Curso de Refino de Petroleo e Petroquimica

Curso de Refino de Petroleo e Petroquimica

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Gasolina

Nf t Rf C líi

Composição da Gasolina Automotiva

33°-105°C

Querosene Hidrotratamento

Reforma Catalítica 105 158 C

158°-233°C

Óleo Bruto

Gasóleo Leve

Gasóleo Pesado

Cra queamento Catalítico

Composição do Combustível Destilado

233°-343°C

343°-427°C

Resíduo Atmosférico Flashing q > 427°C

¾ G API U t d tó l fõ¾ Grau API : Uma amos tra de petróleo e mesmo suas fraç ões podem ser ainda caracterizadas pelo grau de densidade API (°API), do American Petroleum Institute , definida por:

131,5

ífiDi d d espec ífi caDens id ade

¾ Ad ensidade específica do material é calculada tendo-se comop referência a água. Obviamente, quanto maior o valor de °API, mais leve é ocomposto. Por exemplo, podem-se ter:

Asfalto 11°API Óleo bruto pesado18°API Óleobrutoleve36°APIÓleo bruto leve36API Nafta 50°API Gasolina 60°API

I.V–PARÂMETROS DE CARACTERIZAÇÃO ¾ API : dessa forma uma amostra de petróleo pode ser classificada

¾ API : dessa forma , uma amostra de petróleo pode ser classificada segundo o grau de densidade API, como segue:

Petróleos Médios: entre 21 e 30°API

Petróleos Pesados: abaixo de 21°API ( > 0,92 g / cm3 )

¾ Enxofr e: teor de enxofre da a mostra, tem-se a seguinte classificação para o óleo bruto :

classificação para o óleo bruto : Petróleos Ácidos (sour ):teor de enxofre 0,5 %em massa

Acidez - TAN: mede o índice de acidez naftênica expressa a quantidade de KOH,e m miligramas, necessária para reti rar aacidez de d 1 d ól buma amostra de1gdeóleo bruto.

KUOP: fator proposto pela UniversalOil Products –UOP definido p por:

T ponto deeb lição médio molar em gra srankine (F+460)

TB = ponto de ebulição médio molar em graus rankine (F+460) d= densidade 60/60 o F

KUOP ≥12 (petróleo predominantemente parafínico)

I.V–PARÂMETROS DE CARACTERIZAÇÃO Grau API

GAPIdtiidtól(ANP2003dSkl2005)Grau API das correntes nacionais de petróleo (ANP, 2003 apud Szklo, 2005)

I.V–PARÂMETROS DE CARACTERIZAÇÃO Teor de Enxofre

Teor de enxofre das correntes de petróleo nacionais (ANP, 2003 apud Szklo, 2005)

I.V–PARÂMETROS DE CARACTERIZAÇÃO Acidez Total

Acidez total das correntes de petróleo nacionais (ANP, 2003 apud Szklo, 2005)

I.V–PARÂMETROS DE CARACTERIZAÇÃO Fator de Caracterização -KUOPç

Fator de caracterização das correntes de petróleo nacionais p (ANP, 2003 apud Szklo, 2005)

¾ Etambém, segundo arazão dos componentes quím icos presentes no óleo, pode-se estabelecer aseguinte classificação:

Óleos Parafínicos : Alta concentração de hidrocarbonetos parafínicos comparada às de aromáticos e naftênicos ;parafínicos ,comparada às de aromáticos e naftênicos ;

Óleos Naftênicos : Apresent a m teores maiores de hidrocarbonetos naftênicos earomáticos do que em amostras de óleos parafínicos ;naftênicos earomáticos do que em amostras de óleos parafínicos ;

Óleos Asfálti cos : Contêm u ma quantidade relativamente grande de compostos aromáticos polinucleados, alta concentração decompostos aromáticos polinucleados, alta concentração de asfaltenos e menor teor relativo de parafinas.

¾ Outras grandezas também definem um tipo de óleo bruto. Entre elas, citam-se:

Teor de sal : Podendo ser expresso em miligramas de NaCl por litro de óleo, indica a quantidade de sal dissol vido na água present e no óleo em forma dee mulsão;

Ponto defluidez :I ndicaam enortemperaturaq uepermiteq ueoó leo flua em determinadas condições de teste;

Teor de cinzas : Estabelece a quantidade de constituintes metálicos no óleo após sua combustão completa.

¾ Os principais derivados do petróleo eseus usos são mostrad os na

¾ Os principais derivados do petróleo eseus usos são mostrad os na tabela abaixo:

De rivado Us o P rincipal

Co mbustível

Gasolin a Combustív el A uto motivo

ÓÓleo DieselCombustível Automotivo Óleo CombustívelIndustrial, Naval, Geração de eletricidade

Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)Cocção QdAiãCbtílAátiQuerose de AviaçãoCombustível Aeronáutico

Queros ene I luminante Iluminação Insumo Petroquímico

Parafina Velas Ind ústria AlimentíciaParafina Velas, In dústria Alimen tícia Nafta Matéria-prima P etroq uí mica

PropenoMatéria-prima para plásticos e tintas Ou trosOu tros

Óleos LubrificantesLubrificação de Óleos e Motores Asfalto Pavime ntação

¾ A indústria do petróleo é composta de cinco segmentos constitutivos básicos:

Ex ploraç ão Ex plotaç ão

Indústria do Petróleo

Distribuição

Rf i

Transporte Refino

¾ Exploração: envolve a observação das rochas e areconstrução geológica de uma área, com o objetivo de identificar novas reservas petrolíferas . Os métodos comuns empregados para sereservas petrolíferas . Os métodos comuns empregados para se explorar petróleo são osísmico, o magnético, o gravimétrico e o aerofotométrico.

Exploração sísmica em terra. Fonte: API

Exploração sísmica em mar. Fonte: US Geological Survey

¾ Exploração: No método sísmico, avalia-se o tempo de propagação de ondas artificiais nas formações geológicas estudadas .estudadas .

¾ Tais formações influenciam a intensidade e direção do campo magnético da terra, cujas variações podem medidas através de métodos magnéticos.

¾ De modo semelhante, o método gravimético consiste no uso de equipamentos na superfície do solo para observar pequenas alterações locais na gravidade do planeta.

¾Fi l d id b i d l li d¾Finalmente, podem-se aindao bterima gens dos olo, ana lisa das segundo métodos aerofotométricos, particularmente com o uso de satélites.

¾ Exploração : O petróleo é encontrado em equilíbrio com excesso

¾ Exploração : O petróleo é encontrado em equilíbrio com excesso de gás natural (gás ass ociado ou livre), água e i mpurezas , e contém certa quantidade de gás dissolvido (gás e m solução) e águaemulsionad a. A quantidade relativ a dessas fases determin a o tipo dereservatório.

¾ Exploração : Relação entre os volumes de gás associado e óleo

¾ Exploração : Relação entre os volumes de gás associado e óleo em um reservatório define arazão gás/óleo, denotada por RGO .

Óleo de aVolumétric Produção

AssociadoGásdeaVolumétricProdução =RGO

Alagoas - 750 Amazonas - 380

600 Espirito Santo - 290

Bahia - 290

Se rgipe-250

300 Sergipe 250

Parana - 230

Rio Grande do Norte - 180 0

Ceara - 120

Rio de Janeiro - 110

¾ Explotação: são e mpregadas técnicas de des envolvimento e produção da reserva após comprovação desua existência. O poço é então perfurado e preparado para produção caracterizando aé então perfurado e preparado para produção , caracterizando a fase de completação.

¾ Em reservas terrestres, de pendendo das condi çõesp ç físicas do poço, a produção é feita através de bombeamento mecânico injeção de gás oumecânico , injeção de gás ou injeção de água.

¾ Explotação : E mreservas maríti mas, por sua vez, a produção poderá ser feit a em plataformas fixas, plataformas auto-eleváveis (em águas rasas: aproximadamente 90 m) ou plataformas semi-submersíveis, e auxiliada por navios-sonda. E m determinados casos, pode haver integração entre esses métodos eadaptações.

¾ Trans porte: feito em embarcações, caminhões, vagões, navios-tanque ou tubulações (oleodutos ou gasodutos) aos terminais erefinarias de óleo ou gásterminais erefinarias de óleo ou gás .

¾ Transporte : marítimo, os¾ Transporte : marítimo, os navios -tanque carregam car gas comumente classifi d “” (ólfica das como “escuras ” (ól eo cru, combustível ou diesel) ou “claras” (consistindo e m produtos já bastante refinados, como gasolina deaviação).

¾ Transporte: em produção marí tima, os oleodutos têm por função básica o transporte do óleo bruto dos campos de produção para os terminais maríti mos, e então destes para asrefinarias.p

¾ Em produção terrestre, otransporte éfeito dos campos de produção direto para as refinariasrefinarias .

¾ Os oleodutos são também empregados para enviar alguns i mportantes produtos fi i d fi i tfinais das refinar ias para os cen tros consumidores.

¾ Refino: compreende uma série de operações físicas e químicas il i d iinter lig adas entre si que garantem o aproveitamento pleno deseu potencial energético através da geração dos cortes, ou produtos fracionados derivados , de composição e propriedadesde composição e propriedades físico-químicas determinadas.

Refinar petróleo é, portanto, fõ ásepara r suas fraç ões e process álas, transformando-o e m produtos de grande utilidade.

¾ Refino: na instalação de uma refinaria, diversos fatores técnicos são obedecidos, destacando-se sua localização, as necessidades de um mercado e otipo de petróleo aser processado. Arefinaria pode, por exemplo, estar próxima a u ma região onde haja grande consumo de derivados e/ou próxima a áreas produtorasgrande consumo de derivados e/ou próxima a áreas produtoras de petróleo.

¾ Os produtos finais das refinarias são finalmente encaminhados às distribuidoras , que os comercializarão em sua forma original ou aditivada.

¾ Refino: as partes componentes de u ma instalação de refino de petróleo ou de uma unidade petroquímica dependem de um a infraestrutura dea poio e da mani pulação de utilidades.p p

¾ Ainfraestrutura deapoio engloba:

d d i i Parques deestocagem da matér ia- prima Postos de car ga e descar ga da matéria-prima

Sistemas para pesagem

Sistemas para acondicionamento e mbalagem de produtos

Sistema para disposição de efluentes ouresíduos

Oficinas de manutenção Oficinas de manutenção

Sistemas de comunicação Uili ái il di i i Utili tários soc ialea dministrat ivo

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