Caderno dds maio

Caderno dds maio

(Parte 1 de 4)

TEMA 1

Todos os empregados tem suas tarefas para fazer. Os 5 S - senso de utilização, ordenação, limpeza, asseio e disciplina - fazem parte de nossas obrigações. Mas o que é isto afinal? “Arrumação, limpeza, ordenação, asseio e disciplina” significa manter as coisas arrumadas e ordenadas, o chão limpo, sem papel, óleo derramado, graxas nas paredes e assim por diante. È aquele empilhamento de material corretamente, máquinas de pequeno porte guardadas nos seus devidos lugares, chaves e ferramentas acomodadas nos lugares certos e limpos. A boa arrumação significa ter livre acesso quando numa emergência de primeiros socorros e a equipamentos de combate a incêndio. Significa muitas coisas, mas a definição mais curta é:

DEVIDO LUGAR”. Todos os empregados podem ajudar no esforço de arrumação, fazendo o seguinte: - manter pisos, corredores e áreas de trabalho razoavelmente livre de itens desnecessários, delimitando os locais com faixas, inclusive corredores; - confinar resíduos em locais apropriados;

- guardar todos os equipamentos de proteção individual em locais adequados. Nada indica mais uma área desorganizada, desarrumada e suja do que os copos de papel, restos de lanches espalhados pelo chão, sobre a mesa, em bancadas de trabalho, em passarelas e assim por diante. O bom resultado da arrumação, ordenação, limpeza, asseio e disciplina, não é obtida por mutirões de limpeza. Ela é o resultado de um esforço diário. Se cada empregado arrumasse pelo menos uma coisa todos os dias, os resultados seriam surpreendentes. A hora de fazer a limpeza é toda hora.

Todos nos já ouvimos alguma vez que uma oficina limpa é uma oficina segura. Mas como podemos manter nossa oficina limpa e segura? É só uma questão de um pouco de atenção com a arrumação, com cada um de nós fazendo a sua parte. Uma faxina geral é uma boa idéia. Toda oficina ou mesmo nossa casa precisa de uma faxina geral ocasionalmente. Entretanto, a “arrumação, ordenação, limpeza, asseio e disciplina” é mais que isso. 5 S significa limpeza e ordem: um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Significa recolher e limpar tudo depois de cada tarefa. Se uma tarefa provocar muita desordem, tente manter a mesma a nível mínimo, tomando um pouco mais de cuidado. Lixo e óleo incendiam-se facilmente. Um incêndio é ruim para a Empresa e para nós. Sujeira é apenas material fora do lugar. O óleo que derramou no chão tinha papel a cumprir na máquina. O chão é apenas mais uma fonte de risco. Cubra o óleo derramado com material absorvente ou tente coletar quando houver possibilidade de derramamento para seu reaproveitamento. Com isto você poderá evitar que alguém tenha um tombo. Observe onde você deixa ferramentas ou materiais. Nunca os coloque num chassi de máquina ou numa peça móvel da máquina. Nunca empilhe coisas em cima de armários. Observe os espaços sob as bancadas e escadas, não deixando refugos e entulhos. Mantenha portas e corredores livres de obstrução para serem acessados em caso de emergência. O verdadeiro segredo de uma oficina limpa e segura é nunca deixar para depois o trabalho de limpeza e arrumação, fazendo-o imediatamente enquanto dá pouco trabalho. Vá fazendo a limpeza e a coleta de coisas espalhadas quando concluir uma tarefa ou quando seu turno estiver terminando.

TEMA 2

Os pequenos e grandes acidentes geralmente acontecem da mesma maneira. Os eventos que acabam em acidentes são os mesmos, porém os resultados são bastante diferentes. Suponhamos, por exemplo que um martelo esteja frouxo no cabo. Um dia um trabalhador tenta usá-lo, batendo em um objeto sobre uma bancada. A cabeça do martelo salta longe, batendo em uma parede de concreto e caindo ao chão, não ferindo ninguém e nem causando danos à propriedade. Porém em uma outra ocasião a cabeça do martelo sai do cabo e vai de encontro a uma pessoa que estava perto, ferindo-a seriamente. As circunstâncias foram inicialmente as mesmas em ambos os casos, mas os resultados foram diferentes. O que é desagradável nessa história é que nunca sabemos quando a cabeça frouxa vai sair do cabo e ferir alguém. Assim a inspeção de ferramentas e equipamentos se torna evidente. Uma inspeção regular significa que você verificou uma ferramenta ou um equipamento antes de usá-lo. A inspeção de ferramentas é uma parte programada de cada tarefa. É tão indispensável para o trabalho a ser feito quanto a sua habilidade e qualificação para executá-lo. A verificação se as ferramentas e equipamentos estão em ordem é o primeiro passo não apenas para uma operação segura, mas também para uma operação eficiente. Quantas vezes você ouviu alguém dizer que um melhor trabalho poderia ter sido feito se as ferramentas e equipamentos estivessem em melhores condições? Talvez um formão mais afiado tivesse facilitado o encaixe de uma trava numa porta, ou talvez uma gota de óleo num mancal pudesse ter evitado uma perda na produção, quando o maquinário teve que ser parado.

Talvez os produtos não tivessem sido danificados e o guindaste não tivesse apresentado falhas, se tivessem sido inspecionados e reparados antes. Naturalmente, todos esses exemplos estão relacionados em coisas materiais. Eles aumentam a falta de eficiência, diminuem os padrões de produção e aumentam o custo. Um novo mancal, mais umas poucas outras peças de reposição colocarão o maquinário de volta ao trabalho.

Os produtos danificados podem ser jogados fora e os novos devem ser produzidos. Mas quando falamos sobre uma pessoa que foi ferida por causa de uma destas falhas, o quadro muda rapidamente. Nada é mais importante em nossa operação do que evitar que alguém saia ferido. A perda de um olho, de um braço, de uma perna ou de uma vida é exatamente isto: uma perda. Não há peça de reposição que devolva a condição normal. Um homem forte e saudável passou anos de sua vida explicando como perdeu um olho devido a falta de cuidado.

Não foi apenas porque não estava usando óculos de segurança. Seu formão estava trincado e uma parte o atingiu ao bater. Seu acidente foi como a maioria dos acidentes, poderia ter sido evitado, se apenas tivesse feito uma inspeção nas suas ferramentas e procurar óculos de segurança. A eliminação do “se” é a chave da prevenção dos acidentes. A responsabilidade por isto cabe a cada indivíduo. A manutenção de ferramentas e do equipamento pode até não ser sua responsabilidade pessoal, mas a responsabilidade pessoal, mas a responsabilidade por inspecioná-la e cobrar de quem é responsável, é sua. A inspeção é apenas o primeiro passo para evitar os acidentes e ferimentos causados por um equipamento e ferramentas defeituosos. A verificação deve tornar-se um hábito, deve ser rotineira como vestir uma camisa para o trabalho logo que acorda. É um hábito, é um hábito seguro.

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 3

Todos nós temos um instinto de nos proteger toda vez que uma situação é adversa em condições normais. Ao passar andando por uma rua e nos depararmos com um cachorro bravo e sentimos que ele é uma ameaça e que pode atacar, neste momento seu organismo começa a se preparar para a defesa, seja correr, seja apanhar um pedaço de pau. O certo é que internamente seu organismo enviou várias mensagens ao cérebro no instinto de defesa. Porém existem outros recursos projetados para proteger você. Pegue por exemplo um par de óculos ou uma proteção facial. Estes dispositivos não impedem um dano num equipamento ou que um incêndio seja evitado. É isto mesmo! A proteção para a face e para os olhos serve apenas para uma coisa. Impedir que algum material arremessado atinja sua vista ou o rosto. Foi projetada para isso.

Entretanto, ela protegerá você apenas se você quiser. Não há nenhum dispositivo automático para proteção dos olhos. Os óculos e outras proteções tem valor apenas quando você os utiliza da forma como foram projetados para serem usados.

Com o capacete de segurança é a mesma coisa, protege sua cabeça. Ele só vai proteger se você usá-lo, mesmo que esta proteção evite apenas um único acidente em todos os anos trabalhados na Empresa.

Empresaapenas os seus. Quando há risco de cair alguma coisa sobre seus pés, existem então a

As botas de segurança de vocês protegerão os seus pés, e não os meus ou o do presidente da bota de segurança com biqueira de aço, capaz de suportar o peso da queda de um objeto sobre seus pés. Assim sendo, quando dizemos para usar o equipamento de proteção individual, não estamos pedindo um favor para a Empresa. Não estamos estabelecendo um monte de regras só para o beneficio da Empresa. Não estamos querendo amolar vocês com restrições sem sentido.Nós estamos apenas querendo fazer o que é correto e o que é bom para todos vocês, ou seja, que um empregado fique cego, que outro perca uma perna, que outro fique doente ou que outro venha até morrer.

Estamos contentes de ajudar de diferentes maneiras. Nós aprendemos a partir de experiências próprias, quais são os tipos de equipamentos de proteção necessários em diferentes tarefas e passamos esta experiência para você.

È exigido o uso do equipamento de proteção por normas internas. A lei diz que a Empresa é obrigada a fornecer gratuitamente o equipamento. E assim ela faz. Mas a lei diz também que a Empresa deve treinar o empregado e exigir o uso do equipamento. Se o empregado descumprir as determinações da Empresa, logo ele pode receber uma punição. E isso é muito óbvio. Mas, vamos deixar uma coisa bem clara. Não podemos usar o equipamento para você. Não podemos estar o tempo todo ao lado de cada um de vocês, dizendo “use este equipamento agora!” “agora este daqui!”. Isto é com você e é assim que deve ser, porque você os tem disponível e para sua proteção. Ás vezes pode parecer complicado ter que colocar este ou aquele EPI como num trabalho de esmerilhamento. Porém pare um minuto para pensar no assunto. Quanto tempo leva um “besouro” de uma peça de aço ou pedaço de esmeril para atingir seus olhos? Apenas uma fração de segundo.

Então pessoal, a partir de hoje, vamos zelar pelo nosso EPI, vamos usá-lo sistematicamente, vamos fazer de nosso setor um exemplo para a Empresa.

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 4

As cozinhas domésticas são uma mistura de Bagdá com Faixa de Gaza: em inocentes panelas, temos colheres de pau, inofensivas tábuas de carne, que esconde inúmeros riscos à saúde, se aproveitando do sagrado momento de comer para promover um ataque silencioso ao nosso corpo. Mas alguns segredos na hora de lavar a louça ou de comprar os apetrechos podem mudar esse jogo. Um bom primeiro passo é banir os utensílios de madeira da cozinha. Tábuas de carne e colheres de pau são, na opinião dos especialistas, verdadeiros criadouros de fungos e bactérias, entrando em contato direto com a comida. "Já existe até uma lei, a RDC 216, do Ministério da Saúde, que praticamente proíbe o contato de instrumentos de madeira com a comida. A madeira é perigosa porque é um material vivo, cheio de células, que, em contato com outro material orgânico, puxa os sulcos. E não há uma metodologia correta, eficiente para a higienização. E por higienização, entende-se desinfecção e limpeza, que é o que deve ser feito com tudo que usamos na cozinha", explica o biomédico Paulo Figueiredo, o Doutor Bactéria, do "Fantástico". O melhor é substituir esses utensílios por plásticos. Mas o Doutor Bactéria alerta que eles não são hereditários. "Quando esses instrumentos estiverem riscados, amarelados, já é hora de substituí-los", diz. E o melhor jeito de higienizá-los é direto na máquina de lavar louça. "Quem não tiver, pode lavá-los com a parte amarela da esponja e detergente simples, que está ótimo. Uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água ajuda numa higienização mais eficiente", esclarece ele. É por isso que não é recomendado arear a panela. Porque é um processo abrasivo, deixa resíduos do metal no fundo, que vão se misturar à comida. Usar utensílios de alumínio também pode ser uma boa. Esse é o material com que se fabrica a maior parte dos instrumentos de cozinha. Mas é preciso atenção com a liberação de metais tóxicos. "Escumadeiras, conchas, colheres não oferecem um risco considerável porque o tempo de contato com o alimento não é muito grande. Agora, armazenar a comida por um longo período em recipientes de alumínio não é indicado", comenta a nutricionista Sylvia Sampaio. O suposto risco da ingestão de alumínio é ligado a problemas neurológicos, que vêm sendo pesquisados. "É por isso que não é recomendado arear a panela. Porque é um processo abrasivo, deixa resíduos do metal no fundo, que vão se misturar à comida. Pelo mesmo motivo também, não se deve usar aquele lado verde da esponja", explica o Dr. Paulo Figueiredo. O aço inox é outro que se envolveu em polêmicas na cozinha. Isso por que ele é formado pela combinação do ferro com outros dois metais, o cromo e o níquel, tidos como prejudiciais à saúde. "O níquel em grandes quantidades compromete demais a absorção de nutrientes pelo organismo e, ao mesmo tempo, agrava os sintomas dessa carência", comenta Sylvia Sampaio. Mas, como o alumínio, sua migração para os alimentos que estão sendo cozidos na panela, é mínima. "Não há motivo para alarde", garante Sylvia. Paulo Figueiredo lembra ainda que toda panela libera substâncias para o alimento. "Em geral, não há riscos. O próprio antiaderente é muito seguro. Mas a melhor panela de todas é a de pedra sabão, porque libera cálcio e magnésio. Só é uma pena que sejam tão caras, além de pesadíssimas", comenta. O Dr. Bactéria esclarece também outro boato, o de que manter utensílios na panela durante o preparo da comida ajuda a prevenir problemas como anemia. "Quando eu era criança, no interior de São Paulo, o pessoal colocava até ferradura dentro do feijão. Na verdade, isso não existe. Acontece uma liberação, mas o corpo não absorve esse ferro. O único tipo aproveitado pelo corpo é o ferro coloidal, que é aquele que vai para enriquecer a farinha do pão francês", afirma. Com relação às luvas, que muita gente gosta de usar, Sylvia Sampaio dá um lembrete. "As luvas não são autolimpantes. Não é pra sair pegando em tudo pela cozinha e botar novamente as mãos na comida", alerta. Durante o uso, elas devem ser lavadas com detergente ao final de cada operação e substituídas a cada semana.

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 5

1. Assegure-se de que está utilizando o cortador e a lâmina apropriada para o material e a espessura que se deseja cortar, por exemplo: não tente cortar madeira com um cortador multiuso de lâmina fina; 2. Quando estender o segmento da lâmina, assegure-se de manter a parte superior do segmento dentro da área de suporte do estilete para evitar que este se rompa no momento do corte. 3. Utilize um segmento afiado. Isto vai proporcionar segurança e eliminará o risco de danos aos seus projetos além de assegurar um corte limpo. 4. Descarte os segmentos de lâmina usados com cuidado e em um local seguro. 5. É conveniente ter uma base de corte OLFA como base para seus cortes. As bases de corte

OLFA te ajudarão a proteger a superfície da sua área de trabalho além de aumentar a durabilidade das lâminas. 6. Não guarde sua base de corte na vertical. Ela deve ser armazenada horizontalmente e longe da ação dos raios solares. 7. Para a sua segurança proteja os olhos com óculos de proteção. 8. Assegure-se sempre de recolher a lâmina do estilete após o uso e mantenha fora do alcance de crianças. Também é importante guardar as lâminas sempre no mesmo lugar.

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