Auditoria Para Concursos - Série Provas e Concursos

Auditoria Para Concursos - Série Provas e Concursos

(Parte 1 de 4)

Auditoria para Concursos

FRANCISCO VELTER e

LUIZ ROBERTO MISSAGIA FRANCISCO VELTER e

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Auditoria para Concursos

FRANCISCO VELTER e LUIZ ROBERTO MISSAGIA

CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte.

Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ _

V557a

Auditoria para concursos [recurso eletrônico] / Francisco Velter, Luiz
recurso digital (Provas e concursos)
Formato: PDF
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Modo de acesso: World Wide Web

Velter, Francisco Roberto Missagia. - Rio de Janeiro : Campus : Elsevier, 2012.

ISBN 978-85-352-5703-8 (recurso eletrônico)

"Com mais de 650 exercícios de fixação, com mais de 350 questões de provas de concursos, atualizado até novembro de 2011."

1. Auditoria. 2. Auditoria - Problemas, questões, exercícios. 3.

Serviço público - Brasil - Concursos. 4. Livros eletrônicos. I. Missagia, Luiz Roberto. I. Título. II. Série.

12-1067.CDD: 657.45 CDU: 657.6

© 2012, Elsevier Editora Ltda.

Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei n 9.610, de 19/02/1998. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da editora, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros.

Copidesque: Adriana Kramer Revisão Gráfica: Diogo Borges Editoração Eletrônica: SBNigri Artes e Textos Ltda.

Coordenador da Série: Sylvio Motta

Elsevier Editora Ltda. Conhecimento sem Fronteiras Rua Sete de Setembro, 1 – 16 andar 20050-006 – Centro – Rio de Janeiro – RJ – Brasil

Rua Quintana, 753 – 8 andar 04569-011 – Brooklin – São Paulo – SP – Brasil

Serviço de Atendimento ao Cliente 0800-0265340 sac@elsevier.com.br

ISBN 978-85-352-5703-8 (recurso eletrônico)

Nota: Muito zelo e técnica foram empregados na edição desta obra. No entanto, podem ocorrer erros de digitação, impressão ou dúvida conceitual. Em qualquer das hipóteses, solicitamos a comunicação ao nosso Serviço de Atendimento ao Cliente, para que possamos esclarecer ou encaminhar a questão. Nem a editora nem o autor assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas a pessoas ou bens, originados do uso desta publicação.

Dedica tórias

A minha esposa Ana e minha filha Aline, pelo amor, carinho, apoio e incentivo dispensados.

Aos meus pais, Albano e Amália, que Deus acolheu em algum lugar especial , por me inserirem neste mundo e pelo incentivo ao estudo. Francisco Velter

Aos meus pais, Luiz e Albertina, que não mediram esforços para que eu chegasse até aqui.

À minha esposa Isabela, pela relação que construímos com muito carinho e pela sua inestimável contribuição para a obra.

Ao nosso filho Rafael, que trouxe novo sentido para nossas vidas. Luiz Missagia página deixada intencionalmente em branco página deixada intencionalmente em branco

Os Autores

FRANCISCO VELTER é Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil (AFRFB) desde 2001 e foi Técnico da Receita Federal (TRF) desde 1995 até o ingresso no cargo de auditor-fiscal. É professor de Contabilidade Geral, Contabilidade Avançada e Matemática Financeira em cursos preparatórios para concursos, instrutor da Esaf em cursos de formação de auditores e instrutor de contabilidade em treinamentos internos da Receita Federal. É coautor dos livros Manual de Contabilidade, Aprendendo Matemática Financeira, Contabilidade Avançada e Contabilidade Geral – Provas Resolvidas, todos desta editora.

LUIZ ROBERTO MISSAGIA é Auditor Fiscal da Receita Federal Brasil (AFRFB) desde 1996. Possui pós-graduação na Esaf – Escola de Administração Fazendária – em Contabilidade Avançada. Ministra as disciplinas de Contabilidade e Comércio Internacional em cursos preparatórios para concursos. É instrutor da Esaf em cursos de formação de auditores, instrutor de contabilidade em treinamentos internos da Receita Federal e professor convidado do site w.pontodosconcursos.com.br. É coautor dos livros Aprendendo Matemática Financeira, Contabilidade Avançada e Contabilidade Geral – Provas Resolvidas, todos desta editora.

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Apresentação ao Leitor

A paixão move a vida. Vida sem paixão não gera frutos. Foi com paixão por desafios que nasceu o presente livro.

A presente obra é fruto de um trabalho que se iniciou em sala de aula quando ministramos cursos para concursos em diversos locais do País, quando percebemos a carência de material amplo e objetivo sobre Auditoria.

Não pretendemos fazer um tratado sobre Auditoria. Apenas apresentamos as normas sobre Auditoria de modo objetivo e completo de forma que o estudante possa ter em mãos um único material, mas suficiente para a sua preparação.

Em face de o conteúdo ser muito extenso não foi possível inserir muitos exercícios, mas selecionamos diversos exercícios e elaboramos outros tantos, ordenados pelos devidos capítulos e devidamente gabaritados, que estão disponíveis no site da Editora Campus.

O enfoque do livro é aquele dado pelas principais bancas organizadoras de concursos como a ESAF (Escola de Administração Fazendária), o CESPE/ UnB, a FGV (Fundação Getúlio Vargas), a FCC (Fundação Carlos Chagas), a CESGRANRIO e outras às suas provas. Vale frisar, ainda, em face da amplitude do conteúdo, o livro pode servir como referência e fonte de informação aos estudantes em geral da Contabilidade.

O presente livro está atualizado pelas recentes normas do Conselho

Federal de Contabilidade – CFC sobre Auditoria que foram completamente reformuladas durante os anos de 2010 e 2011. Um bom estudo a todos!

Os Autores página deixada intencionalmente em branco página deixada intencionalmente em branco

Sumário

1.1. Conceito de auditoria1
1.2. Normas de auditoria2
conformidade com normas de auditoria2
1.3.1. Auditoria de demonstrações contábeis2
1.3.2. Risco de auditoria7
1.3.2.1. Risco de distorção relevante7
1.3.2.2. Risco de detecção9
1.3.2.3. Limitação inerente da auditoria9
1.3.2.3.1. Natureza das informações contábeis10
1.3.2.3.2. Natureza dos procedimentos de auditoria10
benefício10
1.3.2.3.4. Outros assuntos que afetam as limitações inerentes de uma auditoria1
1.3.3. Objetivos gerais do auditor13
1.4. Requisitos13
1.4.1. Requisitos éticos relacionados à auditoria de demonstrações contábeis13
1.4.2. Ceticismo profissional15
1.4.3. Julgamento profissional16
1.4.4. Evidência de auditoria apropriada e suficiente e risco de auditoria17
contabilidade18
1.4.5.1. Conformidade com as normas relevantes para a auditoria18
1.4.5.2. Considerações específicas para auditoria de entidades do setor público18
1.4.5.3. Objetivos declarados em NBC TAs individuais19
1.4.5.4. Conformidade com exigências relevantes20
1.4.5.5. Não cumprimento de um objetivo21
1.5. Exercícios de fixação2

Capítulo 1 Noções gerais sobre auditoria 1 1.3. Objetivos gerais do auditor independente e a condução da auditoria em 1.3.2.3.3. Oportunidade das informações contábeis e o equilíbrio entre custo e 1.4.5. Condução da auditoria em conformidade com as normas brasileiras de

2.1. Introdução24
2.2. Definições24

Capítulo 2 Definições 24 2.3. Exercícios de fixação ...................................................................................................................56

3.1. Introdução59
3.1.1. São deveres do Profissional da Contabilidade59
3.1.2. Vedações ao Profissional da Contabilidade60
3.1.3. Perícia, auditoria e arbitragem62
3.1.4. Fixação dos honorários62
3.1.5. Ética com colegas63
3.1.6. Penalidades64
3.2. Exercícios de fixação65

Capítulo 3 Código de Ética Profissional do Contador – CEPC 59

4.1. Introdução67
4.2. Do registro, suas categorias e condições67
4.3. Da instrução do pedido de registro69
4.4. Da comprovação da atividade de auditoria70
4.5. Do exame do pedido e do prazo para a concessão do registro71
4.6. Dos casos de suspensão e cancelamento automáticos72
4.7. Das informações periódicas e eventuais72
mobiliários73
4.9. Das hipóteses de impedimento e de incompatibilidade73
4.10. Dos deveres e responsabilidades dos auditores independentes74
4.1. Dos deveres e responsabilidades dos administradores e do conselho fiscal75
4.12. Do exame de qualificação técnica76
4.13. Da rotatividade dos auditores76
4.14. Do controle de qualidade interno78
4.15. Do controle de qualidade externo79
4.16. Do programa de educação continuada79
4.17. Das penalidades79
4.18. Exercícios se fixação80

Capítulo 4 Auditoria no Âmbito da CVM 67 4.8. Das normas relativas ao exercício da atividade de auditoria no mercado de valores

5.1. Introdução82
5.2. Requisitos82
5.2.1. Condições prévias para uma auditoria82
5.2.1.1. Estruturas de relatórios financeiros83
5.2.1.2. Determinação da aceitação da estrutura de relatório financeiro83
5.2.1.3. Estrutura de relatório financeiro para fins gerais84
5.2.1.4. Estrutura de relatório financeiro prevista em lei ou regulamento85
financeiro prevista85
5.2.1.6. Concordância quanto à responsabilidade da administração85

Capítulo 5 Concordância com os termos do trabalho de auditoria 82 5.2.1.5. Jurisdição que não possui organização normativa ou estrutura de relatório 5.2.1.7. Elaboração das demonstrações contábeis ...............................................................86

5.2.1.9. Considerações relevantes para entidade de menor porte8
5.2.1.10. Limitação no alcance da auditoria antes da aceitação do trabalho8
5.2.1.1. Outros fatores que afetam a aceitação de um trabalho de auditoria8
5.2.2. Acordo sobre termos do trabalho de auditoria8
5.2.2.1. Carta de contratação de auditoria ou outra forma de acordo por escrito89
5.2.2.2. Forma e conteúdo da carta de contratação89
5.2.2.3. Auditorias de componentes90
5.2.2.4. Responsabilidade da administração prevista em lei ou regulamento90
5.2.2.5. Considerações específicas de entidade do setor público91
5.2.3. Auditoria recorrente91
5.2.4. Aceitação de mudança nos termos do trabalho de auditoria92
5.2.4.1. Solicitação de mudança nos termos do trabalho de auditoria92
5.2.4.2. Solicitação de mudança para revisão ou serviço correlato92
5.2.5. Considerações adicionais na aceitação do trabalho93
5.2.5.1. Normas de contabilidade complementadas por lei ou regulamento93
5.2.5.2. Normas de contabilidade complementadas em lei ou regulamento93
assuntos que afetam a aceitação94
5.2.5.4. Relatório do auditor independente previsto em lei ou regulamento94
5.2.5.5. Considerações específicas de entidades do setor público95
5.3. Exercícios de fixação95

5.2.1.8. Controle interno ..........................................................................................................87 5.2.5.3. Estrutura de relatório financeiro prevista em lei ou regulamento – Outros

6.1. Conceito e Objetivos da Auditoria Interna98
6.2. Papéis de Trabalho98
6.3. Fraude e Erro9
6.4. Normas de execução dos trabalhos9
6.4.1. Planejamento da Auditoria Interna9
6.4.2. Riscos da Auditoria Interna100
6.4.3. Procedimentos da Auditoria Interna100
6.4.4. Amostragem101
6.4.5. Processamento Eletrônico de Dados – PED101
6.5. Normas relativas ao relatório da auditoria interna102
6.6. Exercícios de fixação102

Capítulo 6 Auditoria Interna 98

7.1. Introdução104
7.2. Requisitos105
7.2.1. Aplicação e cumprimento de exigências relevantes105
7.2.2. Elementos do sistema de controle de qualidade106
7.2.2.1. Responsabilidade da liderança pela qualidade na firma106

Capítulo 7 Controle de qualidade para auditores independentes 104 7.2.2.2. Exigências éticas relevantes ....................................................................................108

7.2.2.2.1.1. Ameaça de familiaridade110
público1
específicos1
7.2.2.3.1. Retirada113
público113
7.2.2.4. Recursos humanos114
7.2.2.4.1. Considerações específicas para firma menor115
7.2.2.5. Designação de equipe de trabalho115
7.2.2.6. Execução do trabalho116
7.2.2.6.1. Consulta118
7.2.2.6.2. Revisão de controle de qualidade do trabalho119
aberta120
do trabalho121
7.2.2.6.4. Documentação da revisão de controle de qualidade do trabalho122
7.2.2.6.5. Diferença de opinião122
7.2.2.6.6. Documentação do trabalho122
7.2.2.6.6.1. Conclusão da montagem dos arquivos finais do trabalho122
recuperabilidade da documentação do trabalho123
7.2.2.6.6.3. Retenção da documentação do trabalho124
7.2.2.6.6.3.1. Propriedade da documentação do trabalho125
7.2.2.7. Monitoramento125
qualidade da firma125
7.2.2.7.1.1. Considerações específicas para firma menor127
7.2.2.7.1.2. Comunicação de deficiências127
7.2.2.7.2. Avaliação, comunicação e correção de deficiência identificada127
7.2.2.7.3. Reclamações e alegações128
7.2.2.7.3.1. Fonte de reclamações e alegações129
7.2.2.7.3.2. Políticas e procedimentos de investigação129
7.2.2.7.3.3. Considerações específicas para firma menor129
7.2.2.7.4. Documentação do sistema de controle de qualidade129
7.3. Exercícios de fixação130

7.2.2.2.1. Independência .................................................................................................109 7.2.2.2.1.2. Considerações específicas para organização de auditoria do setor 7.2.2.3. Aceitação e continuidade do relacionamento com clientes e de trabalhos 7.2.2.3.2. Considerações específicas para organização de auditoria do setor 7.2.2.6.2.1. Revisão do controle de qualidade do trabalho de companhia 7.2.2.6.3. Critérios para a elegibilidade do revisor de controle de qualidade 7.2.2.6.6.2. Confidencialidade, custódia, integridade, acessibilidade e 7.2.2.7.1. Monitoramento das políticas e dos procedimentos de controle de

Capítulo 8 Controle de qualidade da auditoria de demonstrações contábeis 134

8.1. Introdução134

8.2. Confiança no sistema de controle de qualidade da firma ....................................................135

auditoria135
8.3.2. Exigência ética relevante136
8.3.2.1. Independência136
auditoria137
8.3.3.1. Considerações específicas de entidade do setor público138
8.3.4. Designação de equipe de trabalho138
8.3.4.1. Considerações específicas de entidade do setor público139
8.3.5. Execução do trabalho139
8.3.5.1. Direção, supervisão e execução139
8.3.5.2. Revisões140
8.3.5.2.1. Responsabilidade pela revisão140
8.3.5.2.2. Revisão do trabalho executado pelo sócio encarregado140
8.3.5.3. Consulta141
8.3.5.4. Revisão de controle de qualidade do trabalho142
datar o relatório do auditor142
trabalho143
8.3.5.5.1. Considerações específicas para entidade de pequeno porte143
8.3.5.5.2. Considerações específicas de entidade do setor público143
8.3.5.6. Diferença de opinião144
8.3.6. Monitoramento144
8.3.7. Documentação145
8.4. Exercícios de fixação146

8.3. Requisitos ..................................................................................................................................135 8.3.1. Responsabilidade da liderança da firma pela qualidade nos trabalhos de 8.3.3. Aceitação e continuidade de relacionamento com clientes e trabalhos de 8.3.5.4.1. Conclusão da revisão do controle de qualidade do trabalho antes de 8.3.5.5. Natureza, época e extensão da revisão do controle de qualidade do

Capítulo 9 Consideração de leis e regulamentos na auditoria de demonstrações contábeis 149

9.1. Introdução149
9.1.1. Efeitos de leis e regulamentos149
9.2. Responsabilidade pela conformidade com leis e regulamentos150
9.2.1. Responsabilidade do auditor150
9.2.2. Objetivos do auditor152
9.2.3. Requisitos153
o auditor deve obter entendimento geral153
contábeis153

9.2.3.1. Consideração pelo auditor da conformidade com leis e regulamentos como parte da obtenção do entendimento da entidade e do seu ambiente, 9.2.3.1.1. Leis e regulamentos geralmente reconhecidos com efeito direto sobre a determinação de valores e divulgações relevantes nas demonstrações 9.2.3.1.2. Procedimentos para identificação de casos de não conformidade – outras leis e regulamentos .............................................................................................154

procedimentos de auditoria155
9.2.3.1.4. Representações formais155
conformidade156
9.2.3.2.1. Indicações de não conformidade com leis e regulamentos156
9.2.3.2.2. Assuntos relevantes para a avaliação do auditor156
9.2.3.2.3. Procedimentos de auditoria157
9.2.3.2.4. Avaliação das implicações da não conformidade158
conformidade158
9.2.3.3.1. Comunicação de não conformidade aos responsáveis pela governança158
demonstrações contábeis159
9.2.3.3.3. Comunicação de não conformidade à autoridade reguladora159
9.2.4. Documentação159
9.3. Exercícios de fixação160

9.2.3.1.3. Não conformidade constatada pelo auditor mediante outros 9.2.3.2. Procedimentos de auditoria quando da identificação ou suspeita de não 9.2.3.3. Comunicação de não conformidade identificada ou suspeita de não 9.2.3.3.2. Comunicação de não conformidade no relatório do auditor sobre as

10.1. Introdução162
10.2. Requisitos162
10.2.1. Envolvimento de membros-chave da equipe de trabalho162
10.2.2. Atividades preliminares do trabalho de auditoria163
10.2.3. Atividades de planejamento163
10.2.3.1. Considerações específicas para entidade de pequeno porte165
10.2.4. Documentação166
10.2.4.1. Considerações específicas para entidade de pequeno porte166
10.2.5. Considerações adicionais em auditoria inicial167
10.2.5.1. Considerações na definição da estratégia global de auditoria167
10.2.5.2. Características do trabalho168
10.2.5.3. Objetivos de relatório, época da auditoria e natureza da comunicação168
obtido em outros trabalhos169
10.2.5.5. Natureza, época e extensão dos recursos170
10.3. Exercícios de fixação170

Capítulo 10 Planejamento da auditoria 162 10.2.5.4. Fatores significativos, atividades preliminares do trabalho e conhecimento

1.1. Introdução172
1.2. Requisitos173
1.2.1. Elaboração tempestiva da documentação de auditoria173
auditoria obtida173

Capítulo 1 Documentação de auditoria 172 1.2.2. Documentação dos procedimentos de auditoria executados e da evidência de 1.2.2.1. Forma, conteúdo e extensão da documentação de auditoria ...........................173

porte174
1.2.2.2. Documentação de conformidade com as normas de auditoria175
1.2.2.3. Documentação de assuntos e julgamentos profissionais significativos176
administração, os responsáveis pela governança e outros178
1.2.3. Não atendimento de exigência relevante178
1.2.3.1. Desvio de exigência relevante178
1.2.4. Assuntos surgidos após a data do relatório do auditor179
1.3. Montagem do arquivo final de auditoria179
1.4. Exercícios de fixação180

1.2.2.1.1. Considerações específicas para a auditoria de entidades de pequeno 1.2.2.4. Documentação das discussões de assuntos significativos com a

12.1. Introdução181
12.2. Características da fraude181
12.3. Requisitos185
12.3.1. Ceticismo profissional185
12.3.2. Discussão entre a equipe de trabalho186
12.3.3. Procedimentos de avaliação de risco e atividades relacionadas187
12.3.3.1. Administração e outros responsáveis na entidade187
12.3.3.1.1. Indagações à administração188
12.3.3.1.2. Considerações específicas para entidades de pequeno porte188
de fraude188
12.3.3.1.4. Indagação junto à administração e outras pessoas na entidade189
12.3.3.1.5. Indagação junto à auditoria interna189
12.3.3.2. Responsáveis pela governança190
responsáveis pela governança190
12.3.3.2.2. Considerações específicas para entidade de pequeno porte190
12.3.3.3. Variação inesperada ou não usual identificada191
12.3.3.4. Outras informações191
12.3.3.5. Avaliação de fatores de risco de fraude191
12.3.4. Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude192
12.3.4.1. Riscos de fraude no reconhecimento de receita193
12.3.5. Respostas aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude194
12.3.5.1. Respostas globais194
12.3.5.2. Designação e supervisão de pessoal194
12.3.5.3. Imprevisibilidade na seleção de procedimentos de auditoria195
distorção relevante decorrente de fraude no nível das afirmações195

Capítulo 12 Responsabilidade do auditor em relação à fraude 181 12.3.3.1.3. O processo da administração para identificar e responder aos riscos 12.3.3.2.1. Obtenção de entendimento da supervisão geral exercida pelos 12.3.5.4. Procedimentos de auditoria em respostas aos riscos identificados de 12.3.5.5. Procedimentos de auditoria em resposta aos riscos relacionados com controles burlados pela administração ...............................................................................197

12.3.5.5.2. Estimativas contábeis200
12.3.5.5.3. Justificativa de negócio para transações significativas200
12.3.6. Avaliação da evidência de auditoria201
conclusão geral201
12.3.6.2. Consideração das distorções identificadas202
12.3.7. Auditor sem condições de continuar o trabalho202
12.3.7.1. Considerações específicas para entidade do setor público204
12.3.8. Representações da administração204
12.3.9. Comunicações à administração e aos responsáveis pela governança205
12.3.9.1. Comunicação à administração205
12.3.9.2. Comunicação com os responsáveis pela governança205
12.3.9.3. Outros assuntos relacionados à fraude206
12.3.10. Comunicações às autoridades reguladoras e de controle206
12.3.1. Documentação207
12.4. Exemplos de fatores de risco de fraude208
fraudulentas208
12.4.1.1. Incentivos/pressões208
12.4.1.2. Oportunidades210
12.4.1.3. Atitudes/racionalizações211
de ativos212
12.4.2.1. Incentivos/pressões212
12.4.2.2. Oportunidades212
12.4.2.3. Atitudes/racionalizações213
avaliados de distorção relevante decorrente de fraude214
12.4.3.1. Consideração no âmbito das afirmações214
fraudulentas215
12.4.3.2.1. Reconhecimento de receita216
12.4.3.2.2. Quantidades do estoque216
12.4.3.2.3. Estimativas da administração217
ativos217
12.4.4. Exemplos de circunstâncias que indicam a possibilidade de fraude218
12.5. Exercícios de fixação220

12.3.5.5.1. Lançamentos no livro diário e outros ajustes ..............................................198 12.3.6.1. Procedimentos analíticos perto do final da auditoria para formar a 12.4.1. Fatores de risco relativos a distorções relevantes de informações contábeis 12.4.2. Fatores de risco decorrentes de distorções originárias de apropriação indevida 12.4.3. Exemplos de possíveis procedimentos de auditoria para lidar com riscos 12.4.3.2. Respostas específicas – Distorções resultantes de informações contábeis 12.4.3.3. Respostas específicas. Distorções decorrentes de apropriação indevida de

13.1. Introdução2
13.2. Papel da comunicação223

Capítulo 13 Comunicação com os responsáveis pela governança 2 13.3. Objetivo ...................................................................................................................................224

13.4.1. Responsáveis pela governança224
13.4.1.1. Comunicação com um subgrupo dos responsáveis pela governança226
administração da entidade226
13.4.2. Assuntos a serem comunicados227
contábeis227
13.4.2.2. Alcance e época planejados da auditoria228
13.4.2.3. Constatações significativas decorrentes da auditoria229
13.4.2.4. Aspectos qualitativos significativos das práticas contábeis230
13.4.2.5. Estimativas contábeis230
13.4.2.6. Dificuldades significativas encontradas durante a auditoria231
administração232
de relatórios contábeis232
13.4.2.9. Independência do auditor232
13.4.3. Processo de comunicação233
13.4.3.1. Estabelecimento do processo de comunicação233
13.4.3.2. Comunicação com a administração234
13.4.3.3. Comunicação com terceiros235
13.4.3.4. Forma de comunicação235
13.4.3.5. Oportunidade das comunicações236
13.4.3.6. Adequação do processo de comunicação237
13.4.4. Documentação239
13.4.4.1. Assuntos complementares239
13.5. Exercícios de fixação240

13.4. Requisitos ................................................................................................................................224 13.4.1.2. Quando todos os responsáveis pela governança estão envolvidos na 13.4.2.1. Responsabilidade do auditor em relação à auditoria das demonstrações 13.4.2.7. Assuntos importantes discutidos ou tratados por correspondência com a 13.4.2.8. Outros assuntos importantes relevantes para o processo de apresentação

14.1. Introdução241
14.2. Objetivo241
14.3. Requisitos241
14.3.1. Comunicação de deficiência de controle interno à administração247
14.3.2. Comunicação de deficiência significativa de controle interno à administração247
14.3.3. Comunicação de outras deficiências de controle interno à administração247
14.4. Exercícios de fixação249

Capítulo 14 Comunicação de deficiências de controle interno 241

Capítulo 15 Materialidade no Planejamento e na Execução da Auditoria 251

15.1. Introdução251
15.2. Materialidade no contexto de auditoria251
auditoria253
para as demonstrações contábeis como um todo254
saldos contábeis ou divulgação255
15.4.2. Revisão no decorrer da auditoria257
15.4.3. Documentação257
15.5. Exercícios de fixação257

15.4. Requisitos ................................................................................................................................253 15.4.1. Determinação da materialidade no planejamento e para a execução da 15.4.1.1. Uso de referenciais (benchmarks) na determinação da materialidade 15.4.1.2. Nível ou níveis de materialidade para classes específicas de transações,

16.1. Introdução259
16.2. Requisitos259
16.2.1. Procedimentos de avaliação de risco e atividades relacionadas259
interno da entidade264
16.2.2.1. Entidade e o seu ambiente264
16.2.2.2. Fatores do setor de atividade265
16.2.2.3. Fatores regulatórios265
16.2.2.4. Outros fatores externos266
16.2.2.5. Natureza de entidade de propósito específico (EPE)267
16.2.3. Controle interno da entidade271
16.2.3.1. Natureza e características gerais do controle interno271
16.2.3.1.1. Propósito do controle interno271
16.2.3.1.2. Limitações do controle interno272
16.2.3.1.3. Divisão do controle interno em componentes272
interno, relevantes para a avaliação de riscos pelo auditor273
16.2.3.1.5. Controles relevantes para a auditoria275
16.2.3.1.6. Natureza e extensão do entendimento dos controles relevantes276
16.2.3.1.7. A indagação isolada, porém, não é suficiente para tais propósitos276
16.2.4. Componentes do controle interno277
16.2.4.1. Ambiente de controle277
16.2.4.2. Evidência de auditoria para elementos do ambiente de controle278
relevante278
16.2.5. Processo de avaliação de risco da entidade280
e a comunicação281
16.2.5.2. Lançamentos contábeis282

Capítulo 16 Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante 259 16.2.2. Entendimento necessário da entidade e do seu ambiente, inclusive do controle 16.2.3.1.4. Características dos elementos manuais e automatizados do controle 16.2.4.3. Efeito do ambiente de controle na avaliação de risco de distorção 16.2.5.1. Componentes do controle interno – sistema de informação, incluindo os processos de negócio relacionados, relevante para as demonstrações contábeis 16.2.5.3. Processos de negócio relacionados ......................................................................282

16.2.7. Monitoramento dos controles285
16.2.8. Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante287
16.2.8.1. Utilização das afirmações288
16.2.9. Risco que exige consideração especial da auditoria290
evidências de auditoria suficientes e apropriadas292
16.2.1. Revisão da avaliação de risco293
16.2.12. Documentação293
16.2.13. Componentes do controle interno294
16.2.13.1. Ambiente de controle294
16.2.13.2. Processo de avaliação de risco da entidade295
relevantes para as demonstrações contábeis e comunicação296
16.2.13.4. Atividade de controle297
16.2.14. Monitoramento de controles298
16.2.15. Condições e eventos que podem indicar risco de distorção relevante299
16.3. Exercícios de fixação300

16.2.6. Atividades de controle relevantes para a auditoria ....................................................283 16.2.10. Risco para o qual procedimentos substantivos sozinhos não fornecem 16.2.13.3. Sistema de informação, incluindo processos de negócio relacionados

17.1. Introdução303
17.2. Requisitos303
17.2.1. Respostas gerais303
relevante no nível de afirmações304
17.2.2.1. Natureza, época e extensão dos procedimentos adicionais de auditoria304
17.2.2.1.1. Natureza305
17.2.2.1.2. Época306
17.2.2.1.3. Extensão307
17.2.2.1.4. Avaliação de risco alto308
17.2.2.1.5. Testes de controle308
17.2.2.2. Evidência de auditoria e confiabilidade pretendida309
17.2.2.3. Natureza e extensão dos testes de controle309
17.2.2.4. Outros procedimentos de auditoria em conjunto com indagação310
17.2.2.5. Extensão dos testes de controle310
17.2.2.6. Teste de controle indireto311
17.2.2.7. Época dos testes de controle311
17.2.2.8. Período pretendido de confiança312
17.2.2.9. Uso da evidência de auditoria obtida durante um período intermediário312
17.2.2.10. Uso da evidência de auditoria obtida em auditoria anterior312
17.2.2.1. Controle sobre risco significativo314
17.2.2.12. Avaliação da efetividade operacional dos controles314

Capítulo 17 Resposta do auditor aos riscos avaliados 303 17.2.2. Procedimentos de auditoria em resposta aos riscos avaliados de distorção 17.2.2.13. Procedimento substantivo ...................................................................................315

encerramento das demonstrações contábeis318
17.2.2.15. Procedimento substantivo em resposta aos riscos significativos318
17.2.2.16. Época dos procedimentos substantivos319
17.2.3. Adequação da apresentação e divulgação320
17.2.4. Avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria321
17.2.5. Documentação322
17.3. Exercícios de fixação322

17.2.2.14. Procedimento substantivo relacionado com o processo de

18.1. Introdução325
18.2. Objetivo325
18.3. Requisitos325
18.3.1. Evidência de auditoria apropriada e suficiente325
18.3.1.1. Fontes da evidência de auditoria326
18.3.1.2. Procedimentos de auditoria para obtenção de evidência327
18.3.1.2.1. Inspeção328
18.3.1.2.2. Observação328
18.3.1.2.3. Confirmação externa328
18.3.1.2.4. Recálculo329
18.3.1.2.5. Reexecução329
18.3.1.2.6. Procedimentos analíticos329
18.3.1.2.7. Indagação329
18.3.2. Informações a serem utilizadas como evidência de auditoria330
18.3.2.1. Relevância330
18.3.2.2. Confiabilidade331
administração332
administração3
18.3.2.5. Obtenção de entendimento do trabalho do especialista da administração335
18.3.2.6. Avaliação da adequação do trabalho do especialista da administração336
18.3.3. Seleção dos itens para testes na obtenção da evidência de auditoria337
18.3.3.1. Seleção de todos os itens337
18.3.3.2. Seleção de itens específicos338
18.3.3.3. Em auditoria338
18.3.4. Inconsistência ou dúvidas quanto à confiabilidade da evidência de auditoria338
18.4. Exercícios de fixação339

Capítulo 18 Evidência de Auditoria 325 18.3.2.3. Confiabilidade das informações apresentadas por especialista da 18.3.2.4. Competência, habilidade e objetividade de um especialista da

19.1. Introdução341
19.2. Objetivo341

Capítulo 19 Avaliação das distorções identificadas durante a auditoria 341 19.3. Requisitos ................................................................................................................................341

19.3.2. Consideração de distorções identificadas no decorrer da auditoria342
19.3.3. Comunicação e correção de distorções343
19.3.4. Avaliação do efeito de distorções não corrigidas345
19.3.4.1. Comunicação com os responsáveis pela governança346
19.3.5. Representação formal347
19.3.6. Documentação347
19.4. Exercícios de fixação348
20.1. Introdução349
20.2. Procedimentos de confirmação externa para obtenção de evidência de auditoria349
20.3. Objetivo349
20.4. Requisitos350
20.4.1. Procedimentos de confirmação externa350
20.4.1.1. Determinar as informações a serem confirmadas ou solicitadas350
20.4.1.2. Selecionar a parte apropriada para confirmar350
20.4.1.3. Planejamento de solicitações de confirmação350
20.4.1.4. Acompanhamento de solicitações de confirmação351
confirmação351
20.4.2.1. Razoabilidade da recusa da administração352
20.4.2.2. Implicações para a avaliação de risco de distorção relevante352
20.4.2.3. Procedimento alternativo de auditoria352
20.4.3. Resultado dos procedimentos de confirmação externa352
20.4.3.1. Confiabilidade das respostas às solicitações de confirmação352
20.4.3.2. Resposta não recebida354
necessária para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente354
20.4.3.4. Exceções355
20.4.4. Confirmação negativa355
20.4.5. Avaliação da evidência obtida356
20.5. Exercícios de fixação357

Capítulo 20 Confirmações externas 349 20.4.2. Recusa da administração em permitir que o auditor envie solicitações de 20.4.3.3. Quando uma resposta a uma solicitação de confirmação positiva é

21.1. Introdução359
21.2. Objetivo359
21.3. Requisitos359
21.3.1. Procedimentos de auditoria359
21.3.1.1. Saldos iniciais359
21.3.1.2. Considerações específicas para entidade do setor público360
21.3.1.3. Uniformidade de políticas contábeis362

Capítulo 21 Trabalhos iniciais – saldos iniciais 359 21.3.1.4. Informações relevantes no relatório do auditor independente antecessor ......362

21.3.2.1. Saldos iniciais362
21.3.2.2. Uniformidade de política contábil363
21.3.2.3. Relatório do auditor independente antecessor com modificação363
21.3.2.4. Relatório do auditor independente antecessor contendo modificação363
21.4. Exercícios de fixação363
2.1. Introdução365
2.2. Objetivo365
2.3. Requisitos365
2.3.1. Procedimentos analíticos substantivos365
determinadas afirmações366
2.3.1.2. Considerações específicas de entidade do setor público367
2.3.1.3. Confiabilidade dos dados368
2.3.1.4. Avaliação se a expectativa é suficientemente precisa368
2.3.1.5. Montante aceitável da diferença entre valor registrado e valor esperado369
2.3.2. Procedimentos analíticos que auxiliam na formação da conclusão geral369
2.3.3. Exame dos resultados de procedimentos analíticos370
2.4. Exercícios de fixação370

Capítulo 2 Procedimentos analíticos 365 2.3.1.1. Adequação de procedimento analítico substantivo específico para

23.1. Introdução373
23.2. Requisitos373
23.2.1. Definição da amostra, tamanho e seleção dos itens para teste373
23.2.1.1. Definição da amostra373
23.2.1.2. Tamanho da amostra375
23.2.1.3. Seleção dos itens para teste375
23.2.2. Execução de procedimentos de auditoria375
23.2.3. Natureza e causa de desvios e distorções376
23.2.4. Projeção de distorções376
23.2.5. Avaliação do resultado da amostragem em auditoria377
23.3. Estratificação e seleção com base em valor377
23.3.1. Estratificação378
23.3.2. Seleção com base em valor378
controles379
detalhes380
23.6. Métodos de seleção da amostra381

Capítulo 23 Amostragem em Auditoria 373 23.4. Exemplos de fatores que influenciam o tamanho da amostra para os testes de 23.5. Exemplos de fatores que influenciam o tamanho da amostra para os testes de 23.7. Exercícios de fixação ...............................................................................................................382

24.1. Introdução385
24.2. Relação entre a função de auditoria interna e o auditor independente385
24.3. Objetivo386
24.4. Requisitos387
24.4.1. Determinação se e em que extensão utilizar o trabalho dos auditores internos387
24.4.1.1. Objetividade387
24.4.1.2. Competência técnica388
24.4.1.3. Zelo profissional388
24.4.1.4. Comunicação388
24.4.2. Utilização de trabalho específico dos auditores internos389
24.4.3. Documentação390
24.5. Exercícios de fixação390

Capítulo 24 Utilização do trabalho de auditoria interna 385

25.1. Introdução392
25.2. Requisitos393
25.2.1. Determinação da necessidade de especialista do auditor393
25.2.2. Natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria395
25.2.2.1. Políticas e procedimentos de controle de qualidade da firma de auditoria395
25.2.3. Competência, habilidade e objetividade do especialista do auditor396
auditor398
25.2.5. Acordo com o especialista do auditor399
25.2.5.1. Natureza, alcance e objetivos do trabalho400
25.2.5.2. Atribuições e responsabilidades respectivas400
25.2.5.3. Papéis de trabalho400
25.2.5.4. Comunicação401
25.2.5.5. Confidencialidade401
25.2.6. Avaliação da adequação do trabalho do especialista do auditor401
25.2.6.1. Constatações e conclusões do especialista do auditor402
25.2.6.2. Premissas, métodos e dados-fonte402
25.2.6.2.1. Premissas e método402
25.2.6.2.2. Dados-fonte usados pelo especialista403
25.2.7. Referência ao especialista do auditor no relatório do auditor independente404
25.2.8. Considerações para o acordo entre o auditor e especialista externo do auditor404
25.2.9. Natureza, alcance e objetivos do trabalho do especialista externo do auditor404
externo do auditor405
25.2.1. Comunicações e relatórios406
25.2.12. Confidencialidade406

Capítulo 25 Utilização do trabalho de especialistas 392 25.2.4. Obtenção de entendimento sobre a área de especialização do especialista do 25.2.10. Respectivas atribuições e responsabilidades do auditor e do especialista 25.3. Exercícios de fixação ...............................................................................................................407

26.1. Introdução409
26.1.1. Tendenciosidade da administração411
26.1.2. Considerações específicas para entidade do setor público412
26.2. Objetivo412
26.3. Requisitos413
26.3.1. Procedimentos de avaliação de risco e atividades relacionadas413
financeiro aplicável414
necessidade de estimativas contábeis415
estimativas contábeis416
26.3.1.4. Método de mensuração, incluindo o uso de modelos417
26.3.1.5. Controles relevantes417
26.3.1.6. Uso de especialista pela administração418
26.3.1.7. Premissas418
26.3.1.8. Mudança nos métodos de elaboração de estimativas contábeis420
26.3.1.9. Incerteza de estimativa420
26.3.1.10. Revisão de estimativa contábil do período anterior421
26.3.2. Identificação e avaliação de riscos de distorção relevante422
26.3.3. Respostas aos riscos identificados de distorção relevante424
26.3.3.1. Aplicação das exigências da estrutura de relatório financeiro aplicável424
26.3.3.2. Emprego das exigências da estrutura de relatório financeiro aplicável425
26.3.3.3. Consistência nos métodos e base para mudança425
26.3.3.4. Respostas aos riscos identificados de distorção relevante426
26.3.3.5. Eventos ocorridos até a data do relatório do auditor independente427
26.3.3.6. Considerações específicas para entidade de pequeno porte428
26.3.3.7. Teste de como a administração elaborou a estimativa contábil428
26.3.3.8. Considerações específicas para entidade de pequeno porte429
26.3.3.9. Avaliação do método de mensuração429
26.3.3.10. Avaliação do uso de modelo429
26.3.3.1. Premissa usada pela administração430
26.3.3.12. Teste da efetividade operacional de controle432
26.3.3.13. Desenvolvimento de uma estimativa pontual ou um intervalo433
26.3.3.14. Entendimento das premissas ou do método da administração434
26.3.3.15. Redução do tamanho do intervalo435
especializados436
26.3.4. Procedimentos substantivos adicionais para responder a riscos significativos437
26.3.4.1. Incerteza de estimativa437
26.3.4.2. Consideração da administração sobre incerteza de estimativa437
26.3.4.3. Premissas significativas438

Capítulo 26 Auditoria de estimativas contábeis 409 26.3.1.1. Obtenção de entendimento das exigências da estrutura de relatório 26.3.1.2. Obtenção de entendimento sobre como a administração identifica a 26.3.1.3. Obtenção de entendimento sobre como a administração elabora as 26.3.3.16. Consideração sobre a necessidade de habilidades ou conhecimento 26.3.4.4. Intenção e habilidade da administração ..............................................................438

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