Plano educacional

Plano educacional

1° Ano do Ensino Médio

1º Bimestre

  • Corpo Humano

  • Funcionamento do corpo.

  • Praticas culturais do movimento.

  • Praticas mais difundidas e aspectos econômicos.

  • Historia da origem e a descendência da população.

2º Bimestre

  • Capoeira

  • Processos Históricos.

  • Características.

  • Instrumentos.

  • Modalidades.

  • Movimentos.

3º Bimestre

  • Danças Folclóricas

  • Surgimento.

  • Regiões.

  • Características.

  • Vestimentas.

  • Instrumentos.

  • Danças.

4º Bimestre

  • Queimada

  • Origem.

  • Historia.

  • Como pode ser realizada.

  • Tipos de queimada.

2° Ano do Ensino Médio

1º Bimestre

  • Atividades Rítmicas

  • Aspectos históricos e sociais.

  • Histórico Cultural.

  • Diferentes formas.

  • Execução dos passos.

  • Elaboração de coreografia.

2º Bimestre

  • Ginástica

  • Definição.

  • Origem.

  • Processo Histórico.

  • Modalidades.

  • Movimentos.

3º Bimestre

  • Praticas circenses

  • O que são praticas circenses.

  • Onde e como surgiram.

  • Modalidades.

  • Fabricação de instrumentos.

4º Bimestre

  • Lutas

  • Como foi inserido na sociedade.

  • Regras

  • Competição x Rivalidade.

  • Estratégias e táticas.

  • Noções sobre ataque e defesa.

3° Ano do Ensino Médio

1º Bimestre

  • Jogos populares

  • Conceitos históricos.

  • Aspecto cultural.

  • O desaparecimento desta prática.

  • Jogos populares e ambiente natural.

  • Criação de jogos.

2º Bimestre

  • Jogos olímpicos

  • História das olimpíadas.

  • Como é realizado.

  • Modalidades.

  • Doping nos esportes.

  • Influencia da mídia nos jogos.

3º Bimestre

  • Jogos indígenas.

  • História e a cultura.

  • Objetivos e finalidades dos jogos.

  • Modalidades.

  • Danças indígenas.

  • Adaptações para a escola.

4º Bimestre

  • Teatro

  • Surgimento.

  • Leitura de texto teatral.

  • Construção de uma cena.

  • Atuação.

Maternal I

1º Bimestre

  • Percepção

  • Percepção e exploração do corpo.

2º Bimestre

  • Manipulação

  • Manipular e explorar objetos.

3º Bimestre

  • Deslocamento

  • Deslocar no espaço (andar, pular e outros).

4º Bimestre

  • Equilíbrio e coordenação

  • Exploração das diferentes posturas corporais.

Maternal II

1º Bimestre

  • Expressividade

  • Representar e reproduzir com movimentos corporais, elementos e comportamentos do meio e de animais.

2º Bimestre

  • Expressão corporal

  • Executar atividades rítmicas e danças.

3º Bimestre

  • Construção de identidades

  • Construção de sua identidade e a interação com o meio.

4º Bimestre

  • Brincadeiras com cordas

  • Explorar as diversas atividades realizadas com corda.

Pré I

1º Bimestre

  • Habilidades

  • Atividades voltadas para utilização de habilidades como correr, saltar, chutar, e outros.

2º Bimestre

  • Estruturação espacial

  • Noções de tamanhos e posições e formas.

3º Bimestre

  • Brincadeiras de roda

  • Diversos tipos de brincadeiras de roda.

4º Bimestre

  • Deslocamento

  • Atividades que promovem direcionalidade, sequencialização e deslocamento.

Pré II

1º Bimestre

  • Folclore

  • Histórias, danças e cantigas do folclore brasileiro.

2º Bimestre

  • Brincadeiras populares

  • Resgate das brincadeiras populares

3º Bimestre

  • Reciclagem

  • Aprender a fazer brinquedos utilizando sucatas.

4º Bimestre

  • Brincadeiras com bola

  • Atividades relacionadas com bola.

História

O berço dos esportes, remota à sociedade grega antiga, em um momento onde a atividade física era muito importante e estava ligada a intelectualidade e a espiritualidade em forma de mitologia e de filosofia de vida, onde o corpo bem definido possuía bons olhares, tais como vitalidade, destreza, saúde e é claro, força. Foi nesta época em que os próprios gregos criaram os Jogos Olímpicos, onde os mesmos faziam homenagens aos seus deuses com a prática de competições. A Educação Física no Brasil teve origem graças a uma grande miscigenação cultural, desde os índios que aqui já habitavam até os imigrantes que acrescentaram inúmeras fontes para que a atividade física fosse aprimorada de acordo com as necessidades de seu tempo. Mas a educação física como disciplina possui a sua origem por volta da metade do século XIX, sendo este o período do Brasil Império, onde existiam leis que incluíam a ginástica na grade de ensino dos estudantes. Porém, apenas na década de 1990 que a atividade física obtém um status mais amplo na sociedade, até se tornar o que conhecemos atualmente.

Em 1823, Joaquim Antônio Serpa, elaborou o “Tratado de Educação Física e Moral dos Meninos”. Esse tratado postulava que a educação englobava a saúde do corpo e a cultura do espírito, e considerava que os exercícios físicos deveriam ser divididos em duas categorias: 1) os que exercitavam o corpo; e 2) os que exercitavam a memória (Gutierrez, 1972). Além disso, esse tratado entendia a educação moral como coadjuvante da Educação Física e vice-versa (Gutierrez, 1972).

    O Início da Educação Física escolar no Brasil, inicialmente denominada Ginástica, ocorreu oficialmente com a reforma Couto Ferraz, em 1851(Ramos, 1982). No entanto, foi somente em 1882, que Rui Barbosa ao lançar o parecer sobre a “Reforma do Ensino Primário, Secundário e Superior”, denota importância à Ginástica na formação do brasileiro (Ramos, 1982). Nesse parecer, Rui Barbosa relata a situação da Educação Física em países mais adiantados politicamente e defende a Ginástica como elemento indispensável para formação integral da juventude (Ramos, 1982).

Na primeira fase do Brasil república, a partir de 1920, outros estados da Federação, além do Rio de Janeiro, começaram a realizar suas reformas educacionais e, começaram a incluir a Ginástica na escola (Betti, 1991). Além disso, ocorre a criação de diversas escolas de Educação Física, que tinham como objetivo principal a formação militar (Ramos, 1982).

No entanto, é a partir da segunda fase do Brasil república, após a criação do Ministério da Educação e Saúde, que a Educação Física começa a ganhar destaque perante aos objetivos do governo. Nessa época, a Educação Física é inserida na constituição brasileira e surgem leis que a tornam obrigatória no ensino secundário (Ramos, 1982).Na intenção de sistematizar a ginástica dentro da escola brasileira, surgem os métodos ginásticos (gímnicos). Oriundos das escolas sueca, alemã e francesa, esses métodos conferiam à Educação Física uma perspectiva eugênica, higienista e militarista, na qual o exercício físico deveria ser utilizado para aquisição e manutenção da higiene física e moral (Higienismo), preparando os indivíduos fisicamente para o combate militar (Militarismo) (Darido e Rangel, 2005).

No Período que compreende o pós 2ª Guerra Mundial, até meados da década de 1960 (mais precisamente em 1964, início do período da Ditadura brasileira), a Educação Física nas escolas mantinham o caráter gímnico do Brasil república (Ramos, 1982). Naquela época o governo investia muito no esporte, buscando fazer da Educação Física um sustentáculo ideológico, a partir do êxito em competições esportivas de alto nível, eliminando assim críticas internas e deixando transparecer um clima de prosperidade e desenvolvimento (Darido e Rangel, 2005).

Fortalece-se então a idéia do esportivismo, no qual o rendimento, a vitória e a busca pelo mais hábil e forte estavam cada vez mais presentes na Educação Física. No entanto, o modelo esportivista, também chamado de mecanicista, tradicional e tecnicista, começou a ser criticado, principalmente a partir da década de 1980.

Entretanto, essa concepção esportivista ainda está presente na sociedade e na escola atual (Darido e Rangel, 2005).

Durante a década de 1980, a resistência à concepção biológica da Educação Física, foi criticada em relação ao predomínio dos conteúdos esportivos (Darido e Rangel, 2005).

Atualmente, coexistem na Educação física, diversa concepções, modelos, tendências ou abordagens, que tentam romper com o modelo mecanicista, esportivista e tradicional que outrora foi embutido aos esportes. Entre essas diferentes concepções pedagógicas pode-se citar: a psicomotricidade; desenvolvimentista; saúde renovada; críticas; e mais recentemente os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) (Brasil., 1997). Por outro lado, as abordagens pedagógicas críticas, sugerem que os conteúdos selecionados para as aulas de Educação Física devem propiciar a leitura da realidade do ponto de vista da classe trabalhadora (Darido e Rangel, 2005).

Nessa visão a Educação Física é entendida como uma disciplina que trata do conhecimento denominado cultura corporal, que tem como temas, o jogo, a brincadeira, a ginástica, a dança, o esporte, etc., e apresenta relações com os principais problemas sociais e políticos vivenciados pelos alunos (Darido e Rangel, 2005).  Em 1996, com a reformulação dos PCNs, é ressaltada a importância da articulação da Educação Física entre o aprender a fazer, o saber por que se está fazendo e como relacionar-se nesse saber (Brasil., 1997).

As diferentes dimensões dos conteúdos e propõe um relacionamento com grandes problemas da sociedade brasileira, sem perder de vista o seu papel de integrar o cidadão na esfera da cultura corporal. A contextualização dos conteúdos da Educação Física com a sociedade que estamos inseridos, fazem com que a Educação Física deve ser trabalhada de forma interdisciplinar, transdisciplinar e através de temas transversais, favorecendo o desenvolvimento da ética, cidadania e autonomia.

    De forma geral, pode-se concluir que a Educação Física vem se desenvolvendo no Brasil à partir de importantes mudanças político-sociais e que atualmente é vista como um elemento essencial para a formação crítica do cidadão Brasileiro.

Concepção do Programa Educacional

O vigente trabalho busca uma formação completa do indivíduo através da Cultura Corporal de Movimento, para constituir cidadãos críticos, que sejam incluídos na sociedade juntamente com políticas públicas e várias formas de educação.

Na Educação Física, Eleonor Kunz faz menção para que a Educação Física atue como esclarecedora dos interesses ocultos (principalmente, da indústria esportiva) na cultura de movimento especialmente, sobre os esportes que incultam no indivíduo uma falsa consciência em que o que lhe é apresentado constitui seus próprios interesses, necessidades. Assim, a emancipação se dará quando o individuo for capaz de agir de forma autônoma, independente, fruto de seu esclarecimento.

    No tocante a emancipação, Kunz pretende que o indivíduo chegue até esta por via de sua construção e ação na cultura de movimento dentro de suas possibilidades, resistindo e contradizendo influências do meio exterior e assim, se auto realize. A Teoria Crítica discute o esclarecimento não sob a ética do acesso ao conhecimento científico, sistematizado, mas a reflexão e o questionamento a esse conhecimento objetivo, oportunizando ao indivíduo a tomada de decisão, sem coação, levando assim a emancipação.

    Os pensadores da época tinham como projeto comum a necessidade de pensar criticamente, para aproximar a teoria da prática. Jürgen Habermas, um dos representantes da Escola de Frankfurt, e que continua exercendo forte influencia nos estudos referentes a esta temática afirma que:

    “A orientação para a emancipação, que está na base da teoria, faz com que esta não se limite a descrever a realidade, mas também apontar as possibilidades nela embutidas e não realizadas” (Habermas, 2003a, pag. 113).

Modelo Pedagógico

Projeto-Tematização: escolher um tema trabalhando sua relevância social.

Unidade Didática: forma de organizar o conhecimento com começo, meio e fim.

Sequência Didática: série de experiências com mesmo conteúdo aumentando o grau de dificuldade.

Progressão Pedagógica: adquirir mais conhecimento aumentando complexidade, sem permanecer num mesmo conteúdo se o mesmo já foi discutido e compreendido.

Dentro da Educação Física Escolar desta escola não é aceito uma “formação de corpos saudáveis” ou até mesmo “formação atlética” o objetivo é formar sujeitos sócio-culturalmente para inclusão na sociedade que possam buscar por seus direitos sociais.

Não é aceito um tratamento de coisa ou animalização de qualquer aluno ou professor por qualquer diferença estética ou social.

Não é aceito medidas antidemocráticas não importando seu grau de relevância.

É necessário e importante para formação o comparecimento e presença dos pais, por isso eles tem acesso livre para contribuir interna/externamente na escola, podem participar do dia-a-dia do filho em dias específicos da semana com planejamento e ajuda do professor.

Plano de Ensino

Os conteúdos a serem trabalhados são: esportes, ginástica, lutas, dança, jogos, brincadeiras.

Os conteúdos devem ser trabalhados com três dimensões básicas: conceitos, procedimentos e atitudes.

Todos os professores da escola devem ter domínio sobre a práxis (reflexão/ação).

Todas as avaliações devem conter opinião pessoal, reflexão crítica e não precisam ser feitas de modo a pressionar o aluno, pode ser feita de forma continuada com contribuição do professor.

Projetos sociais e palestras de inclusão social e formação cultural serão realizados constantemente com aval dos pais.

Trabalhos práticos como visitas, excursões ou até mesmo fora de sala é obrigação de a escola realizar constantemente de acordo com a práxis estabelecida.

Os alunos terão direito de manifestar problemas e contribuir para o modelo educacional da escola, podendo realizar relatórios para serem entregues de forma trimestral a diretoria.

A Escola trabalha com Ensino Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Ensino fundamental

O objetivo do Ensino Fundamental Brasileiro é a formação básica do cidadão. Para isso, segundo o artigo 32º da LDB, é necessário:

I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

O Ensino Fundamental passou então a ser dividido da seguinte forma:

Anos Iniciais – compreende do 1º ao 5º ano, sendo que a criança ingressa no 1º ano aos seis anos de idade.Anos Finais – compreende do 6º ao 9º ano.

Anos inicias:

Primeiro ano: Apropriação da dança (história, primeiros contatos, a diferença da dança escolar com a profissional, discussão com alunos sobre como desenvolver as atividades, aplicação, apresentações bimestrais e relatórios ao final).

Segundo ano: Apropriação de jogos e brincadeiras (primeiros contatos, discussão sobre o poder dos jogos, como surgiram jogos tradicionais da região, liberdade para escolha, desenvolvendo seu próprio jogo em grupo, relatório dos jogos).

Terceiro ano: Apropriando-se da ginástica escolar (desmistificando a ginástica escolar do alto rendimento, história, discussão, espaço para desenvolver as próprias idéias, aplicação das idéias, relatório ao final).

Quarto ano: Conhecendo esportes com bola (Vôlei no primeiro semestre desmistificando do alto rendimento, história, criando as próprias regras, discutindo, aplicando, relatório para desenvolvimento. Segundo semestre Basquete criando as próprias regras, com alunos com idéias formadas sobre a diferença do basquete profissional para o escolar, história, aplicando novas regras para união e relatório ao final do ano).

Quinto ano: Conhecendo futebol/futsal (desmistificar do alto rendimento, criar o futsal da escola com discussão com alunos, aplicação finalização com jogos com as regras propostas e relatório ao final);

Anos Finais:

Sexto ano: Conhecendo a influência da mídia na sociedade e principalmente na Educação Física Escolar (conhecer o falso discurso das mídias de massas, desmistificarem idéias impostas socialmente, aplicação na sociedade onde vive, relatório de mudança antes e depois).

Sétimo ano: Se apropriando das lutas mais conhecidas no cenário da mídia (tirando a idéia de atleta se formar pela EF escolar, discussão e trabalhos sobre influência das lutas na arrecadação de empresas, aula prática e relatório ao final).

Oitavo ano: Mostrando idéias falsas de antes dos anos 90 como formadora de atletas e outros mitos (Formação de atletas através da EF escolar, finalizando a formação básica do ser crítico pela EF escolar, discussão com profissionais, palestras, aplicação prática, relatório de finalização do trabalho básico).

GFD 211- Docência e Formação Cultural na Educação Física Escolar

Nomes: Lucas Romeu Garcia

Úrsula Pereira

Herbet Júnior

Lavras, 08 de junho de 2015

Bibliografia

  • Betti, M. Educação Física e Sociedade. São Paulo: Movimento. 1991.

  • Brasil. Decreto-lei 705/ 69, de 25 de julho de 1969. Altera a redação do artigo 22 da Lei nº 4.024 de 20 de dezembro de 1961. D.O.U. de 28.7.1969, 1969.

  • Brasil. Parâmetros curriculares nacionais : Educação física Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF 1997..

  • Castellani Filho, L. Política educacional e educação física. Campinas Autores Associados. 1998.

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  • Gutierrez, W. História da Educação Física. 1972.

  • Ramos, J. J. Os exercícios físicos na história e na arte. São Paulo: Ibrasa. 1982.

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  • GOMES, L. R. Teoria crítica, esfera pública e formação política em Habermas. UFSCar.

  • MORGADO, I. S. Teoria Crítica. Instituto de Filosofia da Linguagem. Dicionário de Filosofia Moral e Política.

  • OFFRED, J. C. F. A escola de Frankfurt e a Teoria Crítica. In: Uma proposta de democracia segundo Habermas: uma contribuição para concepção e análise do Direito. Rio de Janeiro, maio de 2007.

  • PIRES, G. L.; NEVES, A. O trato com o conhecimento esporte na formação em educação física: possibilidades para sua transformação didático metodológica. In: KUNZ, Elenor (org.). Didática da educação física 2. Ijuí: Unijuí, 2004.

  • PUCCI, B. Teoria Crítica e Educação: contribuições da Teoria Crítica para a formação do professor.

  • RONCHI, A. M. A transformação didático-pedagógica do esporte na educação física escolar. Criciúma, julho de 2010.

  • TAFFAREL, C. Z. Critica a teoria critica emancipatória: um dialogo com Eleonor Kunz a partir do conceito de emancipação humana. FACED/UFBA. Disponível em: http://www.faced.ufba.br/rascunho_digital/textos/853.htm, 22 de maio/2012.

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