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    1. PROPOSTA DO TÍTULO E PALAVRAS CHAVES

O título: Ritos de iniciação: um estudo missiológico

As palavras chaves: iniciação, a tatuagem, excisão, circuncisão, ritos, adolescência, sexualidade, violência, e cristão.

    1. AFIRMAÇÃO PROBLEMÁTICA E SUBSTANCIAÇÃO

De acordo com Bohn (2004:95), a iniciação provém do latim tardio iniciatio que significa acto ou efeito de iniciar-se. É uma introdução ao conhecimento de coisas desconhecidas, uma preparação pela qual se inicia alguém nos mistérios de alguma religião ou doutrina e a cerimónia dela decorrente. O indivíduo é purificado da impureza moral, isto é, acredita-se que antes de serem iniciados, os jovens tem um comportamento anti-social, que precisa ser submetido aos ritos para sua purificação (Miqueias, 1996:180).

Cipire (1996:34) diz que a sociedade moçambicana pratica ritos de passagem de uma fase da vida para outra preparando desta forma os seus jovens para enfrentar a vida adulta e a encarar os problemas que lhe esperam nesta fase de vida. De todos os ritos praticados pela sociedade, considera se a circuncisão para os rapazes e os de iniciação feminina para as raparigas. Isto realiza-se após da primeira menstruação. Anon (2010:1) vai de acordo com as ideias de Cipire quando diz que rito de iniciação é uma cerimónia especial elaborada para a introdução de novos membros na sociedade. Nesta cerimónia o iniciado recebe sérios questionamentos e explanação da matéria preparada pelas entidades mais velhas e o iniciado assume um compromisso como membro dessa sociedade com objectivo de provocar um impacto marcante no novo membro e fazer assim com que ele melhor se integre a esta sociedade.

A iniciação tradicional africana é essencialmente um rito de passagem cuja intenção fundamental é transformar um membro de uma dada comunidade. Assim ele vai assumir o modo de ser e viver dessa comunidade (Gwembe, 2004:16). Como disse Kalilombe (2004:50), a iniciação é um processo de educação da juventude. Este processo tem dois objectivos ao mesmo tempo: adquirir conhecimento e mudar atitudes e comportamentos. É por esta razão que durante a iniciação há uma mistura de instrução: provas físicas, psicológicas e espirituais; e uma experiência ritual.

Machel, citado pelo Carrilha e Mondlane (1990:95-99), na alimentação, os acompanhantes dos iniciados (alombwes), quando vem que o carril foi bem preparado fazem molho de carvão e obriga os iniciados a comê-lo. Ninguém deve recusar ou reclamar. Estas e outras são provas psicológicas e espirituais para preparar os jovens às dificuldades da vida. Na iniciação masculina, diz Cipire (1996:37), no período de cicatrização, o iniciado é proibido comer alimentos com sal e tomar banho, que segundo a tradição, infectaria a ferida. Psicologicamente os iniciados são violados na medida que os assaltantes mascarados lançam gritos tenebrosos para assustar os garotos. Quando um dos iniciados morre, ninguém comunica a família até que saíam das cabanas. Machel, citado pelo Carrilha e Mondlane (1990:95-99), disse que todos os iniciados devem aceitar os mitos e tabus. Se por ventura, alguém rejeitar isto é penalizado e chicoteado. Em caso da fuga de informação de sofrimento, os iniciados são amedrontados à morte de um dos parentes mais importante da família ( mãe, pai, irmão, tio...). Ciscato (1996:32), menciona que os iniciados são cortados com a mesma faca e sem anestesia, isto é, os iniciados devem sentir a verdadeira dor (NDJANDO). E parece que acredita-se que a dor prepara os jovens a serem homens.

O processo de circuncisão pode possibilitar a infecção de HIV-SIDA. Isso porque a maioria dos operadores (NGALIBAS) não esterilizam os seus instrumentos. Para além disso, os ritos tradicionais demonstram que há violação dos direitos humanos, na medida em que os rapazes são completamente despidos e operados violentamente por meio de dois golpes, um por baixo e outro por cima (Amide, 2008:73). Por isso, pode afirmar que os iniciados sofrem violências. Pois, estes são levados a um lugar isolados de todas as outra pessoas, onde se vive muitos tabus, onde se dormem no chão duro, mal vestidos, a tiritar de frio, sem puderem tomar banho e com tempo de silêncio mais prolongado (Gwembe, 2004:17).

Estes problemas mostram a necessidade de estudar mais este assunto. Quando vamos procurar as mesmas informações na Bíblia por exemplo, o Antigo Testamento mostra claramente que Deus estava a favor da circuncisão, no momento que fez o acordo com Abraão, o Pai das nações Para Kindner (2006:121). A circuncisão foi o ferrete de Deus, e as aplicações morais poderiam ser deixados sem registo escrito. Pois, o compromisso era para com um senhor, e só secundariamente com um novo modo de vida. Esta prática foi feita no oriente próximo, mas os filisteus eram considerados estranhos por não praticá-lo (compromisso). A a característica principal da circumcisão era de aliança, que implicava o compromisso com o povo de Deus e com Deus. Para além do compromisso, a circumcisão simbolizou a rejeição dos meios pagãos e da obstinação natural do homem. Esta aliança foi aberta para os gentios mas estes poderiam pertencer totalmente à comunidade (Gn 17:10-14)..

Há momentos em que não é fácil saber o que se deve fazer para agradar o Senhor, mas a Bíblia ensina que a instrução é muito importante na vida das crianças, cada indivíduo guarde-se e guarde a sua alma, sem se esquecer das coisas que os olhos vêem, e que os mais velhos ensinem os seus filhos no caminho do Senhor. (Dt 4:9; 6:1; Pv 22:6). Muitos pensam que a circuncisão é suficiente para agradar o Senhor, mas nem todos que circuncidavam guardavam a lei (Gl. 6:13-16). Estes versículos mostram que a circuncisão deve mudar completamente o comportamento do individuo para a glória de Deus pai. Nesta altura os jovens decidem que a vida anteriormente não era correcto e neles nasce o desejo de seguir o caminho da verdadeira vida como Paulo disse que: - doravante deve seguir os desejos do espírito e não os desejos de carne e os desejos dos instrutos.

A pergunta da pesquisa:

Como é que os pais cristão em Moçambique devem tratar o assunto de ritos de iniciação?

Os problemas individuais que vão ser investigados, são:

- O que é que a Bíblia ensina sobre os ritos de iniciação?

- O que as outras ciências ensinam sobre os ritos de iniciação?

- O que é que o estudo empírico revela sobre os ritos de iniciação?

- Como é que se pode ajudar a sociedade moçambicana a pensar correctamente sobre os ritos de iniciação?

    1. OS OBJECTIVOS DA PESQUISA

O objectivo da pesquisa é para ajudar os cristãos na sociedade moçambicana a maneira como devem tratar o assunto de ritos de iniciação.

Por isso, é preciso que o pesquisador tente atingir os seguintes objectivos específicos:

- Investigar o que a Bíblia ensina sobre os ritos de iniciação.

- Investigar o que as outras ciências falam sobre os ritos de iniciação.

- Realizar o estudo empírico sobre ritos de iniciação, falando com sete indivíduos, dos quais, dois operadores do sexo oposto, dois educadores, dois iniciados e um pastor.

- Propor um modelo para ajudar a sociedade moçambicana na maneira como devem tratar o assunto de ritos de iniciação.

1.4. ARGUMENTO CENTRAL TEORÉTICO

Os cristãos na sociedade moçambicana podem ser ajudados na maneira como devem tratar o assunto de ritos de iniciação.

1.5. MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO

1.5.1. Uma análise da literatura

O método da pesquisa corresponde ao modelo hermenêutico de Zerfass que consiste em uma teoria básica, uma meta teoria e uma teoria prática. A fim de alcançar o primeiro objectivo, para estabelecer uma teoria básica, um estudo exegético de Gn 17; Dt 10:16; Jos 5:1-8; Jer 4:4; Cl 2:11; 1Co 7:17-19; Gl 6:12-16; será feito para estabelecer os princípios bíblicos acerca de circuncisão. A fim de alcançar o segundo objectivo, para estabelecer uma meta teoria, será feita uma análise da literatura das disciplinas de psicologia, sociologia e antropologia.

1.5.2.Uma investigação empírica

A fim de alcançar o terceiro objectivo, um estudo empírico de 7 indivíduos responsáveis pelo rito de iniciação será feito.

1.5.3. O modelo proposto

A fim de alcançar o quarto objectivo, para estabelecer uma teoria prática, uma síntese e interpretação da teoria básica e da meta teoria em interacção hermenêutica serão feitas para propor um modelo de ajudar os cristãos na sociedade moçambicana na maneira como devem tratar o assunto de ritos de iniciação.

1.6. DIVISÃO PROVISÓRIA DE CAPÍTULOS

1.6.1. Introdução, afirmação problemática e objectivos

1.6.2. Perspectivas teóricas básicas sobre os ritos de iniciação na sociedade

1.6.3. Perspectivas meta teóricas sobre os ritos de iniciação na sociedade

1.6.4. Perspectivas teóricas práticas sobre ritos de iniciação na sociedade

1.6.5. As conclusões e recomendações para estudos futuros

CAPÍTULO II

PRESPECTIVAS TEÓRICAS BÁSICAS SOBRE RITOS DE INICIAÇÃO

2.1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo o pesquisador pretende falar o que as sagradas escrituras ensinam sobre os ritos de iniciação numa sociedade. Na perspectiva teórica básica, abordará este assunto baseando-se nos ensinos da Bíblia do Antigo Testamento assim como no Novo Testamento. Para falar dos ritos de iniciação o pesquisador pretende levar o homem ao encontro com Deus e consequentemente a sua transformação em artífice do advento de Reino de Deus na humanidade hoje (Lucas, 2004:93). Para estabelecer os princípios bíblicos um estudo exegético de Gn 17; Jos 5:1-8; Dt 10:16; Jer 4:4; 1Co 7:17-19; Gl 6:12-16 e Cl 2:11, será feito.

2.2 PALÁVRAS CHAVES

2.2.1 Iniciação

Iniciação é um conjunto de ritos e ensinamentos orais que tem a finalidade de produzir uma modificação do estado social e religiosa (Ética e moral) de uma pessoa iniciada nas religiões esotérica, assinala o mundo profano para o sagrado (Bohn, 2004:105)

De acordo com Maulano (2004:27), este tema de ritos de iniciação é raro encontrar nas sagradas escrituras, nem nos dicionários, mas, é um tema importante. A bíblia é um ensinamento. Quando Deus escolheu Israel para seu povo começou ensinar-lhe os caminhos da vida que deve seguir iniciando-os e constituindo-os um povo eleito. A palavra encontrada na bíblia é “Circuncisão”, Por isso a bíblia fala de iniciados como circuncisos e os não iniciados como incircuncisos.

2.2.2 Circuncisão

Para Kindener (2006:121), a circuncisão foi o ferrete de Deus, e as aplicações morais poderiam ser deixados sem registo escrito, pois o compromisso era para com um Senhor, e só secundariamente com um novo modo de vida. Esta prática foi feita no oriente próximo, mas os filisteus eram considerados estranhos por não praticá-lo. A circuncisão era a característica principal de aliança, que implicava o compromisso com o povo de Deus e com Deus e também simbolizava a rejeição dos meios pagãos e da obstinação natural do homem, esta aliança foi aberta para os gentios mas eles poderiam pertencer totalmente à comunidade através da circuncisão (Gn 17:9-14).

2.3 O SIGNIFICADO DA CIRCUNCISÃO NO ANTIGO TESTAMENTO

A circuncisão era para reafirmar a aliança, o relacionamento entre os Israelitas e Deus. Para Abraão a circuncisão significou o sinal da sua aliança com Deus, para os sequimitas era uma demonstração de identidade com os filhos de Israel e para Josué era um ritual necessário e preparatório para a celebração de Páscoa, a qual relembra a circuncisão da nação e aliança de Deus com ela (Js 5:1-12). O motivo desta circuncisão era para atingir o novo nascimento. Assim a geração anterior terminou com a morte da desobediência, enquanto a geração de Gigas terminou o acto de obediência. Os que não obedecem a voz do Senhor, os que não receberam a promessa de que Deus é o Senhor, estes não veriam a terra de mana, leite e mel (cf Dt 10:16, Hess, 2006:106-111).

De acordo com a passagem de Jr. 4:4, a necessidade dessa prática é de remover a superfície dura do coração. Por isso, a circuncisão era o sinal de aliança de Deus com as pessoas, exigindo uma mudança de coração (Harrison, 2006:55).

2.4 O SIGNIFICADO DA CIRCUNCISÃO NO NOVO TESTAMENTO

Morreis (1992:89-90), fala da confusão entre os incircuncisos e circuncisos, os Judeus insistiam na circuncisão e durante a luta de Macabeus a execução de ritos assumia lugar de relevada importância para eles, os incircuncisos estavam fora de aliança com Deus, eram privados das bênçãos que Deus dava o seu povo (1Co 7:17-19). Para o apóstolo Paulo nega esta distinção entre pessoas circuncisas e incircuncisas nos olhos de Deus, no v. 18 que diz: quem foi achado incircuncisos não deve fazer a circuncisão, o homem não deve mudar o seu estado, embora seja instituída por Deus, Paulo estabelece que tanto a circuncisão como a incircuncisão nada são. Nenhuma questão ritual que deve ser colocada ao lado de obediência aos mandamentos.

Para a mente Judaíca, a melhor demonstração externa das intenções sérias de um homem em direcção a piedade era a sua disposição de submeter se a circuncisão, por isso Paulo diz circuncisa para não ser perseguido, mas o motivo não é escapar a perseguição, mas sim sustentar a lei. Os Judeus obrigavam os gentios a circuncisão mas nem os circuncisos guardavam a lei. Ele queria se gloriar na carne, mas o melhor iria se gloriar na Cruz do nosso Senhor Jesus Cristo (Guthrie, 2006:192-196). Através da Cruz nós emergemos nova criatura que se devería renovar os corações a Cristo. (Gl 6:12-16).

Martin (2006:91-92), o Senhor Jesus Cristo é o ministro da circuncisão em prol da verdade de Deus. Para confirmar as promessas do nosso pai (Rm15:8). O sangue que é derramado na circuncisão não expressa os esforços desesperados que um homem deve fazer de auto consagrar-se mas antes exprime a exigência que Deus impõe da parte daqueles a quem chama para Si mesmo e assinala com o sinal da sua aliança. No Novo Testamento diz que sem a obediência de fé a circuncisão se transformaria em incircunciso (Rm 2:25-29). Com a fundação do cristianismo, a circuncisão deixou de ser um requisito religioso obrigatório para os cristãos Judeus, embora não fosse expressamente proibida (At 15:6-29). A perspectiva da igreja católica é ao contraria a circuncisão (ritos Judaicos), desde os seus primeiros dias. Conforme papa Eugénio IV oficializou na Bula de união com os Coptos, de 1442, a igreja manda todos os seus fieis que... “não pratiquem a circuncisão, seja antes ou depois de Baptismo, pois ponham ou não sua esperança nela, ela não pode ser observada sem a perda da salvação eterna”. O autor não concorda com essa afirmação do Papa Eugénio IV, de acordo com a bíblia, completado os 8 dias determina a tradição judaíca, Jesus foi apresentado ao templo de Jerusalém por sua família para ser circuncidado, quando então foi abençoado por Simião e Ana (Ls 2:34). Até na religião muçulmana, mostra que o Profeta Maomé foi circuncidado. Por estas razões deve-se realizar a circuncisão, o mal não é realizar a circuncisão, mas sim, a maneira como as pessoas realizam. Neste caso devemos confiar os lideres Espirituais e comunitários mais experientes para fazer a reforma dos ritos de iniciação, formando os responsáveis na maneira como devem instruir os seus adolescentes sem violências e sem incutir as ideias que contradizem as escrituras. Os Jovens devem ser instruídos a serem honestos, dignos, responsáveis, idóneos e no fim tenham a capacidade de transformar a comunidade e não somente se integrar na comunidade.

2.5 RITOS DE INICIAÇÃO: A Educação Sexual

2.5.1 A importância de formação dos adolescentes

Pv 7:6-7, descreve a necessidade de educar os adolescentes, que há adolescentes que carecem de juízo porque são rapazes simples, ingénuos e inexperiente, como mostra o v. o rapaz se separou do grupo e veio a rua junto a esquina da mulher estranha (7:8), segundo é que o jovem caminha a tarde do dia, no crepúsculo, na escuridão da noite, nas trevas (7:9). O jovem caminha para a atenção, na qual o espaço e o tempo se unem contra ele, e, enquanto ele anda a esma, sua tentadora tem objectivos definidos (Habtu, 2010:786).

2.5.2 A educação sexual cristã

A base de educação nos ritos de iniciação é a educação sexual, para melhor enfrentar a vida adulta no casamento, vamos ver como nos fala Geisler (1996:168-170) sobre a educação sexual cristã. Ele diz que o sexo é bom, o sexo é poderoso e o sexo precisa ser controlado.

O sexo é bom, porque faz parte da criação de Deus (1 Tm 4:4). O casamento é honroso devido a benignidade do sexo, ele é usado para a união mais íntimas de seres humanos no casamento. Deus ordenou a união sexual e disse ao primeiro casal “ sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra… ”(Gn 1:28). Por estas razões pode-se dizer que Deus julga que o sexo é bom.

O sexo é Poderoso, não somente o sexo é bom mas também é poderoso no facto que é usado para fazer filhos (Gn 1:28). O sexo humano não somente é bom por natureza, mas também é grande no seu poder, tanto em virtude de quanto pode produzir e em virtude do tipo de criatura que é produzido.

O sexo precisa ser controlado, naturalmente o sexo é poderoso, devido do seu poder ele deve ser controlado ou regulado, a Bíblia fala a boa maneira de controlar ou regular o sexo, que é o casamento (Gn 2:24). O sexo não é somente o poder para procriar, também é um poder para o prazer. Mas seja qual for o tipo de prazer e o poder do sexo, ele deve ser controlado.

2.5.3 O sexo e o casamento

Para melhor entender as três categorias, o autor apoia se no estudo profundo da função do sexo dentro das escrituras. Geisler (1996:170-174), aponta a função do sexo antes do casamento, dentro do casamento monógamo e fora do casamento.

A função do sexo antes do casamento, abíblia nega completamenteo sexo antes do casamento, se isso acontece, a bíblia diz que é um relacionamento e dá o nome de fornicaçãooucasamentoruim (Gl 5:19; 1 Cr 6:18). O autor concorda com estás afimação. Sexo é reservado somente tempo de casamento.

A função do sexo dentro do casamento monógamo, este tipo de relacionamento, encontramos várias funções como: levar a efeito uma unidade íntima sem igual entre duas pessoas, fornecer prazer para as pessoas envolvidas neste relacionamento sem igual, levar a efeito uma multiplicidade de pessoas no mundo por meio de ter filhos. (Mt 19:5; 1 Tm 4:3, Mt 19:12). Este é o propósito do casamento cristão, Apóstolo Paulo escreve: “pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição que cada um de vós saibam possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia como os gentios”… ( 1 Ts 4:3-5).

A função do sexo fora do casamento. As escrituras proíbem na sua totalidade as relações fora de casamento como adultério, a fornicação, a prostituição, a homossexualidade (a sodomia) (Mt 19:6; Êx 20:14; At 15:20).

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