista lateral da região anterior de Megalops atlanticus155
Figura 5.6. Vista lateral de Anchoviela lepidentostole156

Figura 5.7. Vista lateral de exemplar Anchoviela lepidentostole sendo comercializado no

mercado Caramuru156
Figura 5.8. Vista lateral de exemplar de Licengraulis grossidens157
Figura 5.9. Vista lateral de Opisthonema oglinum158
Figura 5.10. Vista lateral de Pellona flavipinnis159
Figura 5.1. Vista lateral de Steindachnerina notonota160

Figura 5.12. Vista lateral de exemplar de Prochilodus sp. sendo comercializado no

mercado da Caramuru161
Figura 5.13. Vista lateral de exemplar de Schizodon cf. borellii162
Figura 5.14. Vista lateral de exemplar de Leporinus sp163

Figura 5.15. Vista lateral de exemplar de Colossoma macropomum sendo comercializado

no mercado da Quarenta164

Figura 5.16. Vista lateral de exemplar de Pygocentrus sp sendo comercializado no

mercado da Caramuru165
Figura 5.17. Vista lateral de Serrasalmus gibbus (UESPI)166

Figura 5.18. Vista lateral de exemplar de Tetragonopterus sp. sendo comercializado no

mercado da Caramuru167

Figura 5.19. Vista lateral de exemplar de Triportheus cf. signatus sendo comercializado

no mercado Caramuru168
Figura 5.20. Vista lateral de Hoplias malabaricus169

Figura 5.23. Vista lateral de Pseudoplatystoma fasciatum (Siluriformes: Pimelodidae).172 Figura 5.24. Vista lateral de exemplar de Brachiplatistoma vaillantii (Siluriformes:

Pimelodidae) sendo comercializado173
Figura 5.25. Vista lateral de Sorubim lima174
Figura 5.26. Vista lateral de Ageneiosus cf. uacayalensis175

Figura 5.27. Vista lateral de exemplar de Auchenipterus cf. menezesi (siluriformes:

Auchenipteridae)176
Figura 5.28. Vista dorsal de Sciades proops177
Figura 5.29. Vista lateral de Bagre marinus178
Figura 5.30. Vista lateral de Bagre bagre179
Figura 5.31. Vista lateral de Hassar affinis180

Figura 5.32 Vista lateral de exemplar de Doradidae sendo comercializado no mercado da

Caramuru181
Figura 5.3. Vista lateral de Sternopygus macrurus181
Figura 5.34. Vista lateral de Centropomus unidecimalis182
Figura 5.35. Vista lateral de Caranx latus183

Figura 5.36. Vista lateral de Chloroscambrus chrysurus (UESPI) Bitupitá- CE, exemplar

preservado em álcool183
Figura 5.37. Vista lateral de exemplar de Chloroscambrus chrysurus184
Figura 5.38. Vista lateral de Oligoplites palometa185
Figura 5.39. Vista lateral de Selene setapinnis186
Figura 5.40. Vista lateral de Selene vomer187
Figura 5.41. Vista lateral de Lutjanus sinagris188
Figura 5.42. Vista lateral de Lobotes surinamensis189
Figura 5.43. Vista lateral de Diapterus rhombeus190
Figura 5.4. Vista lateral de Conodon nobilis191
Figura 5.45. Vista lateral de Genyatremus luteus192
Figura 5.46. Vista lateral de Haemulon parra193
Figura 5.47. Vista lateral de Cynoscion acoupa, exemplar fresco194
Figura 5.48. Vista lateral de Cynoscion acoupa194
Figura 5.49. Vista lateral de Cynoscion jamaiscensis195
Figura 5.50. Vista lateral de Micropogonias furnieri196
Figura 5.51. Vista lateral de Nebris microps197
Figura 5.52. Vista lateral de exemplar de Epiphidae198
Figura 5.53. Vista lateral de Trichiurus lepturus199
Figura 5.54. Vista lateral de Euthynnus alletteratus (Rafinesque, 1810)200
Figura 5.5. Vista lateral de exemplar de Astronotus ocellatus201
Figura 5.56. Vista lateral de exemplar de Ciclha sp202
Figura 5.57. Vista lateral de exemplar de Oreochromis sp203
Figura 5.58. Vista lateral de Paralichthys brasiliensis204
Figura 5.59. Detalhe da cabeça, lado esquerdo o que possui olhos204

CAPÍTULO 6. DIVERSIDADE DE ANFÍBIOS DO DELTA DO PARNAÍBA, LITORAL PIAUIENSE

Santa Isabel e na Ilha das Canárias, Delta do Parnaíba, Brasil216

Tabela 6.1. Principais características dos corpos d’água estudados na Ilha Grande de

Tabela 6.2. Abundância, distribuição e modos reprodutivos das 20 espécies registradas nas duas ilhas do Delta do Parnaíba (Ilha Grande de Santa Isabel e Ilha das

Canárias/PI227

Tabela 6.3: Similaridade entre os 15 corpos d’águas estudados nas duas ilhas do Delta do Parnaíba (Ilha Grande e Ilha das Canárias), com base na composição das espécies de

anuros232

Tabela 6.4. Coeficientes dos componentes principais, após a rotação Varimax, das 17 variáveis ambientais (1 locais e 6 regionais), pesquisadas nas 15 unidades amostrais (lagoas) das quatro áreas de coleta nas duas ilhas do Delta do Parnaíba (Ilha Grande de

Santa Isabel e Ilha das Canárias)240
Figura 6.1. Mapa esquemático das ilhas amostradas no Delta do Parnaíba215

Figura 6.2. Espécies de anfíbios anuros registradas nas duas ilhas do Delta do Parnaíba

(Ilha Grande de Santa Isabel e Ilha das Canárias), nordeste do Brasil225

Figura 6.3. Curva de rarefação de espécies nas duas ilhas amostradas no Delta do

Parnaíba229

Figura 6.4. Similaridade na composição das espécies entre os 15 corpos d’água, baseado

no índice de similaridade de Sorensen230

Figura 6.5. Similaridade na distribuição espacial, com base na abundância de machos cantores das 20 espécies de anuros registradas nas duas Ilhas do Delta do Parnaíba,

nordeste do Brasil235

Figura 6.6. Similaridade na ocorrência temporal dos anuros em atividade de

vocalização237

Figura 6.7. Valores médios de precipitação, temperatura e unidade relativa do ar no período de setembro de 2008 a agosto de 2009, e distribuição temporal dos anuros em

atividade de vocalização nas duas ilhas do Delta do Parnaíba, Brasil238

Figura 6.8. Gráfico de regressão parcial do PC4 (variáveis locais) sobre o eixo MDS

(composição das espécies de anuros)241

Figura 6.9. Gráfico de regressão parcial do PC1 (variáveis regionais) sobre o eixo MDS

(composição das espécies de anuros)242

Figura 6.10. Gráfico de regressão parcial do PC2 (variáveis regionais) sobre o eixo MDS

(composição das espécies de anuros)242
Tabela 7. Lista das espécies encontradas no litoral brasileiro276
Figura 7.1. Caretta caretta (Linnaeus, 1758)278
Figura 7.2. Chelonia mydas (Linnaeus, 1758)280
Figura 7.5. Dermochelys coriacea (Linnaeus, 1766)286

CAPÍTULO 8. DIVERSIDADE DE AVES DO DELTA DO PARNAÍBA, LITORAL PIAUIENSE

Tabela 8.1. Lista das aves registradas consideradas endêmicas do Brasil305

Tabela 8.2. Lista das aves migratórias registradas consideradas Visitantes do Hemisfério

Norte (CBRO, 2011)307
Tabela 8.3. Lista de espécies registradas e anilhadas durante o período amostral316
Figura 8.1. Áreas amostrais297
Figura 8.2. Relação das aves Passeriformes X não-Passeriformes302
Figura 8.3. Famílias mais representativas da avifauna registrada303
Figura 8.4. Status da avifauna registrada segundo CBRO (2011)304
Figura 8.5. Guilda Trófica da avifauna registrada309
Figura 8.6. Hábitat da avifauna capturada em rede de neblina311
Figura 8.7. Penelope jacucaca (jacucaca)327
Figura 8.8. Botaurus pinnatus (socó-boi-baio)327
Figura 8.9. Nycticorax nycticorax (savacu)327
Figura 8.10. Bubulcus ibis (garça-vaqueira)327
Figura 8.1. Egretta thula (garça-branca-pequena)327
Figura 8.12. Egretha caerulea (garça-azul)327
Figura 8.13. Egretta tricolor (garça-tricolor)328
Figura 8.14. Eudocimus ruber (guará)328
Figura 8.15. Eudocimus ruber (bando)328
Figura 8.16. Platalea ajaja (colhereiro)328
Figura 8.17. Coragyps atratus (urubu-de-cabeça-preta)328
Figura 8.18. Rosthramus sociabilis (gavião-caramujeiro)328
Figura 8.19. Urubitinga urubitinga (gavião-preto)328
Figura 8.20. Rupornis magnirostris (gavião-carijó)328
Figura 8.21. Milvago chimachima (carrapateiro)329
Figura 8.2. Falco sparverius (quiriquiri)329
Figura 8.23. Falco peregrino (falcão-peregrino)329
Figura 8.24. Vanellus chilensis (quero-quero)329
Figura 8.25. Charadrius semipalmatus (Batuíra-de-bando)329
Figura 8.26. Charadrius collaris (batuíra-de-coleira)329
Figura 8.27. Charadrius colares (anilhamento)329
Figura 8.28. Himantopus melanurus (pernilongo-de-costas-brancas)329
Figura 8.29. Himantopus melanurus (pernilongo-de-costas-brancas)330
Figura 8.30. Numenius phaeopus (Maçarico-galego)330
Figura 8.31. Actitis macularius (maçarico-pintado)330
Figura 8.32. Tringa solitaria (Maçarico-solitário)330
Figura 8.35. Calidris alba (maçarico-branco)330
Figura 8.36. Calidris pusilla (maçarico-rasteirinho)330
Figura 8.37. Sternula antillarum (trinta-réis-miúdo)331
Figura 8.38. Sterna hirundo (trinta-réis-boreal)331
Figura 8.39. Rynchops niger (talha-mar)331
Figura 8.40. Columbina passerina (Rolinha-cinzenta)331
Figura 8.41. Columbina talpacoti (rolinha-roxa)331
Figura 8.42. Columbina talpacoti (anilhamento)331
Figura 8.43. Columbina squammata (fogo-apagou)331
Figura 8.4. Columbina picui (rolinha-picui)331
Figura 8.45. Aratinga acuticaudata (aratinga-de-testa-azul, casal)332
Figura 8.46. Aratinga acuticaudata (aratinga-de-testa-azul)332
Figura 8.47. Coccyzus euleri (papa-lagarta-de-euler)332
Figura 8.48. Crotophaga major (anu-coroca)332
Figura 8.49. Crotophaga ani (anu-preto)332
Figura 8.50. Megascops choliba (corujinha-do-mato)332
Figura 8.51. Athene cunicularia (coruja-buraqueira)332
Figura 8.52. Amazilia leucogaster (Beija-flor-de-barriga-branca)3
Figura 8.53. Amazila versicolor (beija-flor-de-banda-branca)3
Figura 8.54. Trogon curucui (surucuá-de-barriga-vermelha)3
Figura 8.5. Megaceryle torquata (martim-pescador-grande)3
Figura 8.56. Chloroceryle inda (martim-pescador-da-mata)3
Figura 8.57. Nystalus maculatus (Rapazinho-dos-velhos)3
Figura 8.58. Campephilus melanoleucus (pica-pau-de-topete-vermelho)3
Figura 8.59. Formicivora grisea (Papa-formiga-pardo: macho)334
Figura 8.60. Formicivora grisea (Papa-formiga-pardo: fêmea)334
Figura 8.61. Thamnophilus doliatus (Choca-barrada: macho)334
Figura 8.62. Thamnophilus doliatus (Choca-barrada: fêmea)334
Figura 8.63. Taraba major (Choró-boi)334
Figura 8.64. Dendroplex picus (arapaçu-de-bico-branco)334
Figura 8.65. Furnarius leucopus (casaca-de-couro-amarelo)334
Figura 8.6. Synallaxis frontalis (Petrim)334
Figura 8.67. Tolmomyias flaviventris (Bico-chato-amarelo)335
Figura 8.68. Todirostrum cinereum (ferreirinho-relógio)335
Figura 8.69. Hemitriccus margaritaceiventer (Sebinho-olho-ouro)335
Figura 8.70. Hemitriccus mirandae (Maria-do-nordeste)335
Figura 8.71. Euscarthmus meloryphus (Barulhento)335
Figura 8.72. Camptostoma obsoletum (Risadinha)335
Figura 8.73. Elaenia flavogaster (Guaracava-de-barriga-amarela)335
Figura 8.74. Phyllomyias fasciatus (Piolhinho)335
Figura 8.7. Tyrannus melancholicus (suiriri)336
Figura 8.78. Cyclarhis gujanensis (Pitiguari)336
Figura 8.79. Hylophilus amaurocephalus (Vite-vite-de-olho-cinza)336
Figura 8.80. Hylophilus pectoralis (Vite-vite-de-cabeça-cinza)336
Figura 8.81. Tachycineta albiventer (andorinha-do-rio)336
Figura 8.82. Troglodytes musculus (corruíra)336
Figura 8.83. Mimus gilvus (sabiá-da-praia)337
Figura 8.84. Mimus gilvus (anilhamento)337
Figura 8.85. Coereba flaveola (Cambacica)337
Figura 8.86. Tachyphonus rufus (Pipira-preta)337
Figura 8.87. Lanio pileatus (tico-tico-rei-cinza) macho337
Figura 8.8. Lanio pileatus (tico-tico-rei-cinza) femea337
Figura 8.89. Paroaria dominicana (cardeal-do-nordeste)337
Figura 8.90. Ammodramus humeralis (tico-tico-do-campo)337
Figura 8.91. Sporophila albogularis (golinho)338
Figura 8.92. Basileuterus culicivorus (Pula-pula)338
Figura 8.93. Icterius jamaicai (corrupião)338
Figura 8.94. Sturnella superciliaris (polícia-inglesa-do-sul)338

CAPÍTULO 9. MORCEGOS DO DELTA DO PARNAÍBA, LITORAL PIAUIENSE

redes de neblina na Pedra do Sal e Parnaíba, Piauí342

Tabela 9. Espécies registradas durante o levantamento de dados primários com auxílio de Figura 9.1. Artibeus lituratus capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente de

Restinga, Pedra do Sal, Piauí, 2011343

Figura 9.2. Artibeus planirostris capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente

de Restinga, Pedra do Sal, Piauí, 2011344

Figura 9.3. Chiroderma doriae capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente de

Restinga, Pedra do Sal, Piauí, 2011344

Figura 9.4. Carollia perspicillata capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente

de Restinga, Pedra do Sal, Piauí, 2011345

Figura 9.5. Lophostoma silvicolum capturado com auxílio de redes de neblina em

ambiente de mangue, Parnaíba, Piauí, 2011345

Figura 9.6. Micronycteris megalotis capturado com auxílio de redes de neblina em

ambiente de mangue, Parnaíba, Piauí, 2011346

Figura 9.7. Micronycteris minuta capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente

de mangue, Parnaíba, Piauí, 2011346

Figura 9.8. Myotis nigricans capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente de

mangue, Parnaíba, Piauí, 2011347

Figura 9.9. Desmodus rotundus capturado com auxílio de redes de neblina em ambiente

mangue, Parnaíba, Piauí, 2011348

Figura 9.1. Glossophaga soricina capturado com auxílio de redes de neblina em

ambiente de Restinga, Pedra do Sal, Piauí, 2011348

Figura 9.12. Vampyrum spectrum capturado com auxílio de redes de neblina em

ambiente de mangue, Parnaíba, Piauí, 2011349

Figura 9.13. Phyllostomus elongatus capturado com auxílio de redes de neblina em

ambiente de mangue, Parnaíba, Piauí, 2011349

CAPÍTULO 1. ETNOECOLOGIA DO JACARETINGA Caiman crocodilus (Linnaeus, 1758) REPTILIA, ALLIGATORIDAE NO DELTA DO PARNAÍBA

Grande, PI372

Tabela 1.1. Perfil socioeconômico dos moradores entrevistados no Município de Ilha

Tabela 1.2. Tabela de cognição comparada entre informações etnoecológicas fornecidas pelos entrevistados do município de Ilha Grande, PI e citações da literatura científica

específica377

Tabela 1.3. Formas de uso do Caiman crocodilus como recurso pelos entrevistados de

Ilha Grande, PI382

Figura 1.1. A- Mapa do Brasil com destaque para o litoral do Piauí; B- APA Delta do

(Parte 2 de 7)

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