Caderno dds setembro

Caderno dds setembro

(Parte 1 de 5)

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 1

Depois da popularização da internet, o computador virou mania: muita gente tem e quem não tem, quer ter. Seja para diversão, trabalho ou por praticidade, os PCs e notebooks invadiram casas, escolas, empresas e, hoje, fazem parte da rotina de muita gente. Só que nem tudo são flores: passar muito tempo na frente do monitor pode prejudicar a saúde. Isso mesmo. Assim como a TV, o computador também é um dos vilões para a visão, quando usado em excesso. E a coisa complica bastante para quem trabalha na frente de um monitor, pois, de acordo com um estudo do National Institute of Occupational Health and Safety (NIOSH), 90% dos trabalhadores que passam mais de três horas por dia diante da tela do computador acaba tendo algum problema de visão. Workaholics de plantão precisam de atenção redobrada. "Imagine o que acontece com aqueles que passam entre 10 e 12 horas no trabalho. Quando chegam em casa, muitos ainda ligam o computador. Sem perceber, a médio prazo acabam comprometendo também sua performance no ambiente de trabalho, além da visão e da saúde como um todo", afirma o oftalmologista Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo.São vários os males causados pelo uso exagerado do computador ou da TV: síndrome do olho seco, fadiga e irritação nos olhos. "A superexposição sem que sejam tomados os cuidados necessários também pode agravar problemas já existentes, resultando em aumento de graus/dificuldade em enxergar, bem como favorecer o aparecimento de tremores involuntários da pálpebra, dificuldade de concentração e dores de cabeça", alerta o oftalmologista. "Além dos problemas de visão, vários estudos associam o uso excessivo de computador à síndrome metabólica, obesidade, sedentarismo, problemas de relacionamento interpessoal, etc.", completa. Pessoas de qualquer faixa etária podem ser prejudicadas, e não somente aquelas que trabalham demais. As crianças, por exemplo, podem não passar muito tempo na frente do monitor, mas algumas ficam horas e horas assistindo a desenhos animados ou jogando videogame. Então, é preciso que os pais fiquem de olho no tempo que seus pequenos dedicam a essas atividades. Existe um perfil de pessoas mais predispostas a desenvolver algum sintoma ou doença por causa do computador. "Na infância e adolescência, são aqueles que passam horas a fio jogando videogame ou jogos de computador. Já na fase adulta, são pessoas que usam o computador como ferramenta de trabalho e acabam estendendo seu uso para se comunicar com amigos e se divertir", explica o médico. Como não existe um estudo que aponte qual é a quantidade de tempo ideal para que alguém fique na frente do PC ou da TV sem comprometer a saúde, é difícil estabelecer uma rotina saudável. Porém, há alguns cuidados que podemos tomar para evitar ou pelo menos minimizar os danos que isso causa. O mais importante "é a pessoa se conscientizar de que seus olhos merecem mais atenção", diz Renato. Confira as dicas do especialista:

- Nunca posicione seu computador diante de uma janela. O excesso de luz na direção dos olhos favorecerá a visão dupla;

- Evite utilizar o computador em ambiente de baixa luminosidade. O contraste com a luz emitida pelo monitor é altamente prejudicial à visão;

- Dê preferência a um ambiente de trabalho arejado e bem-iluminado. A opção por lâmpadas incandescentes é mais saudável;

- Procure estabelecer pausas de cinco minutos a cada hora de trabalho para piscar bastante. Essa medida favorece a lubrificação dos olhos, evitando a síndrome do olho seco e irritações;

- Depois do almoço, feche os olhos por quinze minutos para descansar a visão e equilibrar o estado emocional. Isso deve se tornar uma rotina, principalmente para quem enfrenta longas jornadas de trabalho diante do monitor;

- Garanta uma boa hidratação do corpo e, sempre que necessário, pingue lágrimas artificiais para lubrificar o globo ocular;

- Não se acostume com os problemas de visão que vão surgindo com o tempo. Até os 40 anos, é importante fazer um check-up completo da visão de três em três anos. Depois dos 40 anos os exames passam a ser anuais.

Você se preocupa com os olhos quando utiliza do computador? Diga nos como é feito por você!

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 2

Preservar o meio ambiente é mais simples do que parece: basta ter disposição para a mudança. O primeiro passo é estabelecer compromissos e engajar os funcionários nesse movimento. Eles mesmos podem participar com sugestões para tornar o dia a dia mais sustentável, através de ações para diminuir o desperdício durante as atividades, incentivar a reciclagem e a reutilização, racionalizar os recursos naturais e energéticos e a disposição adequada dos resíduos gerados. Nós preparamos algumas dicas para as empresas que estão preocupadas com sustentabilidade e meio ambiente. Confira.

1. Gestão de Resíduos: Reduzir a geração de resíduos diminui o impacto no meio ambiente e o uso de novos recursos naturais, contribuindo ainda com a redução de custos. Além do tratamento de resíduos e efluentes, a empresa pode pensar em pequenos gestos, como incentivar a reciclagem de pilhas e baterias.

2. Recicle Fazer o descarte correto do lixo reciclável e a compostagem de resíduos orgânicos. A empresa pode fazer parceria com cooperativas de reciclagem e ate produzir se próprio adubo orgânico. Já existem empresas, como a Opersan, que possuem fabrica de fertilizante orgânico composto e utilizam como materia-prima os resíduos orgânicos industriais e agro-industriais.

3. Invista no transporte coletivo Incentive a criação da carona solidária. Dependendo da localização da empresa, a bicicleta também pode ser uma alternativa. Reuniões que podem ser feitas por telefone ou internet diminuem o consumo com o veículo. Por ser fonte poluidora, os automóveis tem de estar com a manutenção em dia.

4. Compartilhe o material do escritório Mantenha uma caixa comum com canetas, lápis e demais materiais de uso comum. Seja seletivo na compra do material. Já existem opções como papel reciclado e lápis de madeira certificada, que são produzidos para redução do impacto ambiental.

5. Use menos o papel Incentive os funcionários a imprimir menos e a economizar papel: utilize os dois lados da folha e faça blocos de nota com papéis usados.

6. Não ignore o verão Usar roupas leves no verão em sua empresa, permitindo que o ar condicionado funcione em uma potência menor, o que economiza energia.

7. Troque as lâmpadas Lâmpadas compactas fluorescentes duram 10 vezes mais do que uma lâmpada padrão e utilizam pelo menos dois terços a menos de energia. Depois de usadas, as lâmpadas podem ser recicladas.

8. Evite o desperdício de água Mantenha em dia a manutenção do sistema hidráulico para evitar vazamentos. Invista em acessórios que gastam menos água que os aparelhos comuns, para reduzir o consumo.

9. Registre os resultados Já começou as mudanças na sua empresa? Então está na hora de registrar os resultados obtidos para conseguir avaliar as vantagens das medidas ambientais adotadas.

10. Comunique A comunicação faz parte do engajamento dos funcionários, por isso eles têm de estar por dentro de todas as etapas em prol do meio ambiente feitas em sua empresa. Ao serem incetivados a participar, sua companhia terá resultados positivos.

Todas as pessoas tem uma música preferida, imagine se não pudesse ouvir-las? Vamos nos preservar.

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 3

Mais que o fato de proibir ou limitar a possibilidade do consumo de cigarro no ambiente de trabalho está a preocupação, o cuidado e a prevenção da saúde do trabalhador por parte da empresa.

Não são raros os casos em que o empregado fumante, num primeiro momento, critica as normas impostas pela empresa, alegando até o direito à liberdade garantida pela Constituição Federal, mas que ao longo do tempo, comprova o benefício que estas normas podem gerar que é, para muitos, a redução ou o próprio abandono do vício.

A legislação, através da Lei 9.294/96, regulamentada pelo Decreto 2.018/96, proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.

Incluem-se nas disposições desta lei os locais mencionados abaixo: as repartições públicas, os hospitais e postos de saúde; as salas de aula e as bibliotecas; os recintos de trabalho coletivo e as salas de teatro e cinema; nas aeronaves e demais veículos de transporte coletivo.

Da mesma forma, a Norma Regulamentadora NR-5, de que trata da obrigatoriedade da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA que tem como objetivo a prevenção de doenças e acidentes decorrentes do trabalho, tem como incumbência inclusive, a promoção de programas relacionados à segurança e saúde do trabalhador como campanhas educativas demonstrando os efeitos nocivos do tabagismo.

Portanto, quando o empregador estabelece normas internas que coíbe o uso do cigarro no ambiente de trabalho que seja compartilhado com outros colegas de trabalho ou de terceiros, está simplesmente cumprindo com a determinação da lei.

Está comprovado e é um alerta da Organização Mundial de Saúde - OMS, que uma entre quatro pessoas do planeta fuma. No Brasil, aproximadamente 40% da população acima de 12 (doze) anos fuma ou já experimentou o cigarro. Deste total, aproximadamente 9% desenvolveram o vício.

Doenças como infartos, câncer, derrames, obstrução de artérias e até perda de membros, são alguns dos males que a dependência do cigarro pode acarretar.

As empresas que se preocupam em atender à legislação e a busca da manutenção da saúde de seu empregado e da qualidade de vida e de produtividade, desenvolvem campanhas ou programas periodicamente para conscientizar seus empregados.

Concomitantemente, há também um controle e acompanhamento do Médico do Trabalho através do Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional - PCMSO, que busca tratamentos visando, senão o controle total do fumante, a diminuição do uso do cigarro, seja no trabalho ou no convívio social e familiar.

Você já vivenciou alguma situação na qual alguma pessoa desrespeitou as pessoas usando de fumar em local proibido? Conte nos!.

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 4

O que é?

Ela é causada pela ingestão de alguma substância tóxica ao organismo. Isso atrapalhará o bom funcionamento das células, impedindo que respirem direito e comprometendo todo o seu funcionamento. Em um primeiro momento, os produtos químicos provocam lesões só por onde passam – boca, esôfago e estômago. Depois, caem na corrente sangüínea e se espalham pelo corpo, podendo levar à morte.

Já diziam os antigos que a diferença entre o veneno e o remédio é a quantidade ingerida Aja depressa 1) Leve a vítima imediatamente ao pronto-socorro.

2) Leve junto o recipiente do produto químico, remédio, inseticida ou agrotóxico para o médico analisar. É mais fácil tratar quando as substâncias ainda não passaram para o sangue. Isso pode demorar de trinta minutos a duas horas. No caso dos medicamentos, de uma a quatro horas.

3) Procure manter a vítima calma e consciente. Se cai na pele

Segundo o médicos do Hospital das Clínicas (SP), toda vez que ocorrer um acidente com produtos químicos deve-se suspeitar de intoxicação. Substâncias tóxicas provocam vermelhidão, coceira, escamação, inchaço ou ferida. Em casos mais graves, isto é, quando atravessam as camadas da pele e passam para o sangue, os efeitos são a náusea, a confusão mental e o relaxamento muscular.

METÓDOS REVOLUCIONÁRIOS UTILIZADOS PARA SE DESINTOXICAR (não faça isso)

- Passar Hipoglós ou creme dental em queimaduras desconhecidas na pele para conforto de queimaduras. - Cheirar álcool para forçar vômito em caso de intoxicação alimentar.

- Beber leite para se desintoxicar quando ter contato com produto químico.

- Beber coca cola achando que arrotando sai ao produto do corpo.

- Passar álcool ou aguaraz na pele intoxicada.

- Jogar água gelada no rosto de pessoa em coma ou desmaiada em caso de intoxicação respiratória.

- Intoxicação alimentar por produto químico é comum achar relatos de pessoas que se utilizou de laxante achando que com esse método ficaria livre.

Não tente resolver o problema em casa. A simples providência de oferecer leite ao acidentado, por exemplo, acelera a absorção dos tóxicos, agravando a situação. Enfim, as medidas domésticas podem piorar o estado do intoxicado e atrasar o início do tratamento médico, por isso a recomendação médica é sempre levar o acidentado ao hospital mesmo que a situação seja instável e pareça simples, quando há casos de intoxicação um dos itens principais para o tratamento é o tempo do agente no organismo, por isso se ocorrer isso, médico o mais rápido possível.

Sabendo disso, você acha necessário aplicar este preceito na empresa ou em casa?

DIALOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA TEMA 5

Mesmo que muitas coisas já tenham sido ditas sobre o seu uso, as pessoas ainda são resistentes a fazerem da camisinha um hábito.

Ninguém vem com um rótulo de segurança máxima, assim, mesmo em relações consideradas estáveis, seu uso é fundamental na prevenção de várias doenças sexualmente transmissíveis, pois mesmo quando não há sintomas visíveis, são potencialmente contagiosas. É certo que AIDS não tem cara. Se antes havia grupo de risco, hoje não há mais. Atualmente o maior grupo de risco existente é aquele que se acredita imune.

Temos por hábito esquecer que o parceiro tem passado e que as doenças têm janelas imunológicas. Não podemos deixar de lado as consequências do sexo desprotegido. Esse é um assunto de saúde pública. Há dúvidas sobre quem batizou a camisinha. Há quem acredite que o nome condom é devido a uma homenagem ao Dr. Quondam, que com bastante sucesso em 1685 inventou uma camisinha com tripa de animal. Outros dados históricos mostram que o nome vem do latim (condus) que significa receptáculo.

O certo é que a camisinha não é uma invenção nova. Aparece na história da sexualidade antes mesmo de Cristo. Já foi feita de linho, de pele, intestino de diferentes animais e de bexiga de cabra. A camisinha de tripa de boi, por exemplo, foi usada até 1870, quando foi fabricado o preservativo de borracha pelo inglês Charles Goodyear: grossos, reaproveitados, pouco aderentes, desiguais e caros. Pouco tempo depois, no final do século 19, o látex surgiu, permitindo um aspecto mais fino e confortável, parecida com as que são utilizadas hoje em dia. Na década de 60, acabou em desuso pela invenção do anticoncepcional oral feminino, mas em 90 ele retorna devido à epidemia de AIDS. Vale lembrar que as doenças venéreas recebem esse nome devido à crença antiga de que era um castigo da deusa do amor, Vênus.

A forma de preservação contra elas mais conhecida e utilizada é o preservativo de látex masculino capaz de formar uma barreira física entre o pênis e a vagina. Eles podem ser lubrificados ou revestidos de espermicidas. Existe uma variedade de marcas, tamanhos, cores e texturas. Com ele, diferentemente dos outros métodos, os homens podem se encarregar na prevenção de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e gravidez. Como é um método de anticoncepção ocasional, seu uso pode ser interrompido em qualquer momento. Não apresenta efeitos colaterais hormonais e há homens que garantem que ela ainda ajuda a controlar a ejaculação.

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