Livro auto ajuda para concurso público

Livro auto ajuda para concurso público

(Parte 2 de 6)

A autoconfiança nem sempre depende de nós. Mas, no geral, ela constrói-se, passo a passo, com pequenos êxitos, baseados no esforço diário.

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À autoconfiança são essenciais o saber e a consciência do dever cumprido. Nada de ilusões! Depois de cumprido o dever, dois exercícios mentais ajudarão o estudante a construir a sua autoconfiança:

lembrar resultados positivos, e acreditar no sucesso.

Lembrar dos resultados positivos

Mesmo os estudantes com frequentes notas baixas tiveram já alguns resultados positivos que atestam as suas capacidades.

Lembrar e valorizar esses resultados positivos acalma apreensões e favorece a autoconfiança. Afinal, quem já conseguiu vencer algumas vezes não tem razões para se desprezar nem para alimentar medos excessivos. Quem já venceu pode voltar a vencer.

Acreditar no sucesso

A autossugestão tem poder real. Acreditar no sucesso atrai o sucesso. Pensar no fracasso atrai o fracasso.

Os sonhos positivos, desde que não paralisem o esforço, ajudam a enfrentar dificuldades, com serenidade. É eficiente o espírito de vitória, o espírito ganhador de que tanto falam os desportistas. No momento de uma prova, vale a pena dizer a si mesmo, com convicção: “sou capaz; tudo sairá bem”.

Persistência

Um atleta sabe que, para atingir vitórias desportivas, não lhe basta confiar nas capacidades do seu treinador. Não é o treinador que mete gols ou bate recordes! Do mesmo modo, um estudante, para garantir o sucesso, não deve descansar no empenho dos seus pais ou na competência dos seus professores. Pais, professores e explicadores podem facilitar, orientar e estimular a aprendizagem, mas não substituem o esforço pessoal. Não há milagres sem trabalho.

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Claro que ninguém é obrigado a subir a escada do sucesso até ao último degrau. Porém, se uma pessoa tem ambições, não deve desistir antes do tempo.

Desculpite (Não se apegue aos seus problemas!)

Cuidado com uma das maiores epidemias que assolam a humanidade: a

Desculpite. É uma doença que ataca qualquer pessoa, independentemente do sexo, nível econômico, faixa etária, religião, e cor de pele.

O doente repetidamente usa as seguintes frases: "Não posso, porque trabalho", "Não posso, porque não tenho estudos", "Não posso, porque tenho filho pequeno", "Não posso, porque é só para pessoas de um nível mais elevado", entre outras desculpas.

“Quem quer arruma um jeito, quem não quer arruma uma desculpa”.

Tratamento para desculpite:

• Declare guerra às suas desculpites; • Evite pessoas que vivem delas.

Tem gente que “se apaixona” pelos problemas que enfrenta. Não exatamente porque gosta de sofrer, mas porque dá tanta importância às adversidades que passa a usá-las como uma desculpa para as próprias falhas e insucessos.

Para os vencedores não há desculpas. Eles não precisam de se vangloriar ou justificar. Para eles o país, a idade, o sexo, a cor da pele, o dinheiro ou a posição não são obstáculos. E caso seja, até do limão farão limonada, mas jamais pingarão o limão no olho.

Para os que têm pensamento de fracassado tudo pode ser desculpa. Precisam se justificar para tudo, assim a Desculpite é como uma muleta para esses concurseiros, um bode expiatório para sua falta de seriedade e comprometimento com os estudos.

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Não vale a pena inventar perseguições inexistentes. Enquanto o estudante persistir em culpar apenas os outros, nunca estará disposto a aprender as lições que os erros oferecem.

Desafios a serem superados têm o poder de nos tirar da inércia.

A história está repleta de exemplos de homens que mudaram seu destino ao enfrentar e vencer uma grave crise ou uma terrível ameaça.

Vendedor de picolés portador de deficiência dá exemplo de superação a bordo de triciclo.

José Paulo Alves é personagem conhecido em Itapecerica, onde, com o seu inseparável veículo, vende refresco para o dia a dia e esbanja otimismo. As lições de sabedoria vão de brinde

"Deus é tão perfeito que não nos daria algo que não pudéssemos suportar. Odeio negatividade, gente que joga tudo para baixo" - José Paulo Alves, de 39 anos.

Muitos concurseiros não identificam seus pontos fracos, outros sabem, mas não querem corrigi-los. Estamos aqui para te ajudar a identificar, corrigir e eliminar os erros que te perseguem.

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Também devemos ter a consciência da influência dos fatores externos, que podem ser positivos ou negativos para nossa preparação. Entendemos como fatores negativos aqueles que estão à nossa volta e que atrapalham a nossa rotina de estudos tais como pressão da família, trabalho atual desgastante, dificuldades financeiras, entre outros.

Ao mesmo tempo se estivermos rodeados de fatores positivos nossos estudos podem dar uma alavancada. Entre estes, podemos mencionar apoio da família, boa saúde (vamos praticar exercícios, hein!), condição financeira para se manter no período de estudos.

Aqui chamo à atenção que não é só a classe média que passa em concursos.

Muitas vezes a dificuldade financeira obriga o camarada a se organizar melhor e a ter mais garra e determinação. Os exemplos existem aos milhares. Nosso objetivo será reduzir ao máximo tudo que atrapalha a nossa preparação.

O obstáculo sempre vai fazer parte do caminho, é através dele que se conhece a si mesmo, supere-se, pois você é o seu maior inimigo. Sendo confiante, conseguirá preservar e ganhará paciência para enfrentar as dificuldades que surgirem.

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Segue um resumo sobre tudo isto:

Assuma a responsabilidade Pare de culpar o fora que acontece em sua vida.

Jogue fora as bengalas e muletas. Você é o único responsável pelos seus resultados. Esgote todas as possibilidades antes de culpar os outros. A culpa está dentro de nós. Somos o que acreditamos.

Para se motivar, pense na sua futura remuneração, na estabilidade financeira, na qualidade de vida, no orgulho em poder proporcionar tudo isto a sua família, entre outras coisas que conseguirá com sua aprovação. Saiba que esta fase de concurseiro é uma fase passageira e logo você conseguirá sua vitória final.

Na Academia Militar (AMAN) tinha uma placa escrita: “A dor é passageira, mas o orgulho é para sempre”.

Uma coisa boba, mas que lembra cotidianamente nosso compromisso é deixar claro para você mesmo a razão pela qual você faz o seu concurso. Assim, escreva seu termo de compromisso (desenhe em uma cartolina, cole na parede, faça de papel de parede de seu computador, etc.). Tenho alunos que colocam fotos de praia, de carros, do casamento que virá (isso mesmo, casamento). Em alguns outros casos, felizmente mais raros, tive relatos de alunos que usaram como termo de compromisso uma pilha de contas atrasadas para pagar ou ainda, a foto do chefe.

Em um texto intitulado "Há males que vêm para o bem", o escritor Vicent Norman Peale apresenta cinco sugestões para vencermos as ADVERSIDADES:

1. Enfrente seu problema. Encare-o. Meça-o 2. Examine-se com severidade. Todo problema tem algum motivo dentro de você. Procure percebê-lo para solucionar as consequências. 3. Faça alguma coisa. É preciso agir diante do problema. Quem não age se fragiliza. 4. Peça ajuda. Não tenha vergonha de pedir auxílio. Procure amigos ou profissionais especializados, conforme o caso. 5. Não se apaixone pelos seus problemas. Fique atento para não dar importância demais a uma adversidade. Abra seus caminhos.

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A vida é combate, que aos fracos abate. E aos fortes, aos bravos, só faz exaltar. (Gonçalves Dias)

Vá mais longe do que esperam de você!

Antes de inventar a lâmpada elétrica, o cientista Thomas Edison já tinha tentado, sem êxito, mais de mil experiências. Se ele tivesse desistido depois de uma centena de tentativas, a humanidade levaria muito mais tempo para desfrutar desse benefício que revolucionou a tecnologia e a qualidade de vida.

Aprender com os erros

Assumir as responsabilidades próprias, perante as notas baixas, não é considerar-se idiota, imbecil ou incapaz de alcançar boas notas. Uma pessoa que falha uma vez não é um fracassado. Uma pessoa que comete um erro não é um ignorante.

Há atitudes que nada resolvem: lamentar a sorte, invejar notas alheias, esperar a benevolência do professor ou desistir cedo demais.

As notas baixas não devem ser encaradas com derrotismo, como as boas notas não devem ser encaradas com triunfalismo. Notas baixas são uma adversidade que pode ser convertida em estímulo positivo. É preciso saber aprender com os erros.

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A pessoa com amor-próprio e brio profissional ergue-se perante o fracasso.

Não desanima. Procura ver onde errou e por que motivo errou. Analise os erros para tirar lições: o caminho que segui não deu certo; tenho de corrigir os meus métodos.

Sendo realista, o estudante não pode prometer algo que não conseguirá cumprir. Mas deve prometer o que pode cumprir, começando já a fazer o que está ao seu alcance para evitar novos insucessos.

Ore e confie em Deus

Outro exemplo é sobre a história de Jabez descrito na Bíblia, seu nome significa “aquele que provoca dor”. Eis a história de um homem que acreditava que seu destino era viver sem a bênção de Deus: E foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; e sua mãe deu-lhe o nome de Jabez, dizendo: Porquanto com dores o dei à luz (1º Crônicas 4:9). Muitos recebem um nome cujo significado não é tão bom, outros recebem críticas destrutivas, tais como, você é um fracassado. Jabez poderia pensar que por causa do nome que recebera, o seu destino seria a derrota, o fracasso.

Porém, ele ouvira falar da bênção, que ela pode mudar e transformar qualquer situação. A nossa vida é uma escolha. Deus disse a Abraão: “Sê tu uma bênção”, e Abraão escolheu ser uma bênção. Jabez escolheu ser uma bênção, a despeito do significado do seu nome: Porque Jabez invocou Deus, dizendo: Se me abençoares muitíssimo, e meus termos ampliares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja afligido! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido (1º Crônicas 4:10).

Se você tem vivido como Jabez, se sua história tem sido apenas de provocar a dor nos outros, saiba que tudo pode mudar.

Sucesso é mais que um destino, é questão de escolha.

Alguns leitores podem estar achando que vou dizer para o concursando rezar bastante, pedir muito a Deus, fazer promessas e esperar sentado a sua aprovação, que ela virá. Não é exatamente isso.

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Pedir uma boa prova a Deus, uma aprovação, um emprego, é algo que todos os candidatos, quase sem exceção, fazem no dia ou nos dias próximos à prova. E não preciso nem incluir isto no método porque com certeza você também fará.

Caro leitor, não pense que se trata de uma mensagem de imposição religiosa.

Independentemente qual seja a sua religião e a intensidade com que a pratica.

DEUS tem papel fundamental na vitória no Concurso Público.

Jesus resumiu seus ensinamentos nesta lição fundamental: “Ame ao próximo como a li mesmo e a Deus acima de tudo”.

Desta frase retiro a força necessária para encarar com convicção a possibilidade de ser aprovado no próximo concurso.

Traduzindo:

Amar ao próximo como a mim mesmo é simplesmente ver o próximo como a mim mesmo, nem mais nem menos.

Considerar o próximo menos seria falta de fé, seria acreditar que sou melhor que meu irmão, seria contra a lei máxima de Deus. Isto todos nós pensamos quando ouvimos esta frase.

Mas a interpretação mais importante deste mandamento, aplicando-se aos concursos é: “considerar o próximo MAIS também- é falta de fé, é acreditar que sou pior, que não consigo o que ele consegue, que Deus deu mais a ele do que a mim”.

Ver o próximo como a mim mesmo, nem mais nem menos.

A grande força de acreditar com convicção neste mandamento é eliminar qualquer sentimento de inferioridade em relação aos outros candidatos, e em relação a quem já ocupa o cargo para o qual pretendemos prestar concurso. Com a fé de que Deus nos fez iguais, o fardo de estudar diminui. A partir de agora a competição é conosco, vencendo-a etapa por etapa, respeitando os competidores, mas mantendo a cabeça firme e segura de que podemos passar tanto quanto qualquer ser humano normal.

A fé em Deus também tem papel importante na concentração anterior ao início da prova.

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Além desta ajuda fundamental, sempre lembrei em meus estudos de que tudo acontece pela vontade de Deus, porém precisamos fazer a nossa parte, combatendo o bom combate da vida rumo aos nossos objetivos.

A vaga não cairá dos céus sem luta!

Atributos da área afetiva (A)

Ao longo da formação na Academia Militar, são realizadas atividades que se fundamentam no desenvolvimento de atributos das áreas afetiva, cognitiva e psicomotora necessários à profissão militar. E porque não dizer para a vida e também para concursos?

Abaixo seguem alguns atributos da área afetiva (A) importantes para o seu sucesso:

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