Livro auto ajuda para concurso público

Livro auto ajuda para concurso público

(Parte 4 de 6)

Nesse momento, ele faz uma escolha: ou se contenta em ingressar numa dessas faculdades particulares, a maioria das quais se constitui num verdadeiro estelionato educacional, ou se matricula num cursinho para tentar novamente entrar em alguma universidade pública.

Depois de um ano, dois, três, ou até quatro anos de cursinho, acaba ingressando na tão almejada escola.

Novamente se mata de estudar durante os quatro ou até seis anos de estudo superiores e obtém um diploma associado a um bom histórico escolar.

Nesse momento, todo feliz, ele vai prestar um exame de ingresso em alguma carreira. Pode ser o exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para obter sua carteira de advogado, pode ser o exame para obter uma vaga de residente médico ou, talvez, um concurso para uma carreira na magistratura ou em algum cargo técnico no serviço o publico.

Emais uma vez, fracassa vergonhosamente! Percebeu? É um ciclo de

fracassos! Estamos falando do homem médio, ok?

Nesse momento, começa a perceber, tarde demais, algo que você poderá perceber agora, sem precisar passar por tantos sofrimentos e decepções.

Ele finalmente percebe que estudou muito, mas muito mesmo

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Mas essa ainda não é a pior parte: além de descobrir que sempre estudou no momento errado, descobre que isso ocorreu porque foi induzido a cometer esse erro pela família e pelas escolas que frequentou, ou seja, ele é muito mais uma vítima do que o culpado pelos fracassos.

Como começou essa tragédia? Tente lembrar-se da sua infância educacional:

Filhinho(a) - alguém disse agora é para valer! Agora você vai ter de ir bem nas provas, tirar boas notas e passar de ano.

E você, como bom filhinho (ou boa filhinha) se esforçou para "ir bem nas provas, tirar boas notas e passar de ano".

E a família ficou feliz? Claro!

Veja que filhinho maravilhoso eu tenho! Ele consegue "ir bem nas provas, tirar boas notas e passar de ano"!

E a escola ficou feliz? Nossa!

Veja que aluno maravilhoso eu tenho! Ele consegue "ir bem nas provas, tirar boas notas e passar de ano"! E isso, lamentavelmente, ainda ajuda as falsas estatísticas educacionais do nosso país.

Depois, incentivado por todo esse entusiasmo, a pobre vítima continua se esforçando para "ir bem nas provas, tirar boas notas e passar de ano”.

chegar ao final do ensino médio

O objetivo é unicamente passar de ano, não importa como, e faz isso até

nunca, nunca

...e, nesse momento, bate de frente num paredão de concreto chamado "vestibular" e, se tiver sorte, irá perceber que durante pelo menos sete anos de sua vida estudou para "ir bem nas provas, tirar boas notas e passar de ano", e ...NUNCA ESTUDOU PARA APRENDER!

Mas como? - você perguntará. - Se alguém tirou boas notas, isso não significa que ele aprendeu?

Claro que não! Isso significa que ele se tornou, incentivado geralmente pela família e pela escola, um especialista em tirar boa nota! http://www.supremaciaconcursos.com.br/ contato@supremaciaconcursos.com.br https://w.facebook.com/supremaciaconcursos

O pior de tudo é que essa especialização, muitas vezes, é obtida com o recurso da chamada "cola".

Excluído o recurso da cola, sobra uma pergunta: como conseguir tirar uma boa nota, sem aprender? A resposta é simples:

previdentes estudam no dia anterior. A maioria, no mesmo dia. Muitosminutos

Todo mundo estuda o mais em cima da hora possível. Alunos mais antes!

Mas por que estudar o mais em cima da hora possível. Mais uma vez, a resposta é simples: PARA NÃO DAR TEMPO DE ESQUECER!

O esquema, portanto, consiste em estudar em cima da hora, colocar as informações no cérebro de forma absurdamente instável, fazer a prova e, logo em seguida esquecer tudo!

Chegar a casa com uma boa nota e complementar essa farsa, deixando a família feliz.

O que torna o sistema educacional brasileiro ruim é o fato da maioria das escolas serem ineficientemente burocratizada e não se preocupam em ensinar seus alunos em realmente aprender.

Para essas "escolas," basta que a pequena vítima retenha as informações o tempo suficiente para tirar uma boa nota, de maneira a deixar os clientes (família) felizes e, assim, a escola também bate sua meta anual. Não estamos aqui culpando a categoria docente ok? Eles simplesmente jogam o jogo implantado pelos nossos governantes.

(PIAZZI, Pierluigi. Aprendendo Inteligência. São Paulo: Aleph, 2008)

Além do sistema educacional ineficiente, existe a parcela de culpa dos pais, cuja maioria não sabem educar seus filhos. E também culpa dos filhos em não obedecer e não querer estudar ou trabalhar.

Vemos no Brasil que todos colocam a culpa em algo, menos na pessoa que cometeu o erro.

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Se uma pessoa estupra e mata, a culpa é da sociedade ou da desigualdade social, nunca a culpa é do bandido!

Se o filho vai mal na escola, a culpa é do professor, e não dos pais que nunca acompanham os estudos com o filho, nem do filho que é rebelde, e não quer estudar.

Esta cultura do politicamente correto está resultando nas atrocidades que vemos atualmente.

Poucas pessoas se levantam para mostrar onde estão os erros, ou assumir os erros, e assim preferem se enganar ou omitir, como um “bom” brasileiro.

1.2 COMO EDUCAR

Iremos contar uma história para demonstrar como educar. Para fazer o certo siga o exemplo do zelador, no caso abaixo.

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso.

seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batomUm dia o diretor juntou o
reapareceram

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde bando de meninas na casa de banho e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom na casa de banho

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador na casa de banho, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.

O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores.

Não dê conselhos polidos e politicamente corretos. Faça as coisas acontecerem.

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É exatamente esta a nossa proposta. Seja pragmático: “Não importa a cor do gato, desde que ele cace o rato”:

Esta frase foi proferida no final dos anos 70, por Deng Xiaoping (1904-1997), ela sinalizou uma gigantesca “virada” na história da República Popular da China.

Deng, o todo-poderoso sucessor do dirigente comunista chinês Mao Tse Tung (1893-1976), sinalizava a adoção do “pragmatismo”: o Estado chinês deveria, a partir de então, “flexibilizar” o processo deflagrado em 1949 por Mao, quando os comunistas tomaram o poder, e iniciar um processo de “modernização” econômica.

Ou seja, não importava se o gato (Estado) fosse comunista ou capitalista, desde que resultasse em crescimento econômico, assim iniciou-se um regime misto entre comunismo e capitalismo, e abertura econômica.

Foi um grande sucesso, basta verificar o resultado por meio da evolução do PIB Chinês:

Moral da história: Não fique na teoria, foque nos resultados.

Abaixo daremos exemplos reais que acontece no Brasil:

É normal em banheiros das Universidades Federais encontrarmos a seguinte frase: “Mate um japonês, e garanta sua vaga na Federal”.

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Os japoneses são 2% da população de São Paulo, 7% dos vestibulandos nas Universidades Federais e 16% dos aprovados.

A explicação para este fenômeno é que os pais destes alunos ensinam os filhos a estudar pelo exemplo e não com falsos moralismos.

Quer mais exemplos?

Não é apenas questão de raça e cultura. Fortaleza, capital do CEARÁ, um dos estados mais pobres do Brasil, se transformou em referencia na área de EXATAS. Com um bom planejamento de três anos, conseguem abocanhar 25% das vagas para o ITA, na distante São Jose dos Campos SP.

Repito. Com apenas 1,3% da população brasileira, abocanha 25% das vagas. Aprovou 30 dos 120 selecionados para o ITA em 2010.

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Outro grande exemplo:

A corporação militar, geralmente integrada por pessoas oriundas das classes menos abastadas, não é melhor nem pior do que os demais grupos sociais. Apenas é diferente. Principalmente, em razão da peculiaridade do seu ofício que impõe um conjunto de valores no qual se baseia a mentalidade militar.

A principal diferença está na disciplina militar, que foi retratada por Camões, cuja placa com estes dizeres estão reproduzidas na Academia Militar das Agulhas Negras:

A disciplina militar prestante Não se aprende, Senhor, na fantasia, Sonhando, imaginando ou estudando, Senão vendo, tratando e pelejando. (Luis Vaz de Camões em “Os Lusíadas”)

Assim o militar se torna uma pessoa muito pragmática, que possui nele um permanente e concreto espírito de cumprimento do dever, na qual reside a grandeza militar. Ele percebe logo na entrada da carreira que para se formar na AMAN terá de abdicar de horas de sono, do conforto familiar (viverá em internato por 5 anos), irá pelejar muito para isto, colocando inclusive sua integridade física em risco.

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Deste modo, o militar quando decide estudar para concurso, utiliza esta disciplina militar a seu favor, sabendo que vai ter de ralar, e não vai ficar só na teoria, ou na desculpite. Assim ele foca no cumprimento do dever, estuda “até a morte” e é aprovado.

Educadores e seus estímulos

Os educadores (professores e pais) costumam tomar a iniciativa de reforçar o interesse dos jovens pelo estudo. Umas vezes, usam estímulos negativos ou castigos (censuras, ameaças...). Outras vezes, oferecem estímulos positivos ou prêmios (elogios, presentes...).

Os bons educadores estão mais atentos aos esforços do aluno do que às classificações e sabem oferecer estímulos adequados à circunstância. Não hesitam em aplicar um castigo para travar comportamentos indesejáveis. Mas preferem encorajar, pois reconhecem que os prêmios, não os castigos, podem criar o gosto de aprender.

Estudantes e seus estímulos

Em contrapartida, o estudante não deve esperar tudo dos “empurrões” dados pelos educadores. Ele pode alimentar o seu interesse pelo trabalho, criando os seus próprios estímulos.

Depois de terminar bem uma tarefa difícil ou conseguir uma boa nota, o estudante pode oferecer a si próprio algo que lhe agrade. Ver um bom programa de televisão, ir a uma festa ou ao cinema, dar um passeio, sair com os amigos — eis alguns exemplos de pequenas recompensas para o trabalho realizado.

Parece simplista, mas é eficaz. Um incentivo, por pequeno que seja, traz um novo alento. O que importa é não se deixar cair na rotina de recompensar sempre e da mesma maneira todos os esforços. Os prêmios devem ser incentivos proporcionais ao esforço.

Os prêmios não precisam ser materiais. O estudante pode considerar estimulo suficiente a satisfação pessoal de aprender coisas novas ou a alegria de agradar aos pais e professores ou ainda o prazer de conseguir respeito, estima e consideração por parte dos outros.

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Foque no futuro, não no presente

Muitos estudantes vivem apenas o presente e não querem saber do futuro. Procedem melhor aqueles que têm o hábito mental de pensar no futuro e nas vantagens que os estudos podem proporcionar. Pensar no sucesso futuro pode ser um forte incentivo para o trabalho.

Um curso não dá emprego, mas dá mais hipóteses de saídas profissionais e de melhor salário. As pessoas habilitadas e competentes são mais procuradas e mais bem pagas. Isto acontece em todo o mundo.

Um estudante responsável não estuda apenas pelo prazer dos prêmios ou pelo medo dos castigos imediatos. Ele sabe que não está a fazer um jeito aos professores ou à família. Ele acredita que está a construir o seu próprio futuro. É isso que o motiva.

1.3 ESTUDANDO COM QUALIDADE

Estudo não é questão de quantidade, mas de qualidade.

Passar não tem relação com a quantidade de tempo em que você passou estudando, se você estudar errado, este tempo não contará. Não é à toa que vemos pessoas estudarem 10 anos para a prova da OAB e não passar. É preciso estudar com qualidade e saber fazer prova. Isto mesmo, muitas vezes ocorre de um candidato saber menos que o outro, mas por ter as malícias de prova, consegue maior pontuação no concurso.

Neste quesito, concurso não tem relação alguma com dominar mais a matéria, não adianta ficar estudando a Constituição da Alemanha, sendo que esta matéria não vai cair na prova, na parte de Direito Constitucional. Você tem de saber estudar, e estudar o que cai, pois o candidato que tem o melhor desempenho no momento da prova é o que irá passar.

Concurso é isto, passa quem marca mais a questão correta, nem sempre quem sabe mais, muito menos quem estuda mais.

A disputa por uma vaga na tão sonhada carreira pública está cada vez mais acirrada. Com isso cresce também a procura por orientações e acompanhamentos específicos na preparação para concursos.

Procurando o ideal de horas de estudo http://www.supremaciaconcursos.com.br/ contato@supremaciaconcursos.com.br https://w.facebook.com/supremaciaconcursos

Esta é a pergunta mais comum entre concurseiros iniciantes: “Quantas horas você estudava por dia?”

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