Pop oficial 2

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(Parte 1 de 6)

Procedimento Operacional Padrão

Superintendência e Divisão de Enfermagem

Procedimento Operacional Padrão

Superintendência e Divisão de Enfermagem

Enfermeira Ana Elizabeth FrigeriGarcia Enfermeira Cláudia Novais Enfermeira Elaine Inácio Ribeiro Fonseca Enfermeira HéricaBruno Soares Enfermeira Marta Elizabeth Gomes Enfermeira Milena Banic Enfermeira Monik Nowotny Gomes Enfermeira Neuza Mª Branco Teixeira Enfermeiro NilsonLima Linhares Enfermeira Priscila Azevedo

Residência Multiprofissional de Enfermagem (RM2): Karen Ramos B. Ramada; Kelly Messias Martins LorranaVicente Ferrari; Natália Gonçalves Mateus; Residência de Enfermagem do Ministério da Saúde (R2): Bruna Silva Fabrício; Laila Maria Andrade Harbache.

Digitação: VaniaPriscila de Oliveira Francisco Arte: Mauro Cesar Silva

Procedimento Operacional Padrão Superintendência e Divisão de Enfermagem

I –COLABORADORES01 I –ÍNDICE02 I –SETOR: GERAL03

IV –SETOR: HEMODIÁLISE60 V –SETOR: MATERNIDADE100

Procedimento Operacional Padrão

Enfermeira Ana Elizabeth FrigeriGarcia Enfermeiro Nilson Lima Linhares

EnfªLuzia de Guadalupe Carvalho Gomes EnfªMaria da Penha Pinheiro

1. DEFINIÇÃO

É a aplicação de medicação liquida no interior do canal auditivo.

2.OBJETIVOS

•Facilitar a remoção de cerume e corpos estranhos; •Tratar inflamação e infecção( Otite);

•Remoção de cerume.

3. INDICAÇÃO Quando prescrito, sempre observando o tipo da droga a ser administrada.

4. PESSOAS E PROFISSIONAIS QUE IRÃO REALIZAR O PROCEDIMENTO

•Enfermeiro; •Técnico de enfermagem.

5. MATERIAIS A SEREREM UTILIZADOS

•Terapia medicamentosa prescrita; •Medicamento otológico;

•Luva de procedimento;

•Algodão;

6.DESCREVER DETALHADAMENTE AS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

•Lavar as mãos; •Certificar-se da prescrição médica, observando a medicação, via de administração, dosagem e horário;

•Ler o rótulo da dosagem do medicamento, verificando a data de validade;

•Levar o medicamento até o leito do paciente em uma bandeja;

•Verificar se o nome do paciente confere com a prescrição, esclarecer sobre a medicação que irá receber;

•Calçar as luvas;

•Posicionar o paciente em decúbito lateral ou sentado com a cabeça inclinada lateralmente para o lado oposto ao do ouvido a ser tratado; •Puxar a orelha para cima e para trás, suavemente, com os dedos, para facilitar a entrada das gotas;

•Desprezar uma gota de medicamento;

•Instilar a medicação no canal auditivo sem contaminar o conta-gotas, evitando encostar o aplicador no orifício do ouvido, para que este não seja contaminado; •O cliente deve permanecer na posição durante cerca de 5 minutos;

•Colocar um a pequena bola de algodão no ouvido, se for necessário ou se estiver prescrito, para tamponar, evitando que o medicamento extravase;

CÓDIGO: 001 VERSÃO: 01

Emissão: 31/04/2012 Revisão: 01/02/2013 PRÓXIMA REVISÃO: 02/2015

•Lavar as mãos; •Checar na prescrição e anotar reações.

7.ATENÇÃO A PONTOS IMPORTANTES E POSSÍVEIS RISCOS

Não deixar o medicamento na mesa de cabeceira do paciente ou permitir que terceiros administrem; Se houver recusa do paciente (lúcido) ou seus familiares em aceitar a medicação, comunicar imediatamente o enfermeiro ou médico. Sempre que possível, avaliar a história prévia do paciente em resposta a droga incluindo efeitos contrários, alergias antes de administrar a droga; Observe o pavilhão auricular. Se houver cerume ou secreção em excesso, limpe o conduto auditivo com hastes flexíveis com pontas de algodão. Tenha cuidado para não empurrar o cerume para dentro e causar obstrução do conduto; Em crianças a orelha externa deve ser puxada para baixo e para trás e, em adultos deve ser puxada para cima e para trás; O cliente deverá permanecer deitado por três minutos a cinco minutos para garantir a absorção do medicamento; A medicação deve ser realizada à temperatura ambiente, se não estiver, aguardar o tempo necessário para a mesma ser administrada.

8. RESULTADO ESPERADO

Obter uma resposta farmacológica adequada, de ação local ou sistêmica quando outras vias não são indicadas.

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

•ARAÚJO, M.J.B. de. Técnicas fundamentais de enfermagem – 9ª ed., Editora MJB de Araújo – Rio de Janeiro, RJ – 1996 •MOZACHI, NELSON. O Hospital: manual do ambiente hospitalar. ed. 10. Curitiba: Os Autores, 2005.

•FIGUEIREDO, N.M.A.; VIANA, D.L.; MACHADO, W.C.A. Tratado prático de enfermagem. 2 ed. v. 2. São Caetano do Sul: Yedis Editora, 2008. •SILVA, M.T; SILVA, S.R.L.P Calculo de administração de medicamento em enfermagem. ed. 1. São Paulo: Martinari, 2008.

Enfermeira Ana Elizabeth FrigeriGarcia Enfermeiro Nilson Lima Linhares

EnfªLuzia de Guadalupe Carvalho Gomes EnfªMaria da Penha Pinheiro

1. DEFINIÇÃO

Consiste na introdução de medicamento e ou soluções diretamente na veia (corrente sangüínea), através de punção venosa com a finalidade de absorção rápida da substância em uso sejam elas: soluções hipertônicas, isotônicas, hipotônicas, sais orgânicos, eletrólitos e medicamentos que deverão ter solubilidade sangüínea e estar livres de cristais ou qualquer outra partícula visível em suspensão.

2.OBJETIVO

Implementar a prescrição médica, para que haja uma resposta farmacológica adequada e ação sistêmica rápida. 3. INDICAÇÃO

Sempre que houver indicação para que o medicamento ou solução seja absorvido de imediato e por completo, e nos casos de grandes doses de medicamentos por fluxo contínuo ou intermitente, por período determinado.

4. PESSOAS E PROFISSIONAIS QUE IRÃO REALIZAR O PROCEDIMENTO

•Enfermeiros; •Técnicos em enfermagem.

5. MATERIAIS A SEREREM UTILIZADOS

•Bandeja ou cuba rim; •Gaze compressa 7,5 X 7,5 estéril;

•Álcool 70%;

•Terapia medicamentosa prescrita (identificada, diluída na seringa compatível ou frasco de soro com medicação diluída ou ainda frasco medicação de 30 ou 50 ml); •Luva de procedimento;

•Agulha;

•Seringa;

•Soro Fisiológico a 0,9%;

•Algodão embebido em álcool 70%;

•Algodão seco;

•Dispositivo intravenoso;

•Dispositivo intermediário de 02 ou 04 vias estéril, para administração de soluções, preenchido com SF 0,9%;

•Esparadrapo impermeável ou microporoso.

6.DESCREVER DETALHADAMENTE AS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

•Ler a prescrição: Data, nome do paciente, medicação, dose, via de administração e o horário da medicação; •Lavar as mãos;

•Levar a bandeja ou cuba rim para perto do paciente, colocando a bandeja sobre a mesinha de cabeceira;

CÓDIGO: 001 VERSÃO: 01

Emissão: 31/04/2012 Revisão: 01/02/2013 PRÓXIMA REVISÃO: 02/2015

•Certificar-se do cliente através da pulseira de identificação e com o próprio; •Orientar o paciente e o acompanhante sobre o procedimento;

•Calçar luvas de procedimentos;

•Checar a permeabilidade do acesso venoso, observando se o local apresenta sinais flogísticos (dor, calor e rubor);

•Fechar o clamp de controle de fluxo do acesso venoso, no caso do paciente estar recebendo hidratação contínua;

•Realizar a desinfecção das conexões e injetores (entrada das vias do extensor) do circuito, utilizando gaze estéril e álcool a 70%; •Abrir a via do extensor do equipo que será utilizado, com o auxílio da gaze;

•Introduzir a seringa na via do extensor;

•Proteger a tampa do extensor com gaze e deixá-la na bandeja;

•Certificar-se de não haver bolhas de ar no interior da seringa ou circuito com medicação;

•Injetar o medicamento de forma lenta;

•Observar possíveis reações que o paciente possa apresentar durante a administração;

•Retirar a seringa;

•Introduzir a seringa preenchida com SF 0,9% a fim de salinizar a via utilizada;

•Retirar a seringa;

•Fechar a via do extensor com o conector próprio (tampa do extensor);

•Fechar o clamp de fluxo da via que não será mais utilizada;

•Abrir o clamp de controle de fluxo do equipo de soro, acertando o gotejamento;

•Observar sinais aparentes de alteração no paciente e no local da punção, após a administração do medicamento (dor local, hiperemia, rubor, edema); •Assegurar que o paciente esteja confortável e seguro no leito (grades elevadas);

•Deixar a unidade limpa e organizada;

•Desprezar o material utilizado em local apropriado;

•Limpar a bandeja ou a cuba rim com álcool a 70%;

•Retirar luvas de procedimentos;

•Lavar as mãos;

•Checar na prescrição, o horário correspondente ao procedimento realizado e anotar possíveis intercorrências.

•Posicionar o cliente adequadamente para uma melhor execução da técnica;

•Conectar o dispositivo de 2 ou 4 vias ao lúmem do dispositivo intravenoso;

•Fixar o dispositivo intravenoso e o dispositivo de 2 ou 4 vias à pele com esparadrapo adequadamente;

•Identificar o acesso venoso com data, dispositivo utilizado e nome do profissional que o fez;

•Checar a permeabilidade do acesso venoso, observando se o local apresenta sinais flogísticos (dor, calor e rubor);

•Fechar o clamp de controle de fluxo do acesso venoso, no caso do paciente estar recebendo hidratação contínua;

•Realizar a desinfecção das conexões e injetores (entrada das vias do extensor) do circuito, utilizando gaze estéril e álcool a 70%; •Abrir a via do extensor do equipo que será utilizado, com o auxílio da gaze;

•Introduzir a seringa na via do extensor;

•Proteger a tampa do extensor com gaze e deixá-la na bandeja;

•Certificar-se de não haver bolhas de ar no interior da seringa ou circuito com medicação;

•Injetar o medicamento de forma lenta;

•Observar possíveis reações que o paciente possa apresentar durante a administração;

•Retirar a seringa;

•Introduzir a seringa preenchida com SF 0,9% a fim de salinizar a via utilizada;

•Retirar a seringa;

•Fechar a via do extensor com o conector próprio (tampa do extensor);

•Fechar o clamp de fluxo da via que não será mais utilizada;

•Abrir o clamp de controle de fluxo do equipo de soro, acertando o gotejamento;

•Observar sinais aparentes de alteração no paciente e no local da punção, após a administração do medicamento (dor local, hiperemia, rubor, edema); •Assegurar que o paciente esteja confortável e seguro no leito (grades elevadas);

•Deixar a unidade limpa e organizada;

•Desprezar o material utilizado em local apropriado;

•Limpar a bandeja ou a cuba rim com álcool a 70%;

•Retirar luvas de procedimentos;

•Lavar as mãos;

•Checar na prescrição, o horário correspondente ao procedimento realizado e anotar possíveis intercorrências.

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA AURICULAR 7.ATENÇÃO A PONTOS IMPORTANTES E POSSÍVEIS RISCOS

•Não reencapar a agulha utilizada; •Não desconectar a agulha utilizada da seringa;

•Observar o estado geral do paciente durante e após a administração medicamentosa;

•Caso não seja permanente a punção, deverá ser realizado rodízio de locais;

•Evitar áreas inflamadas, hipotróficas, com nódulos, paresias, plegias e outros, pois podem dificultar a absorção do medicamento; •Observar possível infiltração no local de inserção de cateter;

•Durante a infusão de substâncias endovenosas, podem ocorrer reações pirogênicas ou bacterianas, sendo importante a observação de manifestações clínicas que poderão ser: calafrios intensos, elevação de temperatura, sudorese, pele fria, hipotensão, cianose de extremidades e/ ou labial, levando há uma abrupta queda de estado geral do paciente. •Essas possíveis reações são verificadas logo após o início da terapia endovenosa e, devem cessar logo que interrompida.

•Devemos seguir sempre:

•OS CINCOS CERTOS DA MEDICAÇÃO: Medicamento Certo, Via Certa, Dose Certa, Hora Certa, Paciente Certo. Confira SEMPRE o rótulo da medicação. Nunca confie. Leia você mesmo.

•TRÊS LEITURAS CERTAS DA MEDICAÇÃO: PRIMEIRA LEITURA: Antes de retirar o frasco ou ampola do armário ou carrinho de medicamentos.

SEGUNDA LEITURA: Antes de retirar ou aspirar o medicamento do frasco ou ampola.

TERCEIRA LEITURA: Antes de recolocar no armário ou desprezar o frasco ou ampola no coletor adequado.

•Não deixar o medicamento na mesa de cabeceira do paciente ou permitir que terceiros administrem; •Se houver recusa do paciente (lúcido) ou seus familiares em aceitar a medicação, deve-se comunicar imediatamente o enfermeiro ou médico; •Sempre que possível, avaliar a história prévia do paciente em resposta a droga incluindo efeitos adversos, alergias antes de administrar a droga.

Acidentes na Aplicação de medicação por Via Endovenosa: 1. Esclerose – por repetição de aplicação no mesmo lugar; 2. Hematoma – extravasamento de sangue da veia; 3. Abscessos – substâncias irritantes ou falta de assepsia; 4. Flebite – infecção local, por infiltração de medicamentos por longos períodos. Tempo máximo de permanência: 72 horas; 5. Infiltração – derramamento de substâncias no tecido subcutâneo, quando ocorre a transfixação do vaso sangüíneo pelo cateter; 6. Embolia – entrada de ar ou coágulo sanguíneo; 7. Choque anafilático.

8. RESULTADOS ESPERADOS Resposta farmacológica adequada e ação sistêmica rápida, que não hajam reações pirogênicasou bacterianas.

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

•AME –Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem: 2009-2010. Rio de Janeiro: EPUB, 2009. •ARAÚJO, M. J. B.. Técnicas fundamentais de enfermagem –9ª ed., Editora MJB de Araújo –Rio de Janeiro, RJ –1996.

•MOZACHI, NELSON. O Hospital: manual do ambiente hospitalar. ed. 10. Curitiba: Os Autores, 2005.

•FIGUEIREDO, N.M.A.; VIANA, D.L.; MACHADO, W.C.A.Tratado prático de enfermagem. 2 ed. v. 2. São Caetano do Sul: YedisEditora, 2008. •SILVA, M.T; SILVA, S.R.L.P Calculo de administração de medicamento em enfermagem. ed. 1. São Paulo: Martinari, 2008.

Enfermeira Ana Elizabeth FrigeriGarcia Enfermeiro Nilson Lima Linhares

EnfªLuzia de Guadalupe Carvalho Gomes EnfªMaria da Penha Pinheiro

1. DEFINIÇÃO

É a introdução de medicação na derme, preconizando-se técnica antiassépticascom finalidade de produzir respostas para alergias (teste de sensibilização) e/ou tuberculose (PPD) e, ainda como via de administração de vacinas (alergias e BCG).

2.OBJETIVO

Implementar a prescrição médica, obtendo uma resposta farmacológica adequada, através de pequenos volumes nas camadas mais externas da pele.

3. INDICAÇÃO Indicada para a administração de vacinas e como auxiliares em testes diagnósticos e de sensibilidade.

4. PESSOAS E PROFISSIONAIS QUE IRÃO REALIZAR O PROCEDIMENTO

•Enfermeiros; •Técnicos em enfermagem.

5. MATERIAIS A SEREREM UTILIZADOS

•Terapia medicamentosa prescrita; •Luvas de procedimento;

•Seringa de 1ml; Agulha de hipodérmica 10 x 5 ou 13 x 4,5;

•Álcool a 70%;

•Cuba rim ou bandeja pequena;

•Algodão.

6.DESCREVER DETALHADAMENTE AS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

•Certificar-se da prescrição médica, observando a medicação, a via de administração, a dosagem e o horário; •Higienizar as mãos;

•Ler o rótulo e a dosagem do medicamento, verificando a data de validade;

•Levar o medicamento já na seringa e protegido adequadamente, até o leito do paciente na cuba rim;

•Verificar se o nome do paciente confere com a prescrição, esclarecendo-o ou à familiares acerca da medicação;

•Calçar as luvas;

•Escolher o local para aplicação do medicamento adequado (teste de sensibilidade, face interna do antebraço e região escapular) sempre observando as condições da pele do paciente; •Posicionar o paciente adequadamente conforme local escolhido para a administração;

•Fazer a antissepsiado local com algodão embebido em álcool a 70%, no caso de vacina proceder somente a higienização com água e sabão; •Esticar a pele com a mão não dominante, usando o indicador e o polegar;

(Parte 1 de 6)

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