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Objetivo

Capacitar Alunos a serem profissionais de Gestão Integrada na área industrial

Visualizar novos parâmetros existentes no profissional globalizado e moderno com visão sistêmica de processo.

Sistema de Gestão

Um conjunto em qualquer nível de complexidade, de pessoas, recursos, políticos e procedimentos, que integram-se de forma organizada para certificar o resultado de um trabalho com eficácia ou dentro do nível de tolerância.

Sistema de Gestão Integrada

Denomina-se como sendo o sistema de gerência que engloba QUALIDADE,

RESPONSABILIDADE SOSICAL e

MEIO AMBIENTE, permitindo garantir sempre a melhoria continua dos processos, projetos serviços, produtos, etc.

Gestão da Qualidade

Consiste numa administração na qual uma organização / empresa conduz seus negócios para satisfazer seus clientes internos e externos.

Gestão Segurança e Saúde Ocupacional

É a administração do planejamento, organizada e controlada de uma execução de trabalho que resulta em prevenir e extinguir acidentes do trabalho

Responsabilidade Social

• Consiste em encontrar aspectos que auxiliam as empresa a fornecer aos colaboradores:

Ambiente adequado;

Tratamento Leal; Remuneração justa.

Sistema de Gestão Ambiental

Consiste no modelo administrativo e produtivo de gerir o negócio com aproveitamento sustentável dos recursos naturais, através de condutas e procedimentos de avaliação continuada medindo os interesses e conflitos sócio econômicos utilizando os parâmetros e técnicas de sustentabilidade.

Gestão Integrada

Visualizar o conjunto como sistema.

Gravar e compreender as quatros bases fundamentais do sistema.

Gestão Integrada

Qualidade Social

Segurança E Saúde

Meio Ambiente

Interação e Integração Funcional

Qualidade Qualidade

Saúde e Segurança Saúde e Segurança

Resp. Social Resp. Social mbiente M A mbienteS IS I

Qualidade Qualidade

Saúde Saúde

Segurança Segurança

Gestão Ambiental

Diretrizes e atividades sistematizadas com o objetivo de obter efeitos positivos sobre o meio ambiente, seja reduzindo ou eliminado os danos, seja evitando que estes ocorram.

Intenção Preliminar

Desenvolvimento Sustentável

Erradicar a pobreza

Qualidade de vida

Crescimento populacional sustentável

Uso racional dos recursos naturais

Economia e meio ambiente como parte das decisões.

Cronologia

Século X até 1972 – fase inicial, abordagem pontual desvinculada dos processo de desenvolvimento

1972 até 1992 – Segunda fase, busca de uma nova relação entre meio ambiente e desenvolvimento

A partir de 1992 – Desenvolvimento Sustentável.

Política Ambiental

Constitui-se na declaração de princípios e intenções da empresa em relação ao seu desempenho ambiental, e que devem nortear o planejamento de ações e o estabelecimento de seus objetivos e metas ambientais (ISO 14001)

Princípios SGA

Conhecer o que deve ser feito. Assegure o comprometimento da empresa e defina sua política de meio ambiente

Elabore o Plano de ação para tender aos requisitos de sua política ambiental

Assegure condições para o cumprimento dos objetivos e metas ambientais e implemente as ferramentas de sustentação necessárias

Princípios SGA

Realize avaliações quantitativas periódicas do desempenho ambiental da empresa

Revise e aperfeiçoe a política de meio ambiente, ao objetivos e metas ambientais e as ações implementadas para assegurar a melhoria continua do desempenho ambiental da empresa.

Vantagens

Melhoria da imagem

Aumento da produtividade

Conquista de novos mercados

Gestão ambiental sistematizada

Integração da qualidade ambiental e negócios

Melhoria da comunidade

Vantagens

Eliminação de desperdícios

Produção com menor custo

Segurança legal

Controle nas falhas

Redução de impactos ambientais Padronização da produção

Licenças Ambientais

Lei do Meio Ambiente

Licença Prévia

Licença de Instalação

Licença de Funcionamento

Sanções Aplicáveis na Ausência de LA

Certificado de Registro Ambiental Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental

Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998

Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dá outras providências.

Art 1º As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente são punidas com sanções administrativas, civis e penais, na forma estabelecida nesta Lei.

Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998

Art 2º quem de qualquer forma, concorrer para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade bem como o Diretor, O Administrador, o

Membro do conselho e órgão técnico, o Auditor, o

Gerente, O preposto ou Mandatário de pessoa jurídica, que sabendo da conduta criminosa de outrem deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la.

Licenciamento Ambiental

O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo por meio do qual o Órgão competente licencia a localização, a instalação, a ampliação e a operação dos empreendimentos e atividades que utilizam recursos ambientais, ou que são efetiva ou potencialmente poluidoras, ou que de alguma forma podem degradar o meio ambiente.

Quem Compete Licenciar

CPRH; Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA Gabinete do Secretário

Coordenadoria de Informações Técnicas, Documentação e Pesquisa Ambiental – CINIP

Fundação florestal Grupo técnico de Educação e Cidadania Coordenadoria de Planejamento Ambiental Coordenadoria de Comunicação

Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos Naturais

Licencia Prévia

A licencia prévia insere-se no processo de

Avaliação de impacto Ambiental (AIA) do empreendimento, e é concedida na fase preliminar de planejamento da atividade, servindo para aprovar a sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental do empreendimento e estabelecendo os requisitos e as condicionantes básicas que estarão sendo exigidas nas fases subseqüentes do licenciamento.

• A Licencia prévia é expedida posteriormente ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e

Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), e tanto quanto o EIA/RIMA aplica-se apenas aos empreendimentos com significativo potencial de impacto ao meio ambiente. Portanto, em geral, não cabe cogitar de Licença Prévia para micro e pequenos empreendimentos.

O CONAMA obriga a apresentação de

EIA/RIMA para as atividades que discrimina:

Irrigação, Extração Mineral, Aterros

Sanitários, Destino final de resíduos tóxicos ou perigosos, complexos industriais e agro industriais petroquímicos, siderúrgicos, etc.

Licença de Instalação

Para micro e pequenas empresas é mais apropriado dizer que a primeira licença a ser obtida nos órgãos licenciadores é a Licença de Instalação.

LI analisa a adequação ambiental do projeto do empreendimento ao local escolhido pelo empreendedor

Aqui se processa toda análise do projeto inicial do empreendimento.

Licença de Funcionamento

Após a Licença de Instalação, e observadas todas as condutas do projeto na obediência da legislação ambiental e para dar início as atividades do empreendimento faz-se necessário a Licença de Funcionamento.

O CONAMA estabelece que o prazo de validade da Licença de Funcionamento é de no mínimo 4 anos e no máximo de 10 anos.

Há necessidade pelas Leis estaduais a renovação da Licença de funcionamento a cada 5 anos

Também exige-se a renovação em casos de ampliação e modificação do projeto inicial.

Sansões na Ausências de Licenças Ambientais

Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar estabelecimento, obras ou serviços potencialmente poluidoras, sem a competente licença dos Órgãos competentes, ficam sujeitas as penalidades administrativas estabelecidas pela legislação

As Penalidades são: Advertência, Multa, Interdição temporária ou definitiva, Embargo de obras, Demolição, Suspensão de financiamento e benefícios fiscais, Apreensão ou recolhimento temporário ou definitivo dos equipamentos e Pena Criminal.

O governo Federal tem estabelecido novos patamares de valores de multas.

Certificado de Registro

Todo aquele que se dedica a atividade potencialmente poluidoras e à extração, produção, transporte e comercialização de produtos e subprodutos da flora, fauna e pesca deve obter Certificado de Registro –

CR no Cadastro Técnico Federal das

Atividades Potencialmente Poluidoras ou

Utilizadoras de Recursos Ambientais, mantido pelo Instituto Brasileiro do Meio

Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)

Tem prazo de validade anual (Março/ano)

Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental

Taxa que custeia a ação fiscalizadora do IBAMA

O fato desta taxa é recuperar os impactos do negócios face ao exercício de atividades potencialmente poluidoras ou utilizar dos recursos naturais.

Impactos Ambientais

Degradação Ambiental

Poluição Atmosférica

Efeito Estufa

Chuva Ácida

Buraco na Camada de Ozônio

Contaminação da Águas

Prevenindo Impactos Ambientais Impactos sobre Uso das águas

Degradação Ambiental

A escalada do progresso técnico humano pode ser medida pelo seu poder de controlar e transformar a natureza. Quanto mais rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmo de alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de energia dominada pelo homem produz determinado tipo de desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção da máquina a vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o ritmo de desmatamento. A destilação do petróleo multiplica a emissão de gás carbônico e outros gases na atmosfera. Com a petroquímica, surgem novas matérias primas e substâncias não bio-degradáveis, como alguns plásticos.

Gerando o: Desequilíbrio, Desperdício, Lixo, Resíduos Radioativos e Poluição;

Poluição Atmosférica

Gases Tóxicos – A emissão de gases tóxicos é o maior fator de poluição da atmosfera. Uma das principais fontes é a combustão do petróleo e seus derivados. Nas grandes cidades, por exemplo, cerca de 40% da poluição do ar resultam da queima de gasolina e óleo diesel pelos veículos automotores, responsáveis pela emissão de monóxido de carbono, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo. As refinarias de petróleo, industrias químicas e siderúrgicas, fábricas de cimento e de papel também emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, além de resíduos sólidos que ficam em suspensão na atmosfera. Nos seres humanos a poluição atmosférica pode provocar distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso e em órgãos vitais e até câncer. Em centros urbanos muito poluídos, como São Paulo ou cidades do México, esses distúrbios tendem a agravar-se no inverno, quando ocorre o fenômeno conhecido como inversão térmica: Uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera que aprisiona o ar mais quente impedindo a dispersão dos poluentes.

Efeito Estufa

O carbono presente na atmosfera garante uma das condições básicas para a existência de vida no planeta: a temperatura.

A Terra é aquecida pelas radiações infravermelhas emitidas pelo Sol. Essas radiações chegam à superfície e são refletidas para o espaço. O carbono forma uma redoma protetora que aprisiona parte dessas radiações infravermelhas e as reflete novamente para a superfície. Isso produz um aumento na temperatura média do planeta. Sem o carbono na atmosfera a superfície seria coberta de gelo. O excesso de carbono, no entanto, tenderia a aprisionar mais radiações infravermelhas, produzindo o chamado efeito estufa: Seria a elevação da temperatura média a ponto de reduzir ou até acabar com as calotas de gelo que cobrem os pólos. Os cientistas ainda não estão de acordo se o efeito estufa já esta ocorrendo, mas preocupam-se com o aumento do dióxido de carbono na atmosfera a um ritmo médio de 1% ao ano. A queima da cobertura vegetal nos países subdesenvolvidos é responsável por 25% desse aumento. A maior fonte, no entanto, é a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, principalmente nos países desenvolvidos.

Chuvas Ácidas

A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas: as águas da chuva, assim como geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos.

Em Cubatão, São Paulo, as chuvas ácidas contribuem para a destruição da mata atlântica e desabamentos de encostas.

Contaminação das Águas

As águas também são o destino final de quase toda a poluição do meio ambiente. Tudo o que é jogado em ralos de pias, em bueiros, privadas ou mesmo nos quintais, acaba interferindo no ciclo natural da água. A maior parte dos poluentes da atmosfera reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas. Nas cidades e nas regiões agrícolas, substâncias tóxicas não-biodegradáveis são lançadas sem tratamento em córregos, lagos, rios e mares. Quando jogadas no solo ou enterradas no subsolo, atingem e contaminam os lençóis subterrâneos.

Rios Poluídos

Seus principais agentes poluidores são os agrotóxicos usados na lavoura, detergentes e sabões em pó, lixo industrial e urbano, e metais pesados, como chumbo, cádmio, arsênio e mercúrio, utilizados na industria e na mineração. Nos grandes centros urbanos, esgotos e lixo orgânico lançados tem tratamento nos rios acabam com toda flora e fauna aquáticas. A matéria orgânica dissolvida alimenta inúmeros microorganismos que, para metabolizá-la, consomem o oxigênio das águas. Cada litro de esgoto consome de 200 a 300 miligramas de oxigênio, o equivalente a 2 litros de água. Se a carga de esgoto for superior à capacidade de absorção das águas, o oxigênio desaparece, interrompendo a cadeia alimentar e provocando a morte da fauna. Isso ocorre com freqüência em várias regiões do Brasil, como na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, ou na represa Billings, em São Paulo.

Mares Poluídos

Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nas águas doces, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso de cargas orgânicas no mar leva à proliferação de microrganismos consumidores de oxigênio. Em grande quantidade, esses microorganismos formam as chamadas “mares vermelhas”: as águas ficam escuras, matam peixes e os frutos do mar tornam-se tóxicos para o consumo humano.

Poluição por Petróleo

O petróleo é considerado o principal poluente do ambiente marinho. Vazamentos em poços petrolíferos marítimos, em terminais portuários, em navios petroleiros e a limpeza de seus tanques são responsáveis pelo despejo anual de 1 milhão de toneladas de óleo nos oceanos. O óleo espalha-se pela superfície e forma uma camada compacta que demora anos para ser absorvida. Isso impede a oxigenação da água, mata a fauna e a flora marinhas e altera o ecossistema.

Prevenindo os Impactos Ambientais

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