Questões comentadas fgv todas conhecimentos específicos

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A notifica‡Æo compuls¢ria, historicamente, ‚ uma das principais fontes de dados da Vigilƒncia Epidemiol¢gica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo informa‡Æo- decisÆo-a‡Æo. O car ter compuls¢rio da notifica‡Æo implica responsabilidades formais, principalmente para os profissionais de sa£de.ÿ PORTARIA N§ 104, DE 25 DE JANEIRO DE 2011 Define as terminologias adotadas em legisla‡Æo nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanit rio Internacional 2005 (RSI 2005), a rela‡Æo de doen‡as, agravos e eventos em sa£de p£blica de notifica‡Æo compuls¢ria em todo o territ¢rio nacional e estabelece fluxo, crit‚rios, responsabilidades e atribui‡äes aos profissionais e servi‡os de sa£de. õ 1§ Os casos de mal ria na regiÆo da Amaz“nia Legal deverÆo ser registrados no Sistema de Informa‡Æo de Vigilƒncia Epidemiol¢gica - Mal ria - SIVEP-Mal ria, sendo que na regiÆo extraamaz“nica deverÆo ser registrados no Sinan, conforme o disposto no caput deste artigo. ÿõ 4§ A notifica‡Æo imediata realizada pelos meios de comunica‡Æo nÆo isenta o profissional ou servi‡o de sa£de de realizar o registro dessa notifica‡Æo nos instrumentos estabelecidos. õ 5§ Os casos suspeitos ou confirmados da LNCI deverÆo ser registrados no Sinan no prazo m ximo de 7 (sete) dias, a partir da data de notifica‡Æo.ÿ Art. 7§ A notifica‡Æo compuls¢ria ‚ obrigat¢ria a todos os profissionais de sa£de m‚dicos, enfermeiros, odont¢logos, m‚dicos veterin rios, bi¢logos, biom‚dicos, farmacˆuticos e outros no exerc¡cio da profissÆo, bem como os respons veis por organiza‡äes e estabelecimentos p£blicos e particulares de sa£de e de ensino, em conformidade com os arts. 7§ e 8§, da Lei n§ 6.259, de 30 de outubro de 1975. Art. 10. ÿfacultadaÿa elabora‡Æo de listas estaduais ou municipais de Notifica‡Æo Compuls¢ria, no ƒmbito de sua competˆncia e de acordo com perfil epidemiol¢gico local. O Minist‚rio da Sa£de instituiu, em 2002, o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) que visa reduzir a infesta‡Æo peloÿAedesÿ aegypti, a incidˆncia da dengue e a letalidade por febre hemorr gica de dengue. Dentre os indicadores propostos para o acompanhamento do PNCD est  o de propor‡Æo de munic¡pios com quantitativo adequado de agentes de controle de endemias. Essa propor‡Æo deve ser de:LETRA A As diretrizes nacionais preconizam como ideal queÿcada agente visite de 800 a 1000 im¢veis a cada 02 meses. Isso corresponde a um rendimento de 20 a 25 im¢veis por dia, que devem ser visitados por cada agente.ÿ A vacina dupla tipo adulto ( dT) ‚ indicada a partir dos sete anos de idade, para preven‡Æo do t‚tano acidental e da difteria.  tamb‚m indicada para a vacina‡Æo de mulheres em idade f‚rtil (12 a 49 anos) e gestantes, principalmente para a preven‡Æo do t‚tano neonatal.ÿEssa questÆo deveria ser anulada. Segundo o calend rio vacinal do Adulto, se nÆo houver comprova‡Æo da vacina‡Æo na infƒncia, o adulto dever  fazer 3 doses da dT. 1¦ aos 20 anos, a 2¦ 2 meses ap¢s a primeira e a 3¦ 4 meses ap¢s a primeira. Se houver comprova‡Æo, somente far  a dose de refor‡o a cada 10 anos.ÿ O calend rio de vacina‡Æo brasileiro ‚ definido pelo Programa Nacional de Imuniza‡äes do Minist‚rio da Sa£de (PNI/MS) e corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse priorit rio … sa£de p£blica do pa¡s.ÿ ÿc) a 1¦ dose da tr¡plice viral e o refor‡o da pneumoc¢cica 10 (conjugada O Programa de Sa£de da Fam¡lia - PSF ‚ entendido como uma estrat‚gia de reorienta‡Æo do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implanta‡Æo de equipes multiprofissionais em unidades b sicas de sa£de.ÿ LETRA B O trabalho de equipes da Sa£de da Fam¡lia ‚ o elemento-chave para a busca permanente de comunica‡Æo e troca de experiˆncias e conhecimentos entre os integrantes da equipe e desses com o saber popular do Agente Comunit rio de Sa£de.ÿAs equipes sÆo compostas, no m¡nimo, por um m‚dico de fam¡lia, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e 6 agentes comunit rios de sa£de.ÿQuando ampliada, conta ainda com: um dentista, um auxiliar de consult¢rio dent rio e um t‚cnico em higiene dental. O Programa de Agentes Comunit rios de Sa£de ( PACS) ‚ considerado parte da Sa£de da Fam¡lia. Nos munic¡pios onde h  somente o PACS, este pode ser considerado um programa de transi‡Æo para o PSF. De acordo com a Pol¡tica Nacional de Aten‡Æo B sica, cada ACS deve ser respons vel por uma microrregiÆo com, no m ximo,LETRA E As equipes de ACS devem estar vinculadas …s Unidades B sicas de Sa£de (UBS), ÿseguindo os crit‚rios da Pol¡tica Nacional da Aten‡Æo B sica (PNAB), visando … cobertura de um territ¢rio espec¡?co. O n£mero de ACS deve ser su?ciente para cobrir 100% da popula‡Æo cadastrada,ÿcom um m ximo de 750 pessoas por ACS e de at‚ 12 ACS por equipe de Sa£de da Fam¡lia, nÆo ultrapassando o limite m ximo recomendado de pessoas por equipe.ÿÿ Os requisitos para o exerc¡cio da atividade do agente comunit rio de sa£de. De acordo com a Resolu‡Æo COFEN 358/2009 o Processo de Enfermagem orienta o cuidado de Enfermagem e a documenta‡Æo da pr tica profissional. Sobre as etapas desse processo, assinale a afirmativa que define aÿAvalia‡ÆoÿdeÿEnfermagem.Resposta Correta: DConsiste na a‡Æo de acompanhar as respostas do paciente aos cuidados prescritos e implementados por meio de anota‡Æo em prontu rio. V ? Avalia‡Æo de Enfermagem ? processo deliberado, sistem tico e cont¡nuo de verifica‡Æo de mudan‡as nas respostas da pessoa, fam¡lia ou coletividade humana em um dado momento do processo sa£de doen‡a, para determinar se as a‡äes ou interven‡äes de enfermagem alcan‡aram o resultado esperado; e de verifica‡Æo da necessidade de mudan‡as ou adapta‡äes nas etapas do Processo de Enfermagem. O diagn¢stico deÿperfusÆoÿ tissularÿ perif‚ricaÿ ineficazÿ ‚ÿdefinido, pela taxonomia de Nanda, como ?a redu‡Æo na circula‡Æo sangu¡nea para a periferia, capaz de comprometer a sa£de?.ÿc) Sopro femoral.

A intuba‡Æo ou sondagem gastrintestinal ( GI ) consiste na inser‡Æo de um tubo flex¡vel no est“mago, duodeno ou jejuno. A escolha do tipo de sonda GI varia de acordo com o objetivo a ser alcan‡ado. A sonda de reservat¢rio g strico ( salem) ‚ uma sonda radiopaca, de pl stico transparente e com luz dupla, empregada normalmente para b) descompressÆo g strica. O exame f¡sico de um paciente com dist£rbios cardiovasculares inclui entre outras coisas, a inspe‡Æo da aparˆncia geral, monitoramento da PA e do pulso, ausculta do cora‡Æo, do pulmÆo e palpa‡Æo do abdome.ÿ Na palpa‡Æo abdominal, o refluxo hepatojugular ‚ um achado importante e pode ser demonstrado, a) pressionando- se firmemente o quadrante superior direito do abdome por 30 a 60 segundos, ocasionando um aumento de 1 cm ou mais na pressÆo venosa jugular. A angina de peito ‚ uma s¡ndrome cl¡nica comumente caracterizada por epis¢dios ou paroxismos de dor ou pressÆo na regiÆo anterior do t¢rax. Os sintomas variam de acordo com o tipo de angina, podendo ir desde um desconforto at‚ a dor agonizante. A dor em repouso, possivelmente causada pelo vasoespasmo da art‚ria coron ria, ‚ caracter¡stica da: A angina de Prinzmetalÿ? Em 1959, Prinzmetal e cols descreveram uma forma de angina pecturis com as seguintes caracter¡sticas que a diferiam da angina cl ssica, apesar de ter a dor semelhante em car ter, localiza‡Æo, irradia‡Æo, dura‡Æo transit¢ria e alivio pela nitroglicerina: 1.ÿNÆo desencadeada pelos esfor‡os f¡sicos ou emo‡äes, ou outra causa que aumente o trabalho card¡aco. 2. Aparecimento s£bito em repouso, as vezes durante o sono, acordando o paciente. 3. A dor ‚ mais intensa e mais duradoura. As vezes, no curso do epis¢dio anginoso h  breves per¡odos de intensifica‡Æo da dor, com per¡odos de abrandamento. 4. Os epis¢dios tende a se repetir ciclicamente, nas mesmas horas de cada dia. 5. No acme da dor podem ocorrer dist£rbios do ritmo ou da condu‡Æo, acompanhados ou nÆo de sintomas neurol¢gicos, como lipotimias, s¡ncopes, estados par‚ticos e crises convulsivas. O eletrocardiograma ‚ normal fora da crise, e nas mesmas, observa-se supradesn¡velamento transit¢rio do segmento ST, Bloqueios atrioventriculares e disritmias ventriculares durante a crise. O teste de esfor‡o geralmente e negativo para cardiopatia isquˆmica, por‚m o Holter caracteriza tais eventos anginosos. Aÿangina est velÿ‚ a que se apresenta com caracter¡sticas cl ssicas descrita por Heberdem, ou seja, desconforto precordial ou sub esternal, tipo aperto, de in¡cio s£bito, ap¢s esfor‡o f¡sico, ou outro fator que solicite maior desempenho card¡aco, como emo‡äes, com irradia‡Æo para o bra‡o esquerdo, ou epig strio, ou mand¡bula, que melhora com o repouso ou uso de nitritos sublinguais. Aÿangina progressiva ou inst velÿcomo o pr¢prio nome diz ‚ uma angina que vem evoluindo como uma angina est vel e no decurso da doen‡a passa a apresentar epis¢dios de angina mais freqentes e mais duradouros que o habitual, passando os pacientes a apresentarem dor aos pequenos esfor‡os e mesmo em repouso. A angina inst vel ‚ situa‡Æo prec ria e imprevis¡vel da cardiopatia isquˆmica, evoluindo para infarto agudo do mioc rdio em at‚ 28% dos casos, com percentual de ¢bito entre 4 e 32%.Este tipo de angina trata-se de um emergˆncia cl¡nica necessitando de interna A mortalidade infantil no Brasil vem sendo reduzida consideravelmente ao longo dos anos, por‚m, se comparado a outros pa¡ses, os ¡ndices ainda sÆo bastante elevados. A taxa de mortalidade infantil ‚ o indicador utilizado pelo Minist‚rio da Sa£de para monitorar esses n£meros e usa como base de c lculo Para calcular este valor vc precisar  de alguns dados, pois trata-se deÿuma rela‡Æo entre o n£mero de ¢bitos de menores de um ano de idade, expresso por mil nascidos vivos, em determinado local e per¡odo. Desta maneira, para calcularmos, seria:

N§ de ¢bitos de residentes x 1000 ------------------------------------ N§ de nascidos vivos no mesmo local e per¡odo

Basta fazer esta divisÆo e teremos o valor de n£mero de obitos em rela‡Æo a 1000 nascidos vivos... Em caso de emergˆncia na qual seja necess rio realizar massagens card¡acas em um rec‚m-nascido, estas devem ser executas de forma sincronizada com a ventila‡Æo, mantendo-se a rela‡Æo de: a) 3 movimentos de massagem card¡aca para 1 movimento de ventila‡Æo, com uma frequˆncia de 120 eventos por minuto. MANUAL AIDPI NEONATAL:ÿ As duas atividades (ventila‡Æo e massagem card¡aca) devem ser coordenadas, dando uma ventila‡Æo depois de cada trˆs compressäes, para um total de 30 ventila‡äes e 90 massagens card¡acas por minuto. A pessoa respons vel pela ventila‡Æo deve ir dizendo em voz alta o momento de realizar cada atividade. Assim, no momento em que a outra pessoa fizer a massagem card¡aca dir  ?um e, dois e, trˆs e?, e, quando ventilar, dir  ?ventila? (o ciclo ‚ ?um e, dois e, trˆs e, ventila?) e assim sucessivamente.Se apesar de proporcionar ventila‡Æo com pressÆo positiva e oxigˆnio complementar a 100% e massagem card¡aca por 30 segundos o bebˆ continuar com uma frequˆncia card¡aca menor que 60 por minuto, deve-se considerar a intuba‡Æo endotraqueal e, se necess rio, a administra‡Æo de epinefrina. Os Centros de Referˆncia de Imunobiol¢gicos Especiais (Cries) atendem, de forma personalizada, ao p£blico que necessita de produtos especiais de alto custo. Considerando a indica‡Æo terapˆutica e a idade, associe as vacinas …s alternativas correspondentes.ÿ Vacina pentavalente e vacina contra influenza.ÿ 2. Vacina contra hepatite A (HA) e vacina contra influenza.ÿ 3. Vacina contra hepatite A (HA).ÿ 4. Vacina contra varicela (VZ): pr‚- exposi‡Æoÿ (4 ) A partir dos 12 meses, em crian‡as com doen‡a dermatol¢gica grave.ÿ (1 ) A partir de 2 meses, em crian‡as com discrasias sangu¡neas.ÿ (2 ) A partir do nascimento, em doadores de ¢rgÆos s¢lidos e de medula ¢sseaÿ (3 ) A partir dos 12 meses, em crian‡as com hemoglobinopatias.ÿ O Minist‚rio da Sa£de utiliza como um dos parƒmetros para avalia‡Æo do crescimento de crian‡as menores de 10 anos o gr fico do ¡ndice de massa corporal ( IMC) para a idade. Esse parƒmetro permite que a crian‡a seja avaliada na sua rela‡Æo peso vs. comprimento ( para menores de 2 anos) ou peso vs. altura (para maiores de 2 anos).ÿa) Percentil > 97 indica peso adequado para a idade. ÿb) Percentil < 0,1 indica peso elevado para a idade. ÿc) Percentil > 3 e 97 indica peso muito baixo para a idade. ÿd) Percentil > 0,1 e < 3 indica peso baixo para a idade. ÿe) Percentil < 2 e > 3 indica peso muito elevado para a idade.

De acordo com a orienta‡Æo do Minist‚rio da Sa£de, para situa‡äes de urgˆncia e emergˆncia que envolvem v¡timas de queimaduras, os crit‚rios de transferˆncia de pacientes para Unidades de Tratamento de Queimados - UTQ, estÆo listados a seguir,ÿ…ÿexce‡Æoÿdeÿum. Assinale- o Crit‚rios de transferˆncia de pacientes para unidades deÿ tratamento de queimaduras: Queimaduras de 2ø grau em  reas maiores do que 20% da SCQ em adultos.ÿ ÿQueimaduras de 2ø grau maiores do que 10% da SCQ em crian‡as ou maiores de 50 anos.ÿ Queimaduras de 3ø grau em qualquer extensÆo. ÿLesäes na face, nos olhos, no per¡neo, nas mÆos,nos p‚s e em grandes articula‡äes. Queimadura el‚trica.ÿ ÿQueimadura qu¡mica.ÿ LesÆo inalat¢ria ou lesÆo circunferencial de t¢rax ou de membros.ÿ ÿDoen‡as associadas, tentativa de autoexterm¡nio (suic¡dio), politrauma, maus-tratos ou situa‡äes sociais adversas.ÿ I. Na desidrata‡Æo leve o paciente exibe mucosas orais secas e sede aumentada. A meta para esse tipo de desidrata‡Æo consiste em fornecer aproximadamente 50 mL de SRO por 1 kg de peso durante um intervalo de 4 horas.ÿ

II. Pacientes com desidrata‡Æo moderada apresentam olhos encovados, perda de turgor cutƒneo, sede aumentada e mucosas secas. Nesse caso ‚ necess rio fornecer aproximadamente 100 mL de SRO/kg durante 4 horas.ÿ

III. Os pacientes com desidrata‡Æo grave apresentam sinais de choque e devem receber altas doses de SRO at‚ a normaliza‡Æo dos estados hemodinƒmico e mental.ÿ

Assinale: ÿa) se somente a afirmativa I estiver correta ÿb) se somente a afirmativa II estiver correta ÿc) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas ÿd) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas ÿe) se todas as afirmativas estiverem corretas CASOS GRAVES-SOMENTE COM HIDRATA€ÇO ENDOVENOSA A realiza‡Æo imediata de reanima‡Æo cardiopulmonar - RCP em uma v¡tima de parada cardiorespirat¢ria - PCR, ainda que apenas com compressäes tor cicas no pr‚-hospitalar, contribui para o aumento das taxas de sobrevivˆncia. Considerando o protocolo da American Heart Association (AHA) a respeito das condutas de ACLS, incluindo as mudan‡as realizadasÿ em 2010, analise as afirmativas a seguir:ÿ I. As novas diretrizes minimizam a importƒncia de checar oÿ pulso por profissionais de sa£de treinados, considerando queÿ pode ser uma detec‡Æo dif¡cil mesmo para provedoresÿ experientes, principalmente quando a pressÆo arterial est ÿ muito baixa. Quando for executada, a checagem nÆo podeÿ levar mais que 10 segundos.ÿ II. A sequˆncia para atendimento recomendada para umÿ socorrista ‚ que ele inicie as compressäes tor cicas antes daÿ ventila‡Æo de resgate. A antiga sequˆncia A-B-C (Vias A‚reas -ÿ Boa ventila‡Æo - CompressÆo Tor cica) passa a ser C-A-B.ÿ III. Quando uma via a‚rea perme vel for estabelecida, asÿ compressäes tor cicas externas devem ser feitasÿ ininterruptamente a uma frequˆncia de 100 compressäes porÿ minuto e as ventila‡äes, a uma frequˆncia de 8 a 10ÿ ventila‡äes por minuto.ÿ Assinale:ÿ (E) Se todas as afirmativas estiverem corretasÿ gabarito E

Um Acidente Vascular Cerebral-AVC pode causar uma grande variedade de d‚ficits neurol¢gicos, dependendo da localiza‡Æo da lesÆo, do tamanho da  rea de perfusÆo inadequada e da quantidade de fluxo sangu¡neo colateral. A enfermagem deve estar atenta …s manifesta‡äes decorrentes desses d‚ficits para que possa prestar um cuidado adequado a esses pacientes. Relacione os d‚ficits neurol¢gicos decorrentes de um AVC, apresentados a seguir, com suas manifesta‡äes.ÿ Ataxia:ÿfalta de coordena‡Æo de movimentos musculares volunt rios e o equil¡brio. Disartria:ÿm  coordena‡Æo dos m£sculos da fala. Hemianopsia:ÿÿPerda parcial ou completa da visÆo em uma das metades do campo visual de um ou ambos olhos. Afasia: disfun‡Æo de linguagem que pode envolver a compreensÆo prejudicada ouÿexpressÆo de palavras Ao avaliar um paciente v¡tima de acidente automobil¡stico e que est  h  trˆs dias no CTI, a enfermeira, aplicando a escala de Coma de Glasgow, observa que ele apresenta abertura dos olhos quando estimulado, d  resposta verbal com palavras desconexas e aperta sua mÆo quando solicitado. Diante desse quadro, assinale a alternativa que indica a pontua‡Æo obtida e o respectivo n¡vel de consciˆncia desse paciente. ÿa) 3 ? coma profundo. ÿb) 4 ? coma profundo. ÿc) 7 ? coma intermedi rio. ÿd) 11 ? coma superficial.

ÿe) 15 ? normalA escala compreende trˆs testes: respostas de abertura ocular, fala e capacidade motora. Os trˆs valores separadamente, assim como sua soma, sÆo considerados. 1 2 3 4 5 6 Ocular Verbal Motor ÿ NÆo abre os olhos Abre os olhos em resposta a est¡mulo de dor Abre os olhos em resposta a um chamado Abre os olhos espontaneamente N/A N/A Emudecido Emite sons incompreens¡veis Pronuncia palavras desconexas Confuso, desorientado Orientado, conversa normalmente N/A NÆo se movimenta ExtensÆo a est¡mulos dolorosos (descerebra‡Æo) FlexÆo anormal a est¡mulos dolorosos (decortica‡Æo) FlexÆo inespec¡fica (normal)/ Reflexo de retirada a est¡mulos dolorosos Localiza est¡mulos dolorosos Obedece a comandos Abertura ocular (AO) Existem quatro n¡veis: 4 Olhos se abrem espontaneamente... 3 Olhos se abrem ao comando verbal. (NÆo confundir com o despertar de uma pessoa adormecida; se assim for, marque 4, se nÆo, 3.) 2 Olhos se abrem por est¡mulo doloroso. 1 Olhos nÆo se abrem. por nenhum motivo Melhor resposta verbal (MRV) Existem 5 n¡veis: 5 Orientado. (O paciente responde coerentemente e apropriadamente …s perguntas sobre seu nome e idade, onde est  e porquˆ, a data etc)

4 Confuso. (O paciente responde …s perguntas coerentemente mas h  alguma desorienta‡Æo e confusÆo) 3 Palavras inapropriadas. (Fala aleat¢ria, mas sem troca conversacional) 2 Sons inintelig¡veis. (Gemendo, grunido, sem articular palavras) 1 Ausente. Melhor resposta motora (MRM) Existem 6 n¡veis: 6 Obedece ordens verbais. (O paciente faz coisas simples quando lhe ‚ ordenado.) 5 Localiza est¡mulo doloroso. 4 Retirada inespec¡fica … dor. 3 PadrÆo flexor … dor. (decortica‡Æo) 2 PadrÆo extensor … dor. (descerebra‡Æo) 1 Sem resposta motora. Interpreta‡Æo Pontua‡Æo total: de 3 a 15 3 = Coma profundo; (85% de probabilidade de morte;ÿestado vegetativo) 4 = Coma profundo; 7 = Coma intermedi rio; 11 = Coma superficial; 15 = Normalidade. Classifica‡Æo do Trauma cranioencef lico (ATLS, 2005) 3-8 = Grave; (necessidade de intuba‡Æo imediata) 9-12 = Moderado; 13-15 = Leve. A Resolu‡Æo COFEN-293/04 estabelece os parƒmetros para dimensionar o quantitativo m¡nimo dos diferentes n¡veis de forma‡Æo dos profissionais de Enfermagem para a cobertura assistencial nas institui‡äes de sa£de. Considerando o disposto nessa resolu‡Æo, analise as afirmativas que seguem:ÿ IÿPara efeito de c lculo, na assistˆncia semi- intensiva devem ser consideradas 9,4 horas de enfermagem por cliente, nas 24 horas. (correta) II. O quantitativo de profissionais deve ser acrescido de um ¡ndice de seguran‡a t‚cnica (IST) de 10% do total.(seguran‡a t‚cnica (IST) nÆo inferior a 15%do total). III. Na assistˆncia intensiva, de 42 a 46% dos profissionais de enfermagem devem ser enfermeiros e os demais, t‚cnicos e auxiliares de enfermagem.ÿ( enfermeiros 52 a 56% e t‚cnicos 48 a 44%) Oÿacolhimentoÿ comÿ classifica‡Æoÿ deÿ riscoÿvem sendo cada vez mais realizada nos servi‡os de sa£de que prestam atendimentos de urgˆncia e que organizam o atendimento com base nos n¡veis de prioridade. O modelo proposto pelo Minist‚rio da Sa£de divide o servi‡o em eixos e  reas, identificados por cores que irÆo determinar o tipo de atendimento prestado.ÿ ÿd) µrea composta por uma sala de retaguarda para pacientes j  estabilizados, mas que ainda requerem cuidados especiais ( pacientes cr¡ticos ou semicr¡ticos). A classifica‡Æo de risco se dar  nos seguintes n¡veis:ÿ ÿVermelho: prioridade zero - emergˆncia , necessitam de atendimento imediatoÿ ÿAmarelo : prioridade 1 - urgˆncia , atendimento em no m ximo 15 minutosÿ ÿVerdes : prioridade 2 - prioridade nÆo urgente, atendimento em at‚ 30ÿ minutosÿ ÿÿAzuis: prioridade 3 - consultas de baixa complexidade - atendimento de acordo com o hor rio de chegada ? tempo de espera pode variar at‚ 3 horas de acordo com a demanda destes atendimentos, urgˆncias e emergˆncias.ÿ Amarelos:ÿPacientes que necessitam de atendimento m‚dico e de enfermagem o mais r pido poss¡vel, por‚m nÆo correm riscos imediatos de vida. DeverÆo ser encaminhados diretamente … sala de consulta de enfermagem para classifica‡Æo de riscoÿ ÿÿSitua‡Æo/Queixa:ÿ  - Politraumatizado com Glasgow entre 13 e 15; sem altera‡äes de sinais vitais.ÿ  Cefal‚ia intensa de in¡cio s£bito ou rapidamente progressiva, acompanhada de sinais ou sintomas neurol¢gicos, paraestesias, altera‡äes do campo visual, dislalia, afasiaÿ  Trauma cranioencef lico leve (ECG entre 13 e 15)ÿ  Diminui‡Æo do n¡vel de consciˆnciaÿ  Altera‡Æo aguda de comportamento ? agita‡Æo, letargia ou confusÆo mentalÿ ÿHist¢ria de ConvulsÆo / p¢s ictal ? convulsÆo nas £ltimas 24 horasÿ  Dor tor cica intensaÿ  Antecedentes com problemas respirat¢rios, cardiovasculares e metab¢licos (diabetes).ÿ  Crise asm ticaÿ  Diab‚tico apresentando ? sudorese, altera‡Æo do estado mental, visÆo turva, febre, v“mitos, taquipn‚ia, taquicardiaÿ  Desmaiosÿ  Estados de pƒnico, overdose.ÿ  Altera‡äes de Sinais Vitais em paciente sintom ticoÿ a. FC < 50 ou > 140ÿ b. PA sist¢lica < 90 ou > 240ÿ c. PA diast¢lica > 130ÿ d. T < 35 ou. 40ÿ  Hist¢ria recente de melena ou hematˆmese ou enterorragia com PA sist¢lica, 100 ou ÿFC > 120.ÿ  Epistaxe com altera‡Æo de sinais vitaisÿ  Dor abdominal intensa com n useas e v“mitos, sudorese, com altera‡Æo de sinais vitais ÿ(taquicardia ou bradicardia, hipertensÆo ou hipotensÆo, febre)ÿ  Sangramento vaginal com dor abdominal e ÿaltera‡Æo de sinais vitais gravidez confirmada ou suspeitaÿ  N useas /V“mitos e diarr‚ia persistente com sinais de desidrata‡Æo grave ? letargia, mucosas ressecadas, turgor pastoso, altera‡Æo de sinais vitaisÿ  Desmaiosÿ  Febre alta ( 39/40.§ C)ÿ  Fraturas anguladas e luxa‡äes com comprometimento neuro-vascular ou dor intensa  Intoxica‡Æo ex¢gena sem altera‡Æo de sinais vitais, Glasgow de 15ÿ  V¡timas de abuso sexualÿ  Imunodeprimidos com febre Em uma unidade com 36 leitos, distribu¡dos entre 21 pacientes com cuidados m¡nimos e 15 pacientes com cuidados intermedi rios, assinale a alternativa que indica a necessidade de enfermagem (em horas) para as 24h ( sem considerar o IST). ÿ 79,8 horas na assistˆncia m¡nima ? 84 horas nos cuidados intermedi rios. Para efeito de c lculo, devem ser consideradas como horas de enfermagem, por leito, nas 24 horas: ÿ? 3,8 horas de enfermagem por paciente, na assistˆncia m¡nima ou autocuidado (PCM); ÿ? 5,6 horas de enfermagem por paciente, na assistˆncia intermedi ria (PCI); ÿ? 9,4 horas de enfermagem por paciente, na assistˆncia semi-intensiva (PCSI); ÿ? 17,9 horas de enfermagem por paciente, na assistˆncia intensiva (PCIt). 5,6 X 15 pacientes= 84hs Nos servi‡os de sa£de, a auditoria controla e avalia o grau de aten‡Æo efetivamente prestada pelo sistema, em compara‡Æo a um modelo definido, podendo ser operacional ou anal¡tica.ÿ TIPOS DE AUDITORIA Preliminar ou prospectiva relacionada com a admissÆoÿ- orientada para a an lise das atividades, numa avalia‡Æo e revisÆo dos resultados finais das assistˆncias prestadas, ‚ realizada ap¢s o paciente receber os servi‡os (FALK, 2001).ÿ concorrente (OPERACIONAL) ou concomitante relacionada com o desenvolvimento da hospitaliza‡Æo;ÿ- um acompanhamento cont¡nuo das hospitaliza‡äes, enfocando os custos e a qualidade dos servi‡os prestados.ÿ (FALK, 2001).Utilizada quando paciente est  internado, envolvendo a an lise e avalia‡Æo dos registros de enfermagem, entrevista como paciente ou familiar, exame f¡sico e observa‡Æo do ambiente. retrospectiva relacionada com as informa‡äes obtidas ap¢s a alta do paciente; -ÿdefinidas como a finalidade dos cuidados ou a forma como o estado de sa£de do paciente mudou em conseqˆncia da interven‡Æo. Determinam quais os resultados alcan‡ados em conseqˆncia de interven‡äes especificas de enfermagem nos pacientes. Conforme a Resolu‡Æo CONAMA 358/05, os Res¡duos de Servi‡os de Sa£de sÆo classificados em cinco grupos, de acordo com os riscos potenciais ao meio ambiente e … sa£de p£blica, a fim de que tenham gerenciamento adequando.ÿ ANEXO I RESOLU€ÇO No 358, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Iÿ- GRUPO A: Res¡duos com a poss¡vel presen‡a de agentes biol¢gicos que, por suas caracter¡sticas de maior virulˆncia ou concentra‡Æo, podem apresentar risco de infec‡Æo. II - GRUPO B: Res¡duos contendo substƒncias qu¡micas que podem apresentar risco … sa£de p£blica ou ao meio ambiente, dependendo de suas caracter¡sticas de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. III - GRUPO C: Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionucl¡deos em quantidades superiores aos limites de elimina‡Æo especificados nas normas da ComissÆo Nacional de Energia Nuclear-CNEN e para os quais a reutiliza‡Æo ‚ impr¢pria ou nÆo prevista. IV - GRUPO D: Res¡duos que nÆo apresentem risco biol¢gico, qu¡mico ou radiol¢gico … sa£de ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos res¡duos domiciliares. V - GRUPO E: Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lƒminas de barbear, agulhas, ÿescalpes, ampolas de vidro, brocas,limas endod“nticas, pontas diamantadas,lƒminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; micropipetas; lƒminas e lam¡nulas; esp tulas; e todos os utens¡lios de vidro quebrados no laborat¢rio (pipetas, tubos de coleta sangu¡nea e placas de Petri) e outros similares. A Resolu‡Æo - RDC n. 15/12, classifica os Centros de Material e Esteriliza‡Æo ? CME, em CME Classe I e Classe II e estabelece boas pr ticas para o processamento de produtos para sa£de.ÿ Art. 5§ Para cumprimento desta resolu‡Æo os CME passam a ser classificados em CME Classe I e CME Classe II.ÿ õ 1§ O CME Classe I ‚ aquele que realiza o processamento de produtos para a sa£de nÆo-cr¡ticos, semicr¡ticos e cr¡ticos de conforma‡Æo nÆo complexa, pass¡veis de processamento.ÿ õ 2§ O CME Classe II ‚ aquele que realiza o processamento de produtos para a sa£de nÆo-cr¡ticos, semicr¡ticos e cr¡ticos de conforma‡Æo complexa e nÆo complexa, pass¡veis de processamento.ÿ õ 3§ O CME s¢ pode processar produtos compat¡veis com a sua capacidade t‚cnica operacional e ÿconforme a sua classifica‡Æo.ÿ õ 4§ Quando nÆo especificada a classifica‡Æo, as determina‡äes desta resolu‡Æo se aplicam aos dois tipos de CME e …s empresas processadoras.ÿ ÿArt. 6§ A responsabilidade pelo processamento dos produtos no servi‡o de sa£de ‚ do ÿRespons vel T‚cnico.ÿ Art. 7§ A responsabilidade pelo processamento dos produtos na empresa processadora ‚ do Representante Legal.ÿ Art. 8§ O servi‡o de sa£de que realize mais de quinhentas cirurgias/mˆs, excluindo partos, deve constituir um Comitˆ de Processamento de Produtos para Sa£de - CPPS, composto minimamente, por um representante:ÿ I - da diretoria do servi‡o de sa£de;ÿ II - respons vel pelo CME;ÿ III - do servi‡o de enfermagem;ÿ IV - da equipe m‚dica;ÿ V - da CCIH (ComissÆo de Controle de Infec‡Æo Hospitalar) Considerando as normas referentes ao processo de esteriliza‡Æo de produtos para sa£de, preconizadas pela ANVISA, analise as afirmativas a seguir.ÿ

( )I.  obrigat¢rio a realiza‡Æo de teste para avaliar o desempenho do sistema de remo‡Æo de ar (Bowie & Dick) da autoclave assistida por bomba de v cuo, no primeiro ciclo do dia.ÿ

( )II. O ciclo de esteriliza‡Æo a vapor para uso imediato s¢ pode ocorrer em caso de urgˆncia e emergˆncia.ÿ

( )III.  proibido o uso de autoclave gravitacional de capacidade superior a 100 litros.ÿ O Mapa de Risco ‚ a representa‡Æo gr fica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho, capazes de acarretar preju¡zos … sa£de dos trabalhadores, acidentes e doen‡as do trabalho. Esses fatores sÆo identificados por c¡rculos coloridos de acordo com o grupo a que pertencem

ÿ ÿ

As medidas espec¡ficas e fortemente recomendadas para preven‡Æo das pneumonias hospitalares e da mortalidade relacionadas … ventila‡Æo mecƒnica, estÆo relacionadas a seguir,ÿ…ÿ exce‡Æoÿdeÿuma. Assinale- a.

a) Manter os pacientes com a cabeceira elevada entre 30 e 45ø. ÿb) Avaliar diariamente a seda‡Æo e diminuir sempre que poss¡vel. ÿc) Realizar higiene oral com antiss‚pticos (clorexidina ve¡culo oral). ÿd) Trocar o circuito do ventilador a cada 5 dias. ÿe) Realizar aspira‡Æo da secre‡Æo s Recomenda-se a troca de circuito entre pacientes e quando houver sujidade ouÿ mau funcionamento do equipamento, por isso, a letra D est  incorreta. No que se refere ao sigilo profissional, de acordo com o C¢digo de tica dos Profissionais de Enfermagem, ‚ direito do profissional de enfermagem A)Divulgar ou fazer referˆncia a casos, situa‡äes ou fatos de forma que os envolvidos possam ser identificados. ÿb) abster-se de revelar informa‡äes confidenciais de que tenha conhecimento em razÆo de seu exerc¡cio profissional a pessoas ou entidades que nÆo estejam obrigadas ao sigilo. ÿc) manter segredo sobre fato sigiloso de que tenha conhecimento em razÆo de sua atividade profissional, exceto casos previstos em lei, ordem judicial, ou com o consentimento escrito da pessoa envolvida ou de seu representante legal. ÿd) comparecer perante a autoridade, quando intimado como testemunha e, se for o caso, declarar seu impedimento de revelar o segredo. ÿe) franquear o acesso a informa‡äes e documentos a pessoas que nÆo estÆo diretamente envolvidas na presta‡Æo da assistˆncia, exceto nos casos previstos na legisla‡Æo vigente ou por ordem judicial. As letras C e D sÆo responsabilidades e deveres do profissional de enfermagem no que se refere ao sigilo. J  as letras A e E faz parte das proibi‡äes. S¢ h  esse direito ( letra B) relatado no C¢digo de Enfermagem. A suspensÆo consiste na proibi‡Æo do exerc¡cio profissional da Enfermagem por um per¡odo nÆo superior a 29 (vinte e nove) dias e ‚ divulgada nas publica‡äes oficiais dos Conselhos Federal e Regional de Enfermagem, jornais de grande circula‡Æo e comunicada aos ¢rgÆos empregadores.ÿ

Essa penalidade ‚ da al‡ada do ÿa) Conselho Regional de Enfermagem. ÿb) Associa‡Æo Brasileira de Enfermagem. ÿc) Sindicato dos Servidores de Sa£de. ÿd) Sindicato dos enfermeiros. ÿe) Conselho Federal de Enfermagem. As penalidades deÿadvertˆncia verbal,ÿmulta,ÿcensuraÿeÿsuspensÆo do exerc¡cio ProfissionalÿsÆo da al‡ada dosÿConselhos Regionais de Enfermagem;ÿ

A pena deÿcassa‡Æo do direito ao exerc¡cio Profissionalÿ‚ de competˆncia doConselho Federal de Enfermagem, conforme o disposto noÿArt. 18, par grafo primeiro, da Lei n§ 5.905/73.

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