Avs educação e economia política

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Avaliação: CEL0362_AVS_201101574551 » EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA

Tipo de Avaliação: AVS

Aluno: 201101574551 - DEBORA AUGUSTA SAMUEL DE CARVALHO

Professor:

BEATRIZ MARIA ARRUDA DE A PINHEIRO

Turma: 9001/AA

Nota da Prova: 3,0        Nota de Partic.: 2        Data: 10/09/2014 09:18:01

 1a Questão (Ref.: 201101788924)

Pontos: 0,0  / 1,5

Com a crise dos anos 70, inicia-se um período de rápidas mudanças. No bojo do processo de crise do regime de acumulação fordista e do advento da acumulação flexível, ocorrem profundas mudanças, expressas, fundamentalmente, pela globalização e por alterações no processo produtivo. As atividades produtivas passam por um amplo processo de ajustamento. Assim, convive-se com o questionamento dos princípios fordistas de produção e com a introdução da produção flexível, da qual o toyotismo é o exemplo mais marcante. Apresente as características do toyotismo

Resposta: No bojo do processo de crise do regime de cumulação fordista e do advento da acumulação flexivel,ocorrem profundas mudanças,expressas,fundamentalmente,pela globalização e por alterações no processo produtivo.As atividades produtivas passam por um aplo processo de ajustamento.Assim,convivem-se com o questionamento dos principios fordistas de produção e com a introdução da produção flexivel da qual o toyotismo é o exemplo mais marcante.

Gabarito: A principal referência da o padrão de acumulação flexível é o toyotismo (termo originário da experiência da fábrica automobilística japonesa Toyota), cujas características centrais são: ¿ A diversidade e heterogeneidade da produção, ¿ O direcionamento desta a uma demanda prevista do consumo, ¿ O estoque mínimo, ¿ A terceirização de parte da produção, ¿ A organização do trabalho em equipe e ¿ A flexibilidade nas funções do trabalhador.

 2a Questão (Ref.: 201101745437)

Pontos: 0,5  / 1,5

Leia passagem clássica da obra de J. Stuart Mill: "Não há talvez uma única ação na vida de um homem em que ele não esteja sob a influência, imediata ou remota, de algum impulso que não seja o simples desejo de riqueza. Sobre esses atos a economia política nada tem a dizer. Mas há também certos departamentos dos afazeres humanos em que a obtenção de riqueza é o fim principal e reconhecido. A economia política leva em conta unicamente estes últimos." (MILL, J.S. Da Definição de Economia Política e do Método de Investigação Próprio a Ela. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 291).

O fragmento do texto relaciona-se com o importante conceito de "homem econômico". Com base na citação, responda às perguntas a seguir:

a) O que é o homem econômico?

b) Qual é a funcionalidade desse conceito para a construção de teorias econômicas?

Resposta: A)o homem economico vive sob a influencia,imediata ou remota,de algum impulso que não seja o simples desejo de riqueza. B) sobre esses atos a construção de teorias economicas nada tem a dizer,Mas há tambem certos departamentos dos afazeres humanos em que a obtenção de riqueza é o fim principal e reconhecido.Visa a atender a atividade produtiva,ou seja como as sociedades organizadoras utilizam os seus recursos materiais e humanos para produzir e distribuir bens e serviços,que atendam as necessidades de seus individuos.

Gabarito: a) O homem econômico é uma abstração, que ignora (deixa de lado) todas as motivações do comportamento humano, exceto o comportamento maximizador ou de acumulação de riqueza. Como a economia é a ciência que estuda a forma pela qual a sociedade administra seus recursos escassos entre fins alternativos, o homem econômico é justamente o agente dessa ciência. Ele age com base em decisõesque são tomadas unicamente com o intuito de maximizar benefícios e minimizar prejuízos. Embora ninguém seja, todo o tempo, um ¿homem econômico¿, pois muitas de nossas ações têm outras motivações, há uma parcela suficiente de verdade nessa abstração para fazer que tanto a análise econômica quanto os modelos baseados na ideia do comportamento maximizador sejam relevantes para o entendimento do mundo real. b) Trata-se de uma simplificação do comportamento econômico dos indivíduos, o que facilita o processo de teorização ¿ permite construir teorias mais enxutas e garante a parcimônia dos modelos. Os economistas procuram tratar seu objeto de estudo com a objetividade e a imparcialidade de um cientista, formulando teorias, coletando dados e analisando-os para poder refutá-las ou corroborá-las. O estabelecimento da ideia de homem econômico constitui, assim, um modelo, já que concebe o comportamento humano de forma simplificada e realista, facilitando a compreensão dos fenômenos econômicos.

 3a Questão (Ref.: 201101755653)

Pontos: 0,0  / 0,5

O animal se confunde com sua atividade vital. De modo diferente, o homem não se confunde com sua atividade vital.  O homem age de forma teleológica, ele elabora mentalmente seu trabalho, realizando uma ação antecipatória. Assim, é possível dizer que, para o homem, a atividade vital é:

 

realista

imaginária

 ideológica

 

consciência

manutenção

 4a Questão (Ref.: 201101743230)

Pontos: 0,0  / 0,5

A Ciência Econômica, em seus estudos, visa entender a atividade produtiva, ou seja, como as sociedades organizadas utilizam os seus recursos materiais e humanos para produzir e distribuir bens e serviços, que atendam às necessidades de seus indivíduos. É uma Ciência Social, pois trata de problemas ligados ao comportamento humano. E, ao mesmo tempo, diferencia-se das demais Ciências Humanas por empregar métodos e ferramentas próprias das ciências exatas, como a Estatística e a Matemática. Modernamente, de acordo com os objetivos teóricos, ou práticos, a economia se divide em inúmeras áreas: economia privada, pura, coletiva, social, nacional, internacional, agrícola, indústrial etc. A história da evolução do pensamento econômico pode ser dividida em períodos, nos quais predominavam certos axiomas ou paradigmas definidos por quais correntes:

Bulionista, Feudalista, Escravista e Industrialista

 

Mercantilista, Fisiocrática, Clássica, Marxista, Neoclássica e Keynesiana.

Liberal, Socialista, Capitalista, Comunista e Smithiniana.

Ricardiana, Smithiniana, Keynesiana e Malthusiana.

 

Feudalista, Modernista, Anarquista, Marxista e Totalitarista.

 5a Questão (Ref.: 201101750004)

Pontos: 0,0  / 0,5

Dentre as causas apontadas pelos economistas para a crise do Estado de Bem-estar Social, iniciada nos primeiros anos da década de 1970, qual dela não está correta.

A estagnação da economia (baixos índices de crescimento).

Os gastos dos Estados com as políticas sociais.

Aumento do nível de escolaridade.

 

Avanço tecnológico dos meios de produção.

 

O enfraquecimento dos sindicatos.

 6a Questão (Ref.: 201101743236)

Pontos: 0,0  / 0,5

No século XVIII surge na França a teoria econômica fisiocrática, proposta originariamente pelo médico Quesnay. A Fisiocracia criticava o mercantilismo colbertista e sustentava que a origem da riqueza nacional se encontrava no setor...

extrativista.

comercial.

 

agrícola.

financeiro.

 

industrial.

 7a Questão (Ref.: 201101743532)

Pontos: 0,0  / 0,5

Segundo a teoria da acumulação do capital de Marx, não basta que o capital se apodere do processo de trabalho, e apenas alongue sua duração. O capital tem de ... "revolucionar as condições técnicas e sociais do processo de trabalho, portanto o próprio modo de produção, a fim de aumentar a força produtiva do trabalho, [e] mediante o aumento da força produtiva do trabalho reduzir o valor da força de trabalho e, assim, encurtar parte da jornada de trabalho necessária para a reprodução deste valor."(MARX, Karl. O Capital. SP: Abril Cultural. 1984, p. 251). Na passagem acima, Marx identifica uma das características centrais do modo de produção capitalista. 

Marque a opção correta:

Elevação constante da mais-valia absoluta decorrente do prolongamento da jornada de trabalho.

 

Tendência à pauperização absoluta da classe trabalhadora por efeito da introdução de progresso técnico.

Redução progressiva da importância da mais-valia relativa devido à introdução de máquinas.

Redução progressiva na taxa de lucro, decorrente da modificação contínua dos processos produtivos.

 

Redução do tempo de trabalho socialmente necessário para a produção, através da introdução de progresso técnico.

 8a Questão (Ref.: 201101788957)

Pontos: 0,5  / 0,5

A disseminação da teoria do Capital Humano é realizada num contexto de início do processo de globalização. As fábricas começam a se espalhar pelo globo terrestre buscando formas de economizar com mão-de-obra mais barata e, assim, aumentar os seus lucros e os países ¿subdesenvolvidos¿ aumentam o seu parque industrial. É esse contexto que traz novas demandas para a educação brasileira, tornando necessário que: I) a escola assuma um novo papel na qualificação do trabalhador II) as classes trabalhadoras tenham mais acesso à escola III) a escola prepare o trabalhador para o consumo e para atuar nas fábricas IV) seja reduzida a formação escolar das elites e camadas médias Assinale:

se somente as afirmativas I e III estiverem corretas

se todas as alternativas estiverem corretas

se somente as afirmativas IV e III estiverem corretas

se somente as afirmativas II e III estiverem corretas

 

se somente as afirmativas I, II e III estiverem corretas

 9a Questão (Ref.: 201101789011)

Pontos: 1,0  / 1,0

Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, no que se refere ao modo como os defensores da sociedade do conhecimento definem a forma como o trabalho é organizado nessa sociedade: ( ) o trabalho se organiza em grupos liderados por trabalhadores qualificados, que buscam construir novas habilidades e conhecimento ( ) Os trabalhadores são recompensados pelo seu desempenho e não são supervisionados diretamente. ( ) o trabalhador deixa de se submeter à máquina, agora é a máquina que se submete ao trabalhador ( ) os trabalhadores são organizados em linha e não controlam o processo de produção Assinale a ordem correta das respostas

F/V/V/V

V/F/F/V

V/V/F/F

 

V/V/V/F

F/V/V/F

 10a Questão (Ref.: 201101752826)

Pontos: 1,0  / 1,0

A rigor, a história do capitalismo pode ser vista como a história da mundialização, da globalização do mundo. Um processo histórico de larga duração, com ciclos de expansão e retração, ruptura e reorientação. Alguns dos seus centros históricos e geográficos assinalam épocas importantes: Veneza, Amsterdã, Madri, Lisboa, Londres, Paris, Berlim, Nova York, Tóquio e outros. Assim se caminha do século XVI ao XX, passando pelo mercantilismo, a acumulação originária, o despotismo esclarecido, as revoluções burguesas, os imperialismos, as revoluções de independência, as revoluções socialistas, o terceiro-mundismo e a globalização em marcha nessa altura da história. (IANNI, O. A Sociedade Global. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1992. p. 55-6). No mundo globalizado em que vivemos, Estados Unidos, Japão e Alemanha representam os mais importantes centros geográficos. Entretanto, também a China se vem destacando no cenário mundial, recentemente, em virtude de sua:

massa de população.

atuação diplomática.

extensão territorial.

importância cultural.

 

capacidade de exportação.

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