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Manual para estudantes AIDPI NEONATAL

QUADROS DE PROCEDIMENTOS FCH/CA/OPS/07.5.1.P

Manual AIDPI Neonatal para estudantes QUADROS DE PROCEDIMENTOS

ATENÇÃO INTEGRADA ÀS DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA FCH/CA/OPS/07.5.1.P

Organização Pan-Americana da Saúde

Manual AIDPI Neonatal para estudantes. Quadros de procedimentos Washington, D.C.: OPAS, © 2007.

(Serie OPS/FCH/CA/07.5.1.P) ISBN 92 7 572632 9I. Título I. Serie II. 1. ATENÇAO INTEGRADA DE CASOS 2. RISCOS AO NASCER 3. DESENVOLVIMENTO 4. TÉCNICAS DE COMUNICAÇAO

NLM WA 320

FCH/CA/OPS/07.5.1.P © Organização Pan-Americana da Saúde

A Organização Pan-Americana da Saúde irá considerar de modo muito favorável as solicitações de autorização para reproduzir ou traduzir, integralmente ou em parte, esta publicação. As solicitações deverão ser encaminhadas à Área de Saúde da Criança e do Adolescente, Unidade Técnica de Saúde Familiar e Comunitária, Atenção Integrada às Doenças Prevalentes da Infância - AIDPI.

Pan American Health Organization 525 Twenty-third Street, N.W. Washington, D.C., 20037

As denominações usadas nesta publicação e o modo de apresentação dos dados não fazem pressupor, por parte da Secretaria da Organização Pan-Americana da Saúde, juízo algum sobre a consideração jurídica de nenhum dos países, territórios, cidades ou áreas citados ou de suas autoridades, nem a respeito da delimitação de suas fronteiras.

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Indice

AFETA O BEM ESTAR FETAL1
Avaliar a necessidade de reanimação2
Avaliar o risco ao nascer3
Determinar se há doença grave ou infecção local4
Em seguida, verificar se a criança tem diarréia5
Depois avaliar o estado nutricional6
Verificar o desenvolvimento da criança menor de 2 meses de idade7
Verificar os antecedentes de vacinação8

AVALIAR E CLASSIFICAR A CRIANÇA DE 0 A 2 MESES DE IDADE

TRATAR O MENOR DE 2 MESES DE IDADE E ACONSELHAR A MÃO OU O ACOMPANHANTE

Normas da estabilização antes e durante o transporte da criança9
Dar a primeira dose de antibiótico por via intramuscular10
Dar acetomenofen para febre alta1
Dar nistatina para candidíase1
Tratar a criança para evitar que baixe a concentração de açúcar no sangue1
Cuidados rotineiros do recém nascido12
Plano A e Plano C para o tratamento da diarréia13
Ensinar a mãe a tratar as infecções localizadas14
Ensinar a posição e a pega correta para a amamentação15
Ensinar a mãe medidas preventivas15
acompanhamento ou de IMEDIATO15

Ensinar a mãe quando deve retornar a consulta de

MÉTODOS DE SEGUIMENTO E REAVALIAÇÃO DO MENOR DE 2 MESES

de desenvolvimento16
Oferecer serviços de atenção e aconselhar a mãe sobre sua própria saúde17
FORMULÁRIO DE REGISTRO #118
FORMULÁRIO DE REGISTRO #119

Infecção localizada, candidíase oral, diarréia, problemas nutricionais, problemas

uterino20
ANEXO I: Escore ampliado de Ballard para o cálculo da idade gestacional21
ANEXO I: Gráficos do controle evolutivo do crescimento2
(estatura e perímetro cefálico x idade pós-natal)23
(peso x idade pós-natal24
ANEXO VI: Drogas na Reanimação Neonatal25
ANEXO VII: Normatização do transporte inter-hospitalar26
ANEXO VIII: Diagnóstico diferencial das principais infecções congenitas27
ANEXO IX: Tratamento das infecções congênitas28

ANEXO I: Esquema de reanimação, CAPURRO, curvas de crescimento intra- ANEXO IV: Curvas de crescimento pós-natal para crianças de 0 a 2 meses ANEXO V: Curvas de crescimento pós-natal para crianças de 0 a 2 meses INDICE

AVALIAR E DETERMINAR O RISCO DA GESTAÇÃO QUE AFETA O BEM ESTAR FETAL

1 AVALIAR E DETERMINAR O RISCO DURANTE A GRAVIDEZ QUE AFETA O BEM ESTAR FETAL

• Qual sua idade? • Quando foi a ultima menstruação?

Quantas consultas?

• Faz controle pré-natal?

• Quando foi seu ultimo parto?

• Os partos foram naturais ou cesárea?

• Quantas gestações já teve?

baixo peso?

• Teve filhos prematuros ou • Teve filhos malformados?

de nascer ouna primeira

• Teve morte de filho antes semana de vida? • Está tendo dores de parto?

• Sente os movimentos fetais? • Tem tido febre?

• Tem alguma doença?

Qual?

medicamento? Qual?

• Está tomando algum • Tem hemorragia vaginal?

vagina? Qual a cor?

• Tem perda de liquido pela • Tem corrimento?

• Tem dor de cabeça forte?

• Tem visão turva?

• Tem convulsões?

• Tem perda de consciência?

• Fuma, bebe ou consume drogas?

• Data provável do parto • Idade gestacional

• Peso

• Pressão arterial

• Temperatura

• Altura uterina

• Freqüência cardíaca fetal • Apresentação fetal

• Presença de contrações • Gestação múltipla

• Se tem cesárea anterior

• Se tem palidez palmar intensa

• Se tem edema de face, mãos e/ou pernas

• Se tem ou teve hemorragia vaginal

• Sinais de doença sistêmica e/ou de transmissão sexual (DST)

Determinar sinais e sintomas de perigo PERGUNTE DETERMINE

• Hb, HT, VDRL, Hepatite B, HIV • Grupo sanguíneo, prova de Coombs

• Glicemia, exame de urina

Um dos seguintes sinais: • TP < 37 sem

• Gestação > 41 sem

• Diminuição ou ausência de movimentos fetais

• Doença sistêmica grave

• Infecção urinaria com febre

• Diabetes não controlada

• Hemorragia vaginal

• RPM > 12 horas

• Hipertensão não controlada e/ou presença de convulsões, visão turva, perda de consciência ou cefaléia intensa • Alteração do BCF (< 60 ou > 160 bpm)

• Apresentação anormal com TP

• Palidez palmar intensa e/ou Hb < 7mg/dl

• Edema de face, mãos e pernas

Referir URGENTEMENTE para hospital de maior complexidade, deitada do lado esquerdo • Prevenir hipotensão

• Tratar hipertensão

• Se TPP: inibir contrações e administrar corticóide

• Se RPM e febre administrar a primeira dose do antibiótico apropriado • Se existir possibilidade, administrar oxigênio

Um dos seguintes sinais: • < 19 anos ou >35 anos

• Primigesta ou grande multípara

• Intervalo entre gestações < 2 anos

• Altura uterina sem correlação com IG • Cesárea anterior

• Antecedentes de PMT, BPN ou malformados

• Antecedentes de aborto, morte fetal ou neonatal precoce • Doença sistêmica controlada

• Infecção urinaria sem febre

• Diabetes controlada

• Palidez palmar e/ou Hb entre 7-10mg/dl • Secreção vaginal

• Uso de drogas teratogênicas

• Alcoolismo, tabagismo ou drogas • Hipertensão controlada

• Ganho inadequado de peso

• Apresentação anormal

• Gravidez múltipla

• Mãe Rh negativa

• VDRL, HIV, ou hepatite B positivos

Referir para consulta com especialista • gestação múltipla referir antes de 30 sem

• VDRL + iniciar tratamento com penicilina benzatina

• Recomendar à mãe que continue com o tratamento instituído • Administrar ferro, acido fólico e polivitaminas

• Administrar toxóide tetânico

• Orientação para DST/SIDA

• Marcar o retorno

• Orientar nutrição, cuidados com a gestação e aleitamento materno • Ensinar sinais de perigo

• Organizar com a família referência antes do parto de acordo com os fatores de risco e capacidade resolutiva

• Gestação sem risco iminente ou alto risco

• Ensinar sinais de perigo • Organizar com a família o parto e o estabelecimento de saúde • Acompanhamento até o final da getação

• Orientar nutrição, cuidados com a gestação, puerpério, aleitamento materno e vacinas da criança • Orientação para DST/SIDA

• Recomendar a mãe que continue com o tratamento instituído • Administrar ferro, ácido fólico e polivitaminas

• Administrar toxóide tetânico

2PROCEDIMENTOS DE ATENÇÃO IMEDIATA DO RECÉM-NASCIDO

ClassificarPERGUNTE OBSERVE AVALIAR TRATAMENTOCLASSIFICAR

Liquido aminiótico com mecônio e um dos seguintes sinais: • Não respira espontaneamente/respiração irregular • Flácido

Reanimação em presença de mecônio

• Aspiração e sucção endotraqueal, antes de iniciar reanimação

Liquido aminiótico claro e um dos seguintes sinais: • Não respira espontaneamente/ respiração irregular • Flácido

Reanimação urgente

Iniciar REANIMAÇÃO • Proporcionar calor

• Posicionar, limpar vias aéreas (S/N)

• Secar, estimular, reposicionar

• Dar oxigênio (S/N)

• Reavaliar após 30 seg.

• Respirando ou chorando • FC > 100 bpm

• Rosado ou cianose de extremidades

Não reanima • Cuidados de rotina

• Classifique o risco ao nascer

• Não respira espontaneamente ou • FC < 100 bpm ou

• Cianótico ou pálidoContinuar reanimação

• Ventilação com pressão positiva (MÁSCARA E AMBÚ) • Dar oxigênio a 100%

• Reavaliar em 30 seg.

REAVALIAÇÃO APÓS 30 SEGUNDOS

Em TODOS os casos, antes do parto, perguntar sobre os antecedentes da gestação e o trabalho de parto. Se for possível assistir o parto ou perguntar imediatamente depois do nascimento sobre as condições em que ocorreu o mesmo.

ANTES DO NASCIMENTO No momento do parto deve estar persente pelo menos uma pessoa capacitada em atenção ao RN treinada em reanimação neonatal. Preparar o ambiente e os equipamentos: • Ambiente de atenção imediata em sala de parto (T° 24- 26°C) • Fonte de calor

• Mesa de reanimação

• Duas compressas ou campos secos aquecidos

• Sonda nasogástrica e pêra de borracha

• Ambú

• Estetoscópio

• Mascara de reanimação

• Laringoscópio, laminas e tubos endotraqueais

• Aspirador de mecônio

• Fonte de oxigênio

• Luvas

• Relógio com segundos

tem mecônio?

• O liquido aminiótico

• A respiração ou o choro • O tônus muscular

• A presença de liquido meconial • A freqüência cardíaca

• O tempo transcorrido em segundos

• FC < 60 bpmReanimação com massagem cardíaca

• Ventilação com pressão positiva (MÁSCARA E AMBÚ) • Dar oxigênio a 100%

• Compressão torácica (relação 3:1 com ventilação)

• Reavaliar em 30 seg

REAVALIAÇÃO APÓS 30 SEGUNDOS

• Respirando ou chorando • FC > 100 bpm

• Rosado

• Cuidados de rotina • Retirar o oxigênio gradualmente

• Classificar o risco ao nascer

• Observar no mínimo 1 hora

Suspender reanimação

• FC entre 60 e 100 bpm Continuar reanimação

• Ventilação com pressão positiva (MÁSCARA E AMBÚ) • Dar oxigênio a 100%

• Reavaliar em 30 seg

• Respirando ou chorando • FC > 1000bpm

• RosadoSuspender reanimação

• Manter oxigênio S/N e retirá-lo gradualmente • Cuidados de rotina

• Transferir para unidade de cuidados intensivos

Se não responder em 30 seg. Considerar intubação, medicamentos e/ou transferência urgente mantendo a reanimação.Lavar as mãos antes e depois de reanimar o recém-nascido. Evite a hipotermia

3PROCEDIMENTOS DE ATENÇÃO IMEDIATA DO RECÉM-NASCIDO

AVALIAR CLASSIFICARClassificar

• Há quanto tempo?

• Teve rotura prematura de membranas? • A mão teve ou tem febre?

• Teve patologias durante a gestação? (Quadro1)

reanimação?

• Necessitou de procedimentos de

• A cor • A respiração

• O choro

• Vitalidade

• Anomalias congênita

• Sinais de infecção intrauterina (TORCH/HIV)

• Lesões graves devido ao parto

• Peso e idade gestacional • Temperatura axilar

• Freqüência respiratória

Um dos seguintes sinais: • Peso ao nascer <2000g ou >4000g

• Idade gestacional < 35 semanas

• Temperatura axilar < 36,5 ou > 38°C

• Dificuldade respiratória, FR > 60 ou < 30

• Febre materna ou corioaminionite

• Rotura prematura de membranas > 12h

• Palidez ou pletora

• Infecção intra-uterina (TORCH/HIV)

• Anomalias congênitas maiores

• Lesões graves devido o parto

• Reanimação com ambú e máscara

Alto risco ao nascer

• Referir URGENTEMENTE para um hospital segundo as normas de estabilização e transporte (pg 10) MQP

• Favorecer o contato pele a pele quando as condições da criança e da mãe permitirem • Iniciar a amamentação se possível

• Manter o RN aquecido

• Se a rotura prematura de membranas for > 12hs inicie a primeira dose dos antibióticos recomendados • Verificar o cumprimento dos cuidados de rotina

• Orientar a mãe sobre os motivos da transferência

Um dos seguintes sinais: • Peso ao nascer entre 2000g e 2500g

• Idade gestacional entre 35 e 37 semanas • Idade gestacional >42 semanas

• Anomalias congênitas menores

• Procedimento de reanimação sem pressão positiva ou massagem cardíaca

Médio risco ao nascer

• Referir à consulta médica especializada • Colocar o RN em contato pele a pele com a mãe • Iniciar amamentação

• Aconselhar a mãe a manter o RN aquecido

• Verificar o cumprimento dos cuidados de rotina

• Ensinar a mãe os sinais de perigo

• Respiração regular • Choro forte

• Rosado

• Ativo

• Peso ao nascer > 2500g ou < 4000g

• Idade gestacional > 37 semanas e <

42 semanasBaixo risco ao nascer

• Colocar o RN em contato pele a pele com a mãe • Iniciar amamentação desde o nascimento

• Aconselhar a mãe a manter o RN aquecido

• Verificar o cumprimento dos cuidados de rotina

• Orientar a mãe sobre os cuidados com o RN em casa • Ensinar a mãe os sinais de perigo

• Indicar a mãe ou ao acompanhante que o RN deve retornar à consulta de seguimento em 3 dias • Indicar vacinação seguindo o esquema

Lavar as mãos antes e depois de examinar o recém-nascido. Evite a hipotermia

O ambiente térmico adequado para o recém-nascido é de 24 a 26°C sem corrente de ar na sala de parto e de 36°C na mesa onde receberá os primeiros cuidados.

4AVALIAR E CLASIFICAR A CRIANÇA DE 0 A 2 MESES DE IDADE

AVALIAR E CLASSIFICAR A CRIANÇA DE 0 A 2 MESES DE IDADE DETERMINAR SE TEM DOENÇA GRAVE OU INFECÇÃO LOCAL

Classificar

• Tem tido vômito?

• Pode mamar no peito ou beber? • Tem dificuldade para respirar?

• Tem tido febre ou hipotermia?

• Tem tido convulsões?

flacidez, irritabilidade ou

• Letargia, inconciencia ou “não vai bem”? • Vômitos

• Tiragem subcostal grave

• Apnéia

• Batimento de asas de nariz

• Gemido, estridor ou sibilância • Cianose, palidez ou icterícia

• Pústulas ou vesículas na pele

• Equimoses, petequias, hemorragia

• Secreção purulenta de umbigo, olhos ou ouvidos • Distensão abdominal

• Movimentos anormais

Determinar se é a primeira consulta por este problema ou se é uma consulta para uma reavaliação do caso • Se for uma consulta de reavaliação seguir as instruções para

“Reavaliação e Seguimento” dos quadros da página 17; • Se é primeira consulta, examinar a criança do seguinte modo:

Um dos seguintes sinais: • ”Se vai mal”, irritado

• Não pode mamar no peito

• Vomita tudo

• Temperatura axilar < 36° ou > 37,5°

• Convulsões

• Letárgico/inconsciente ou flácido

• Tiragem subcostal grave

• Apnéia

• Batimentos de asas de nariz

• Gemido, estridor ou sibilância

• Cianose central

• Palidez intensa

• Icterícia numa região abaixo do umbigo

• Manifestações de sangramento: equimoses, petéquias, hemorragias

• Secreção purulenta do umbigo (com eritema que se estende para a pele) ou secreção purulenta no ouvido • Distensão abdominal

• Peso menor de 2000g

• Frequência respiratória > 60 ou < 30 por min.

• Pústulas ou visículas na pele (muitas ou extensas)

• Enchimento capilar lento (>2 seg)

• Anomalias congênitas maiores

Lavar as mãos antes e depois de examinar a criança

Um dos seguintes sinais: • Secreção purulenta conjutival

• Umbigo eritematoso com secreção purulenta sem estender-se para a pele • Pústulas na pele (poucas ou localizadas)

• Placas brancas na boca

• Nenhum dos sinais anteriores

Doença grave

Infecção local

Sem doença grave ou infecção local

Um dos seguintes sinais: • Referir URGENTEMENTE ao hospital segundo as normas de estabilização e transporte

• Dar a primeira dose intramuscular dos antibióticos recomendados, exceto anomalias congênitas sem exposição de vísceras • Administrar oxigênio se houver disponibilidade

• Prevenir a hipoglicemisa

• Dar acetaminofen para febre > 38°C

• Prevenir a hipotermia (manter a criança aquecida)

• Recomendar a mãe que continue a amamentação se possível

• Dar o antibiótico recomendado por 7 dias ou

Nistatina segundo o recomendado • Aplicar um tratamento local (antibiótico tópico)

• Ensinar a mãe a tratar as infecções locais em casa

• Ensinar a mãe a reconhecer sinais de perigo e medidas preventivas

• Aconselhar a mãe para prosseguir com o aleitamento materno exclusivo • Fazer o seguimento após 2 dias

• Aconselhar a mãe para prosseguir com o aleitamento materno exclusivo • Nenhum tratamento adicional

• Ensinar a mãe a reconhecer sinais de perigo e medidas preventivas

• Explicar a mãe quando deve retornar para nova consulta

• O peso • A freqüência respiratória

• A temperatura axilar

• Se tem placas embraquecidas na boca

• Enchimento capilar

• Outros problemas (ex: anomalias congênitas)

Os recém-nascidos PIG, GIG, com RCIU, prematuros e os que nascem deprimidos, tem maior risco de hipoglicemia, por isso devese prevenir, e se possível medir a glicemia sanguínea.

AVALIAR E CLASIFICAR A CRIANÇA DE 0 A 2 MESES DE IDADE5

Em seguida, verificar se a criança TEM DIARRÉIA?

fezes?

• *Há quanto tempo? • Tem sangue nas

O estado da criança: • Letárgico ou inconsciente? Intranqüilo ou irritado?

• Se tem olhos fundos

• Sinais de prega cutânea

Classificar a DIARRÉIA

DOIS dos sinais seguintes: • Letárgico ou inconsciente

• Intranqüilo ou irritado

• Se tem olhos fundos

• Sinais de prega cutânea

• Sucção débil ou não consegue mamar

Desidratação

• Referir URGENTEMENTE ao hospital, com a mãe oferecendo soro oral no caminho

• Dar liquido para a desidratação grave; APLICAR

PLANO C (ver pág. 14) • Aconselhar a mãe que continue dando o peito

• Não tem sinais suficientes para classificar como desidratação

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