atlas de histologia

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(Parte 4 de 4)

Para mais informações sobre a estrutura morfo-funcional do fígado, leia o texto referente à Lâmina 45 - FÍGADO DE PORCO HE .

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento

Texto - O Tecido Conjuntivo

Texto - As Glândulas: Tecido Epitelial Glandular

Texto - Os vasos: Artérias e Veias Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 48

Lâmina 48 - VESÍCULA BILIAR HE

Nesta lâmina, a principal estrutura a ser notada é o epitélio, classificado como epitélio de revestimento simples prismático. Também podem ser vistos, com bastante facilidade, os feixes de fibrocélulas musculares lisas.

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 50

Lâmina 50 - TRAQUÉIA HE

A principal estrutura a se observar na traquéia é o seu epitélio (foto 2, com aumento de 100X e foto 3, com aumento de 400X). Como no epidídimo (ver lâmina 03 - ZONA DE GOLGI (epidídimo) Ayoma - e lâmina 65 - EPIDÍDIMO HE ), o epitélio da traquéia é o classificado como epitélio de revestimento pseudo-estratificado prismático ciliado com células caliciformes. A diferença para o epidídimo é que neste o epitélio é revestido por estereocílios e não por cílios, como acontece na traquéia. Além disso, no epidídimo não há células caliciformes.

Na traquéia, podemos observar cartilagem hialina (lâmina 14). Também é um dos locais onde podemos encontrar tecido adiposo unilocular (foto 4).

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento

Texto - As Glândulas: Tecido Epitelial Glandular Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 54

Lâmina 54 - RIM HE

O rim controla a eliminação de diversas substâncias resultantes do metabolismo dos nutrientes, sobretudo das proteínas. Também atua na regulação da concentração de água, eletrólitos e não-eletrólitos no meio interno, possuindo papel muito importante na manutenção da homeostase.

O rim pode ser dividido em duas zonas: cortical e medular. A zona cortical localiza-se mais externamente, enquanto a zona medular possui localização mais interna.

À unidade funcional do rim deu-se o nome de néfron. O néfron é constituído pela cápsula de Bowman, pelos túbulos contorcidos proximal e distal e pela alça-de- Henle. A alça-de-Henle localiza-se na zona medular, enquanto todas as outras estruturas localizam-se na zona cortical. No néfron ocorre todo o processo de filtração e reabsorção do líquido tissular (também de filtrado glomerular). O néfron desemboca em um tubo coletor. O tubo coletor, que não faz parte do néfron, desemboca na pélvis renal que irá formar o ureter.

Os principais componentes do néfron são:

Cápsula de Bowman: dentro da cápsula de Bowman está o glomérulo, que é um tufo de capilares do tipo fenestrado. Tanto a cápsula de Bowman quanto o glomérulo são formados por epitélio simples pavimentoso. Ao conjunto formado pela cápsula de Bowman e pelo glomérulo deu-se a denominação corpúsculo renal ou de Malpighi.

Túbulo contorcido proximal: o túbulo contorcido proximal inicia-se próximo ao corpúsculo de Malpighi e dirige-se em direção à zona medular, onde penetra muito pouco. O epitélio do túbulo contorcido proximal é simples cúbico alto. Nos preparados histológicos, percebe-se que a luz deste túbulo é visivelmente mais estreita que a luz do túbulo contorcido distal. As células que formam o epitélio do túbulo contorcido proximal são altamente acidófilas, portanto se coram intensamente de vermelho pelo HE. Essa acidofilia é explicada pela presença de muitas mitocôndrias filamentosas no citoplasma. A porção do citoplasma que entra em contato com a luz do túbulo apresenta microvilos, que formam uma estrutura denominada orla em escova.

Alça-de-Henle: é uma estrutura intermediária entre os túbulos contorcidos proximais e distais, que inicia-se na zona medular, aprofunda-se nessa zona e curva-se, retornando à zona cortical. Seu aspecto é, portanto, semelhante à letra U. Possui uma parte delgada, constituída por células achatadas e uma parte espessa, formada por células idênticas às células do túbulo contorcido distal.

Túbulo contorcido distal: é a continuação da alça-de-Henle e desemboca no tubo coletor. É possível diferenciá-lo dos túbulos contorcidos proximais pois seu epitélio é simples cúbico baixo e não possui microvilos, não formando, assim, orla em escova. O seu citoplasma não é tão acidófilo quanto o citoplasma dos túbulos contorcidos proximais, devido à menor quantidade de mitocôndrias.

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 5

Lâmina 5 - URETER HE

O ureter é canal por onde sai a urina da bexiga em direção ao meio externo.

No ureter, assim como na bexiga (ver Lâmina 56 - BEXIGA HE ), encontramos o epitélio de revestimento estratificado misto ou de transição, que está caracterizado no texto O Tecido Epitelial de Revestimento.

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 56

Lâmina 56 - BEXIGA HE

A bexiga é uma estrutura que armazena temporariamente a urina proveniente dos ureteres até a sua posterior eliminação.

O epitélio da bexiga é classificado como epitélio de revestimento misto ou de transição. Este epitélio não permite que haja a passagem de substâncias da urina para o fluidos tissulares, apesar da diferença osmótica.

De acordo com o volume de urina que a bexiga apresenta, o epitélio pode estar distendido (quando a bexiga estiver cheia) ou apresentar invaginações (quando a bexiga estiver vazia).

A lâmina de bexiga, assim como de outras vísceras, costuma trazer grande quantidade de tecido muscular liso, como mostra a foto.

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento

Texto - O Tecido Muscular Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 65

Lâmina 65 - EPIDÍDIMO HE

O epitélio do epidídimo é formado por grupos de células prismáticas altas, dotadas de cílios móveis característicos, e células prismáticas baixas, geralmente não possuindo cílios e com provável função secretora. Devido a sua morfologia, esse epitélio é comumente comparado a uma grinalda.

Tal epitélio é classificado como pseudo-estratificado com estereocílios, pois é formado por células basais e colunares altas. Essas células colunares altas formam uma superfície contínua. Processos citoplasmáticos dessas células em direção à luz do epidídimo foram denominados estereocíclios (do grego stereos, sólido). Sua principal diferença para os cílios convencionais é que não são constituídos por um arranjo de microtúbulos.

•Lâmina 03 - ZONA DE GOLGI (epidídimo) Ayoma

Texto - O Tecido Epitelial de Revestimento Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 72

Lâmina 72 - HIPÓFISE HUMANA Mallory-Azan

A hipófise é uma glândula de dupla origem embrionária. Uma parte da hipófise tem origem nervosa e a outra, ectodérmica. Ela se caracteriza por manter íntimo relacionamento com o hipotálamo, localizado na base do cérebro.

As células hipofisárias podem ser classificadas em cromófilas (se coram bastante) e cromófobas (se coram muito fracamente). As cromófilas, por sua vez, são classificadas em basófilas (se coram de azul) e acidófilas (se coram de vermelho).

Entre as células acidófilas estão as somatotróficas, as lactotróficas e as somatomamotróficas, sendo estas últimas formadoras do hormônio do crescimento (GH) e da prolactina (Prl). Já o conjunto basófilo da hipófise é constituído pelas células tirotróficas, pelas gonadotróficas e pelas corticotróficas, respectivamente estimuladoras da tireóide, das gônadas e do córtex da supra-renal.

Histologicamente, a hipófise é classificada com glândula endócrina cordonal.

A coloração Mallory-Azan dá um bonito efeito colorido à lâmina e evidencia as fibras colágenas.

Texto - As Glândulas: Tecido Epitelial Glandular Relação de Lâminas

Atlas Eletrônico de Histologia Lâmina 73

Lâmina 73 - TIREÓIDE E PARATIREÓIDE

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