5 - Praias

5 - Praias

ANDRÉ LUIZ CARVALHO DA SILVA 2013- I

Ilha do Farol Ilha do Farol Ilha do Farol Ilha do Farol - --

-Arraial do Cabo / RJ.

Arraial do Cabo / RJ.Arraial do Cabo / RJ. Arraial do Cabo / RJ.

Ponta do Retiro Ponta do Retiro Ponta do Retiro Ponta do Retiro – ––

–São Francisco do Itabapoana / RJ.

São Francisco do Itabapoana / RJ.São Francisco do Itabapoana / RJ. São Francisco do Itabapoana / RJ.

Praia de Camboinhas Praia de Camboinhas Praia de Camboinhas Praia de Camboinhas - --

-Niterói / RJ.

Niterói / RJ.Niterói / RJ. Niterói / RJ.

Praia de Icaraí Praia de Icaraí Praia de Icaraí Praia de Icaraí - --

-Niterói / RJ.

Niterói / RJ.Niterói / RJ. Niterói / RJ.

Rio Tapajos Rio Tapajos Rio Tapajos Rio Tapajos - --

-Santarém / PA.

Santarém / PA.Santarém / PA. Santarém / PA.

Praia de Ponta Negra Praia de Ponta Negra Praia de Ponta Negra Praia de Ponta Negra – ––

–Rio Negro / AM

Rio Negro / AM Rio Negro / AM Rio Negro / AM - --

Praia de Copacabana Praia de Copacabana Praia de Copacabana Praia de Copacabana – ––

–Rio de Janeiro / RJ.

Rio de Janeiro / RJ.Rio de Janeiro / RJ. Rio de Janeiro / RJ.

“ Depósito sedimentar for mado por sedimentosinconsolidados ao longo de u ma costa sujeito a ação das ondas” (Friedman & Sanders, 1978).

➨ Limiteinterno(continental): duna, vegetação derestinga, falésia, estruturas de engenharia.

➨ Limite externo (oceânico): área mais externa da zona de arrebentação.

Classificação geomorfológica de praia de acordo com SILVA et al. (1999).

Duna

Pós-praia Frente de praia Face de praia

Offshore

(supramaré) (intermaré) (submaré) nível máximo da maré nível mínimo da maré barras canais berma

Praia

➨ Apraia pode ser subdividida e m sub- a mbientes:

Pós- praia(“ backshore” ouregião de supra maré);

Frente de praia(“foreshore” ouinter maré);e Face de praia(“ beachface” ou submaré).

Classificação geomorfológica de praia de acordo com SILVA et al. (1999).

Duna

Pós-praia Frente de praia Face de praia

Offshore

(supramaré) (intermaré) (submaré) nível máximo da maré nível mínimo da maré barras canais berma

Praia

MORFOLOGIA DA PRAIA Terminologia de praia:

Classificação geomorfológica de praia modificado de SILVA et al. (1999).

Falésia ou Duna

Crista de ber ma

Prea mar Baixa mar

OFFSHORE ou PLATAFORMA CONTINENTAL

Pós- praia Antepraia

Platafor ma

Barra arenosa Calha

Banco Arenoso

INSHORE ou ZONA DE SURFE

Canal

Terminologia de praia:

Ber mas “terraço horizo ntal de areia”, geralmente largo e baixo durante o verão, estreito e elevado no inverno, devido a influência das ondas dete mpestades.

São for madas devido o acúmulo de sedimentos sobre a parte e mersa da praia(Basco m, 1964).

ber ma escarpa crista da ber ma

A construção da ber ma está relacionada aretirada de areia pelas ondas da parte submersa da praia, onde se encontra m as barras, ou barraslitorâneas.

Pós- praia(“ backshore” ou região de supramaré);

Frente de praia (“foreshore” ou intermaré);(“foreshore” ou intermaré);

Face de praia (“beachface” ou submaré).

Praia de Piratininga Praia de Piratininga Praia de Piratininga Praia de Piratininga - --

-Niterói / RJ.

Niterói / RJ.Niterói / RJ. Niterói / RJ.

Pós- praia(“ backshore” ou região de supra maré);

Frente de praia (“foreshore” ou intermaré);(“foreshore” ou intermaré);

Face de praia (“beachface” ou submaré).

Praia de Piratininga Praia de Piratininga Praia de Piratininga Praia de Piratininga - --

-Niterói / RJ.

Niterói / RJ.Niterói / RJ. Niterói / RJ.

➨ PÓS- PRAIA(“ backshore” ouregião de supra maré).

Representa a parte e mersa de u ma praia;

Influência do vento, transportando sedimentos finos, podendofor mar dunas;

Presença de bioturbação:insetos, roedores, siris, etc.

Concentração de minerais pesados pode m ocorrer Concentração de minerais pesados pode m ocorrer devido a ação das ondas dete mpestades(placeres);e

Presença de ber mas.

Friedman & Sanders, 1978

Pós-praia(“backshore” ou região de supramaré); Pós-praia(“backshore” ou região de supramaré);

Pós-praia(“backshore” ou região de supramaré); Pós-praia(“backshore” ou região de supramaré);

➨ FRENTE DEPRAIA(“foreshore” ouinter maré).

Região constante mentelavada pelas ondas;

Ta mbém cha mada de estirâncio;

Melhor seleciona mento relativo das areias devido o vai e ve m das ondas;

A inclinação do perfil é direta mente proporcional ao ta manho da areia, que depende da energia da onda;ta manho da areia, que depende da energia da onda;

Paralela mente a direção da linha de praia observa- se a existência de barras e canais;

No alcance máximo das ondas ocorre m aslinhas de deixas;

Desenvolvimento de cúspides de praia durante a fase de retração daste mpestades.

Friedman & Sanders, 1978

Frente de praia (“foreshore” ou intermaré); Frente de praia (“foreshore” ou intermaré);

Frente de praia (“foreshore” ou intermaré); Frente de praia (“foreshore” ou intermaré);

Frente de praia (“foreshore” ou intermaré); Frente de praia (“foreshore” ou intermaré);

➨ FACE DEPRAIA(“b eachface” ou submaré).

Per manente mente submerso;

Associados à zo na de arrebentação e a zo na de “s urf” existe m barras e canais;

Intensotransporte de sedimentos nazo na de“s urf”;

Abundância de“ripple marks”;e Abundância de“ripple marks”;e

A partir da zo na de arrebentação e m direção a “s horeface” surge m estruturas biogênicas.

Friedman & Sanders, 1978

Face de praia (“beachface” ou submaré).

➨“S HOREFACE” (Facelitorânea).

A “s horeface” representa o limite externo (ou marinho)daregião costeira;

Limite externo: éo nívelde base das ondas(“ wave base”);

Limiteinterno: marébaixa ouzo na de arrebentação;

Apresenta morfologia e dinâmica distinta dazo na de “s urf”, arrebentação e platafor ma continental;

Transporte de sedimentos éesporádico(associado a eventos dete mpestades);

Au mento gradualda bioturbação eteor definos.

Friedman & Sanders, 1978

Os sedimentos que constitue m a praia, segundo

Davis (1985), varia m significativa mente, tanto te mporal quanto espacialmente, e m:

➨ Ta manho: predo mina nasfrações areia e cascalho.

Classificação Tamanho em milímetros (m)

Muito grosso 32 a 64

Grosso 16 a 32 Médio 8 a 16 Fino 4 a 8

Cascalho

Muito fino 2 a 4

Muito grossa 1 a 2

Areia

Classificação granulométrica dos sedimentos (Wentworth, 1922; Em: Pettijohn, 1975).

Ilha da Convivência –RJ, 2005.

Seno Otway – Chile, 2008.

➨ Ta manho: predo mina nasfrações areia e cascalho.

Classificação Tamanho em milímetros (m)

Muito grosso 32 a 64

Grosso 16 a 32 Médio 8 a 16 Fino 4 a 8

Cascalho

Muito fino 2 a 4

Muito grossa 1 a 2

Areia

Classificação granulométrica dos sedimentos (Wentworth, 1922; Em: Pettijohn, 1975).

Miraflores, Lima –Peru, 2013.

➨ Co mposição: quartzo, feldspato, restos esqueletais carbonáticos, minerais pesados efragmentos derocha.

➨ Co mposição: quartzo, feldspato, restos esqueletais carbonáticos, minerais pesados efragmentos derocha.

➨ Co mposição: quartzo, feldspato, restos esqueletais carbonáticos, minerais pesados efragmentos derocha.

Isla Decepciòn –Antárctica, 2008.

Isla Decepciòn –Antárctica, 2008. Isla Decepciòn –Antárctica, 2008.

Papakolea beach –Hawaii. Olivina

Punalu' u beach- Hawaii Punalu' u beach- Hawaii

Kaihalulu Beach– MauiIsland, Hawaii Kaihalulu Beach– MauiIsland, Hawaii

Pfeiffer beach, California –USA. Pfeiffer beach, California –USA.

➨ Morfologia: for ma e arredonda mento. (muito angular, angular, subangular, subarredondado, arredondado e be m arredondado)

➨ Orige m dos sedimentos: local ou transportado por grandes distâncias.

➨Podem ser originados de fonte terrígenaou biológica.

Fonte Terrígena: inte mperis mo, erosão etransporte do continente atéa costa; inte mperis mo e erosão da costa;inte mperis mo e erosão da costa; retrabalha mento etransporte de sedimentos oriundos da platafor ma continentalinterna.

Fonte Biológica (ou esqueletal):

Grande variação granulométrica; e são expressivos nos trópicos, onde se concentram os recifes de corais.

Miraflores, Lima –Peru, 2013. Miraflores, Lima –Peru, 2013.

Miraflores, Lima –Peru, 2013. Miraflores, Lima –Peru, 2013.

CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DE PRAIA Wright & Short (1984) apud (Davis, 2004).

Praias co m características morfodinâmicas de u m estágiorefletivo geralmente apresenta m:

gradiente acentuado(perfis maisíngre mes), areias predo minante mente grossas, arrebentaçãojunto àfrente de praia, cúspides de praiarítmicos e expressivos;e cúspides de praiarítmicos e expressivos;e correntes deretorno vigorosas.

NMM Silva et al. 2008.

Praias co m características morfodinâmicas de u m estágiorefletivo geralmente apresenta m: Itaipuaçu, 2004.

CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DE PRAIA Estágio dissipativo:

apresenta m gradientes pouco acentuados (perfis menos íngre mes), predo minância de areiasfinas, e zona de surf be m desenvolvida e mais de u ma linha de arrebentação, ocasionalmente associada àexistência de barras arenosas submersas paralelas álinha de costa, que contribue m arenosas submersas paralelas álinha de costa, que contribue m para a dissipação da energia das ondasincidentes.

Guilherme Fernandes

Estágio dissipativo: Praia do Peró, Cabo Frio, RJ.

Praia das Conchas, Cabo Frio, RJ.

Estágio dissipativo: Aracaju-SE, 2006.

Os estágiosinter mediários são:inter mediário banco e calha, banco e calha co m for mação de cúspides , inter mediário co m mega cúspides,inter mediáriofor mando u mterraço de baixa mar.

apresentar maior grau de mobilidade e m meio a condições de ondas alta mente variáveis, praia e zona de surf quetende m a se alternar entre os vários estágiosinter mediários, e barras be m desenvolvidas.

NMM Silva et al. 2008.

CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DE PRAIA Estágiosinter mediários

Barra de Maricá, 2008.

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