Taxonomia, comunidade das especies do genero thalassodendron e algas associadas-Samuel Tacuana

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Taxonomia, comunidade das espécies do género Thalassodendron incluindo macroalgas associadas

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1Introdução............................................................................................................................1
2Objectivos................... .........................................................................................................4
2.1Geral: .................. ..........................................................................................................4
2.2Especifico .....................................................................................................................4
3Taxonomia e características género Thalassodendron ...........................................................5
3.1Distribuição a nível do globo.........................................................................................5
4Thalassodendron ciliatum............................... ......................................................................6
4.1Características ........................... ....................................................................................6
4.2Distribuição e Habito ....................................................................................................7
4.3Espécies das algas associadas ........................................................................................8
5Thalassodendron leptocaulis ..............................................................................................10
5.1Características e distribuição .......................................................................................10
5.2Espécies de Macroalgas associadas .............................................................................12
5.2.1Pneophyllum amplexifrons...................................................................................12
5.2.2Hydrolithon farinosum .........................................................................................13
5.3Habitat e distribuição: .................................................................................................14
6Thalassodendron Pachyrhizus ............................................................................................15
6.1Características e Distribuição ......................................................................................15
6.2Hábitos .......................................................................................................................16
7Conclusão ..........................................................................................................................17

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1Introdução

As ervas marinhas são plantas superiores com flores, adaptadas ao meio marinhas (Duarte et al.,

2013)Designação que provém do fato das suas folhas se assemelhar, ainda que

superficialmente, às das ervas terrestres da família Poaceae (gramíneas), são plantas vasculares com flores (Magnoliophyta ou Angiospermae) que se adaptaram aos ambientes marinhos costeiros (Duarte et al., 2013).

Das cerca de 60 espécies que ocorrem em todo o mundo, 13 (pertencentes a oito géneros e três famílias) ocorrem em Moçambique: Zostera (Zosteraceae), Enhalus, Halophila, Thalassia (Hydrocharitaceae), Cymodocea, Halodule, Syringodium e Thalassodendron (Cymodoceaceae).

Distribuem-se, na sua maioria, ao longo de toda a costa, ocorrendo geralmente agrupadas em vários tipos de comunidades (Duarte et al., 2013).

Os habitats de ervas marinhas no Quênia, Tanzânia e norte de Moçambique geralmente consistem de sedimentos de calcário coral, enquanto o litoral em sul de Moçambique é principalmente feito de areia (48, 49). Para combater anóxia, ervas marinhas desenvolveram maneiras de oxigênio líder do atirar para as raízes através das lacunas. Isto permite que a proliferar as ervas marinhas em sedimentos anóxicos mas só até um certo nível Gullström, et al., 2002).

Muitas ervas marinhas tropicais habitam regiões entre marés. Como dissecação resistência é limitada no plâncton vegetal que deve contar com meios de evitar a dissecação em vez de suportá-la (37, 4, 45). Os limites de profundidade de ervas marinhas são definidos pela penetração de luz (Gullström, et al., 2002).

Em Moçambique, as ervas marinhas têm um importante papel nos ecossistemas costeiros, não só pela sua produtividade, mas também por servirem de refúgio a muita s espécies animais, como moluscos (e.g. amêijoas), caranguejos e algumas espécies de peixes (Duarte et al., 2013).

Thalassodendron leptocaule é uma espécie recém-descrita que ocorre apenas em habitats rochosos de arenito do sul de Moçambique e na África do Sul (Kwazulu-Natal). Muito semelhante a Thalassodendron ciliatum, espécie de habitats arenosos, difere desta em caracteres

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como a estrutura e disposição da flor, a forma das células epidérmicas foliares e a morfometria de rizoma, raízes, caules e folhas Gullström, et al., 2002).

A espécie Thalassodendron ciliatum, tem um caule longo e pode atingir até 75 cm (em conjunto com as folhas). O seu sistema de raízes, no entanto, é menos denso e a massa relativa das partes abaixo do solo é, portanto, menor do que a do caule e das folhas (Anadarko, 2014)

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1Objectivos

1.1.Geral: Estudar a comunidade das espécies do género Thalassodendron e as macroalgas associadas

1.2.Especifico: Identificar as espécies do género Thalassodendron e as macroalga associadas.

Descrever as características e distribuição das espécies do género Thalassodendron, e das macroalgas associadas

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2Taxonomia e características género Thalassodendron

Thalassodendron é um género de ervas marinhas na família cymodoceaceae descrito como um gênero em 1970. Ela cresce ao longo das margens do Oceano Índico e do Oceano Pacífico ocidental (Cronquist (1981).

O género Thalassodendron possui três (3) espécies, dentre as quais duas ocorrem em

Moçambique: Thalassodendron ciliatum (anteriormente Cymodocea ciliata) e Thalassodendron leptocaule (Duarte et al., 2013). E uma Thalassodendron Pachyrhizus que ocorre nas costa da Autralia Ocidental em recifes de calcário nus ou cobertos de areia (Kirkman & Cook, 1987).

2.1.Distribuição a nível do globo

Thalassodendron ciliatum é uma espécie comum no Mar Vermelho e no Oceano Índico ocidental. Pode ser encontrada na costa de KwaZulu-Natal (África do Sul), Malásia Oriental, Ilhas Salomão e Queensland (Austrália). Thalassodendron pachyrhizum é colhida nas costas temperadas do ocidente da Austrália.

Fonte: http://fr.wikipedia.org/wiki/Thalassodendron.

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3Thalassodendron ciliatum

3.1. Características É a espécie dominante em águas mais profundas que formam prados mono-específicos densos. Um rico comunidade epífita é característica desta espécie com umas algas calcárias (Chlorophyta) incrustantes cobrindo o caule lenhoso. É uma espécie importante para a estabilização de substratos e para a protecção contra a erosão costeira (Short, et al., 2010).

Fonte: http://fran.cornu.free.fr/affichage/affichage_nom.php?id_espece=1485

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3.2.Distribuição e Habito Thalassodendron ciliatum é amplamente distribuída e varia em abundância em toda a sua gama e é muito comum na África Oriental. A população parece estar estável na África Oriental (Short, et al., 2010).

Fonte: http://fran.cornu.free.fr/affichage/affichage_nom.php?id_espece=1485

No Mar Vermelho, Thalassodendron ciliatum ocorre em substrato mais grosseira - areia grossa misturada com coral e os restos de cascas ou grandes pedaços de coral das cadeias de recifes circundantes ou colinas de coral em locais expostos ao considerável movimento da água. Esta espécie é única entre as comunidades de ervas marinhas do Mar Vermelho, estendendo até os recifes de coral, sem o "halo" zona habitual que normalmente separa os recifes de leitos de algas marinhas em sua proximidade (Short, et al., 2010).

Thalassodendron ciliatum é lento a colonizar novas áreas e, portanto, tem dificuldade em recuperar áreas onde ela foi retirada, e ela é particularmente susceptível a pastar por surtos de ouriços. No entanto, existem outras que o desenvolvimento costeiro localizada sem grandes ameaças tem sido relatada a crescer até 40 m em águas mais claras no WIO (Short et al., 2010).

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3.3.Espécies das algas associadas Um estudo feito por Lugendo et al., (2001) foram registadas um total de 25 e 24 espécies foram no Ocean Road e Kunduchi, respectivamente. Das quais 24 espécies registadas no Kunduchi, 1 estão associadas a Thalassodendron ciliatum: Ulva reticulata, Chaetomorpha indica e Enteromorpha ramulosa que ocorria em todos os transeptos do oceano, com Ulva reticulata sendo o mais abundante.

Fonte: Lugendo et al., (2001).

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Division:Chlorophyta
Class :Ulvophyceae
Order :Ulvales
Family :Ulvaceae
Genus:Ulva

Classificação Taxonómica

Fonte: http://lkcnhm.nus.edu.sg/projectsemakau/index.php?option=com_semakau&controller=Organis ms&task=details&id=210.

1 =>Chaetomorpha indica 2 =>Enteromorpha ramulosa

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4Thalassodendron Leptocaulis

Thalassodendron leptocaulis

Fonte: Duarte et al., (2003).

4.1.Características e distribuição Thalassodendron leptocaulis é único entre ervas marinhas do sul da África em que ele ocorre em afloramentos rochosos expostos ao longo da costa moçambicana e sul-Africano do Nordeste; as maiorias das outras ervas marinhas são restritas a baías abrigadas e estuários (Browne, et al., 2013).

Esta espécie de ervas marinhas é, evidentemente, um importante substrato e do ecossistema que suporta uma riqueza oculta da biodiversidade (Browne, et al., 2013).

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Distribuição e zonação Fonte: Gullström, et al., (2002)

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4.2.Espécies de Macroalgas associadas Um total de 52 táxons de macroalgas. As macroalgas epífitas mais frequentemente o bservados foram predominantemente Rhodophyta e eram comuns entre habitats periodicamente expostos, meso e infralitoral. As algas calcárias incrustantes vermelham Pneophyllum amplexifrons (Hydrolithon farinosum foram frequentemente observadas, principalment e em caules e folhas da erva marinha, respectivamente (Browne et al., 2013).

4.2.1Pneophyllum amplexifrons

Pneophyllum amplexifrons é o nome botânico de uma espécie de algas vermelhas pluricelulares do género Pneophyllum, família Corallinaceae, subfamília Mastophoroideae (Chamberlain & Norris, 1994)

São algas marinhas encontradas no Japão, Índia, Madagascar, Moçambique, África do Sul, Chile, Antárctica e Cabo Verde (Chamberlain & Norris, 1994)

Fonte: http://macroalgae.org/portal/taxa/index.php?taxon=Melobesia.

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4.2.2Hydrolithon farinosum

Hábito do talo: Crustose de se tornar confluentes. Margem inteira, fino; superfície lisa.

Tamanho: 4-15mm de diâmetro, 0,1 milímetros de espessura. Cor das amostras vivas: vermelho rosa ou escuro. Cor do espécime seco: rosa, vermelho ou cinza pálido (Babbini & Bressan 1997).

Fonte: http://www2.units.it/biologia/Corallinales/key/schede/Hydrolithon_farinosum_e.htm.

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4.3. Habitat e distribuição: Espécies epífitas sobre ervas marinhas e algas. Gravado raramente como epilíticas ou que vivem

em conchasDistribuição batimétrica: sublittoral para diminuir sublittoral. Distribuição

geográfica (Babbini & Bressan 1997).

Alboran Sea (A): Spain, Morocco; Western Mediterranean Sea (African shores) (B): Algeria; Middle Western Mediterranean Sea (C): Spain, France, Italy; North Western Mediterranean Sea (D): Spain, France, Italy; North Adriatic Sea (E): Italy, Slovenia , Croatia; Middle Adriatic Sea (F): Italy, Croatia; South Adriatic Sea (G): Italy, Albania; South Eastern Mediterranean Sea (H): Italy, Malta, Tunisia, Libya, Egypt, Israel; Middle Eastern Mediterranean Sea (L): Italy, Greece, Turkey, Syria; North Easter n

Mediterranean Sea (M): Greece, Turkey.

Fonte: Herbarium (Algarium) Universitatis Tergestinae Nova collectio - G. Bressan in CALCHERB on the web site http://dbiodbs.units.it/web/alghe/calc01

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5Thalassodendron Pachyrhizus

5.1.Características e Distribuição Thalassodendron Pachyrhizus é uma espécie do género Thalassodendron que é encontrada crescendo em recifes de calcário nus ou cobertos de areia que correm paralelas à costa da Austrália Ocidental. Foi registrado 2-35 m de profundidade e é encontrado às vezes como esteiras de deriva (Kirkman e Cook, 1987).

Esta espécie tem uma queda anual de folhas com relativamente elevada biomassa de folhas na primavera e início dos meses do verão, e a espécie começa a perder suas folhas no início do verão e muitas são perdidas até ao Outono e o crescimento máximo desta espécie ocorre na primavera (Kirkman e Cook, 1987).

Fonte: https://florabase.dpaw.wa.gov.au/browse/profile/134

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5.2.Hábitos Thalassodendron Pachyrhizus é endêmica para a Austrália, que vão desde Geraldton na Austrália

Ocidental sul de Albany e, em seguida, a partir de Esperance, na medida em ocidental da Grande Baía Australiana (Kirkman e Cook, 1987).

Esta espécie tem uma queda anual de folhas com relativamente elevada biomassa de folhas na primavera e início do verão meses. Esta espécie começa a perder suas folhas no início do verão e muitos estão perdidos até ao Outono. O crescimento máximo ocorre na primavera (Kirkman e Cook, 1987).

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6Conclusão

As espécies do género Thalassodendron possui três (3) espécies, dentre as quais a

Thalassodendron ciliatum (anteriormente Cymodocea ciliata), Thalassodendron leptocaule e Thalassodendron Pachyrhizus que ocorre nas costa da Austrália Ocidental em recifes de calcário. E as espécies das macroalgas associadas a espécie Thalassodendron leptocaule são: Pneophyllum amplexifrons e Hydrolithon farinosum e Ulva reticulata, Chaetomorpha indica e Enteromorpha ramulosa associada a Thalassodendron ciliatum.

E as espécies deste género cresce ao longo das margens do Oceano Índico e do Oceano Pacífico occidental.

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7Bibliografia

1. Anadarko, (2014). Ervas Marinhas da Costa, In: Anadarko Moçambique Área & Eni,

Situação de Referência Ambiental - Em Alto Mar E Próximo, volume 7, p.70-75. Moçambique. 2. Babbini, L. & Bressan, G. (1997). Recensement de Corallinacées de la Mer

Méditerranée et considérations phytogéographiques. Bibliotheca Phycologica 103: 1- 421. 3. Browne, CM, R, Milne, C., Griffiths, J., Bolton, RJ., Anderson, (2013). Epiphytic

Seaweeds And Invertebrates Associated With South African Populations Of The Rocky Shore Seagrass Thalassodendron Leptocaule — A Hidden Wealth Of Biodiversity. African Journal of Marine Science, v. 35, n. 4, p. 523–531. 4. Duarte, M. Cristina, Maria M., Romeiras, S., Bandeira, (2013). Ecossistemas

Costeiros De Moçambique: biodiversidade, Distribuição E Conservação Dos Prados Marinhos. In: Instituto de Investigação Científica Tropical (editor). Atas do Congresso Internacional Saber Tropical em Moçambique: História, Memória e Ciência, p. 8. Lisboa. 5. Chamberlain, Y.M. & Norris, R.E. (1994). Pneophyllum amplexifrons (Harvey) comb. nov., a mastophoroid crustose coralline red algal epiphyte from Natal, South Africa. Phycologia v. 3, n. 8, p. 18-45. 6. Cronquist, A. (1981). An Integrated System of Classification of Flowering Plants. 1262 p. New York, Columbia Univ. Press. 7. Kirkman, H., I.H. Cook (1987). Distribution and Leaf Growth of Thalassodendron

8. SignificadosABC (). Thalassodendron,

Pachyrhizum Den Hartog in Southern Western Australia. Aquatic Botanic, v. 27, n. 3, p. 257–266. http://ayudamosconocer.com/significados/letra- t/thalassodendron.php, acessado no dia 14 de Junho 2015, 2:19PM.

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9. Gullström, Martins, Maricela de la Torre Castro, Salomão O. Bandeira (2002). Seagrass Ecosystems in the Western Indian Ocean. Ambio, v. 31, n. 7-8, p. 588-596.

10. Lugendo, B.R., Y.D. Mgaya, A.K. Semesi (2001). The Seagrass And Associated

Macroalgae At Selected Beaches Along Dar Es Salaam Coast, Department of Zoology and Marine Biology, University of Dar es Salaam, 359-373. 1. Short, F.T., R.,Coles, M., Waycott (2010). Thalassodendron ciliatum. The IUCN

Red List ofmThreatened Species. Version 2015.1. <w.iucnredlist.org>. Downloaded on 13 June 2015

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