(Parte 5 de 6)

Veja os exemplos abaixo e compare a aficiência do JPG. O arquivo original, um BMP de 100 x 100 pontos com 16 milhões de cores, ocupa 30.056 bytes. Observe o resultado da conversão para GIF e vários tipos de JPG.

GIF 256 cores6.051 bytes

JPG 100%20.620 bytes

JPG 50%9.481 bytes

JPG 10%7.272 bytes

Os ganhos de qualidade são mais facilmente percebidos em fotos do que em desenhos. Observe como uma foto fica quando gravada nos formatos GIF e JPG. O arquivo original era um BMP de 100 x 100 pontos com 16 milhões de cores, ocupando 30.056 bytes.

GIF 256 cores6.434 bytes

JPG 100%23.341 bytes

JPG 50%9.728 bytes

JPG 10%7.593 bytes

Note que o JPG 100% tem excelente qualidade. Mesmo o JPG 10% tem uma qualidade superior ao GIF, que tem um certo ar "artificial". O JPG, ao perder qualidade, deixa a figura um pouco "borrada". Isto é aceitável para fotos, mas nem tanto em gráficos detalhados. O GIF deixa a figura com um ar "granulado", que fica melhor em gráficos do que em fotos.

Ferramentas para compressão

Existem diversas ferramentas para reduzir o tamanho de seu gráfico para a web. As mais interessantes são:

  • Adobe Photoshop 4 - Este é, provavelmente, o software mais utilizado para editar gráficos bitmap profissionais. Ele possui opção para ler a grande maioria dos formatos de bitmap e gravá-los como GIF ou JPG. Para usar a compressão de JPG, basta usar o menu que aparece quando você pode para salvar um JPG. Para comprimir um GIF, converta-o inicialmente para RGB usando a opção de menu "Image > Mode > RGB". Em seguida, use a opção de menu "Image > Mode > Indexed Colors...", selecione a palette "Adaptative" e o número de bits (de 3 a 8). Depois salve como GIF.

  • Corel PhotoPaint 7- Este software, parte do pacote Corel Draw!, também é ótimo para editar bitmaps. Ele pode gravar arquivos GIF ou JPG. O menu de compressão de arquivos JPG aparece logo após o diálogo de "Salvar...", como no Photoshop. Para reduzir a palette de um GIF, use o comando "Imagem > Converter para... > Cor da paleta", selecione a opção "otimizada" e indique o número de cores (8, 16, 32, 64, 128, 256), salvando como GIF no final.

  • GIF Lube - Este site na Internet presta um serviço muito interessante. Acessando-o, você pode fornecer a URL de uma imagem na web (ou no seu disco local) e convertê-la nas diversas palettes reduzidas de GIF ou nos diversos níveis de JPG. Tudo é muito simples e prático. No final, você escolhe a imagem mais adequada e usa o próprio browser para salvar a imagem reduzida. Se você anda sem paciência para ficar selecionando opções no Photoshop ou no Photopaint, esta é a sua melhor opção...

Conclusão

Criar gráficos no computador é uma tarefa complicada. Na Internet, existem algumas dificuldades extras, como as restrições de tamanho do arquivo e palette. Entretanto, grande parte da beleza de um site vem de seus gráficos. Por isso, vale a pena estudar bem o tema e aplicar ao máximo os recursos disponíveis...

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IDC - INTERNET DATABASE CONNECTOR

O que é

O IDC (Internet Database Connector) é um padrão criado pela Microsoft para facilitar a criação de aplicações Web que acessam um banco de dados. Ele funciona de forma simples e você pode criar uma aplicação facilmente. Como Banco de Dados e Internet são aplicações da moda, o assunto é interessante.

O IDC não é coisa nova. Ele funciona desde a primeira versão do servidor Internet da Microsoft. É importante lembrar que existe a forma mais moderna de fazer aplicações de banco de dados, usando as páginas ativas ASP (Active Server Pages). Também não se deve esquecer que esta é uma solução Microsoft, que roda apenas em Windows NT.

Para utilizar este recurso, você precisa ter:

  • Servidor Windows NT

  • Internet Information Server (a partir da versão 1.0)

  • Drivers de ODBC instalados no servidor

  • Um fonte de dados ODBC (SQL Server ou Access MDB, por exemplo)

No lado do cliente, você pode utilizar qualquer browser (inclusive da Netscape).

Itens a verificar no seu servidor

Para utilizar os recursos do IDC em suas homepages, você precisa atender a todos os requisitos acima. Uma situação ideal é utilizar o Microsoft FrontPage 97 ou o Microsoft Visual InterDev (parte do Microsoft Visual Studio) para editar as páginas, mas isso não é necessário. Você pode chegar lá apenas usando o Notepad.

Antes de mais nada:

  • Certifique-se que o seu servidor roda Windows NT Server

  • Certifique-se que você possui o Microsoft Internet Information Server (IIS) instalado no seu servidor. O Windows NT 4.0 vem com a versão 2.0 do IIS, que é suficiente. Se você usa uma versão mais antiga do NT, procure na Internet (http://www.microsoft.com/iis) o IIS. Você não precisa do IIS versão 3 ou 4 para usar o IDC

  • Certifique-se que o driver de ODBC que você vai utilizar está instalado e funcionado. Se você optou por usar o Access, instale uma versão 7.0 (95) ou superior no Servidor. Isto garantirá a presença do driver ODBC e facilitará a criação dos seus bancos de dados. Se você preferir utilizar o SQL Server, instale-o no servidor (ou em outro na rede) e garanta que o driver ODBC está instalado.

  • Crie um banco de dados e as tabelas que utilizará na sua aplicação. Crie uma "Fonte de Dados" ODBC para este banco de dados. Isto é feito usando a opção "ODBC" do "Painel de Controle" do Windows NT. Se for usar o SQL Server, crie um usuário com direito para acessar este banco de dados.

  • Crie um diretório para guardar as consultas IDC no seu servidor. Inclua este diretório na lista do IIS, dando direito de "Read/Leitura" e "Execute/Execução". Os arquivos IDC só podem ser rodados a partir de um diretório com o direito de "Execução". Crie um arquivo "default.htm" ou desabilite a opção que permite aos usuários ver o diretório, para aumentar sua segurança neste diretório.

Garantidos os itens acima, você pode criar sua primeira consulta.

Criando uma consulta

Para ter uma consulta, basta criar dois arquivos no seu diretório especial no servidor. Um arquivo terá a extensão IDC e incluirá o comando SQL da consulta. O outro arquivo, que contém o formato dos dados, terá a extensão HTX (template).

A melhor opção é editar este arquivos com o FrontPage 97 ou 98. Assim, você terá uma interface tipo "Wizard" para criar seus arquivos. Entretanto, os arquivos são simples e podem ser facilmente criados com editores mais simples. Até o Notepad serve. O arquivo IDC contém apenas algumas poucas linhas com comandos. O arquivo HTX é um arquivo HTML com alguns recursos a mais.

Abaixo está a listagem do arquivo CONSULTA.IDC, que funciona como exemplo:

Datasource: Web FAQ (esse é o nome do DSN criado no servidor internet/intranet)Template: consulta.htx (esse é o nome do arquivo destino)SQLStatement: SELECT Codigo, Nome, Telefone FROM Cadastro (pode ser colocado em varias linhas com o + na frente)Username: UsuarioPassword: senha

Neste exemplo, "LocalServer" é o nome da fonte de dados (este nome é comum para o servidor SQL no NT ou um apelido para uma conexão da rede). O arquivo de formato é especificado como "consulta.htx". Em seguida temos o comando SQL (Liste os campos Codigo, Nome e Telefone da tabela Cadastro). Por último temos o nome e a senha para o acesso ao banco de dados.

Como está especificado no arquivo IDC, precisamos de um arquivo HTX para formatar a saída gerada pelo comando. Este arquivo, com a extensão HTX, inclui uma parte inicial (cabeçalho), a parte de formato das linhas da tabela (detalhe) e uma parte final (rodapé). A divisão destas áreas é feita pelas marcas especiais <%begindetail%> e <%enddetail%>. A parte entre estas duas marcas será repetida, uma vez para cada linha da tabela.

Outras marcas especiais no arquivo HTX permitem incluir os dados dos campos. Para incluir os campos mencionados no exemplo acima, por exemplo, basta incluir as marcas <%Codigo%>, <%Nome%> e <%Telefone%>. Veja no arquivo abaixo um exemplo, o arquivo CONSULTA.HTX:

<h1>Relatório do Cadastro</h3><table><tr><th>Codigo</th><th>Nome</th><th>Empresa</th></tr><%begindetail%> <tr><td><%Codigo%></td><td><%Nome%></td><td><%Empresa%></td></tr><%enddetail%></table><p>Final da tabela</p>

Formulários com IDC

Uma forma interessante de usar o IDC é utilizar um formulário para informar dados. Suponha que você deseja consultar apenas os dados de um determinado estado. Você pode usar uma página HTML com um formulário e passar os dados do formulário para uma consulta IDC. Veja o exemplo

Arquivo ESTADO.HTM

<html><body><h1>Consulta de Estado</h3><form action="estado.idc" method="POST"><p>Digite o estado: <input type="text" size="2" name="Estado"></p><input type="submit" name="Botao1" value="Consultar"></form></body></html>

Arquivo ESTADO.IDC

Datasource: Web XXXTemplate: consulta.htxSQLStatement: SELECT Codigo, Nome, Telefone FROM Cadastro WHERE Estado='%Estado%'Username: UsuarioPassword: senha

Podemos usar para o ESTADO.IDC o mesmo CONSULTA.HTX que usamos antes. A grande diferença está no uso do campo %Estado%, que veio do formulário HTML. Ele é inserido no meio da sentença SQL, normalmente.

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PROJETO DE SITES WEB

Criar sites web é uma nova área de estudo. Ela deriva de disciplinas tão distintas quanto a Engenharia de Software e o Marketing. A seguir enumero alguns princípios de gerenciamento de projetos de sites web que serão úteis a todos...

Perguntas a responder antes de iniciar o projeto do site

  1. Quais são os principais objetivos do seu site? (Informar? Vender? Dar suporte?)

  2. Quem é o seu público-alvo primário e secundário? (descreva interesses, necessidades, habilidades)

  3. Qual é a capacidade dos usuários? (browser, velocidade de acesso)

  4. O site atrairá diferentes pessoas? Quais? Quais são as suas áreas de interesse?

  5. Qual é o principal slogan do site? (a mensagem que melhor descreve seu conteúdo)

  6. O conteúdo do site é novo ou já existe em outro formato?

  7. Que imagens já existentes estão disponíveis?

  8. É necessário obter dados dos clientes? O quê é preciso saber? Porquê?

  9. Que novas tecnologias serão utilizadas? Quais e, especificamente, porquê?

  10. Que informação do site mudará? Com que freqüência e com que abrangência?

  11. Qual é a posição do produto? (compare com os concorrentes)

  12. Descreva o produto como se fosse uma pessoa. (sério? estranho? jovem? confiável?)

  13. Que áreas do site precisam de atualização? Quem se beneficia com esta atualização?

  14. Pontos fortes e fracos do produto. (compare com os concorrentes)

  15. Quando o site precisa estar pronto?

  16. Quem aprovará o trabalho?

  17. Quem hospedará e dará manutenção ao site?

  18. O site funcionará durante quanto tempo?

  19. Qual o orçamento para o site?

  20. Quais são os planos para promover o site? Quem é responsável pela promoção?

As treze armas secretas de quem constrói sites

  1. Segmentação do mercado. Saiba qual é o seu público, conheça os desejos de seus clientes e faça deles o seu objetivo.

  2. Visão do negócio. Muitos projetistas de sites não sabem quais os objetivos de negócio dos seus clientes. Pense em formas de usar a web de forma eficaz para a empresa.

  3. Saber dizer não. Se um cliente não se encaixa nos seus critérios, analise se vale a pena aceitar o trabalho. Como grandes projetos são geralmente melhores que pequenos projetos, é melhor deixar de lado alguns projetos pequenos para concentrar-se em um projeto maior.

  4. Termo de compromisso. Este documento declara o compromisso de desenvolver o projeto, dando suas linhas gerais. É fundamental tê-lo mesmo nas primeiras discussões, antes de se chegar a um contrato. Se você está trabalhando sem ter ao menos um termo de compromisso, está indo rápido demais...

  5. Site do projeto. Tenha um site web sobre o projeto de cada site que você está construindo, contendo todo tipo de informação útil (objetivos, cronograma, tarefas realizadas, etc). Isto é uma forma eficaz de trabalhar e de se comunicar com o seu cliente. A forma organizada de trabalhar pode até ajudar a conquistar novos clientes.

  6. Estratégia. A fase de planejamento estratégico é a mais importante do projeto. Conheça detalhadamente o negócio do seu cliente. Clientes que levam a Internet a sério diferenciam os bons dos maus projetistas pela qualidade de sua estratégia.

  7. Perfil do usuário. Saiba tudo sobre o seu usuário: idade, local onde mora, profissão, tipo de família, revistas que lê, tempo que passa na Internet, hobbies, etc. Imagine que você fosse contratatado para construir um site que tem como público-alvo apenas 4 pessoas. Não valeria a pena descobrir, individualmente, o quê fazer para que eles voltassem a visitar seu site? Mesmo que o público-alvo inclua milhões de pessoas, você deve agir da mesma forma...

  8. Envolvimento do líder. Em cada projeto, existe uma pessoa na empresa que lhe contratou que funciona como um líder, um ponto focal do cliente. Se esta pessoa está envolvida no projeto, todos são beneficiados. Leve-o a acompanhar todo o processo de desenvolvimento, como se fizesse parte da sua equipe.

  9. Comunicação. A maior causa para que os projetos acabem mal está na falta de comunicação ou na má comunicação. A natureza mutante da Internet e a rapidez na liberação de novas versões de browsers podem confundir ou frustar qualquer um. Às vezes, basta um mal entendido em torno de um simples termo técnico. Clientes e projetistas devem conversar pelo menos duas vezes por semana.

  10. Tratar clientes individualmente. Cada cliente precisa de atenção e envolvimento pessoais. Se você está recebendo e-mails de mais de cinquenta clientes por dia, está na hora de repensar seu trabalho.

  11. Prazo para "fechar" o conteúdo. Se é um projeto grande, insista em não incluir mais nenhum conteúdo nas últimas duas semanas antes do lançamento do site. Mesmo em projetos pequenos, não deve ser menos de uma semana. A única possível exceção são as seções de "novidades" de algumas páginas.

  12. Número de projetos. Cada grande projeto deve ter um produtor dedicado, mas muitos estão envolvidos em vários outros projetos. Para isso, o produtor deve ser extremamente organizado. Um bom produtor conseguirá dar conta, no máximo, de dois grandes projetos. Mesmo assim, apenas se os prazos dos dois não forem próximos um do outro.

  13. Gerenciamento de conteúdo x Gerenciamento de projetos. Um projetista utilizará uma ferramenta de gerenciamento de projetos para criar o site. O cliente utilizará uma ferramenta de gerenciamento de conteúdo para fazer a atualização diária do site, criando documentos segundo os modelos definidos durante o projeto.

As sete falsas economias nos projetos de sites

  1. "O nosso site é uma versão na Internet do nosso marketing atual. Podemos usar os mesmos textos e gráficos de nossos folders, anúncios de jornal ou revista."

  2. "Se mais pessoas trabalharem no site, ele ficará pronto mais rápido!"

  3. "A web é um lugar onde nós podemos fazer várias experiências para depois ver o que deu certo. Vamos contratar aquele amigo nosso que faz sites nas suas horas vagas."

  4. "Documentação é uma perda de tempo e esforço..."

  5. "Vamos fazer nós mesmos o projeto do site. Depois contratamos alguém para pegar os nossos rascunhos e transformá-los em paginas web."

  6. "Vamos pedir propostas de construção do nosso site a alguns projetistas e agências de propaganda. Assim, teremos um monte de boas idéias de graça!"

  7. "Sites web não precisam de manutenção. Vamos até nos divertir fazendo tudo por conta própria..."

O cliente tem direito a

  1. Cronogramas bem feitos.

  2. Comunicação constante.

  3. Um contrato por escrito.

  4. Notificação imediata em caso de atrasos, problemas e despesas extras.

  5. Pagar somente pelo que foi autorizado.

  6. Controle de horas, quando está pagando por hora.

  7. Ver o projeto durante o desenvolvimento.

  8. Tempo de resposta razoável.

  9. Precauções relativas a segurança e privacidade.

  10. Produtos que funcionam de acordo com o que foi contratado.

  11. Direitos autorais sobre o conteúdo do site.

O projetista de sites tem direito a

  1. Saber qual o orçamento do projeto, desde o início

  2. Um perfil completo do projeto.

  3. Um contrato por escrito.

  4. A valorização do seu tempo (atrasos por parte do cliente custam dinheiro).

  5. 25-50% do valor orçado como pagamento inicial.

  6. Pagamento no prazo combinado.

  7. Gerenciar seu próprio processo.

  8. Compensar suas falhas.

  9. Ser pago por trabalhos de consultoria ou idéias.

  10. Ser informados quando estão fora da concorrência por um projeto

  11. Direitos autorais sobre as ferramentas criadas para construir o site.

Pontos chaves para fechar um projeto

  1. Tenha um site web informativo que diferencie a sua empresa de projetos de sites web da concorrência.

  2. Tenha um panfleto ou folder com informação sobre o seu trabalho e o testemunho de clientes.

  3. Seja a pessoa com quem seu cliente queira fazer negócio, sendo profissional e capacitado.

  4. Certifique-se de que deseja fazer negócios com seu cliente. É uma via de mão dupla.

  5. Aprenda sobre o negócio do seu cliente.

  6. Indique clientes anteriores que estão plenamente satisfeitos com o seu trabalho.

  7. Não vá abaixo do seu preço mínimo, a não ser que tenha de fazê-lo ou queira fazê-lo.

  8. Não entregue uma proposta ou informação específica sobre o seu projeto antes de ter certeza que o cliente está realmente interessado em contratá-lo (e que não está contactando mais de três outras empresas).

  9. Faça boas estimativas.

  10. Não importa se você gosta ou se o cliente gosta. A única coisa que importa é se o usuário do site vai gostar.

  11. Se você está pronto para fechar o negócio, não saia sem um termo de compromisso.

Dez segredos para produzir sites web

  1. Use uma nomeclatura consistente.

  2. Padronize os tamanhos dos gráficos criando uma hierarquia: títulos, subtítulos, gráfico grande, gráfico médio, gráfico pequeno, amostras, etc. Use o menor número de classes possível.

  3. Use uma palette otimizada para as imagens em cada classe. Use sempre a mesma palette para uma determinada classe.

  4. Insira comentários nas suas páginas HTML, de forma a dar informações para os projetistas e pessoal responsável pelo conteúdo.

  5. Use exatamente os mesmos comandos em páginas diferentes para facilitar futuras buscas e substituições.

  6. Em páginas grandes, remova os comentários e elimine saltos de linha na versão final que será publicada no site.

  7. Use o máximo de recursos que sua ferramenta oferece e atualize a versão desta ferramenta com freqüência.

  8. Faça cópias de segurança do seu site.

  9. Verifique como o seu site aparece tanto no Microsoft Internet Explorer quanto no Netscape Navigator. Se possível, teste tanto nas versões 3.0 quanto nas versões 4.0 destes dois browsers.

  10. Teste, teste e depois teste tudo de novo. Tenha sempre uma versão alfa ou beta disponível para que seja possível fazer testes e dar opiniões.

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SITES DE 3a. GERAÇÃO

A Web evoluiu muito nos últimos anos. Estamos agora na versão 4.0 dos browsers (Microsoft Internet Explorer e Netscape Navigator) e as páginas Web evoluíram no mesmo ritmo. Entretanto, a classificação dos sites em gerações não tem relação direta com os recursos oferecidos pelos browsers. Os requisitos para ser classificado como um site de terceira geração estão mais relacionados ao design do que propriamente à tecnologia...

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