Acidente Nuclear de Fukushima

Acidente Nuclear de Fukushima

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COLÉGIO HAMÔNIA

ACIDENTE NO JAPÃO

ALANA GROSH

DEISE HERMANN

EMANUEL FUSINATO

PAULA SAYONARA JOENCK

RAFAELA SCURSEL

IBIRAMA

2011

ALANA GROSH

DEISE HERMANN

EMANUEL FUSINATO

PAULA SAYONARA JOENCK

RAFAELA SCURSEL

ACIDENTE NO JAPÃO

Trabalho apresentado às disciplinas de Química, Física, Biologia e Língua Portuguesa-Produção de Texto do terceiro ano do ensino médio do Colégio Hamônia como requisito para apresentação do Seminário Científico 2011.

Professora Orientadora: Micheli Cipriani.

IBIRAMA

2011

Sumário

RESUMO

O Japão, localizado em uma área chamada Círculo de Fogo pela quantidade de placas tectônicas, foi vítima de um desastre natural em doze de março de dois mil e onze. O desastre ocorreu devido a um forte terremoto com magnitude superior a seis graus na escala Richter que foi causado pelos choques da Eurasia e a placa do Pacífico. Além dos tremores houve uma devastação de quatrocentos quilômetros quadrados, devido a uma onda gigante que se formou, porque os tremores aconteceram no mar. Isto vitimou milhares de pessoas e causou vazamentos na usina nuclear de Fukushima, exigindo por parte do governo estratégias tanto imediatas como de longo prazo, para garantir o bem estar da população e a reconstrução das áreas devastadas. O acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, é o pior desde a catástrofe de Chernobyl, na Ucrânia, em mil novecentos e oitenta e seis.

Palavras Chave: Terremoto. Devastação. Radioatividade.

ABSTRACT

Japan, located in an area called ring of fire by the amount of plate tectonics was the victim of a natural disaster on 12 March, 2011. The disaster occurred due to a strong earthquake with magnitude exceeding six degrees on the Richter scale which was caused by shocks of Eurasia and the Pacific plate. Besides the tremors there was a devastation of four hundred square kilometers, due to a giant wave that graduated because the tremors occurred at sea. This victimized thousands of people and caused leaks in the Fukushima nuclear power plant, demanding government strategies both immediate and long-term, to ensure the well-being of the population and the reconstruction of devastated areas. The accident at the nuclear power plant, Fukushima in Japan, is the worst since the Chernobyl catastrophe in Ukraine, 1986.

Keywords: Earthquake. Devastation. Radioactivity.

1 INTRODUÇÃO

O enfoque deste trabalho contempla informações gerais sobre o acidente no Japão, ocorrido no dia 13 de março de 2011, um forte terremoto com consequências gravíssimas.

A localização do país ajuda a explicar a frequência com que o país sofre abalos sísmicos e a magnitude com que isso acontece. A área em que o Japão e toda a costa do Pacífico se encontram, é chamada de Círculo de Fogo, pela grande atividade tectônica.

Este trabalho trata-se de uma pesquisa cujo objetivo será de observar e analisar o ocorrido, as causas e consequências do abalo sísmico.

2 Acidente Sísmico

A localização do arquipélago japonês, situado entre três placas tectônicas, ajuda a explicar a frequência com que o país oriental sofre abalos sísmicos e a magnitude com que isso acontece. A área em que o Japão se encontra e toda a costa do Pacifico é chamada de Circulo do Fogo (Anexo 2), pela grande quantidade de atividade das placas tectônicas. (Anexo 1)

Os tremores ocorridos em 12 de março de 2011 abalaram o território japonês, com magnitudes superiores a 6 graus na escala Richter, entre os tremores o mais forte alcançou 8,9 graus na escala Richter, sendo classificado como o 7º terremoto mais forte já ocorrido no mundo. Além de ter abalado o país o terremoto deslocou o país quatro metros para o leste, de acordo uma empresa de geolocalização. O terremoto foi causado pelos choques entre as placas da Eurásia e a placa do Pacifico.

O terremoto causou muitos estragos nas cidades atingidas. Foi ele quem causou a tsunami que alcançou áreas da cidade japonesa de Sendai, na ilha de Honshu. E ajudou a dar pane em um dos reatores assim parando de resfriar, aumentando o perigo de derretimento em razão do superaquecimento. Com esse terremoto, ocorreu mudança do relevo japonês e também mudou um pouco o eixo da terra, ocasionando uma maior duração ou do dia ou da noite.

Como os tremores ocorreram no mar, originou-se uma enorme onda de até 23 metros de altura, que trouxe a devastação a uma área de 400 quilômetros quadrados. Os dois desastres naturais causaram 11.082 mortos, segundo agência de notícias NHK. O número de desaparecidos ficou em torno de 16.700.

Depois o tsunami, que devastou a costa do Japão, também atingiu a usina de Fukushima, porém a onda foi de menor proporção, com apenas 10 metros. Esse tsunami ocasionou a poluição do mar, com dejetos e sujeiras, ocasionando a morte de várias espécies. Causou também, grande preocupação ao governo e autoridades competentes devido ao vazamento de radioatividade.

2.1 Contaminação

Quando material radioativo vaza para atmosfera, como ocorreu na usina de Fukushima, ele pode se depositar no ambiente ao redor do vazamento, inclusive no solo, em plantações e pastos. O césio fica na atmosfera por anos – dependendo do tipo, por até 300 anos, como ocorre com o césio 137. As pessoas podem se contaminar inalando o ar da nuvem de radiação, ingerindo alimentos contaminados e encostando em objetos atingidos pela nuvem radioativa.

O vazamento de material radioativo ocorrido no Japão em decorrência do terremoto não foi como o de Chernobyl. A primeira ideia que vem à mente quando o assunto é acidente nuclear é justamente a tragédia de 1986, na Ucrânia, considerada a pior da história, mas as condições das usinas hoje são diferentes.

A usina de Chernobyl tinha o teto muito frágil, o que contribuiu para o vazamento. As usinas modernas, como as europeias e japonesas, são construídas de forma mais segura, com uma redoma para conter vazamentos, só que um acidente com as proporções desse terremoto não estava previsto.

2.2 CONSEQUÊNCIAS

2.2.1 Quais são as consequências para a saúde de uma pessoa contaminada?

Se a exposição for alta, pode causar, em curto prazo, distúrbios gastrointestinais, náusea, diarreia, febre, entre outros sintomas. A médio e longo prazo, a exposição pode causar cânceres em diversos órgãos. Se a radiação for inalada, pode resultar em câncer de pulmão; se for ingerida, pode causar câncer de estômago, esôfago e boca; se a pele for contaminada, a radiação pode causar leucemia e câncer de pele. Em casos de exposição extrema, o paciente pode morrer de hemorragias causadas por intoxicação.

2.2.2 Como a radiação atua no corpo humano?

A radiação atua em nível molecular e funcional. Ou seja, ela causa uma mutação nas células humanas e, dessa forma, os órgãos perdem capacidade e aos poucos param de cumprir suas funções. Os rins começam a falhar e ter problemas, como câncer, por exemplo, seguidos pelo fígado, pulmões e assim por diante.

2.2.3 Existe tratamento para radiação?

Depende do grau de exposição do paciente. Se tiver sido muito intensa, em especial se a radiação tiver sido ingerida, não há tratamento. Mas existe uma substância, chamada Azul da Prússia, que é capaz de fazer com que a radiação seja eliminada por meio da urina e das fezes. Caso haja suspeita de contaminação, o primeiro passo é a retirada das roupas e banho na base do esfregão mesmo, para que o paciente se livre de qualquer possível foco externo de radiação.

2.2.4 O material radioativo que vazou é o mesmo usado na medicina?

Sim. O césio já foi amplamente usado pela medicina, em especial no tratamento de cânceres como o do colo de útero. Hoje, por causa de tecnologias mais modernas, seu uso diminuiu. No Brasil, ele já está quase em desuso.

3 Funcionamento da Usina

O funcionamento de uma usina nuclear é parecido com o de uma usina térmica. A diferença é que ao invés de termos calor gerado pela queima de um combustível fóssil, como o carvão, óleo ou gás, nas usinas nucleares o calor é gerado pelas transformações que se passam nos átomos de urânio. O calor gerado no núcleo do reator aquece a água do circuito primário. Esta água circula pelos tubos de um equipamento chamado Gerador de Vapor. A água de outro circuito em contato com os tubos do Gerador de Vapor se vaporiza a alta pressão, fazendo gerar um conjunto de turbinas que tem junto a seu gerador elétrico. O movimento do gerador elétrico produz a energia, entregue ao sistema para distribuição.

3.1 Elementos mais usados como fonte de energia

- Tório: As novas gerações de centrais nucleares utilizam o tório como fonte de combustível adicional para a produção de energia ou decompõe os resíduos nucleares em um novo ciclo denominado fissão assistida.

- Urânio: A principal finalidade comercial do urânio é a geração de energia elétrica. Quando transformado em metal, o urânio torna-se mais pesado que o chumbo, pouco menos duro que o aço e se incendeia com muita facilidade.

- Actínio: O Actínio é um metal prateado, altamente radioativo, com radioatividade 150 vezes maior do que o urânio. Usado em geradores termoelétricos.

3.2 A Reação Nuclear

 

A reação nuclear ocorre quando um nêutron colide com o átomo de um elemento e é por este absorvido. O núcleo desse átomo é elevado a um nível de energia acima do normal. Esse átomo tende então a fragmentar-se, no processo chamado "Fissão Nuclear". Então o átomo libera grande quantidade de energia térmica e junto de dois ou três novos nêutrons, os quais irão colidir com outros átomos, produzindo mais fissões e mais nêutrons. Esse processo denomina-se "Reação em Cadeia". (Anexo 3)

3.3 O Controle da Reação Nuclear

Com o objetivo de controlar a reação em cadeia são inseridas Barras de Controle no Núcleo do Reator. Essas Barras são constituídas de uma liga de Prata, Cádmio e Índio e têm a capacidade de absorver nêutrons, diminuindo o número de fissões.

Através de inclusão ou retirada das Barras de Controle podemos manter constante a população de nêutrons e, consequentemente, a potência térmica do reator.

     Outra forma de controlar as fissões é a adição de Ácido Bórico à água no interior do reator. Esses produtos são usados devido à propriedade que possuem os seus átomos de absorver os nêutrons situados na faixa de energia que provocaria fissões. Aumentando ou diminuindo a concentração de boro no refrigerante do reator fazemos o controle para termos maior ou menor número de fissões.

4 Medidas Tomadas

Em Tóquio, quase metade das crianças testadas em três cidades próximas à usina nuclear Fukushima Daiichi receberam um baixo nível de radiação interna durante os primeiros dias do acidente ocorrido em 11 de março,

No final de março, o governo testou 1.150 crianças de três cidades localizadas fora da zona de evacuação obrigatória ao redor da usina e, na ocasião, disse que todas estavam dentro dos padrões de saúde. Depois, os pais e especialistas em radiação exigiram mais detalhes do governo, que revelou que 45% das crianças foram expostas à radiação, embora em baixos níveis.

Desde o acidente, o governo testou 219 mil moradores para exposição externa. Inicialmente, alguns mostraram níveis elevados de radiação, mas quando as roupas eram removidas e as pessoas tomavam banho,  nenhuma delas apresentou resultados que gerassem preocupações com a saúde, de acordo com uma nota divulgada pela agência nuclear japonesa.

As doses de radiação que as crianças de Fukushima receberam estavam abaixo dos níveis nos quais os efeitos na saúde são considerados uma preocupação. As crianças, particularmente as mais novas, são mais suscetíveis aos efeitos da radiação e têm mais riscos de desenvolver câncer na tiroide ao longo da vida, segundo especialistas.

Outro teste foi realizado com crianças de colo e com idade até 15 anos, nos municípios Iitate, Kawamata e Iwaki, que estão localizados fora da zona de avaliação de 20 km, estabelecido pelo governo japonês no dia seguinte ao terremoto e tsunami.

A medida foi tomada depois que o governo confirmou, no final de março, que seu sistema de monitoramento de radiação apontou que essas cidades tinham recebido doses relativamente grandes de exposição.

De acordo com os resultados divulgados, 55% das crianças mostraram exposição “zero” à radiação. Outras 26% apresentaram 0,01 microsievert por hora, bem abaixo do limite de 0,2 microsievert por hora que o governo considera um risco à saúde.

A prefeitura de Fukushima já começou um programa de monitoramento da saúde, no final de março enviou questionários para todos os seus dois milhões de moradores. O governo local planeja monitorar a saúde durante os próximos trinta anos dos 200 mil moradores considerados de maior risco.

Em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, aconteceu algo parecido,mas, houve uma lentidão até que as autoridades divulgassem o vazamento. Com isso, morreram de imediato 50 pessoas e houve um aumento de 4 mil casos de câncer nas redondezas.

5 Impacto Socioeconômico

O desastre provocou uma devastação estimada em cerca de 700 vezes a que ocorreu na região de Kobe em 1995, que não alterou a evolução do PIB japonês naquele ano. Houve uma aglutinação significativa de toda a sociedade japonesa, que fez com que a oposição política declarasse que apoiaria o governo em todas as medidas para minorar as dificuldades do povo do Japão. Os trabalhos de reconstrução estimularam a economia, mas o poder público japonês estava extremamente endividado, tendo limitações para a mobilização de novos recursos para as obras necessárias. No entanto, toda a dívida pública foi financiada pelas poupanças do povo japonês, não dependendo do exterior, como em muitos países em dificuldades. As características do povo japonês, mais que de outros países, tendem a juntar os seus esforços nos desastres naturais, pois tem a cultura de um arquipélago, onde todos dependem dos demais de forma mais direta. As poupanças japonesas, onde o principal instrumento são os depósitos no sistema de correios, representam volumes impressionantes, estáveis, e com custos extremamente baixos. Eles podem ser mobilizados para as compras dos bônus do governo japonês, com custos baixos e prazos longos.

A região mais afetada do Japão não é de concentração industrial, que se situa na área mais próxima de Tóquio e se prolonga para o sul. No entanto, naquele país utiliza-se muito o sistema do “juston time”, pois contavam com sistema eficiente de logística, exigindo poucos estoques de componentes industriais. Foi o aspecto que imobilizou muitas indústrias no episódio de Kobe. Mas foi instituído um sistema de rodízio de corte de energia elétrica por região, por algumas horas durante cada dia, pois sem as usinas atômicas havia um risco de black out nacional. sistema de transportes foi prejudicado, e necessitou de tempo para ser totalmente restaurado. Isto provocou dificuldades nas atividades econômicas, mas as preocupações com o abastecimento da população são de prazo mais curto, pois a agricultura que foi atingida representa hoje menos de 20% da alimentação japonesa. A dimensão do desastre atual é inusitada. Não há forma de avaliar os prejuízos sobre os recursos humanos, pois muitos estão traumatizados, sofrendo naturais dificuldades psicológicas. Algumas organizações estrangeiras cogitam transferir parte do seu pessoal para áreas menos sujeitas a desastres desta natureza.

6 Sistema de Segurança e Prevenção de Desastres

O Japão conta, desde 2007, com moderno sistema de segurança contra terremotos, sistema que conta com vasta rede com mais de 1000 sismógrafos com sensibilidade para detectar com antecedência ondas sísmicas.

Os terremotos ocorridos em maio deste ano foram previstos com um minuto de antecedência o que fez com que milhares de pessoas pudessem achar um abrigo seguro. Mesmo sendo somente um minuto, neste curto período de tempo os japoneses, treinados para procederem da forma correta durante e após o incidente, puderam salvar-se do terremoto.

Outras medidas tomadas no Japão foram a criação de um plano de resposta a incidentes e continuidade, envolvendo o comunicado e alerta a população, por meio da televisão, rádio e telefones celulares e o suporte técnico a empresas e industrias com processo críticos, por parte do governo, o que contribui para minimização dos danos associados as ameaças, como por exemplo o suporte dado pelo Governo a Tokyo Eletric Power, que seguiu orientações, para reduzir a radioatividade excessiva, após o terremoto, o que poderia causar mais danos.

Apesar de toda a maturidade, ainda assim modelos de segurança devem ser revistos, pois não se pode garantir a perfeição na detecção e tratamento de todos os incidentes desta natureza, que são mutantes e atuam sob vulnerabilidades distintas. O Japão é um exemplo, eis que disposto a diariamente revisar seu planejamento, em nítida melhoria contínua do sistema, o que permite a clara contenção dos danos causados pelos incidentes e aprimoramento para enfrentamento futuro de outras ameaças.

7 Considerações finais

O Japão deixa um modelo a todos nós, lidando com um terremoto brutal com número considerado relativamente reduzido de mortes registradas. Terremotos anteriores em outros países, na escala 8,9, tiveram muito mais mortes.

As autoridades já tomaram todas as providencias cabíveis para minimizar o sofrimento da população japonesa.

A população próxima ao local receberá doses de iodo, um elemento útil para prevenir câncer de tireóide.

8 Referências

- “A Reação Nuclear”; acesso em 03/09/11: http://www.nuctec.com.br/educacional/funcionam.html

- “As consequências do acidente nuclear de Fukushima”; acesso em 19/09/11:

http://monstersports.com.br/blog/as-consequencias-do-acidente-nuclear-de-fukushima/

- “Causas e Consequências do terremoto no Japão”; acesso em 18/09/11: http://eficienciavital.wordpress.com/2011/03/12/causas-e-consequncias-do-terremoto-no-japo/

- “Consequências do terremoto e tsunami do Japão“; acesso em 19/09/11: http://www.japaoemfoco.com/consequencias-do-terremoto-e-tsunami-do-japao/

- “Consequências do Tsunami na Japão”; acesso em 15/09/11: http://www.crashinside.com/2011/03/consequencias-do-tsunami-no-japao-d.html

- “Energia Nuclear”; acesso em 04/09/11: http://www.coladaweb.com/geografia/fontes-de-energia/energia-nuclear

- “Entenda o terremoto do Japão e suas consequências”; acesso em 19/09/11:

http://espalhai.tudonahora.com.br/2011/03/entenda-o-terremoto-do-japao-e-suas-consequencias/

- “Japão tem pane em terceiro reator de usina nuclear de Fukushima”; acesso em 04/09/12: http://noticias.centralblogs.com.br/post.php?href=japao+tem+pane+em+terceiro+reator+de+usina+nuclear+de+fukushima&KEYWORD=11459&POST=4014971

- “O acidente nuclear no Japão, a escassez energética e a mudança climática global”; acesso em 15/09/11:

http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2011/04/o-acidente-nuclear-no-japao-a-escassez-energetica-e-a-mudanca-climatica-global/10370

- “OMS pede vigilância de consequências de Fukushima por 10 anos”; acesso em 18/09/11: http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/terremotonojapao/noticias/0,,OI5074149-EI17716,00-OMS+pede+vigilancia+de+consequencias+de+Fukushima+por+anos.html

- “ONU pretende estudar consequências de Fukushima”; acesso em 18/09/11: http://madeinjapan.uol.com.br/2011/09/23/onu-pretende-estudar-consequencias-de-fukushima/

- “Terremoto atinge costa do Japão, gera tsunami e mata ao menos 288”; acesso em 12/09/11:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/03/terremoto-atinge-costa-do-japao-gera-tsunami-e-mata-ao-menos-200.html

- “Tsunami de 14 metros atingiu Fukushima”; acesso em 12/09/11: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/tsunami-de-14-metros-atingiu-fukushima

9 Anexos

Anexo 1

Anexo 2

Anexo 3

Comentários