Tipos de Câncer, uso racional de medicamentos. 2016

Tipos de Câncer, uso racional de medicamentos. 2016

(Parte 1 de 4)

SUBTOMO III - 2014

Tipos de Câncer, uso racional de medicamentos.

Aspectos: Farmacoterápicos.

FARMACOLOGIA CLÍNICA

DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOSA

TOMO I - CANCEROLOGIA

Farmacologia Clínica Aplicada as Drogas Quimioterápicas

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SAÚDE

Especialização em

Farmacologia Clínica

FARMACOLOGIA CLÍNICA

DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOSA

TOMO I

SUBTOMO III

CANCEROLOGIA

FORTALEZA-CEARÁ-BRASIL

1ª Eedição 2014 – MAIO - 1ª Reedição 2014 – OUTUBRO

Farmacologia Clínica

Aplicada as Drogas Quimioterápicas

FORMAÇÃO CONTINUADA

EM SAÚDE

Especialização em

Farmacologia Clínica

SUMÁRIO GERAL DO SUBTOMO I

SUMÁRIO GERAL DO SUBTOMO II

SUMÁRIO GERAL

  1. Capa Dura.

  2. Contra capa.

  3. Subcontra capa.

  4. Apresentação da Edc.

  5. Epígrafe.

  6. Resumo sobre o autor.

  7. Agradecimentos.

  8. Agradecimentos a Universidade Federal de Santa Catarina através da equipe do Projeto MORE.

  9. Referência

  10. Convite.

  11. No planejamento

  12. A proposta

  13. Outros livros do autor publicados na editora.

  14. Convidamos

  15. DIREITOS AUTORAIS LICENÇA INTERNACIONAL VÁLIDA PARA TODOS OS TOMOS DA SÉRIE DO AUTOR

  16. LICENÇA INTERNACIONAL E NACIONAL DE USO DA OBRA.

  17. Aviso

  18. Licença

  19. LICENÇA INTERNACIONAL

  20. Licença.

  21. Definições.

  22. Obra Coletiva

  23. Obra Derivada

  24. Licenciante

  25. Autor Original

  26. Obra

  27. Você

  28. Elementos da Licença

  29. Direitos de Uso Legítimo.

  30. Concessão da Licença.

  31. Royalties e execução pública.

  32. Royalties e Direitos fonomecânicos.

  33. Direitos de Execução Digital pela

  34. Internet (Webcasting) e royalties

  35. Restrições.

  36. Declarações, Garantias e Exoneração.

  37. Limitação de Responsabilidade.

  38. Terminação

  39. Outras Disposições

  40. Esse LIVRO E-BOOK

  41. Conhecendo o Projeto OCW.

  42. Open Courseware

  43. UNESCO.

  44. Uso de formatos técnicos

  45. Movimento REA

  46. Licenciamento

  47. AS RAZÕES DE SER DESSA PUBLICAÇÃO ACADÊMICA.

  48. CONCEITOS OPENCOURSEWARE E OCW SITE.

  49. Conceito OperCourseWare.

  50. Que é um site OCW?

  51. Eles são oferecidos livremente e são

  52. Que não é um site OCW?

  53. ALGUMAS RAZÕES QUE LEVAM AO INESPEC ATRAVÉS DA SUA EDITORA VIRTUAL, DECIDIR PELA INCORPORAÇÃO AO OCW.

  54. Vantagens e inconvenientes.

  55. Sua flexibilidade e adaptabilidade dentro da Instituição.

  56. CONSÓRCIO UNIVERSITÁRIO EM TORNO AO PROJETO OCW.

  57. Condições para participar do Projeto OCW.

  58. OS ASPECTOS JURÍDICOS.

  59. A LICENÇA CREATIVE COMMONS.

  60. Propriedade intelectual.

  61. GESTOR DE CONTEÚDOS.

  62. EduCommons

  63. Gestor de contenidos – eduCommons

  64. OS ESCRITÓRIOS OCW NOS OCW SITES. MÉDICOS.

  65. PROCEDIMENTOS PARA A ADESÃO AO PROJETO.

  66. UNIVERSIDADES ENVOLVIDAS NO PROJETO.

  67. OUTROS CONSÓRCIOS A NÍVEL MUNDIAL.

  68. Obras publicadas pelo autor.

  69. Professor César Augusto Venâncio da Silva.

  70. Capa intermediária.

  71. Uso Racional de Medicamentos em Clínica Médica.

  72. Promoção do Uso Racional de Medicamentos no Brasil

TOMO I - SUBTOMO I - Farmacologia Clínica na Oncologia (Câncer)

Introdução à Cancerologia/Oncologia.

Sub Tomo I - Sumário do Subtomo I - Capítulo I

  1. Farmacologia Clínica na Oncologia (Câncer).

  2. Introdução à Cancerologia, Oncologia.

  3. Cancerologia.

  4. A oncologia.

  5. Tratamento oncológico.

  6. Especialidades Médicas derivadas.

  7. PROGRAMA DO EXAME.

  8. FARMACOLOGIA ONCOLÓGICA.

  9. Os novos casos de câncer devem aumentar.

  10. Comportamentos de risco.

  11. Custos.

  12. Câncer no colo-retal.

  13. Tratamento padrão para câncer de reto.

  14. Câncer do intestino grosso.

  15. Prevenção requer a adoção de políticas de Estado para a Saúde Pública em Oncologia.

  16. Câncer do intestino grosso (cólon e reto).

  17. Faixa de risco.

  18. Exames recomendados.

  19. Exame retossigmoidoscopia colonoscopia.

  20. Sintomatologia do câncer do intestino.

  21. CÂNCER DE RETO.

  22. Tratamento cirúrgico do câncer do reto.

  23. Tumor de Intestino Delgado.

  24. CIRUGIA LAPAROSCOPICA EN ADENOCARCINOMA DE RECTO.

  25. El Cáncer de Recto.

  26. Prevenção e educação para a Saúde Individual.

  27. Uso de suplementos alimentares naturais.

  28. Farmacologia Clínica.

  29. A assistência profissional em Oncologia/Cancerologia

  30. Dispensação Medicamentosa.

  31. Uso Racional de Medicamentos perpasa as configurações de ciência médica pura

  32. Portaria SES Nº 132 DE 23/05/2013.

  33. Dispensação de medicamentos oncológicos não padronizados

  34. CAPÍTULO I - DA PRESCRIÇÃO

  35. CAPITULO II - DA AQUISIÇÃO, APLICAÇÃO, DISPENSAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO.

Capítulo I Farmacologia Clínica na Oncologia (Câncer) A N E X O S.

  1. ANEXO I - MODELO DE RELATÓRIO MÉDICO (Trimestral)

  2. ANEXO II - MODELO DE CARIMBO PARA JUSTIFICATIVA DE DEVOLUÇÃO DE RECEITUÁRIO NÃO ATENDIDO

  3. ANEXO III - TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDADE.

TOMO I - SUBTOMO I - Introdução aos fármacos de uso na

Clínica Médica Oncológica.

Capítulo II - Introdução aos fármacos de uso na Clínica Médica Oncológica.

  1. Introdução aos fármacos de uso na Clínica Médica Oncológica.

  2. Uso Racional de Medicamentos em Clínica Médica.

  3. Desqualificação profissional do médico?

  4. Efeitos adversos.

  5. Iatrogenia: Discussão ampla.

  6. Conclusão.

  7. Mecanismos fisiopatológicos.

  8. Prognóstico.

  9. Terapia.

  10. FÁRMACO.

  11. LISTA DE FÁRMACOS PERMITIDOS.

  12. ANTIÁCIDOS.

  13. ANTIDIARRÉICOS.

  14. ANTIASMÁTICOS/ANTIALÉRGICOS.

  15. ANTINAUSEANTES-ANTIEMÉTICOS.

  16. ANTIULCEROSOS.

  17. ANALGÉSICOS ANTIPIRÉTICOS E ANTIESPASMÓDICOS.

  18. ANTIINFLAMATÓRIOS.

  19. ANTIGRIPAIS.

  20. CONTRACEPTIVOS.

  21. DESCONGESTIONANTES NASAIS.

  22. EXPECTORANTES E ANTITUSSÍGENOS.

  23. ANTIFÚNGICO.

  24. ANTI-HEMORROIDÁRIOS,

  25. HIPNÓTICOS BENZODIAZEPÍNICOS.

  26. BARBITÚRICOS.

  27. SEDATIVOS.

  28. ANTIDIABÉTICOS HIPOGLICEMIANTES ORAIS.

  29. RELAXANTES MUSCULARES PERIFÉRICOS.

  30. TÓPICOS DERMATOLÓGICOS.

  31. PREPARAÇÕES VAGINAIS.

  32. PREPARAÇÕES OFTÁLMICAS.

  33. ANTIBIÓTICOS.

  34. ANTICONVULSIVANTES.

  35. LAXATIVOS.

  36. VITAMINAS.

  37. Referencia Bibliográfica.

  38. Nota.

  39. Lei obriga plano de saúde

  40. Pós-produção de notas jornalísticas.

  41. LISTA DE MEDICAMENTOS. ANS. MS.

  42. QUIMIOTERAPIA.

  43. CLASSES DE DROGAS CITOSTÁTICAS.

  44. Dividem-se em cinco classes químicas

  45. Ciclofosfamida

  46. Ifosfamida

  47. Citarabina

  48. Clorambucila

  49. Melfalana

  50. Dacarbazina

  51. Quadro Resumo - Agentes Alquilantes

  52. Antimetabólitos.

  53. Metotrexato de sódio

  54. Fluoruracila

  55. Citarabina

  56. Cladribina

  57. Mercaptopurina

  58. Tioguanina

  59. Quadro Resumo - Antimetabolitos:

  60. Alcalóides.

  61. Nicotina

  62. Cafeína

  63. Morfina.

  64. Cocaína

  65. Quadro Resumo - Alcalóides de plantas

  66. Antibióticos antitumorais.

  67. Antraciclinas.

  68. Cardiotoxicidade dos antracíclicos.

  69. Referência:

  70. DEFINIÇÃO DE CARDIOTOXICIDADE

  71. MECANISMOS DE LESÃO MIOCÁRDICA

  72. DISFUNÇÃO CARDÍACA.

  73. Classificação:

  74. Tipo I.

  75. Tipo II.

  76. TEORIA “MULTIPLE HIT”.

  77. QUADRO CLÍNICO.

  78. DIAGNÓSTICO.

  79. CARDIOPROTEÇÃO.

  80. Nota do Autor.

  81. Nomenclaturas no texto.

  82. Nota do Autor.

  83. Antraciclinas.

  84. I - Daunorrubicina.

  85. II – Streptomyces.

  86. Quimioterápicos.

  87. Exemplos

  88. Quimioterapia antineoplásica.

  89. A quimioterapia oncológica

  90. Uso de associações de antineoplásicos

  91. ATENÇÃO! Informações sobre desenvolvimento de novas drogas

  92. Referência Bibliográfica Complementar.

  93. Gás mostarda - arma química.

  94. Representação Química.

  95. Categoria: Agente Vesicante.

  96. As substâncias vesicantes

  97. Uso na Grande Guerra.

  98. Antídotos.

  99. Casos Clínicos.

  100. GÁS MOSTARDA não possui antídoto

  101. Referência Bibliográfica Complementar.

  102. Subquestionamento temático

  103. Sinais e sintomas de exposição à mostarda de enxofre.

  104. Efeitos:

  105. Riscos a saúde em longo prazo.

  106. Hipoplasia medular.

  107. Predefinição de termos: Termos com o sufixo-plasia.

  108. Aplasia medular

  109. Aplasia medular x Leucemia.

  110. Tratamento da aplasia medular

  111. Cloranfenicol.

  112. MEDICAMENTO é indicado

  113. Mecanismo de ação.

  114. Precauções – Efeitos adversos possíveis.

  115. Anemia aplástica

  116. Produtos similares:

  117. Contra indicações. Diversos

  118. Depressão profunda da medula óssea.

  119. Pancitopenia.

  120. A pancitopénia

  121. Pancitopenia - principais causas:

  122. A hemoglobina pode ser encontrada

  123. A hemoglobina (Hb)

  124. Fórmula química:

  125. C2952H4664O8125S8Fe4321 ph7.

  126. Iconografia. Hemácias.

  127. Tipos de Hemoglobina.

  128. Meta-hemoglobina

  129. Iconografia.

  130. A metemoglobina não pode ligar o oxigênio

  131. A catalase é uma metaloenzima

  132. Nitrito de amila

  133. Efeitos fisiológicos - nitrito de amila.

  134. Anti-hipertensivo.

  135. Os efeitos da inalação de vapores do nitrito de amila

  136. Antídoto para cianotoxinas.

  137. Entorpecente.

  138. A leucopenia

  139. A maioria dos distúrbios dos leucócitos

  140. Tipos de leucócitos.

  141. Os linfócitos

  142. Os monócitos

  143. Todas as células sanguíneas brancas

  144. Um transplante de medula óssea

  145. Função.

  146. Linfócitos são mais comuns

  147. Linfócitos B

  148. Linfócitos T Auxiliares ou (CD4+)

  149. Linfócitos T citotóxicos (ou CD8+)

  150. Linfócitos Naturais killers ou NK

  151. Linfócitos T inibidores

  152. Neutrófilos.

  153. Os neutrófilos se constituem

  154. Os neutrófilos são polimorfos nucleados

  155. Os neutrófilos possuem receptores

  156. Neutrofilia é uma condição no sangue

  157. A neutrofilia algumas vezes é acompanhada de febre

  158. Causas. Infecções bacterianas

  159. Deficiência.

  160. Neutropenia

  161. Neutropenia severa

  162. Os neutrófilos representam o principal sistema de defesa celular do corpo

  163. A neutropenia é uma disfunção do sangue

  164. Neutropenia é às vezes erroneamente conceituada como leucopenia.

  165. Causas, Sintomas e diagnóstico, Tratamento.

  166. Na neutropenia cíclica

  167. A neutropenia pode desenvolver-se de forma rápida

  168. Cancros de células sanguíneas

  169. Tratamento da neutropenia

  170. Antibiótico Linezolid

  171. Antibiótico é nome

  172. Classes de antibióticos e Resistência antibiótica.

  173. A resistência antibiótica

  174. Classes de antibióticos agrupados por estrutura

  175. Aminoglicosídeos.

  176. Diversos aminoglicosídeos

  177. As antraciclinas são outro grupo de aminoglicosídeos

  178. Indicações.

  179. Septicemia com Gram-negativos.

  180. Pseudomonas

  181. Pseudomonas aeruginosa.

  182. Pseudomonas pyocyanea

  183. Patogênico de indivíduos com sistema imunológico comprometido

  184. A piocianina

  185. Infecção hospitalar.

  186. Burkholderia

  187. Espécies Classificadas de Pseudomonas

  188. Espécies.

  189. P. aeruginosa group

  190. P. chlororaphis group

  191. P. fluorescens group

  192. P. pertucinogena group

  193. P. putida group

  194. P. syringae group

  195. Incertae sedis

  196. Espécies Classificadas de Burkholderia.

  197. Espécies:

  198. Referência. Bibliográfica Suplementar.

  199. Mecanismo de ação.

  200. Ribossomos são organelas citoplasmáticas.

  201. Função dos Ribossomos.

  202. Leitura correta do RNA mensageiro.

  203. Ribossomos são estruturas pequenas

  204. Na natureza, as bactérias vivem.

  205. As eubactérias

  206. As arquibactérias

  207. Existem espécies bacterianas.

  208. Componentes dos ribossomos eucarióticos. As bactérias podem ser classificadas

  209. Cocos

  210. Bacilos

  211. Espirilos

  212. Campylobacter

  213. Espécies.

  214. Bactérias gram-negativas.

  215. CROMOSSOMO

  216. Cromossomo bacteriano

  217. DNA bacteriano (cromossomo e plasmídeo).

  218. PLASMÍDEOS

  219. GRÂNULOS DE RESERVA

  220. MESOSSOMOS

  221. PAREDE

  222. Gram-negativas

  223. Gram-positivas

  224. CÁPSULAS - Muitas bactérias

  225. FLAGELOS

  226. FÍMBRIAS

  227. ESPOROS

  228. Tipos de esporos

  229. Aminoglicosídeos.

  230. Efeitos adversos

  231. Aminoglicosídeos

  232. Aminoglicosídeos. Membros do grupo:

  233. Amicacina

  234. Estreptomicina

  235. Gentamicina.

  236. Neomicina

  237. Tobramicina

  238. Paromomicina.

  239. Superbactéria já resiste ao mais avançado antibiótico

  240. Configuração genética.

  241. Interações. A linezolida

  242. Anemia aplástica.

  243. A medula óssea desempenha um papel essencial.

  244. Causas da falência medular:

  245. Os sintomas de anemia aplástica

  246. Revisão. Anemia aplástica

  247. Exames laboratoriais,

  248. Existem exames adicionais para determinar a causa da anemia

  249. Patologia e URM do Cloranfenicol.

  250. Furosemida.

  251. Questionamento em Farmacologia Clínica.

  252. Médico “x”

  253. A furosemida encontra-

  254. Reações Adversas ao medicamento

  255. Excreção de sódio e potássio

  256. Água e sódio (Volumetria).

  257. Crítica contra a automedicação e necessidade de protocolos de URM para os clínicos não especialistas em Oncologia

  258. A Agência Mundial Antidoping

  259. Outra aplicação da furosemida

  260. Dopagem bioquímica - doping

  261. Efeitos colaterais.

  262. Lista de componentes anabólicos.

  263. Farmacovigilância.

  264. Nota de farmacovigilância

  265. Referência Bibliográfica.

  266. Alopurinol.

  267. A associação da terapia antineoplásica medicamentosa quimioterapia.

  268. Alopurinol e seu metabólito principal

  269. Síndrome do bebê cinzento.

  270. Advento dos primeiros antibióticos

  271. Lista de Medicamentos a base de Cloranfenicol

  272. Composição

  273. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, atualizou a lista de antibióticos.

  274. Lista atualizada

  275. Metronidazol é composto

  276. A INTERAÇÃO DO CLORANFENICOL com Fenobarbital ou fenobarbitona.

  277. A restrição à venda de antibióticos no Brasil Novas regras para a prescrição:

  278. Saúde Pública em primeiro plano.

  279. No bulário eletrônico

  280. Porque recomendo.

  281. Cancerígeno

  282. GHS – ONU.

  283. Tomamos como referência os estudos

  284. A incidência de câncer por idade

  285. Estatísticas de câncer

  286. Câncer do dia-a-dia.

  287. Exemplos

  288. Café

  289. Aspectos econômicos.

  290. Botânica.

  291. Valor nutritivo do Café

  292. E o uso descontrolado

  293. Valor nutricional do Café

  294. Ação diurética

  295. Corrimento vaginal

  296. Tipos de Corrimento Vaginal.

  297. Candida Albicans

  298. Gardnerela Vaginalis

  299. Trichomoas Vaginalis

  300. Imunodiagnóstico

  301. Contextualizar - VAGINA – ANATOMIA.

  302. TOPOGRAFIA DA VAGINA

  303. Complicações.

  304. Câncer primitivo da vagina

  305. Câncer primário da vagina

  306. Neoplasia Vaginal.

  307. Neoplasia intraepitelial.

  308. NIVA I (displasia leve).

  309. NIVA II (displasia moderada).

  310. NIVA III (displasia acentuada - carcinoma in situ).

  311. Neoplasias epiteliais malignas.

  312. Neoplasias mesenquimais.

  313. NEOPLASIA MALIGNA DA VAGINA.

  314. Iconografias. (ANEXO. Botânica).

  315. Coffea arábica em floração

  316. Grãos de café Conilon (Robusta).

  317. Grãos de café Arábicos.

  318. Grãos de café Arábica torrados

  319. Referência Bibliográfica.

  320. Literaturas.

  321. Uso de antioxidantes para prevenir o câncer

  322. Antioxidantes

  323. Do acondicionamento dos Legumes em conserva.

  324. Aumentar o risco de certos tipos de câncer

  325. Legume, olerácea ou vagem.

  326. Promover o consumo de FLV

  327. PRIMEIRO PONTO

  328. Frutas vermelhas

  329. Mirtilo

  330. Cenoura

  331. Tomate

  332. Uva

  333. Brócolis

  334. Especiarias

  335. Romã

  336. Segundo o Best-seller Anticâncer

  337. Feijão-preto

  338. Carpelo

  339. Fruto de Cucumis metuliferus

  340. Displasia.

  341. Exemplo:

  342. Código genético.

  343. A mensagem genética contida no DNA

  344. Uma proposta técnica científica

  345. Ácido desoxirribonucleico – ADN

  346. Referência Bibliográfica.

  347. Displasia: Anisocitose, Poiquilocitose Hipercromatismo.

  348. Na displasia as células podem se reproduzir descontroladamente

  349. Tipos de displasias.

  350. Aulas virtuais difusas conexas

  351. Antioxidantes.

  352. Frutas e hortaliças 

  353. Antioxidantes não ajudam no combate ao câncer.

  354. Um paradoxo.

  355. A oxidação é uma reação química

  356. Moléculas.

  357. Agente Oxidante.

  358. Nota do Autor.

  359. Ácido ascórbico-polifenóis.

  360. Literatura e na prática

  361. Polifenóis são substâncias

  362. A radiação ultravioleta (UV)

  363. Flavonoides (ou bioflavonoides)

  364. Taninos

  365. Usos farmacológicos.

  366. Biologia e Química

  367. Nota do Autor. Adstringência.

  368. As antocianinas

  369. Referência Bibliográfica Suplementar.

  370. Na química hidroxila

  371. Aromaticidade

  372. A laranja

  373. Limão

  374. Informações nutricionais.

  375. Propriedades do limão.

  376. Estudos epidemiológicos

  377. Limoneno

  378. Referência de Estudos Científicos.

  379. Catequinas e epicatequinas

  380. Catequina

  381. Estudos conduzidos

  382. As catequinas e a cafeína

  383. Estes antioxidantes naturais

  384. Dados epidemiológicos confirmam

  385. Folhas secas moídas de chá-verde.

  386. Nota do Autor.

  387. Estudos dos cientistas brasileiros

  388. A bebida preparada

  389. Folhas de Camellia sinensis

  390. Efeitos Colaterais do Chá Verde.

  391. Efeitos Colaterais do Chá Verde

  392. Camellia sinensis

  393. Flor de Camellia sinensis

  394. Referências bibliográficas.

  395. Resveratrol.

  396. Sirtuína.

  397. Estrutura cristalográfica de Sir2.

  398. Sirtuins Mamífero

  399. A atividade das sirtuínas

  400. Lipoproteínas

  401. A aterosclerose

  402. Ateromas

  403. Formação dos Ateromas.

  404. Lesão da artéria coronária.

  405. Segmento do arco da artéria aorta com aterosclerose.

  406. Aterosclerose

  407. Doenças vasculares

  408. Há três subtipos:

  409. Iconografias Especiais.

  410. ATEROSCLEROSE (CARÓTIDA)

  411. Arteriosclerose Intracraniana.

  412. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

  413. Concentração de LDL-c.

  414. Low Density Lipoprotein – LDL –

  415. Curcumina.

  416. Vinho tinto

  417. Berrys.

  418. Uvas.

  419. Valor nutricional por 100 g (3,5 oz).

  420. UVAS - vermelha ou verde.

  421. Referências Bibliográficas.

  422. Nota de Natureza Bioética.

  423. Danos causados pelos radicais livres.

  424. Recrutamento e ativação de fagócitos (macrófagos e neutrófilos)

  425. Vídeo aula sobre Teorias do Envelhecimento

  426. Teorias Biológicas do Envelhecimento - Dr. Francisco Vianna

  427. Senescência

  428. Envelhecimento do organismo

  429. NRA-PRG. Programação genética.

  430. Gene Lin28.

  431. Carcinoma adrenocortical

  432. LIN28, uma proteína ligadora de RNAs.

  433. Outros estudos traz a lume o LIN28.

  434. Conclusão.

  435. Tocoferol.

  436. A Vitamina E 

  437. Estudos demonstram que o estresse oxidativo

  438. As recomendações diárias

  439. A Escala de Bristol ou Escala de fezes de Bristol.

  440. A VITAMINA E (TOCOFEROL)

  441. Doenças carenciais:.

  442. Suplementos

  443. Toxidade: De modo geral não é tóxica.

  444. Os alimentos onde podemos encontrar a vitamina E (TOCOFEROL)

  445. Benefícios da couve

  446. Brócolos.

  447. Couve-de-bruxelas

  448. Couve-de-folhas.

  449. Couve-flor

  450. Plantação de couves-flores.

  451. Couve-flor roxa.

  452. Romanesco.

  453. Couve-galega

  454. Couvelombarda.

  455. Repolho.

  456. CRUCÍFERAS ANTICANCERÍGENAS.

  457. OS BENEFÍCIOS DE COMER COUVE CRUA

  458. A couve crua é boa contra o escorbuto.

  459. Referência Nutricional

  460. Cada cem gramas de couve-flor contêm

  461. Referência Bibliográfica.

  462. Repolho, subespécie da Brassica oleracea.

  463. Valor nutricional

  464. Repolho é usado cozido ou em saladas

  465. Marcador e Uso medicinal

  466. Uso Medicinal: úlceras etc.,

  467. Selênio.

  468. Selênio é um micronutriente

  469. Selenocisteína.

  470. As investigações científicas

  471. Estudos realizados em pacientes com câncer

  472. A deficiência de selênio

  473. Sua carência nos humanos pode causar

  474. A Bertholletia excelsa

  475. Medicinal: O chá da casca da Bertholletia

  476. Radium conteúdo.

  477. Concentração relatada de Ra-226 e Ra-228

  478. Selênio. Principais funções.

  479. Outros benefícios dos minerais:

  480. Manganês para regular o metabolismo.

  481. Excesso de minerais

  482. Carne vermelha grelhada

  483. Referência Bibliográfica.

  484. A indução de senescência e apoptose.

  485. Cromossomo humano (cinzento) sendo tampado por telômeros (branco)

  486. Processo de combustão por oxigênio e câncer.

  487. A respiração é uma função fisiológica

  488. AÇÃO DO FUMO.

  489. Pulmão do fumante envelhece mais depressa

  490. Câncer de pulmão é diferente em fumantes e não fumantes.

  491. Cientistas sintetizam composto químico anticâncer.

  492. Célula anticâncer.

  493. Células anticâncer são sintetizadas.

  494. Além do Aglicona lomaiviticin

  495. Câncer de ovário

  496. Enfisema pulmonar é uma doença degenerativa

  497. Causas do enfisema pulmonar.

  498. Sinais e sintomas de enfisema pulmonar

  499. Principal sintoma de enfisema

  500. Pulmão de não fumante. Pulmão de fumante

  501. As lesões causadas pelo cigarro

  502. Diagnóstico do enfisema pulmonar.

  503. Os radicais livres podem danificar células sadias do nosso corpo.

  504. FONTE DE RADICAIS LIVRES.

  505. Os principais fatores internos são

  506. Os radicais livres agem sobre as células

  507. A reação dos radicais livres com os ácidos graxos

  508. CONSEQUÊNCIAS DO EXCESSO DE RADICAIS LIVRES.

  509. A formação de radicais resulta em manchas

  510. ANTIOXIDANTES

  511. Os radicais livres se formam

  512. Os antioxidantes estão presentes

  513. Vitamina C

  514. Vitamina E

  515. Vitamina A

  516. Selênio

  517. Zinco

  518. Bioflavonóides

  519. Licopeno

  520. Isoflavonas

  521. Catequinas

  522. Ácido fenólico

  523. Ácido graxo ômega 3

  524. Curcumina

  525. Genistelina

  526. Indóis

  527. Betacaroteno

  528. Quercetina

  529. PÍLULAS E CÁPSULAS ANTIOXIDANTES FUNCIONAM?

  530. Portanto, tais suplementos devem ser recomendados somente.

  531. ALIMENTAÇÃO BALANCEADA.

  532. Referência Bibliográfica.

  533. Xenobióticos e fármacos.

  534. Xenobióticos

  535. Dos riscos a saúde?!!!

  536. Glutationa, glutationo ou glutatião (γ-glutamilcisteinilglicina).

  537. Leituras recomendadas.

  538. Telômeros e ativação de genes supressores tumorais.

  539. Câncer é um dos males que mais acomete

  540. Câncer é um dos males mais antigos

  541. A fisiologia tem por objetivo manter a estabilidade estrutural do cromossomo. Telómeros estão presentes principalmente em células

  542. Encurtamento dos telómeros

  543. A outra relevante atividade dos telómeros

  544. Veja vídeo.

  545. A perda dos telómeros apenas correlaciona com a senescência celular

  546. Veja vídeo.

  547. Genoma Humano - O Mapa do Envelhecimento e da Morte.

  548. Múltiplas divisões celulares.

  549. Divisão múltipla

  550. Protista

  551. Controle do Ciclo Celular e a Origem do Câncer.

  552. A intérfase (ou interfase)

  553. Fase - S (Duplicação do DNA

  554. Parte da estrutura da miosina.

  555. Células Cancerosas.

  556. Alvéolos do pulmão.

  557. Células cancerosas no pulmão.

  558. FORMAÇÃO DE CÉLULAS CANCEROSAS.

  559. Sistema imunológico da pessoa pode destruir as células cancerosas

  560. Quando pessoas tem câncer

  561. Células cancerosas prosperam

  562. Células cancerosas têm (suas) paredes cobertas de proteína dura.

  563. Câncer é uma doença da mente, do corpo e do espírito.

  564. As células cancerosas não podem prosperar num ambiente oxigenado.

  565. Em resumo.

  566. Os proto-oncogenes

  567. Mutações nos proto-oncogenes

  568. Em células humanas normais

  569. Ciclinas.

  570. A p34 fosforilada é inativa.

  571. A ciclina que participa da transição de G1 / S

  572. Conclusão.

  573. Na Farmacologia Clínica as informações

  574. Células tumorais de câncer de mama

  575. Principais tipos de ciclinas.

  576. Ciclina A e B.

  577. Ciclina D.

  578. Ciclina E.

  579. A escolha de quimioterapia ou tratamento adjuvante em câncer de mama

  580. A sobrevida livre de câncer

  581. Iconografia.

  582. Bibliografia

  583. Telomerase x p16INK4a.

  584. Enzimas é um grupo de substâncias orgânicas

  585. p16 - também conhecido como inibidor 2A quinase.

  586. p16 tem uma função importante no ciclo celular

  587. p16 é um inibidor de cinases dependentes de ciclina.

  588. 6INK4a - Papel no câncer.

  589. Referências Bibliográficas.

  590. Exemplos: Adenocarcinoma de pâncreas

  591. Inibidor 2A quinase

  592. A FDA, recentemente autorizou dois estudos clínicos com telomerase.

  593. Por fim, conclusão.

  594. A fundamental importância dos telômeros encurtados.

  595. Fenômeno do envelhecimento celular

  596. Referências bibliográficas.

  597. Apoptose é um tipo de morte celular programada

  598. Etapas do processo de Apoptose.

  599. Apoptose Causado por Estímulos Fisiológicos.

  600. Apoptose Causado por Patologias.

  601. A Hipóxia a Nível Celular

  602. Citosol.

  603. Referência Bibliográfica.

  604. Mutações que comprometam o sistema antioxidante

  605. Os radicais livres podem danificar células sadias do nosso corpo

  606. A interação dos radicais livres com o sistema biológico

  607. Papel de radicais livres na toxicidade de diversas substâncias

  608. Referência Bibliográfica.

  609. Legume(s).

  610. Uso de corantes e conservantes ainda gera controvérsia.

  611. A ANVISA está DESENVOLVENDO ESTUDOS

  612. Visão global - Os conservantes de alimentos artificiais impedem

  613. Conservantes.

  614. Conservantes são substâncias  naturais ou artificiais

  615. A função dos conservantes

  616. Nos alimentos os conservantes são capazes

  617. Sal provoca rapidamente a desidratação de qualquer bactéria presente

  618. Otto Heinrich Warburg

  619. ANVISA e os regulamentos que se refere aos conservantes.

  620. Benzoanto de sódio.

  621. Função

  622. Descrição

  623. Sinônimos

  624. FórmulaDosagem

  625. Aplicabilidade

  626. Conservantes - CÂNCER origem especulativa difusa.

  627. A exposição humana ao benzeno é um problema global de saúde (induzir ao câncer em humanos)

  628. Exames para detecção.

  629. Nitritos.

  630. Nitrito.

  631. Nitrosaminas.

  632. CÂNCER – Alimentos: Cautelas devem ser atendidas.

  633. Substâncias consideradas mutagênicas

  634. Os agentes mutagênicos podem ser de três tipos

  635. No Brasil a lei federal número 11.105 de março de 2005, assegura que organismos mutagênicos são distintos de organismos transgênicos.

  636. Vejamos a normativa brasileira:

  637. Veto Presidencial. MENSAGEM Nº 167, DE 24 DE MARÇO DE 2005.

  638. Regulamenta a Lei. DECRETO Nº 5.591, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2005.

  639. Classificação de Risco dos Organismos Geneticamente Modificados.

  640. Classe de Risco I

  641. Farmacologia dos Nitratos. Fármacos mais importantes.

  642. Nitroglicerina

  643. Os efeitos do nitrato em Clínica Médica

  644. Os nitratos só têm efeito em administrações limitadas

  645. A enzima de conversão de angiotensina é uma Cininase

  646. Nitratos e Águas Minerais.

  647. Efeitos adversos.

  648. Nitrato encontrado em águas minerais é associado ao risco de Câncer Gástrico.

  649. INCA alerta que a ingestão de água que contêm uma alta concentração de nitrato está relacionada com a incidência do Câncer de Estômago.

  650. Conservantes: Vantagens.

  651. Desvantagens.

  652. Benzoato de Sódio.

  653. Acido benzóico

  654. RESUMO: Nitritos. Nitrito ou nitrato de sódio

  655. Referência Bibliográfica.

  656. Lista de Frutas Vermelhas.

  657. Maçã

  658. A maçã-verde

  659. E anticancerígena.

  660. As diferentes espécies encontram se em climas temperados e subtropicais

  661. Lista das espécies cultivares mais comuns

  662. Informações nutricionais.

  663. Melancia (Citrullus lanatus)

  664. Valor nutricional.

  665. Cada 100 gramas de melancia contêm:

  666. Melancia pode levar a hipertensão.

  667. Citrulina é um aminoácido

  668. A citrulina, junto com a arginina, participa do ciclo da ureia.

  669. Câncer - Pessoas que consomem frutas ou legumes várias vezes ao dia

  670. A melancia é fonte de vitaminas

  671. A Vitamina A

  672. A Vitamina B6

  673. A Vitamina C

  674. A melancia também é uma ótima fonte de potássio

  675. Pessoas com níveis baixos de potássio

  676. Licopeno é o pigmento

  677. Benefícios Cardíacos

  678. Diabetes

  679. Referência Bibliográfica Suplementar.

  680. Outras frutas “vermelhas” importante na manutenção da saúde

  681. Cereja.

  682. Amoras.

  683. Mirtilo.

  684. Uso Medicinal.

  685. Ação anticâncer.

  686. Sugestão de consumo

  687. Regulação da glicemia.

  688. Saúde Cardiovascular.

  689. A antocianidina

  690. Resumo.

  691. Propriedades do Mirtilo

  692. Informação Nutricional

  693. Bibliografia Suplementar.

  694. LITERATURA RECOMENDADA.

  695. Bebidas alcóolicas (câncer)

  696. Câmeras de bronzeamento artificial (câncer de pele)

  697. Talco (o amianto é um potencial cancerígeno).

  698. Terapia de reposição hormonal (câncer de mama)

  699. Exposição a produtos químicos (câncer de esôfago)

  700. Raios ultravioletas (câncer de pele)

  701. Cádmio - agente cancerígeno e pode ser encontrado em alguns alimentos e bebidas

  702. Formaldeído (associado ao câncer nasal em testes com ratos)

  703. Tamoxifeno (aumento de risco de câncer de útero)

  704. Amianto (os riscos de câncer de pulmão).

  705. Choque tóxico.

  706. NRA – Nota de Referência do Autor.

  707. Lista de sistemas de órgãos humanos.

  708. São considerados sistemas orgânicos do corpo humano

  709. NRA – Nota de Referência do Autor.

  710. CID-10 Capítulo XVII: Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas.

  711. QUADRO I

  712. QUADRO II

  713. QUADRO III

  714. QUADRO IV

  715. QUADRO V

  716. QUADRO VI

  717. QUADRO VII

  718. QUADRO VIII

  719. QUADRO IX

  720. QUADRO X

  721. QUADRO XI

  722. QUADRO XII

  723. Sumário Geral do Subtomo I - Páginas 1/1280

TOMO I SUBTOMO II

SUMÁRIO - Capítulo III - Oncologia(Câncer) – Aspectos fundamentais

  1. Introdução.

  2. A Justiça tornou-se uma das vias.

  3. Como as ações judiciais na saúde.

  4. Que podemos entender como judicialização da saúde?

  5. Políticas públicas destinadas a concretização dos direitos sociais.

  6. Direitos Sociais.

  7. No Estado Brasileiro os avanços relevantes.

  8. TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS.

  9. TÍTULO II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

  10. CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS.

  11. CAPÍTULO II - DOS DIREITOS SOCIAIS.

  12. Introduzir a alimentação como direito social.

  13. EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 64, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2010.

  14. ONCOLOGIA.

  15. Saúde recebe projetos para incentivo fiscal.

  16. PROGRAMA - Pronon e ao Pronas/PCD.

  17. ONCOLOGIA: incentivo fiscal. A Portaria nº 1.550.

  18. CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS.

  19. Seção I - Do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON).

  20. Seção II - Do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD).

  21. Seção III - Do Comitê Gestor do PRONON e do PRONAS/PCD.

  22. CAPÍTULO II - DAS COMPETÊNCIAS.

  23. CAPÍTULO III - DO CREDENCIAMENTO E DO DESCREDENCIAMENTO.

  24. Seção I - Do Credenciamento das Instituições ao PRONON e ao PRONAS/ PCD.

  25. Seção II - Do Descredenciamento das Instituições Junto ao PRONON e ao PRONAS/PCD.

  26. CAPÍTULO IV - DOS PROJETOS NO ÂMBITO DO PRONON E DO PRONAS/ PCD.

  27. Seção I - Da Apresentação de Projetos.

  28. Subseção I - Dos Projetos de Prestação de Serviços Médico-Assistenciais.

  29. Subseção II - Dos Projetos de Pesquisa.

  30. Subseção III - Dos Projetos de Formação, Capacitação e Aperfeiçoamento de Recursos Humanos.

  31. Subseção IV - Dos Projetos que Preveem a Realização de Reformas.

  32. Subseção V - Dos Projetos que Preveem a Aquisição de Equipamentos e Materiais Permanentes.

  33. Subseção VI - Dos Projetos que Preveem Aquisição de Medicamentos, Kits Diagnósticos, Materiais Médico-Hospitalares, Órteses, Próteses e Outros Produtos para a Saúde.

  34. Subseção VII - Dos Projetos que Preveem Comodato ou Cessão de Uso de Bens Imóveis ou Equipamentos.

  35. Seção II - Das Vedações.

  36. Seção III - Da Análise do Projeto.

  37. Seção IV - Da Publicação do Resultado da Análise Técnica.

  38. CAPÍTULO V - DAS DOAÇÕES.

  39. Seção II - Da Transferência de Bens Móveis e Imóveis.

  40. Seção III - Da Realização de Despesas com Reformas.

  41. Seção IV - Da Doação de Medicamentos, Kits Diagnósticos, Materiais Médico-Hospitalares, Órteses, Próteses e Outros Produtos para a Saúde.

  42. CAPÍTULO VI - DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS.

  43. CAPÍTULO VII - DO MONITORAMENTO, DA PRESTAÇÃO DE CONTAS E DA AVALIAÇÃO TÉCNICA.

  44. Seção I - Do Monitoramento.

  45. Seção II - Da Prestação de Contas.

  46. Seção III - Da Análise da Prestação de Contas.

  47. CAPÍTULO VIII - DO ATO DE INABILITAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES DO PRONON E DO PRONAS/PCD.

  48. CAPÍTULO IX - DA TOMADA DE CONTAS ESPECIAL.

  49. CAPÍTULO X - DISPOSIÇÕES FINAIS.

  50. Genoma x Câncer de Mama.

  51. A Rede Cegonha.

  1. Política Nacional de Assistência Oncológica.

  2. Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).

  3. Saúde Integral das Mulheres.

  4. Combate ao Desperdício, Transparência e Qualidade da Gestão do SUS.

  5. Anexo I.

  6. Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012.

  7. Cientistas da Rede de Pesquisa sobre o Câncer.

  8. Genoma do câncer de mama.

  9. Câncer de mama.

  10. Nota Jornalística Internacional.

  11. Mulheres com tendência hereditária a desenvolver CÂNCER DE MAMA.

  12. Uma nova geração de tecnologias de mapeamento.

  13. Ministério da Saúde lançou um pacote de medidas para remodelar o tratamento de pacientes com câncer pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

  14. A lista de procedimentos inclusão de 11 terapias.

  15. A lista de procedimentos readequação de 20 terapias.

  16. A lista de procedimentos exclusão de 9, terapias consideradas obsoletas.

  17. Reduzir ao máximo a espera para o início do tratamento de câncer.

  18. As mulheres podem se submeter a testes para BUSCAR cópias defeituosas dos dois genes.

  19. Teste molecular.

  20. Alguns pacientes podem ter dez rearranjos e outros podem ter mais de cem.

  21. Com a tecnologia de sequenciamento disponível.

  22. O exame deve passar por mais testes clínicos antes de sua administração ser liberada.

  23. QUESTÕES: Jurídicas e bioéticas.

  24. GENOMA. Projeto de Lei obriga SUS a cobrir exame dos genes BRCA1 e BRCA 2.

  25. PL 6262/2013

  26. Inteiro teor do Projeto de Lei.

  27. LEI Nº 11.664, DE 29 DE ABRIL DE 2008. Dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.

  28. Obrigar o Sistema Único de Saúde (SUS) a cobrir o exame de Detecção de Mutação Genética dos genes BRCA 1 e BRCA 2.

  29. Exame é o mesmo que foi realizado pela atriz norte americana Angelina Jolie.

  30. Câncer se estabelece no fundamento.

  31. Câncer pode desenvolver-se.

  32. Fisiopatologia: Câncer, seu desenvolvimento.

  33. No processo através do qual uma célula normal torna-se cancerosa.

  34. Alterações genéticas também têm sido identificada em tumores cerebrais e cânceres do cólon, de mama, de pulmão e de ossos.

  35. Metástase.

  36. Patologia: Tumores, neoplasia e oncolo- gia (C00-D48, 140-239).

  37. Caracterizando o Câncer como um Tumor Primário ou Metastático.

  38. Câncer metastático.

  39. Câncer de mama às vezes é causado por mutações.

  40. Corpo humano com as células cancerosas que espalham e que crescem.

  41. Carcinógenos: Agentes Químicos que Podem Causar Câncer.

  42. Uma grande quantidade de fatores genéticos ambientais aumenta o risco de desenvolvimento de câncer.

  43. Os indivíduos com anormalidades cromossômicas.

  44. Exemplo randômico, porém contextualizado.

  45. Os distúrbios genéticos no grupo: monogênicos.

  46. Classificação dos distúrbios genéticos.

  47. Genética (do grego geno; fazer nascer).

  48. Genética Médica.

  49. Randomização mendeliana.

  50. LINGUAGEM MÉDICA - RANDOMIZAR, RANDOMIZADO, RANDÔMICO.

  51. Oncogenética.

  52. Teste genético para determinação de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.

  53. Serviço de oncogenética surge para mapear casos hereditários ou esporádicos de câncer.

  54. Pionerismo do médico Oncologista, Thiago Rego.

  55. Entre as várias alterações associadas ao início do câncer, podem-se incluir alterações genéticas.

  56. Mulheres com mutações do BRCA1, que está localizado no lócus 17q 21.

  57. Mulheres com mutação em BRCA2, localizado em 13q12-13.

  58. Oncogenética pode mapear casos de câncer.

  59. No Brasil existem diversos centros especializados em Oncogenética Molecular.

  60. Síndromes de Predisposição Hereditária ao Câncer.

  61. Síndromes de Li-Fraumeni e do Xeroderma Pigmentoso.

  62. Investigação clínica e genômica do câncer hereditário.

  63. Síndrome de Li-Fraumeni (LFS).

  64. Sequenciamento do DNA.

  65. Ácido desoxirribonucleico (ADN, ácido desoxirribonucleico; ou DNA, deoxyribonucleic acid).

  66. Sequenciamento do DNA é uma série de processos bioquímicos.

  67. Estrutura Química do DNA.

  68. Sequenciamento de DNA.

  69. Descrevendo os ''BRCA1'' e ''BRCA2''.

  70. BRCA1.

  71. O Gene BRCA1.

  72. Gene Humano.

  73. Conhecendo o DNA e o Gene.

  74. Preliminares.

  75. Cromossomo, DNA e Gene.

  76. Partes das Células.

  77. As Proteínas.

  78. Ácidos Nucléicos.

  79. DNA tem a capacidade de se autoduplicar.

  80. DNA.

  81. RNA.

  82. Nas células, o DNA sempre está no núcleo.

  83. Código Genético.

  84. Transplante de Genes.

  85. A molécula – Quimera de Paul Berg.

  86. Hibridomas são linhagens celulares.

  87. Os Elementos Genéticos Moveis.

  88. Mapeando o genoma humano.

  89. Genoma humano.

  90. Projeto Genoma Humano produziu uma sequência de referencia.

  91. Mapeamento de massa identifica uma proteína.

  92. Proteômica ou Proteómica é a ciência da área de biotecnologia.

  93. FAPERJ. Avanços nas Redes Genômica e Proteômica.

  94. O que é proteoma.

  95. Conteúdo de genes e tamanho do genoma de vários organismos(WATSON).

  96. ÁLBUM ICONOGRÁFICO.

  97. Genes: BRCA1 (breast cancer 1, early onset).

  98. Associam-se as Doenças.

  99. Referências Bibliográficas.

  100. O câncer de mama é um grupo heterogêneo de doenças.

  101. Alerta: A incidência do câncer de mama tende a crescer progressivamente.

  102. In situ.

  103. Epitélio ou tecido epithelial.

  104. Referência Bibliográfica.

  105. A fita rosa é usada para representar.

  106. Cancro da mama ou câncer de mama.

  107. A retração é explicada.

  108. Reconstrução feita em uma mulher.

  109. As neoplasias malignas.

  110. Conheça o programa.

  111. Informações sobre a incidência do câncer de mama.

  112. Mortalidade.

  113. Alguns indicadores para avaliação das ações.

  114. Brasileiras, o objetivo deste livro é promover informações.

  115. LEGISLAÇÃO.

  116. Referência Bibliográfica.

  117. Testes Moleculares em Oncologia.

  118. Os avanço no campo da genética molecular.

  119. Nos Estados Unidos da América (EUA).

  120. Câncer de mama é o tipo da doença mais comum em mulheres em todo o mundo.

  121. Tipo de câncer mortalidade altas entre as brasileiras.

  122. Diagnóstico do câncer de mama.

  123. Vários estudos vêm mostrando que os tumores podem ser agrupados em subtipos moleculares com implicações clínicas.

  124. Avanço da genética e da biologia molecular.

  125. Marcadores genéticos complementares.

  126. Marcador genético.

  127. Imuno-histoquímica ou IHQ.

  128. A coloração imuno-histoquímica.

  129. Imunocitoquímica é o conjunto de técnicas Indicações de Imuno-histoquímica.

  130. Marcadores imuno-histoquímicos.

  131. Para fins didáticos apontamos alguns exemplos.

  132. Marcadores para Neoplasia (Oncologia).

  133. Os marcadores tumorais são macromoléculas.

  134. Tumor, palavra em latim para inchaço (um dos sinais cardinais de inflamação.

  135. Macromoléculas.

  136. O presente e-book se alinha com ênfase na literatura nacional e internacional em relação a Oncologia

  137. A gênese e o crescimento de células neoplásicas.

  138. Os marcadores são caracterizados.

  139. Um gene supressor de tumor é um gene.

  140. Oncogênese é a denominação dada aos genes Durante a divisão cellular.

  141. Um proto-oncogene é um gene normal.

  142. Exemplos de proto-oncogenes.

  143. Funções Das Proteínas Codificadas Por Genes Supressores De Tumor.

  144. As funções das proteínas codificadas por genes supressores de tumor.

  145. Relação ciclo celular versus dano ao DNA.

  146. Algumas proteínas envolvidas com a adesão celular.

  147. Proteínas de reparo de DNA também são classificadas como supressoras de tumor.

  148. Pelo menos 30 genes supressores tumorais já foram identificados.

  149. Alguns exemplos.

  150. Delecção(Deleção).

  151. Deleção em um cromossomo.

  152. Um cromossomo. Iconografias.

  153. Exemplo mais comum deste tipo de mutação é o síndrome do cri du chat.

  154. Funcionamento defeituoso.

  155. Síndrome Cri-du-Chat.

  156. Síndrome de Wolf-Hirschhorn.

  157. Sindrome de delecção do 1p36.

  158. Referência Bibliográfica.

  159. Exemplos de marcadores oncológicos.

  160. Marcadores Tumorais.

  161. CEA tem se mostrado um dos marcadores.

  162. CEA também já foi definido como fator prognóstico.

  163. Diversos estudos têm apresentado resultados.

  164. A queda dos marcadores.

  165. A normalização pós-operatória dos níveis séricos dos marcadores.

  166. Introdução ao Câncer Gástrico.

  167. Câncer gástrico.

  168. Adenocarcinoma gástrico.

  169. Nitrito e o nitrato.

  170. Alimentação: consumir alimentos ricos em vitaminas e fibras.

  171. Referências.

  172. Câncer gástrico, pode ter início em qualquer parte do estômago.

  173. Incidência.

  174. Atores de risco.

  175. Uma alimentação pobre em vitaminas A e C, carnes e peixes ou ainda com alto consumo de nitrato, alimentos defumados, enlatados, com corantes ou conservados no sal são fatores de risco para o aparecimento do câncer de estômago.

  176. Prevenção.

  177. Na metástase - Fatores causais.

  178. Tabagismo é a causa principal de aproximadamente 90% dos casos de câncer de pulmão em homens e de cerca de 70% em mulheres.

  179. Na página do autor, no face book.

  180. Perguntas para fazer ao seu médico.

  181. Marcadores Tumorais.

  182. Exemplos de marcadores tumorais, os principais.

  183. Volume I deste livro foi desmembrado em cinco volumes denominados Sub Tomos, I, II, III e IV, e Volume Único.

  184. Em outros tomos teremos a oportunidade de interagir com o conhecimento MARCADORES TUMORASIS.

  185. Marcador ideal.

  186. Na história da medicina os marcadores são importantes para fins didáticos.

  187. Historiografia Médica Científica.

  188. Mieloma múltiplo é uma doença hematológica.

  189. Diagnóstico.

  190. Exames necessários para o diagnostico.

  191. Quimioterapia e outras drogas.

  192. Um esquema de quimioterapia oral combinando velcade, melfalano e prednisona (VMP) é considerado o padrão em pacientes idosos.

  193. Em 2006 foi disponibilizado no mercado brasileiro o bortezomibe (Velcade®).

  194. Bifosfonatos e outras drogas.

  195. A eritropoetina, em geral.

  196. Cirurgia.

  197. Radioterapia.

  198. Informações gerais.

  199. Listamos algumas perguntas a serem dirigidas ao especialista medico.

  200. Dicionário de termos citados.

  201. Plasmaférese.

  202. Transplante de Células Tronco Hematopoéticas (TCTH).

  203. TCTH alogênico

  204. Recidiva após realização do transplante.

  205. TCTH não é um procedimento curativo do mieloma múltiplo

  206. Efeitos Colaterais do tratamento.

  207. Termo EFEITOS COLATERAIS.

  208. Alopécia.

  209. Náusea e vômito.

  210. Efeitos na formação das células sanguíneas.

  211. Sintomas do Mieloma Múltiplo.

  212. Cansaço e fraqueza.

  213. Fatores de risco para Mieloma Múltiplo.

  214. Conclusão.

  215. Amilase da saliva humana.

  216. A amilase sérica.

  217. Amilase e Uso Clínico

  218. Várias doenças abdominais podem cursar com aumento de amilasemia e lipasemia.

  219. Diagnostico diferencial

  220. A suspeita da pancreatite aguda

  221. INTRODUÇÃO.

  222. A amilasemia

  223. Doutrina.

  224. Amilase.

  225. Os níveis de amilase.

  226. Doutrina.

  227. Lípase.

  228. Os lípidos podem ser de origem animal ou vegetal.

  229. A digestão dos lípidos inicia-se no intestino Delgado.

  230. No duodeno, o quimo é misturado com a bílis.

  231. As lípases são sintetizadas, essencialmente, ao nível do pâncreas.

  232. A lípase pancreática.

  233. Fisiologia e Anatomia.

  234. Digestão no intestino delgado.

  235. Na digestão química.

  236. Bile.

  237. Suco pancreático.

  238. Destino dos alimentos

  239. Intestino grosso.

  240. Anatomia do Intestino Grosso.

  241. Funções do Intestino Grosso.

  242. No intestino grosso.

  243. Digestão(no intestino delgado).

  244. Quadro serve para fixar as etapas de digestão.

  245. Laboratório de Análises Clínicas.

  246. AMILASE.

  247. Preparo do paciente.

  248. Laboratório de Análises Clínicas.

  249. LIPASE.

  250. A lipase é portanto um.

  251. Preparo do paciente.

  252. Neoplasia Pancreática.

  253. Câncer de Pâncreas.

  254. EPIDEMIOLOGIA E FATORES DE RISCO.

  255. BIOLOGIA MOLECULAR E PATOLOGIA.

  256. Neoplasias Sólidas (Pâncreas Exócrino).

  257. Carcinoma acinar.

  258. Imunohistoquímica: tripsina, lípase, quimiotripsina.

  259. Pancretoblastoma.

  260. Linfoma primário.

  261. Neoplasias Císticas (Pâncreas Exócrino).

  262. Neoplasias Endócrinas.

  263. DIAGNÓSTICO.

  264. QUADRO CLÍNICO (Carcinoma ductal ivasivo).

  265. Fígado pode ser palpável.

  266. EXAMES LABORATORIAIS.

  267. EXAMES DE IMAGEM.

  268. BIÓPSIAS.

  269. Concluímos citando as datas.

  270. Conclusão temática.

  271. Remetemos os leitores para os próximos.

  272. Vida moderna estimula casos de câncer.

  273. É indiscutível que a vida moderna trouxe relevantes benefícios a sociedade.

  274. Na contra mão da razoabilidade.

  275. ALIMENTOS ENLATADOS.

  276. ALIMENTOS MOFADOS.

  277. ALIMENTOS COLORIDOS ARTIFICIALMENTE (ANILINAS).

  278. GORDURAS.

  279. ALIMENTOS DEFUMADOS, MUTO SALGADOS E EM CONSERVAS.

  280. Bibliografia do Capítulo na Ordem do Alfabeto.

SUMÁRIO - Capítulo IV

TOMO I - SUBTOMO II

Judicialização da Saúde em Oncologia – CANCEROLOGIA.

Capítulo IV - Oncologia(Câncer)

  1. Normas administrativas que impõe direitos

  2. Legislação Republicana

  3. REFERÊNCIAS AULAS VIRTUAIS VINCULADAS AO CAPÍTULO III.

  4. Inicialmente uma comunicação.

  5. Princípios.

  6. Entenda, entre tantas razões.

  7. As doenças cardiovasculares continuam na liderança do ranking.

  8. Alerta o docente.

  9. Diante das limitações orçamentárias.

  10. NOTA DO AUTOR.

  11. Durante a revisão

  12. Lenalidomida.

  13. No congresso anual da American Society of Hematology (ASH).

  14. A ANVISA indeferiu o pedido de licenciamento da LENALIDOMIDA.

  15. A farmacovigilância é o trabalho de acompanhamento do desempenho dos medicamentos

  16. ANVISA EMITE NOTA SOBRE INDEFERIMENTO DA LENALIDOMIDA.

  17. Conhecendo os detalhes.

  18. Registro do medicamento contendo lenalidomida.

  19. Com base na avaliação dos dados apresentados pelo laboratório.

  20. Senadores e Anvisa buscam solução para uso de Lenalidomida no Brasil.

  21. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

  22. Da Importação.

  23. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL.

  24. Combinação.

  25. Christine Battistini.

  26. Farmacologia Clínica Aplicada.

  27. LENALIDOMIDA PARA O TRATAMENTO DE MIELOMA MÚLTIPLO.

  28. Interferon.

  29. Linfócito normal (coloração de May-Grünwald Giemsa).

  30. Interferão-beta humano.

  31. interferões (IFN), alfa, beta e gama.

  32. termo lectina.

  33. A lenalidomida deriva da talidomida.

  34. Medicamento lenalidomida é efetivo e seguro para o tratamento de mieloma múltiplo?

  35. A revisão sistemática de literature.

  36. Conselho Regional de Medicina do Paraná.

  37. Fornecimento do Revlimid.

  38. SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA assim já decidiu.

  39. É importante dizer que a introdução do REVLIMID.

  40. Médicos, Advogados e Usuário. A arma para.

  41. AgRg no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 401.879 - PE (2013⁄0328736-4).

  42. MULTA E EXERCÍCIO ABUSIVO DO DIREITO DE RECORRER.

  43. Trata-se de agravo de instrumento interposto pelo Estado do Rio Grande do Sul.

  44. CONCLUSÃO.

  45. DO MPF e MPE.

  46. LEGITIMIDADE - MINISTÉRIO PÚBLICO - AÇÃO CIVIL PÚBLICA - FORNECIMENTO DE REMÉDIO PELO ESTADO.

  47. Universidade Aberta Integrada de Minas Gerais(Universidade Pública do Governo Estadual de Minas Gerais).

  48. A UAITEC.

  49. CURSO SEMINÁRIO REPENSANDO O CÂNCER.

  50. Blog do Professor César Augusto Venâncio da Silva, REPENSANDO O CÂNCER.

  51. AULA VIRTUAL.

  52. Câncer - Causa e tratamento.

  53. A cura para o Câncer.

  54. NOTA. JORNALÍSTICA.

  55. Milagre Gerson. –

  56. A cura para o Câncer.

  57. Modelo de Assistência.

  58. Aos leitores do autor.

  59. Os pesquisadores, intelectuais, ativistas, autoridades, em geral.

  60. Os movimentos sociais e os Poderes Públicos devem buscar.

  61. Criar junto ao Departamento de assistência Básica à Saúde.

  62. Algumas recomendações em relação ao. MODELO DE ASSISTÊNCIA a paciente oncológico.

  63. Conhecendo seus direitos.

  64. TRIBUNAL DE CONTAS fez publicar o Enunciado nº 9.

  65. Por fim entendemos que o cidadão conhecendo seus direitos.

  66. LEGISLAÇÃO.

  67. Jurisprudência.

  68. A segurança juridica.

  69. Conceito: Regulamentos e Portarias.

  70. Regulamento.

  71. Portaria.

  72. Direitos Difusos.

  73. Dentro do viés do Estado Social.

  74. A órbita constitucional do direito à saúde.

  75. Ministério Público e Defensoria Pública.

  76. Bibliografia Suplementar Recomendada.

  77. Lei Federal nº 12.732/2012: Dispõe sobre o primeiro tratamento de paciente com neoplasia maligna comprovada e estabelece prazo para seu início.

  78. PORTARIA EXPEDIDAS PELO GABINETE DO MINISTRO DA SAÚDE DO BRASIL.

  79. MS/GM Portaria 1220/2014: Altera o art. 3º da Portaria nº 876/GM/MS, de 16 de maio de 2013, que dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

  80. PORTARIA MS/GM Nº 876, DE 16 DE MAIO DE 2013. ALTERADA PELA PORTARIA MS/GM Nº 1.220, DE 03-06-2014. Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

  81. ANEXO.

  82. A solicitação de exame citopatológico ou histopatológico.

  83. ATENÇÃO PARA AS ALTERAÇÕES NORMATIVAS, EM RELAÇÃO A PORTARIA EM COMENTO. MS/GM Portaria nº 140/2014: Redefine os critérios e parâmetros para organização, planejamento, monitoramento, controle e avaliação dos estabelecimentos de saúde habilitados na atenção especializada em oncologia e define as condições estruturais,de funcionamento e de recursos humanos para a habilitação destes estabelecimentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

  84. Tabela de Habilitações do SCNES, os códigos de habilitações.

  85. MS/GM Portaria nº 189/2014: Institui o Serviço de Referência para Diagnóstico e Tratamento de Lesões Precursoras do Câncer do Colo de Útero (SRC), o Serviço de Referência para Diagnóstico de Câncer de Mama (SDM) e os respectivos incentivos financeiros de custeio e de investimento para a sua implantação.

  86. MS/GM Portaria nº 3394/2013: Institui o Sistema de Informação de Câncer (SISCAN) no âmbito do Sistema Único de Saúde.

  87. SISCAN, perfis operacionais.

  88. MS/GM Portaria nº 2898/2013: Atualiza o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM). Anexos.

  89. MS/GM Portaria nº 1253/2013: Altera atributos de procedimentos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde.

  90. Coordenação-Geral dos Sistemas de Informação do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas da Secretaria de Atenção à Saúde.

  91. MS/GM Portaria nº 874/2013: Institui a Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

  92. A Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer.

  93. Dos Princípios Gerais da Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer.

  94. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados à Promoção da Saúde.

  95. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados à Prevenção do Câncer.

  96. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados à Vigilância, ao Monitoramento e à Avaliação.

  97. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados ao Cuidado Integral.

  98. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados à Ciência e à Tecnologia.

  99. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados à Educação.

  100. Dos Princípios e Diretrizes Relacionados à Comunicação em Saúde.

  101. Das Responsabilidades das Esferas de Gestão do SUS.

  102. Ao Ministério da Saúde compete.

  103. Às Secretarias Municipais de Saúde compete.

  104. Das Responsabilidades das Estruturas.

  105. Operacionais das Redes de Atenção à Saúde.

  106. Os parâmetros, as metas e os indicadores para avaliação e monitoramento da Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer.

  107. DO FINANCIAMENTO.

  108. As instâncias gestoras do SUS, Comissão Intergestores Tripartite (CIT), CIB e CIR pactuarão as responsabilidades dos entes.

  109. MS/GM Portaria nº 252/2013: Institui a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Atenção para a integralidade do texto revogado.

  110. PORTARIA Nº 483, DE 1º DE ABRIL DE 2014 - Redefine a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e estabelece diretrizes para a organização das suas linhas de cuidado.

  111. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

  112. Os princípios da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.

  113. São objetivos da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.

  114. São objetivos específicos da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.

  115. Compete às Secretarias de Saúde dos Estados.

  116. A Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.

  117. A Atenção Básica constitui-se.

  118. Subcomponente hospitalar da Atenção Especializada.

  119. Os Sistemas de Apoio constituem sistemas de apoio diagnóstico e terapêutico, tais como patologia clínica e imagens e de assistência farmacêutica.

  120. Compete aos Sistemas Logísticos.

  121. A Regulação constitui o componente de gestão para qualificar a demanda e a assistência prestada.

  122. A Governança constitui a capacidade de intervenção.

  123. A implantação da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.

  124. MS/GM Portaria nº 931/2012: Institui o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS).

  125. São objetivos do Plano de Expansão da Radioterapia no SUS.

  126. Para fins de criação ou ampliação de serviços de radioterapia, são elegíveis para adesão ao Plano de Expansão da Radioterapia no.

  127. A Portaria que Institui o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS).

  128. MEDICINA NUCLEAR.

  129. Tipos de Radiação Utilizados.

  130. Tipos de Radiofármacos Utilizados.

  131. Índio. -

  132. Referência para pesquisa complementar.

  133. A ANVISA promoveu (em 2013) curso de capacitação.

  134. Da Norma.

  135. A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

  136. RESOLUÇÃO DA COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR - CNEN Nº 130 DE 31.05.2012. D.O.U: 04.06.2012.

  137. Da Prática de Radioterapia.

  138. Dos Atos Administrativos e Requerimentos.

  139. Da Autorização para Construção.

  140. Relatório Preliminar de Análise de Segurança

  141. Da Autorização para Operação.

  142. DAS RESPONSABILIDADES EM SERVIÇOS DE RADIOTERAPIA

  143. Do Titular do Serviço de Radioterapia.

  144. Do Responsável Técnico pelo Serviço de Radioterapia.

  145. Do Supervisor de Proteção Radiológica de Radioterapia.

  146. Do Especialista em Física Médica de Radioterapia.

  147. Especialista em física médica de radioterapia deve obrigatoriamente.

  148. Dos Indivíduos Ocupacionalmente Expostos.

  149. Da Investigação de Exposições Médicas não Planejadas.

  150. DOS REQUISITOS DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO RADIOLÓGICA EM RADIOTERAPIA.

  151. Dos Requisitos Gerais.

  152. Do Controle e Monitoração de Área.

  153. Das Blindagens de Fontes de Radiação.

  154. Do Programa de Garantia da Qualidade de Fontes de Radiação e de Sistemas de Planejamento de Tratamento.

  155. DOS REQUISITOS DO PROJETO E OPERAÇÃO DE SERVIÇOS DE RADIOTERAPIA.

  156. Das Áreas.

  157. Dos Sistemas de Segurança para Salas com Fonte de Radiação.

  158. Da Segurança de Fontes de Radiação.

  159. Dos Instrumentos de Medição.

  160. Dos Aparelhos Geradores de Feixes de Raios X até 300 keV.

  161. Dos Aceleradores de Partículas Geradores de Feixes de Fótons.

  162. Das Fontes Seladas para Teleterapia.

  163. Das Fontes Seladas para Braquiterapia de Alta Taxa de Dose.

  164. Das Fontes Seladas para Braquiterapia de Baixa Taxa de Dose.

  165. DOS REGISTROS.

  166. A CNEN exercerá a necessária autoridade prevista em lei para intervir em casos de não cumprimento dos requisitos de normas em Medicina Nuclear utilizada em Oncologia.

  167. Os exames de medicina nuclear são benéficos para estudar danos anatomofisiológico Utilidade e Risco.

  168. Cancro: Cintilografias Oncológicas.

  169. Os exames de medicina nuclear são seguros e indolores.

  170. A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem.

  171. Falsos negatives.

  172. Falsos positives.

  173. BI-RADS (Breast Image Reporting and Data System) mamografia.

  174. As categorias de avaliação do BI-RADS.

  175. Descrição detalhada.

  176. Mamografia Diagnóstica.

  177. Posição.

  178. Cooperação da paciente.

  179. Compressão.

  180. MICROCALCIFICAÇÕES.

  181. Biópsia Mamária.

  182. que esperar de uma biópsia.

  183. Biópsia por agulha grossa.

  184. Uma biópsia por agulha grossa pode ser realizada.

  185. Biópsia guiada por imagem.

  186. A biópsia estereotáxica, é um procedimento.

  187. Biópsia cirúrgica.

  188. Ressonância de Mamas.

  189. Tecnologia avançada de imagem para o câncer de mama.

  190. Novas técnicas de imagem mais sofisticadas vêm sendo desenvolvidas.

  191. Conclusão.

  192. Lista medicina nuclear.

  193. Bibliografia Suplementar Recomendada.

  194. MS/GM Portaria nº 531/2012: Institui o Programa Nacional de Qualidade da Mamografia. Foi revogada a Portaria nº 531/GM/MS.

  195. PORTARIA Nº 531, DE 26 DE MARÇO DE 2012. Institui o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM).

  196. PNQM tem os seguintes objetivos.

  197. DOS CRITÉRIOS DE QUALIDADE DO PNQM.

  198. Das Imagens Radiográficas.

  199. Do Laudo Radiográfico.

  200. DO MONITORAMENTO DO PNQM.

  201. PORTARIA Nº 2.898, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2013. Atualiza o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM).

  202. PNQM tem abrangência nacional e se aplica a todos os estabelecimentos de saúde públicos e privados que realizam mamografia e que sejam vinculados ou não ao Sistema Único de Saúde (SUS).

  203. ANEXO PORTARIA Nº 2.898, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2013. Atualiza o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM).

  204. ANEXO I.

  205. PROGRAMA NACIONAL DE QUALIDADE EM MAMOGRAFIA – PNQM.

  206. PROGRAMA DE GARANTIA DE QUALIDADE- PGQ.

  207. Formulário de Avaliação.

  208. MS/SAS Portaria nº 939/2011: Altera o nome do procedimento Exame anatomopatológico para congelamento/parafina (excetocolo uterino e mama) - peça cirúrgica.

  209. MS/GM Portaria nº 2.012/2011: Estabelece recursos adicionais para o fortalecimento das ações de rastreamento e diagnóstico precoce dos cânceres do colo uterino e de mama.

  210. Procuradoria Geral da República: Atuação Ministerial Federal para cumprimento de direitos e deveres difusos.

  211. PORTARIA Nº 270, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2011.

  212. PORTARIA Nº 282, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.

  213. PORTARIA EXPEDIDAS PELO GABINETE DO MINISTRO DA SAÚDE DO BRASIL.

  214. MS/GM Portaria nº 1.682/2011: Institui o Grupo Coordenador Nacional da Força-Tarefa para a Avaliação dos laboratórios de citopatologia no âmbito do SUS.

  215. MS/MS Portaria nº 558/2011: Constitui o Comitê Técnico Assessor para acompanhamento da política de prevenção, diagnóstico e tratamento dos cânceres de colo de útero e de mama.

  216. MS/SAS Portaria nº 1.856/2010: Altera a Portaria 1183 e prorroga em dezoito meses o financiamento dos exames de mamografia pelo FAEC.

  217. MS/SAS Portaria nº 1.183/2009: Altera o procedimento mamografia unilateral (02.04.03.003-0) e inclui o procedimento Mamografia Bilateral para Rastreamento (02.04.03.018-8), com financiamento pelo FAEC.

  218. MS/SAS Portaria nº 215/2009: Prorroga o prazo para início da utilização exclusiva do SISMAMA para faturamento dos exames.

  219. MS/SAS Portaria nº 779/2008: Em vigor desde junho de 2009, institui o Sistema de Informação do Câncer de Mama (SISMAMA).

  220. MS Portaria nº 2918 / 13 nov 2007: Exclui e altera procedimentos da tabela SIA/SUS e SIH/SUS relativos ao controle do câncer de colo do útero e de mama.

  221. MS/GM Portaria nº 18/2012: Incorpora o medicamento trastuzumabe no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de mama localmente avançado. Ministério da Saúde - Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.

  222. PORTARIA Nº 18, DE 25 DE JULHO DE 2012.

  223. Torna pública a decisão de incorporar o medicamento trastuzumabe no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de mama localmente avançado.

  224. Farmacologia Clínica Aplicada: Droga.

  225. Anticorpo monoclonal.

  226. Do epítopo.

  227. As células exterminadoras naturais ou células NK (do inglês Natural Killer Cell).

  228. Têm um papel importante no combate a infecções virais e células tumorais.

  229. As células NK são componentes importantes na defesa imunitária não especifica.

  230. A molécula de adesão celular neuronal.

  231. As células NK são citotóxicas, ou seja, identificam as células que exibem um sinal de mal funcionamento e as destroem.

  232. A citotoxicidade é a propriedade nociva de uma substância em relação às células.

  233. Linfócitos são leucócitos agranulócitos, mononucleados e parte do sistema imune específico.

  234. As células citotóxicas do imunossistema humano incluem.

  235. Trastuzumabe.

  236. NOTA DO AUTOR.

  237. anticorpo é uma IgG que contém trechos humanos que ligam-se à HER2.

  238. gentamicin não é detectado no produto final.

  239. HER2/neu (Human Epidermal growth factor Receptor 2.

  240. Oncogene.

  241. Um proto-oncogene.

  242. Agente antineoplásico . Herceptin®.

  243. INFUSÃO VIA INTRAVENOSA.

  244. COMPOSIÇÃO.

  245. Na terapia do Câncer gástrico avançado o Herceptin® em associação com capecitabina ou 5-fluorouracil (5-FU) intravenoso.

  246. Pesquisa Clínica.

  247. Considerações e definições para Pesquisa Clínica.

  248. Estudo Clínico.

  249. Definição.

  250. Fase Pré-clínica.

  251. As Fases Pré-clínica.

  252. FPC - Fase I - .

  253. FPC - Fase II (Estudo Terapêutico Piloto).

  254. Estudo Terapêutico Piloto – .

  255. FPC - Fase III - Estudos internacionais e workshops).

  256. FPC - Fase III - Estudo Terapêutico Ampliado.

  257. FPC - Fase IV - Após aprovação para comercialização do produto.

  258. FPC - Fase IV - São pesquisas realizadas depois de comercializado o produto e/ou especialidade medicinal.

  259. presente SUBTOMO II é uma obra que objetiva servir-se como meio didático.

  260. Um estudo clínico é uma avaliação experimental de um produto.

  261. ESTUDOS DE EFICÁCIA E SEGURANÇA.

  262. Estudo - Eficácia - Conceito – Classificação.

  263. Estudos de Toxicidade de Dose Única.

  264. Estudo de Toxicidade Reprodutiva-Fertilidade e desenvolvimento embrionário inicial.

  265. Estudo de Genotoxicidade.

  266. Estudo de Tolerância. Local-Testes de Tolerância no Local de Administração.

  267. Estudo de Tolerância Local-Teste de Toxicidade Sistêmica.

  268. Estudo de Tolerância Local- Testes de Tolerância para Vias Específicas de Administração.

  269. Estudo de Tolerância Local - Potencial de Sensibilidade.

  270. objetivo destes estudos é saber se os medicamentos (substâncias ativas e excipientes) são tolerados em locais do corpo que poderão entrar em contato com o produto em conseqüência da sua administração na prática clínica.

  271. Estudo de Carcinogenicidade.

  272. Identificar substâncias que possam causar um desenvolvimento de câncer em algum local por algum mecanismo.

  273. Estudos de Interesse para a Avaliação da Segurança Farmacológica.

  274. Estudos para avaliar a toxicidade da droga no Sistema Nervoso Central, Respiratório, Renal, entre outros.

  275. Conferência Internacional de Harmonização dos Requisitos.

  276. Técnicos para o Registro de Produtos Farmacêuticos para Uso Humano.

  277. Principal resultado da Conferência.

  278. RESULTADOS DE EFICÁCIA.

  279. A evolução do câncer metastático.

  280. Sintomas do câncer metastático.

  281. Tratamento inclui terapia de radiação, terapia hormonal, cirurgia, quimioterapia e terapia biológica.

  282. Câncer de mama inicial.

  283. câncer de mama pode se manifestar de diversas formas.

  284. Acreditamos que a presente obra busca atingir o “princípio da orientação.

  285. As primeiras informações sobre o tipo de tumor costumam vir no resultado da biópsia, que informa se o carcinoma.

  286. As mamas são glândulas formadas por lobos.

  287. Principais Sintomas.

  288. Principal sintoma sempre será a identificação de um nódulo no seio.

  289. Já os sintomas de câncer de mama avançado incluem outros sinais.

  290. FATORES DE RISCO - História Familiar.

  291. REFERÊNCIA DE PESQUISA.

  292. Para facilitar a localização das alterações observadas na mama(Anatomia descritiva da Mama).

  293. Diagrama esquemático de um seio (seção de uma mulher adulta humana).

  294. Durante o auto-exame ou EXAME CLÍNICO da mama.

  295. USO de HERCEPTIN.

  296. No câncer de mama.

  297. No estudo BO16348, o câncer de mama inicial foi limitado a operável.

  298. Câncer de Mama Masculino.

  299. Câncer de mama masculino é uma doença muito rara.

  300. Assim como outros tipos de câncer, o câncer de mama masculino tem a sua causa ainda desconhecida.

  301. Muitos casos de câncer de mama masculino são diagnosticados em estágio avançado.

  302. Diagnóstico utilizado para detectar o câncer de mama.

  303. Da pesquisa citada.

  304. A pesquisa ressalta a importância de estudar tecidos humanos saudáveis como uma forma de identificar a origem celular do cancer.

  305. Da anatomia da mama masculina.

  306. ANATOMIA E FISIOLOGIA DAS MAMAS.

  307. Anatomia das Mamas.

  308. Anatomia Muscular.

  309. Anatomia da Pele.

  310. Anatomia do Tecido Adiposo (Gorduroso).

  311. Anatomia da Aréola.

  312. Anatomia do Mamilo: O mamilo, ou também chamado de papilla.

  313. Fisiologia das Mamas: As mamas são glândulas sudoríparas modificadas.

  314. Estradiol.

  315. Progesterona.

  316. Prolactina.

  317. Testosterona.

  318. Nos homens, a testosterona é fundamental para o desenvolvimento dos tecidos reprodutores masculinos

  319. Referência de pesquisas extraordinária.

  320. Conclusão.

  321. Inicialmente.

  322. Herceptin®. Câncer gástrico avançado. No estudo de origem mais detalhes encontra-se na Tabela 6 Resumo de eficácia (estudo BO18255).

  323. A maioria dos óbitos foi devida a eventos relacionados com o câncer subjacente.

  324. A quimioterapia oncológica teve uma expressiva evolução ao longo das últimas cinco décadas.

  325. Quimioterapia de indução é administrada em neoplasias avançadas, podendo ser paliativa.

  326. A prevenção do câncer tem sido objeto de especulação desde a década de 1950.

  327. Quanto ao tratamento, os desfechos clínicos da terapia.

  328. Segundo fator determinante da terapia é o estadiamento da doença, o qual orienta a resposta a tratamento.

  329. Há outros fatores prognósticos específicos a cada caso, tais como genética, hereditariedade, dieta, exposição ambiental etc.

  330. A maioria dos antineoplásicos atua sobre células que estão no ciclo celular que compreende as.

  331. TERAPIA DO CÂNCER: MEDICINA BASEADA NA EVIDÊNCIA, PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO.

  332. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS DO TRASTUZUMABE.

  333. A farmacogenômica é uma ciência relativamente nova mas em grande evolução.

  334. A farmacogenômica envolve a aplicação de tecnologias como o seqüenciamento de DNA.

  335. A Farmacogenética comprova.

  336. Bibliografia Indicativa para pesquisadores.

  337. Bibliografia Indicativa para pesquisadores de instituições envolvidas nas pesquisas.

  338. Nota Supletiva.

  339. Pertuzumabe.

  340. Detalhes para análise diferencial.

  341. Trata-se do primeiro fármaco oral que atua sobre dois receptores (ErbB1 e ErbB2).

  342. APRESENTAÇÃO: Solução para diluição para infusão.

  343. Os aspectos bioéticos deste novo medicamento.

  344. Impactos Cardiológico.

  345. Medicamentos que bloqueiam a atividade de HER2, incluindo Perjeta, podem reduzir a fração de ejeção do ventrículo esquerdo.

  346. Anatomia e Fisiologia. Estrutura do coração.

  347. As paredes das cavidades do coração apresentam espessuras diferentes.

  348. A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome complexa.

  349. Do Uso.

  350. Posologia.

  351. Herceptin® (trastuzumabe), que precisa ser usado junto com Perjeta, também deve ser aplicado a cada 3 semanas.

  352. Experiência em estudos clínicos.

  353. Conclusão.

  354. ANTMONO - ANTICORPOS MONOCLONAIS ANTINEOPLÁSICOS.

  355. Um anticorpo monoclonal (ou Mab do inglês "Monoclonal antibody").

  356. Trastuzumab.

  357. Liga-se ao domínio IV do segmento extracelular do receptor HER2/neu.

  358. Tratamento com trastuzumabe pode causar disfunção cardíaca por lesão das células miocárdicas. EMA/981900/2011 - EMEA/H/C/000278. Resumo do EPAR destinado ao público.

  359. Ofatumumab.

  360. Liga-se às alças pequena e grande da molécula CD20, estimulando o sistema complemento e induzindo à morte celular.

  361. Rituximab.

  362. Liga-se à molécula CD20, em ação similar ao ofatumumab.

  363. Bevacizumab.

  364. Bevacizumab ou bevacizumabe é um fármaco utilizado como anticancerígeno. Panitumumab.

  365. Panitumumab(INN), ABX-EGF, anteriormente, é um anticorpo monoclonal específico para o receptor do fator de crescimento epidérmico (também conhecido como o receptor de EGF, EGFR, ErbB-1 em seres humanos e HER1).

  366. Anticorpo monoclonal cuja ação inibe o receptor.

  367. Cetuximab.

  368. Anticorpo monoclonal cuja ação inibe o receptor.

  369. Tositumomab.

  370. É uma Imunoglobulina G (IgG2), com ação anti CD20.

  371. Alemtuzumab.

  372. Alvo da droga é a glicoproteína CD52, presente na superfície dos linfócitos maduros.

  373. Ibritumomab tiuxetan.

  374. Imunoconjugado resultante de uma ligação covalente entre a tiouréia e o anticorpo (IgG1)

  375. Gemtuzumab Ozogamicina.

  376. É um derivado semissintético de caliqueamicina.

  377. Eculizumab.

  378. Imunoglobulina IgG2 com alta afinidade pela proteína C5.

  379. Farmacodinâmica.

  380. Mecanismo de ação.

  381. trastuzumabe é um anticorpo monoclonal humanizado.

  382. Em citologia, o termo receptors.

  383. As glicoproteínas são proteínas que contêm cadeias de.

  384. As glicoproteínas são também formadas no citosol.

  385. As glicoproteínas são facilmente marcadas com o corante PAS (ácido periódico-Schiff.

  386. AMPLIFICAÇÃO/AUMENTO DA EXPRESSÃO DO HER2 NO CANCRO.

  387. A sequência habitual da transformação oncogênica.

  388. A amplificação do gene HER2.

  389. HER2 O ESSENCIAL.

  390. Os receptores do HER parecem existir sob a forma de monômeros.

  391. Farmacocinética.

  392. Câncer de mama.

  393. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES.

  394. Lista Complementar Didática.

  395. Outros ANTINEOPLÁSICOS.

  396. Bibliografia Suplementar do Capítulo.

SUMÁRIO - Capítulo V - TOMO I - SUBTOMO II

Capítulo V - Judicialização da Saúde. Intervenção da Justiça para assegurar tratamentos em Oncologia(Câncer)

  1. 1. JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE – Cancerologia x Oncologia: Farmacologia Clínica: Direito a vida e a cidadania.

  2. 2. As limitações orçamentárias.

  3. 3. Os protocolos, as listas de medicamentos que são fornecidos.

  4. 4. Já a promoção do uso racional de medicamento.

  5. 5. A assistência farmacêutica compreende. Norma Legal I.

  6. 6. A Política Nacional de Medicamentos.

  7. 7. Políticas Públicas.

  8. 8. Políticas configuram decisões de caráter geral.

  9. 9. Ministério da Saúde é o órgão do Poder Executivo Federal.

  10. 10. MISSÃO.

  11. 11. Na política de medicamentos

  12. 12. ANEXOS NORMATIVOS CITADOS NO TEXTO.

  13. 13. LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990(Lei nº 8.689, de 1993)A participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde.

  14. 14. LEI Nº 8.689, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps).

  15. 15. DECRETO No 907, DE 31 DE AGOSTO DE 1993. Regulamenta a Lei n° 8.689 de 27 de julho de 1993, que dispõe sobre á extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social INAMPS, e dá outras providências.

  16. 16. POLÍTICA DE MEDICAMENTOS - A promoção das mencionadas discussões.

  17. 17. Preâmbulo a Política Nacional de Medicamentos.

  18. 18. Imunobiológicos.

  19. 19. IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS.

  20. 20. Imunobiológicos Especiais e suas indicações

  21. 21. Vacina inativada contra poliomielite (VIP)

  22. 22. Vacina contra hepatite B (HB) e imunoglobulina humana anti-hepatite B (IGHHB).

  23. 23. Imunoglobulina para indivíduos suscetíveis.

  24. 24. Vacina contra varicela (VZ) e imunoglobulina humana antivaricela-zoster (IGHVZ).

  25. 25. Vacina, pré-exposição: Leucemia linfocítica aguda e tumores sólidos em remissão.

  26. 26. Vacina, pós- exposição.

  27. 27. Imunoglobulina, pós-exposição.

  28. 28. Vacina contra influenza, inativada (INF).

  29. 29. Vacina contra Gripe” - HIV/AIDS.

  30. 30. Vacina contra meningococo conjugada – C (MncC).

  31. 31. Vacinas contra Pneumococo (polissacarídica 23 valente e conjugada 7 valente - Pn23 e Pnc7) - HIV/AIDS.

  32. 32. Observação.: Nos casos de esplenectomia.

  33. 33. Vacina contra Haemophilus influenzae do tipo b (Hib).

  34. 34. Vacina tríplice acelular (DTPa).

  35. 35. Vacina dupla infantil (DT).

  36. 36. Vacina contra hepatite A (HA) - Hepatopatias crônicas.

  37. 37. Vacina Pentavalente celular (DTP+Hib + HB).

  38. 38. ADVERTÊNCIA.

  39. 39. POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS.

  40. 40. PORTARIA Nº 2.682, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013.

  41. 41. Procedimentos e critérios para o repasse de recursos financeiros.

  42. 42. DOS RECURSOS FINANCEIROS DE INVESTIMENTO – PARA MEDICAMENTOS E OUTRAS AÇÕES.

  43. 43. Da Construção e Ampliação de Crf Nova e Crf Ampliada.

  44. 44. Dos Prazos para Conclusão da Obra e Início do Funcionamento da Crf Nova e da Crf Ampliada.

  45. 45. Da Aquisição de Material Permanente e de Unidade Móvel para o Transporte de Imunobiológicos.

  46. 46. DA AVALIAÇÃO E DO MONITORAMENTO.

  47. 47. PORTARIA Nº 3.916, DE 30 DE OUTUBRO DE 1998.

  48. 48. Aprovar a Política Nacional de Medicamentos.

  49. 49. O Sistema Único de Saúde do Brasil.

  50. 50. Os ideais históricos de civilidade, no âmbito da saúde.

  51. 51. O sistema de saúde brasileiro, que engloba estabelecimentos públicos e o setor privado de prestação de serviços.

  52. 52. As diretrizes da POLÍTICA DE MEDICAMENTOS.

  53. 53. Relação de medicamentos essenciais.

  54. 54. Para ter acesso a um medicamento da atenção básica.

  55. 55. A área de monitoramento de preços da Anvisa oferece aos usuários a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME.

  56. 56. A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename).

  57. 57. Integram o elenco dos medicamentos essenciais.

  58. 58. O Ministério da Saúde estabelecerá mecanismos. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME 2013 - 8ª edição.

  59. 59. Do Ministério da Saúde.

  60. 60. Política Nacional de Saúde.

  61. 61. A estrutura central do Ministério.

  62. 62. O Conselho Nacional de Saúde (CNS) instância máxima de deliberação do Sistema Único de Saúde – SUS.

  63. 63. Aspectos de Historicidade Legal.

  64. 64. Estrutura Organizacional.

  65. 65. Plenário.

  66. 66. Mesa Diretora.

  67. 67. Presidência.

  68. 68. Comissões.

  69. 69. Grupos de Trabalho.

  70. 70. Secretaria-Executiva.

  71. 71. ADVERTÊNCIA.

  72. 72. RESOLUÇÃO Nº 407, DE 12 DE SETEMBRO DE 2008.

  73. 73. Regimento Interno do Conselho Nacional de Saúde.

  74. 74. Do Conselho Nacional de Saúde.

  75. 75. Da Composição e da Organização.

  76. 76. Das Competências.

  77. 77. Do Plenário.

  78. 78. Da Condução dos Trabalhos no Plenário.

  79. 79. Dos Atos Emanados do Conselho Nacional de Saúde.

  80. 80. Das Recomendações.

  81. 81. Ministério da Saúde - Unidades Vinculadas.

  82. 82. Hemobrás.

  83. 83. LEI No 10.205, DE 21 DE MARÇO DE 2001.

  84. 84. Captação, proteção ao doador e ao receptor.

  85. 85. DA POLÍTICA NACIONAL DE SANGUE, COMPONENTES E HEMODERIVADOS.

  86. 86. DOS PRINCÍPIOS E DIRETRIZES.

  87. 87. DO CAMPO DE ATUAÇÃO.

  88. 88. DA DIREÇÃO E GESTÃO.

  89. 89. DO FINANCIAMENTO.

  90. 90. MENSAGEM Nº 232, DE 21 DE MARÇO DE 2001. Da Presidência da República.

  91. 91. Razões do veto.

  92. 92. Conceito de Rename.

  93. 93. Regulamentação sanitária de medicamentos.

  94. 94. As ações de vigilância sanitária serão gradualmente descentralizadas e transferidas. Reorientação da assistência farmacêutica.

  95. 95. A aquisição e a distribuição, pelo Ministério, dos produtos componentes da assistência farmacêutica básica.

  96. 96. A Resolução nº 338, de 6 de maio de 2004 do Conselho Nacional de Saúde.

  97. 97. Política Nacional de Assistência Farmacêutica, estabelecida com base nos princípios.

  98. 98. Assistência Farmacêutica.

  99. 99. A Política Nacional de Assistência Farmacêutica deve englobar os eixos estratégicos.

  100. 100. O modelo de assistência farmacêutica.

  101. 101. Atenção Farmacêutica é o conjunto de ações,,

  102. 102. A assistência farmacêutica no SUS.

  103. 103. Conforme as diretrizes da OMS, o primeiro passo para a efetiva implementação de uma política de medicamentos essenciais.

  104. 104. Seleção de Medicamentos.

  105. 105. Promoção do uso racional de medicamentos.

  106. 106. A Portaria nº 834, de 14 de maio de 2013 redefiniu o Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos (CNPURM).

  107. 107. Conceitos relacionados.

  108. 108. Farmácia comunitária.

  109. 109. Acompanhamento farmacoterapêutico.

  110. 110. Intervenção farmacêutica.

  111. 111. Atendimento Farmacêutico.

  112. 112. Uso Racional de Medicamentos.

  113. 113. Dispensação.

  114. 114. Problemas relacionados ao medicamento.

  115. 115. A propaganda de produtos farmacêuticos.

  116. 116. PORTARIA Nº 834, DE 14 DE MAIO DE 2013. Redefine o Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos no âmbito do Ministério da Saúde.

  117. 117. Revisão permanente da RENAME.

  118. 118. Norma Legal II.

  119. 119. PORTARIA N.º 33, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2001. DO 234, de 10/12/2001. SECRETARIA DE POLÍTICAS DE SAÚDE - A revisão permanente da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename.

  120. 120. ANEXO.

  121. 121. REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO TÉCNICA E MULTIDISCIPLINAR DE ATUALIZAÇÃO DA RELAÇÃO NACIONAL DE MEDICAMENTOS ESSENCIAIS.

  122. 122. Da natureza e finalidade.

  123. 123. Das competências.

  124. 124. Da composição.

  125. 125. Do Funcionamento.

  126. 126. Cada ente da federação desenvolva sua RENAME, ou Relação Estadual de Medicamentos Essenciais - RELEME.

  127. 127. Esta proposta didática baseia-se na ultima edição da RENAME do Ministério da Saúde.

  128. 128. Uma lista de medicamentos essenciais não cobre

  129. 129. Convenções.

  130. 130. Lista de abreviaturas.

  131. 131. Avaliando as informações anteriores concluímos.

  132. 132. Projeto didático do autor do e-book.

  133. 133. A Lei de Acesso à Informação (Lei Federal número 12.527, de 18 de novembro de 2011.)

  134. 134. Médicos e demais profissionais de saúde.

  135. 135. Direitos.

  136. 136. O paciente portador de neoplasias detêm algumas prioridades e direitos, exemplos.

  137. 137. DIREITOS ASSEGURADOS AOS PACIENTES.

  138. 138. Aos pacientes, de qualquer doença, são assegurados os seguintes direitos.

  139. 139. O direito dos pacientes com câncer ao fornecimento de medicamentos pelo SUS.

  140. 140. Até a onde o cidadão tem direito ao fornecimento estatal de medicamentos?

  141. 141. A Lei Federal número 8.080/90 - Lei Orgânica da Saúde (LOS).

  142. 142. LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.

  143. 143. DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.

  144. 144. Dos Objetivos e Atribuições.

  145. 145. Dos Princípios e Diretrizes.

  146. 146. Judicialização da Saúde.

  147. 147. Do direito à informação.

  148. 148. DO ACESSO A INFORMAÇÕES E DA SUA DIVULGAÇÃO.

  149. 149. DO PROCEDIMENTO DE ACESSO À INFORMAÇÃO.

  150. 150. Do Pedido de Acesso.

  151. 151. Dos Recursos.

  152. 152. DAS RESTRIÇÕES DE ACESSO À INFORMAÇÃO.

  153. 153. Da Classificação da Informação quanto ao Grau e Prazos de Sigilo.

  154. 154. Dos Procedimentos de Classificação.

  155. 155. Das Informações Pessoais.

  156. 156. DAS RESPONSABILIDADES.

  157. 157. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS.

  158. 158. MENSAGEM Nº 523, DE 18 DE NOVEMBRO.

  159. 159. Razões dos vetos.

  160. 160. Regulamenta a Lei no 12.527, de 18 de novembro de 2011.

  161. 161. DECRETO Nº 7.724, DE 16 DE MAIO DE 2012 - Regulamenta a Lei no 12.527, de 18 de novembro de 2011, que dispõe sobre o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do caput do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição.

  162. 162. ANEXO - GRAU DE SIGILO.

  163. 163. Direito aos Medicamentos.

  164. 164. SAÚDE – ASSISTÊNCIA - MEDICAMENTO DE ALTO CUSTO – FORNECIMENTO.

  165. 165. Exemplos.

  166. 166. A omissão estatal.

  167. 167. Cartilha sobre a organização do SUS.

  168. 168. Outras discussões são relevantes na formação de políticas públicas na área da Saúde Pública Oncológica.

  169. 169. Vejamos.

  170. 170. JURISPRUDÊNCIA EM FARMACOLOGIA: ONCOLOGIA x CANCEROLOGIA.

  171. 171. Referência Bibliográfica.

  172. Sumário Geral dos Subtomos I e II

VOLUME I

Subtomo I

1ª. Edição publicada em maio de 2014.

Subtomo II

1ª. Edição lançado em maio de 2014. Revisão em Junho, Julho, Agosto de 2014

Publicação do Subtomo II em Setembro de 2014

Subtomo III

1ª. Edição lançado em maio de 2014. Revisão em Junho, Julho, Agosto, Setembro de 2014. Publicação do Subtomo III em Outubro de 2014

Professor César Augusto Venâncio da Silva

TOMO I

SUBTOMO III

Tipos de Câncer, uso racional de medicamentos.

Aspectos: Farmacoterápicos.

Capítulo VI

Neoplasias e suas diversidades

Etiologia oncogênica.

Etiologia oncogênica.

Oncogene é a denominação dada aos genes relacionados com o surgimento de tumores, sejam malignos ou benignos, bem como genes que quando deixam de funcionar normalmente, transformam uma célula normal numa célula cancerosa. Em todo o mundo, a OMS Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer estimou que, com base em estudo realizado em 2002, 17,8% dos cânceres humanos foram causadas por infecção, com 11,9% sendo causada por um dos sete tipos diferentes de vírus(Parkin, Donald Maxwell, 2006).

(Parte 1 de 4)

Comentários