TELECURSO 2000 Mecânica - 05. rela??o entre setores

TELECURSO 2000 Mecânica - 05. rela??o entre setores

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AULA 5

Na empresa existem outros tipos de trabalho alØm daqueles que produzem bens, como automóveis, geladeiras etc. Esses trabalhos precisam de pessoas especializadas para que toda a empresa possa funcionar perfeitamente. Os serviços sªo agrupados em Æreas, chamadas depar-depar-depar-depar-departamentostamentostamentostamentostamentos. Deve haver sempre uma relaçªo entre departamentos e trabalhadores para facilitar a comunicaçªo e o trabalho conjunto.

Com o objetivo de esclarecer essa relaçªo entre departamentos e trabalhadores, vamos analisar dois departamentos.

Faremos um estudo de uma organizaçªo tradicional, conhecida como organizaçªo por departamentalizaçªoorganizaçªo por departamentalizaçªoorganizaçªo por departamentalizaçªoorganizaçªo por departamentalizaçªoorganizaçªo por departamentalizaçªo, ou seja, divisªo da empresa em departamentos ou setores.

Sabemos que essa forma de organizaçªo departamental foi substituída por uma forma de organizaçªo moderna, baseada numa tØcnica chamada reengenhariareengenhariareengenhariareengenhariareengenharia. A reengenharia consiste em formar grupos de trabalho com vÆrias funçıes para se produzir ou fazer algo, eliminando ou reduzindo a açªo de departamentos.

Entretanto, como muitas empresas usam uma organizaçªo tradicional, vamos estudar dois departamentos organizados nessa forma: o departamentodepartamentodepartamentodepartamentodepartamento de recursos humanosde recursos humanosde recursos humanosde recursos humanosde recursos humanos e o departamento de planejamentodepartamento de planejamentodepartamento de planejamentodepartamento de planejamentodepartamento de planejamento.

Departamento de recursos humanos

É o departamento que cuida das pessoas desde sua admissªo atØ sua demissªo. Tem como atividade principal fazer com que os trabalhadores se sintam satisfeitos, capazes e dignos para desempenhar bem seu trabalho. Dentre as diferentes atividades, destacamos:

lElaborar folha de pagamento. lFazer anotaçıes nas carteiras de trabalho e fichas de registro de empregados. lControlar fØrias. lZelar pelos benefícios que a empresa oferece. lCuidar das questıes trabalhistas. l Administrar salÆrios. lDar assistŒncia social. lFazer relaçıes pœblicas.

5 A U L A

Relaçªo entre setores

AULA5 lCuidar da AssistŒncia MØdica. lTreinar os funcionÆrios. lRecrutar e selecionar pessoas. lManter a segurança do trabalho e uma comissªo interna de Prevençªo de Acidentes de Trabalho (CIPA). lElaborar e manter a política de pessoal.

Se de um lado esse departamento cuida do homem, lembramos que cabe a cada trabalhador tambØm colaborar para o bom desenvolvimento da empresa, segundo normas que sªo necessÆrias para uma boa convivŒncia entre as pessoas e a empresa. Essas normas servem para todas as atividades de trabalho e constituem o Código de Ética ProfissionalCódigo de Ética ProfissionalCódigo de Ética ProfissionalCódigo de Ética ProfissionalCódigo de Ética Profissional.

CÓDIGOCÓDIGOCÓDIGOCÓDIGOCÓDIGODEDEDEDEDE ÉTICAÉTICAÉTICAÉTICAÉTICA PROFISSIONALPROFISSIONALPROFISSIONALPROFISSIONALPROFISSIONAL

O código apresenta a seguinte orientaçªo: lJulgue-se igual ao seu colega, independentemente de seu nível cultural ou profissional. lForneça sempre ajuda aos colegas. lSaiba receber orientaçıes de trabalho de colegas ou superiores. lTroque idØias com os companheiros, sempre que houver necessidade. lMantenha o local de trabalho sempre em ordem e em condiçıes de uso. lQuando nªo souber fazer, nªo faça, peça ajuda. lInforme aos colegas os riscos de acidentes do trabalho. lDŒ idØias para solucionar problemas de trabalho, nªo se preocupando se serªo aceitas ou nªo. lTransmita princípios morais no ambiente de trabalho. lAjude, opine, mas com discriçªo. Respeite as confidŒncias dos colegas. lSeja responsÆvel e cumpra as suas obrigaçıes. lFaça crítica e concorde somente com crítica construtiva. lOpine sempre educadamente quando algo estiver errado, sem medo de repreensªo. lSeja honesto com a fÆbrica, com os colegas, com os superiores e consigo mesmo. lMude de opiniªo quando perceber que estÆ errado. lSeja pontual nos horÆrios de trabalho e compromissos. lRespeite a opiniªo dos colegas. lFaça sempre o trabalho certo. lAtualize-se na sua profissªo constantemente.

Mantenha-se atualizado

AULA5

Lembremos que, de acordo com as leis trabalhistasleis trabalhistasleis trabalhistasleis trabalhistasleis trabalhistas e normas internas de uma empresa, temos direitosdireitosdireitosdireitosdireitos que nos beneficiam e deveresdeveresdeveresdeveresdeveres que devem ser cumpridos.

Política da empresa

Em cada empresa existe uma maneira comum e constante de tratar certos assuntos por parte dos superiores. Essa maneira varia muito entre as empresas.

Assuntos que envolvem salÆrios, benefícios, normas de qualidade, clientes etc. indicam uma maneira de pensar e de ver da diretoria de uma empresa. Essas idØias podem ser transmitidas tradicionalmente, oralmente ou por escrito. Elas sªo importantes porque definem objetivos e maneiras para alcançÆ-los. Enfim, indicam os rumos a serem seguidos.

Essa maneira de pensar e ver os assuntos Ø chamada de política da empresapolítica da empresapolítica da empresapolítica da empresapolítica da empresa e deve ser escrita pela diretoria, com apoio do departamento de recursos humanos, e divulgada a todos.

Se essa política, envolvendo salÆrios, benefícios, normas, atender apenas aos desejos dos trabalhadores, possivelmente levarÆ a empresa à ruína. Mas se somente atender aos desejos dos patrıes, certamente nªo haverÆ funcionÆrios satisfeitos.

Para que a empresa seja saudÆvel e rentÆvel, Ø necessÆrio equilibrar esses desejos de tal modo que nªo haja vencedores nem vencidos, mas somente pessoas realizadas. Esse Ø o ponto bÆsico para qualquer negociaçªo entre empresa e trabalhadores.

Departamento de planejamento

Para fabricar um produto, vÆrias atividades sªo necessÆrias, desde antes do início da fabricaçªo atØ a entrega ao cliente.

É preciso prever, isto Ø, ver com antecedŒncia, tudo o que Ø necessÆrio para produzir, e providenciar. Essas atividades sªo realizadas pelo departamento dedepartamento dedepartamento dedepartamento dedepartamento de planejamentoplanejamentoplanejamentoplanejamentoplanejamento, que tem as seguintes atribuiçıes:

lDeterminar prazos de produçªo. lFazer programas e planejamento de produçªo. lControlar a produçªo. lAdministrar o almoxarifado. lElaborar pedidos de compras. lFornecer ordens de fabricaçªo.

AULA5

Ao iniciarmos a fabricaçªo de qualquer produto, sempre o fazemos por meio de uma ordem escrita chamada ordem de produçªoordem de produçªoordem de produçªoordem de produçªoordem de produçªo. A ordem vem do departamento de planejamento com informaçıes precisas para a execuçªo da tarefa. É necessÆrio seguir essas ordens, principalmente a de produzir quantidades certas nos prazos determinados. Quando o cliente compra nosso produto em grandes quantidades, Ø feito um contrato ou pedido de compra, no qual, entre vÆrios itens, consta um item que determina multas muito altas no caso de atrasos. Portanto, a nossa chefia fica preocupada no caso de atrasos de produçªo. Por isso, precisamos colaborar para que sempre o trabalho seja feito com a quantidade certa e nos prazos determinados.

Quando precisamos prever a quantidade de matØria-prima necessÆria à execuçªo de um trabalho, podemos determinÆ-la com um cÆlculo simples, desde que possamos ter alguns dados.

CÆlculo da quantidade de matØria-prima

Vamos imaginar que uma empresa fabrique 1.0 pÆs de lixo. Para calcular a matØria-prima necessÆria, temos os seguintes dados (dados fictícios, vÆlidos somente para este exemplo):

fiQuantidade de pÆs a produzir = 1.0 fiQuantidade de aço 1.010/1.020 (por pÆ) = 0,20 kg fiQuantidade de cabos de madeira = 1 fiQuantidade de parafusos para fixar o cabo = 2 fi˝ndice de refugo = 2% ou 2/100 + 1 = 1,02 fi˝ndice de desperdício para cada tipo de matØria-prima: -Aço=5% ou 5/100 + 1 = 1,05

-Cabos de madeira=3% ou 3/100 + 1 = 1,03

servem para uso, e oíndice de desperdícioíndice de desperdícioíndice de desperdícioíndice de desperdícioíndice de desperdício Ø a porcentagem de matØria-

-Parafusos=4% ou 4/100 + 1 = 1,04 O índice de refugoíndice de refugoíndice de refugoíndice de refugoíndice de refugo Ø a porcentagem de produtos estragados, que nªo prima perdida. Os conceitos desses itens jÆ foram estudados neste livro.

AULA5

Nos índices de refugo e de desperdício, as porcentagens foram divididas por 100 e somados com 1 para facilitar os cÆlculos.

1”)Quantidade de aço: multiplicar as quantidades a produzir, a quantidade necessÆria por produto, o índice de refugo e o índice de desperdício: 1.0 · 0,20 · 1,02 · 1,05 = 214,20 kg.

2”)Quantidade de cabos de madeira: 1.0 · 1 · 1,02 · 1,03 = 1.050,6 ” 1.051 cabos de madeira.

3”)Quantidade de parafusos: 1.0 · 2 · 1,02 · 1,04 = 2.121,6 ” 2.122 parafusos.

CÆlculo dos custos de refugo e desperdício de matØria-prima

Se conseguirmos fazer o trabalho corretamente, sem deixar refugo de matØria-prima, os índices de refugo e desperdícios serªo zero. Mas, se isso nªo ocorrer, temos de verificar, por meio de cÆlculos, quanto perdemos e quanto precisamos comprar a mais. Sem perdas, bastaria multiplicar a quantidade a produzir pela quantidade usada para cada produto.

Vejamos como calcular perdas:

1”)quantidade de aço com perdas jÆ calculadas=214,2 kg _ quantidade de aço sem perdas 1.0 · 0,2=200,0 kg Perdas014,2 kg

CÆlculo dos índices de refugo e desperdício

Os cÆlculos das porcentagens de refugo e de desperdício sªo feitos quando o produto Ø fabricado. Esses cÆlculos devem ficar arquivados para serem usados por ocasiªo de novos pedidos da matØria-prima. Para calcular porcentagem de refugos e perdas usamos uma regra de trŒs simples e direta.

AULA5

Observamos que 2% parece pouco, mas notamos que 40 pÆs representam uma grande perda, que exige a compra de mais material.

Se cada pÆ Ø vendida pela fÆbrica a R$ 4,0, a perda serÆ de R$ 160,0.

O cÆlculo Ø o seguinte:

Quantidade de pÆs refugadas · preço de venda de cada pÆ: 40 · 4,0 = 160,0 Perdas = R$ 160,0

Atençªo!Atençªo!Atençªo!Atençªo!Atençªo! - Consideramos para cÆlculo, nªo o preço de custo para fazer as pÆs, mas o nosso preço de venda, pois deixamos de vendŒ-las.

Para a fabricaçªo das 2.0 pÆs seriam necessÆrios aço, cabos de madeira e parafusos:

a)a)a)a)a) Aço: 2.000m · 0,20 kg = 400 kg fi quantidade ideal se nªo houvesse refugo nem desperdício. Mas foram consumidos 420 kg, porque houve refugo e desperdício: 420 kg - 400 kg =20 kg

400 400 4

Para calcular a porcentagem, que chamaremos de (i), multiplicamos o excesso de material gasto por 100 e dividimos o produto pela quantidade de matØria ideal: i = 20 · 100 = 2.0 = 20 = 5 fi i = 5%

Se cada quilo de aço custa R$ 2,0, a perda serÆ: i = 420 · 1,02 = 428,40 - 40,0 = 28,40 · 2 = 56,80

Perdas por desperdício de aço: R$ 56,80 b)b)b)b)b)Cabos de madeira: 2.0 · 1 = 2.0

Mas foram consumidos 2.060 cabos. Portanto, houve um desperdício de 60 cabos. O cÆlculo Ø o seguinte: i = 60 · 100 = 3 fi i = 3% 2.0

Se cada cabo custa R$ 0,50, a perda serÆ: 2.060 · 1,02 = 2.101,20 - 2.0,0 = 101,20 ” 101,0 · 0,50 = 50,50

Perdas por desperdício de cabos: R$ 50,50

AULA5 c)c)c)c)c) Parafusos: 2.0 · 2 = 4.0 seriam a quantidade ideal.

4.0 4.0

Mas foram consumidos 4.160, portanto, houve um desperdício de 160 parafusos. O cÆlculo Ø o seguinte: i = 160 · 100 = 16.0 = 4 fi i = 4%

Se cada parafuso custa R$ 0,10 a perda serÆ: 4.160 · 1,02 = 4.243,20 - 4.0,0 = 243,20 ” 243,0 · 0,10 = 24,30 d)d)d)d)d) Perda total: A perda total Ø a soma das perdas de cada desperdício de matØria-prima mais a perda por refugo: 160,0 + 56,80 + 50,50 + 24,30 = 291,60

Perda total: R$ 291,60

É necessÆrio estudar o porquŒ dessas perdas, encontrar as causas, resolver o problema atØ conseguirmos chegar a zero desperdício e refugo, para que a empresa seja competitiva.

Outro exemploOutro exemploOutro exemploOutro exemploOutro exemplo

Seguindo a seqüŒncia apresentada anteriormente, calcularemos a quantidade de matØria-prima necessÆria para produzir 1.500 dobradiças de aço. Quantidade por dobradiça:

fiLado de 3 encaixes de aço = 0,25 kg fiLado de 2 encaixes de aço = 0,20 kg fiPinos para encaixe = 1 fiParafusos de fenda 3,5 · 7,5 m = 8 findice de refugo= 1,01 ou 1% fi˝ndice de desperdício: -Lado de 3 encaixes=1,05 ou 5%

-Lado de 2 encaixes=1,04 ou 4%

-Pinos=1,03 ou 3%

-Parafusos=1,01 ou 1%

a)a)a)a)a)Aço para lado de 3 encaixes:

Quantidade por produto · Quantidade a produzir · ndice Refugo · ˝ndice Desperdício = Quantidade necessÆria 0,25 · 1.500 · 1,01 · 1,05 = 397,68 kg b)b)b)b)b)Aço para lado de 2 encaixes: 0,20 · 1.500 · 1,01 · 1,04 = 315,12 kg c)c)c)c)c) Pinos: 1.500 · 1,03 · 1,01 = 1.560,45 ” 1.560 pinos

AULA5 d)d)d)d)d)Parafusos de fenda 3,5 · 7,5 m: 8 · 1500 · 1,01 · 1,01 = 12.241,20 ” 12.241 parafusos

lPreço de venda de cada dobradiça: R$ 6,0 lPreço de custo: -Lado de 3 encaixes: R$ 3,0 o kg

-Lado de 2 encaixes: R$ 3,0 o kg

-Pinos: R$ 0,10 o kg

-Parafusos: R$ 0,10 cada

Perda por refugo: R$ 90,0

a)a)a)a)a) Refugos: 1.500 · 1,01 = 1.515 1.515 - 1.500 = 15 15 · 6,0 = 90,0 b)b)b)b)b) Desperdício c)c)c)c)c)Aço para lado de 3 encaixes:

Consumo com perda (jÆ calculado)consumo ideal = perda

Consumo ideal: 0,25 · 1.500 = 375 kg 397,68 - 375,0 = 2,68 kg

Perdas · custo por unidade = perda em reais 2,68 · 3,0 = 68,04

Perda por desperdício de aço para lado de 3 encaixes: R$ 68,04 d)d)d)d)d) Aço para lado de 2 encaixes:

Consumo ideal: 0,20 · 1.50 = 30,0 kg 315,12 - 30,0 = 15,12 kg 15,12 · 3,0 = 45,36

Perda por desperdício de aço para lado de 2 encaixes: R$ 45,36 e)e)e)e)e) Pinos:

Consumo ideal: 1.500 1560 - 1500 = 60 60 · 0,2 = 12,0 Perda por desperdício de pinos: R$ 12,0 f)f)f)f)f) Parafusos:

Perda por desperdício de parafusos: R$ 24,20

Consumo ideal = 8 · 1.500 = 12.0 12.242 - 12.0 = 242 242 · 0,10 = 24,20 g)g)g)g)g)Perda total Ø a soma de todos as perdas em reais: 90,0 + 68,04 + 45,36 + 12,0 + 24,20 = 239,60

Perda total = R$ 239,60

Em cada 1.500 dobradiças produzidas, perdem-se R$ 239,60.

AULA5

Assinale com (X) a alternativa correta:

Exercício 1Exercício 1Exercício 1Exercício 1Exercício 1 O departamento de recursos humanos Ø responsÆvel por:

a)a)a)a)a)()Admissªo - Vendas b)b)b)b)b)()Demissªo - Compras c)c)c)c)c)()Admissªo - Demissªo

Exercício 2Exercício 2Exercício 2Exercício 2Exercício 2 A política da empresa indica:

a)a)a)a)a)()Direitos e as obrigaçıes da empresa. b)b)b)b)b)()Direitos e como usÆ-los. c)c)c)c)c)()Valores financeiros e econômicos.

Exercício 3Exercício 3Exercício 3Exercício 3Exercício 3

Calcule a quantidade de matØria-prima necessÆria para produzir 2.600 vitrôs (janelas) de alumínio, sabendo-se, por exemplo, que:

l˝ndice de refugo = 1,04 l˝ndice de desperdício de matØria-prima -Perfis de alumínio = 1,02

-Massa para vidro = 1,07

-Rebites de fixaçªo = 1,09

-Vidros = 1,03 lQuantidades consumidas por vitrô -Perfis de alumínio = 3,0 kg

-Massa para vidro = 1,0 kg

-Rebites de fixaçªo = 40 rebites

-Vidros = 120 m†

Exercício 4Exercício 4Exercício 4Exercício 4Exercício 4

Calcule as perdas, em reais, do refugo, dos desperdícios de cada matØriaprima e, finalmente, do desperdício total em reais.

Custos -Perfis de alumínio = R$ 1,80 o kg

-Massa p/vidro = R$ 0,20 o kg

-Rebite de fixaçªo = R$ 0,03 cada

-Vidros = R$ 5,0 m†

Preço de venda de cada vitrô: R$ 110,0

Exercícios

AULA5Como planejar Vamos fazer a montagem de cadernos pautados (com linhas) com 100 pÆginas. Para um bom trabalho, Ø necessÆrio saber exatamente o que queremos fazer e qual o objetivo. No caso, Ø produzir um caderno para uso escolar. Sabendo o objetivo, elaboramos uma relaçªo do que Ø necessÆrio:

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