Auditoria Para Concursos - Série Provas e Concursos

Auditoria Para Concursos - Série Provas e Concursos

(Parte 2 de 4)

26.3.4.6. Critérios de reconhecimento e mensuração439
26.3.4.7. Reconhecimento das estimativas contábeis nas demonstrações contábeis439
26.3.4.8. Base de mensuração para as estimativas contábeis440
26.3.5. Avaliação da razoabilidade da estimativa contábil e determinação de distorção440
26.3.6. Divulgações relacionadas com estimativa contábil441
26.3.7. Indicadores de possível tendenciosidade da administração442
26.3.8. Representações formais443
26.3.9. Documentação4
relatórios financeiros4
26.4.1. Prevalência de mensuração do valor justo447
26.5. Exercícios de fixação448

26.3.4.5. Desenvolvimento de intervalo ..............................................................................439 26.4. Mensurações e divulgações do valor justo de acordo com diferentes estruturas de

27.1. Introdução450
27.2. Natureza do relacionamento e das transações com partes relacionadas450
27.3. Responsabilidades do auditor450
27.3.1. Estrutura de apresentação adequada451
27.3.2. Estruturas de conformidade (compliance)451
27.4. Objetivo452
27.5. Requerimentos453
27.5.1. Procedimentos de avaliação de risco e atividades relacionadas453
27.5.1.1. Entendimento dos relacionamentos e transações com partes relacionadas453
27.5.1.2. Identificação das partes relacionadas da entidade454
partes relacionadas455
27.5.1.4. Autorização e aprovação de transações e acordos significativos458
registros ou documentos458
27.5.1.6. Registros ou documentos que o auditor pode inspecionar459
com partes relacionadas não identificadas anteriormente459
negócios460
normal de negócios460
relacionadas461
equipe de trabalho461

Capítulo 27 Partes relacionadas 450 27.5.1.3. Controles da entidade sobre os relacionamentos e as transações com 27.5.1.5. Atenção para informações sobre partes relacionadas durante a revisão de 27.5.1.7. Acordos que possam indicar a existência de relacionamentos e transações 27.5.1.8. Identificação de transações significativas fora do curso normal de 27.5.1.9. Entendimento da natureza de transações significativas fora do curso 27.5.1.10. Indagação quanto à possibilidade de envolvimento de partes 27.5.1.1. Compartilhamento de informações sobre partes relacionadas com a 27.5.2. Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante associado a relacionamentos e transações com partes relacionadas........................................................461

influência dominante461
transações com partes relacionadas462
com partes relacionadas não identificadas ou divulgadas anteriormente464
-identificadas à equipe de trabalho464
27.5.3.3. Não divulgação intencional por parte da administração465
curso normal de negócios da entidade465
relacionadas466
significativas466
independentes467
com partes relacionadas468
27.5.4.1. Considerações de materialidade na avaliação de distorções469
27.5.4.2. Avaliação das divulgações de partes relacionadas469
27.5.5. Representações formais469
27.5.6. Comunicação com os responsáveis pela governança470
27.5.7. Documentação470
27.6. Exercícios de fixação471

27.5.2.1. Fatores de risco de fraude associados a uma parte relacionada com 27.5.3. Respostas aos riscos de distorção relevante associado a relacionamentos e 27.5.3.1. Identificação de partes relacionadas ou de relacionamentos significativos 27.5.3.2. Comunicação de informações referentes a partes relacionadas recém- 27.5.3.4. Transações significativas identificadas com partes relacionadas fora do 27.5.3.5. Avaliação da razão de negócio, de transações significativas com partes 27.5.3.6. Autorização e aprovação de transações com partes relacionadas 27.5.3.7. Afirmações de que as transações com partes relacionadas foram conduzidas em termos equivalentes àqueles prevalecentes entre partes 27.5.4. Avaliação da contabilização e da divulgação dos relacionamentos e transações

28.1. Introdução473
28.2. Eventos subsequentes473
28.3. Objetivo474
28.4. Requisitos474
relatório do auditor independente474
28.4.1.1. Indagação475
28.4.1.2. Leitura das atas476
28.4.1.3. Representação formal476
do seu relatório, mas antes da data de divulgação das demonstrações contábeis477
28.4.2.1. Responsabilidade da administração a respeito do auditor independente477
28.4.2.2. Dupla data478
28.4.2.3. Nenhuma alteração da administração nas demonstrações contábeis478

Capítulo 28 Eventos subsequentes 473 28.4.1. Eventos ocorridos entre a data das demonstrações contábeis e a data do 28.4.2. Fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente após a data 28.4.2.4. Medidas do auditor independente para tentar evitar o uso indevido do relatório do auditor independente por terceiros ...............................................................479

divulgação das demonstrações contábeis479
relatório do auditor Independente480
28.5. Exercícios de fixação481

28.4.3. Fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente após a 28.4.3.1. Medida do auditor independente para tentar evitar o uso indevido do

29.1. Introdução482
continuidade operacional483
29.2.1. Responsabilidade do auditor484
29.3. Objetivo484
29.4. Requisitos484
29.4.1 Procedimentos de avaliação de risco e atividades relacionadas484
pressuposto de continuidade operacional485
29.4.1.1.1. Financeiro485
29.4.1.1.2. Operacional485
29.4.1.1.3. Outros486
condições487
29.4.2. Revisão da avaliação da administração487
29.4.2.1. Período da avaliação da administração488
29.4.3. Período posterior à avaliação elaborada pela administração488
condições489
29.4.4.1. Avaliação dos planos da administração para ações futuras490
29.4.4.2. Período da avaliação da administração491
29.4.5. Conclusão e relatório de auditoria491
existência de incerteza significativa491
adequada492
29.4.6.1.1. Ênfase492
é inadequada493
29.4.6.1.3. Base para opinião com ressalva493
29.4.6.1.4. Opinião com ressalva493
29.4.6.1.5. Base para opinião adversa493
29.4.6.1.6. Opinião adversa494
29.4.7. Uso inapropriado do pressuposto de continuidade operacional494
29.4.8. Relutância da administração em elaborar ou estender sua avaliação494
29.4.9. Comunicação com os responsáveis pela governança495
29.4.10. Atraso significativo na aprovação das demonstrações contábeis495

Capítulo 29 Continuidade Operacional 482 29.2. Responsabilidade pela avaliação da capacidade da entidade de manter sua 29.4.1.1. Eventos ou condições que podem levantar dúvida quanto ao 29.4.1.2. Alerta permanente durante toda a auditoria a evidências de eventos ou 29.4.4. Procedimentos adicionais de auditoria quando são identificados eventos ou 29.4.6. Uso apropriado do pressuposto de continuidade operacional, porém com a 29.4.6.1. Relatório de auditoria quando a divulgação de incerteza significativa é 29.4.6.1.2. Relatório de auditoria quando a divulgação de incerteza significativa 29.5. Exercícios de fixação ...............................................................................................................495

30.1. Introdução498
30.2. Objetivo498
30.3. Requisitos499
30.3.1. Membros da administração aos quais são solicitadas representações formais499
30.3.2. Representações formais sobre a responsabilidade da administração500
30.3.2.1. Elaboração das Demonstrações Contábeis500
30.3.2.2. Informações fornecidas e integridade das transações501
formais501
30.3.3. Outras representações formais501
30.3.3.1. Representações formais adicionais sobre as demonstrações contábeis501
auditor502
30.3.3.3. Representações formais sobre afirmações específicas502
30.3.4. Comunicação de valor limite503
30.3.5. Data e período abrangido pelas representações formais503
30.3.6. Forma das representações formais504
solicitadas e não fornecidas504
30.3.7.1. Dúvida quanto à confiabilidade das representações formais504
30.3.7.2. Representações solicitadas e não fornecidas505
30.3.7.3. Representações formais sobre as responsabilidades da administração506
30.4. Exercícios de fixação507

Capítulo 30 Representações Formais 498 30.3.2.3. Descrição da responsabilidade da administração nas representações 30.3.3.2. Representações formais adicionais sobre as informações fornecidas ao 30.3.7. Dúvida quanto à confiabilidade das representações formais e representações

31.1. Introdução508
31.1.1. Rotação de sócios508
31.1.2. Prestação de serviços que não são de asseguração509
31.1.3. Tamanho relativo dos honorários509
31.1.4. Políticas de remuneração e avaliação510
31.2. Estrutura conceitual sobre a independência510
31.2.1. Independência compreende510
31.2.1.1. Independência de pensamento510
31.2.1.2. Aparência de independência510
31.2.2. Ameaças à independência511
31.3. Redes e firmas em rede512
31.4. Entidades de interesse do público514
31.5. Entidades relacionadas515
31.6. Responsáveis pela governança515
31.7. Documentação515
31.8. Período de contratação516

Capítulo 31 Independência – Trabalhos de Auditoria e Revisão 508 31.9. Fusões e aquisições ................................................................................................................517

31.1. Aplicação da abordagem da estrutura conceitual sobre a independência519
31.12. A independência521
31.12.1. Interesses financeiros521
31.12.2. Empréstimos e garantias525
31.12.3. Relacionamentos comerciais526
31.12.4. Relacionamentos familiares e pessoais528
31.12.5. Emprego em cliente de auditoria530
31.12.5.1. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público532
31.12.6. Designações temporárias de pessoal533
31.12.7. Serviço recente em cliente de auditoria533
31.12.8. Função de conselheiro ou diretor em cliente de auditoria534
auditoria535
31.12.9.1. Disposições gerais535
31.12.9.2. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público535
31.13. Prestação de serviços que não são de asseguração a clientes de auditoria537
31.13.1. Responsabilidades da administração538
31.13.2. Elaboração de registros contábeis e de demonstrações contábeis539
31.13.2.1. Disposições gerais539
31.13.2.2. Clientes de auditoria que não são entidades de interesse do público540
31.13.2.3. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público541
contábeis544
31.13.2.4. Situações de emergência541
31.13.3. Serviços de avaliação542
31.13.3.1. Disposições gerais542
31.13.3.2. Clientes de auditoria que não são entidades de interesse do público543
31.13.3.3. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público543
31.13.4. Serviços fiscais543
31.13.4.1. Elaboração de declarações de impostos544

31.10. Outras considerações ............................................................................................................518 31.12.9. Associação de pessoal sênior (incluindo rotação de sócios) com cliente de 31.13.4.2. Cálculos de impostos com a finalidade de elaborar lançamentos

31.13.4.2.1. Clientes de auditoria que não são entidades de interesse do público544
31.13.4.2.2. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público545
31.13.4.3. Planejamento tributário e outros serviços de consultoria tributária545
31.13.4.4. Assessoria na solução de disputas fiscais547
31.13.5. Serviços de auditoria interna548
31.13.5.1. Disposições gerais548
31.13.5.2. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público550
31.13.6. Serviços de tecnologia da informação550
31.13.6.1. Disposições gerais550
31.13.6.2. Clientes de auditoria que não são entidades de interesse do público551
31.13.6.3. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público552
31.13.7. Serviços de suporte a litígio552

Capítulo 32 Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade 565

32.1. Introdução565
32.2. Princípios gerais da revisão de informações intermediárias566
32.3. Objetivo do trabalho de revisão de informações intermediárias566
32.4. Acordo sobre os termos do trabalho567
32.5. Procedimentos para revisão de informações intermediárias567
32.5.1. Entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seu controle interno567
32.5.2. Indagações, procedimentos analíticos e outros procedimentos de revisão570
32.5.3. O auditor geralmente executa os seguintes procedimentos570
32.6. Avaliação de distorções574
32.7. Representações da administração574
intermediárias575
32.9. Comunicação576
intermediárias577
32.10.1. Desvio da estrutura de relatório financeiro aplicável578
32.10.2. Limitação de alcance579
32.10.3. Limitação de alcance imposta pela administração579
32.10.4. Outras limitações de alcance580
32.10.5. Continuidade da entidade e incertezas significativas580
31.13.9. Serviços de recrutamento554
31.13.9.1. Disposições gerais554
31.13.9.2. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público554
31.13.10. Serviços financeiros corporativos554
31.14. Honorários556
31.14.1. Tamanho relativo dos honorários556
31.14.1.1. Clientes de auditoria que são entidades de interesse do público557
31.14.2. Honorários vencidos557
31.14.3. Honorários contingentes558
31.15. Políticas de remuneração e avaliação559
31.16. Presentes e afins559
31.17. Litígio real ou ameaça de litígio559
31.18. Relatórios que incluem restrição de uso e de distribuição560
31.18.1. Introdução560
31.18.2. Entidades relacionadas561
31.18.3. Redes e firmas em rede561
próximos e relacionamentos familiares e pessoais561

32.8. Responsabilidade do auditor pelas informações que acompanham as informações 32.10. Relatório sobre a natureza, a extensão e os resultados da revisão de informações 31.18.4. Interesses financeiros, empréstimos e garantias, relacionamentos comerciais

31.18.5. Emprego em cliente de auditoria562
31.18.6. Prestação de serviços que não são de asseguração562

31.19. Exercícios de fixação .............................................................................................................563

32.1. Documentação582
32.12. Perspectiva do setor público582
informações intermediárias583
32.14. Exemplos de relatórios de revisão de informações intermediárias584
de relatório financeiro aplicável585
alcance não imposta pela administração586
estrutura de relatório financeiro aplicável586
32.18. Exercícios de fixação587

32.10.6. Outras considerações....................................................................................................581 32.13. Procedimentos analíticos que o auditor pode considerar na execução da revisão de 32.15. Exemplos de relatórios de revisão com ressalva, decorrente de desvio da estrutura 32.16. Exemplos de relatórios de revisão com ressalva, decorrente de limitação de 32.17. Exemplos de relatórios de revisão com conclusão adversa, decorrente de desvio da

Capítulo 3 Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis 590

3.1. Introdução590
3.2. Requisitos591
3.2.1. Formação da opinião sobre as demonstrações contábeis591
3.2.1.1. Aspectos qualitativos das práticas contábeis da entidade591
informações apresentadas nas demonstrações contábeis592
3.2.1.3. Descrição da estrutura de relatório financeiro aplicável592
3.2.1.4. Referência a mais de uma estrutura de relatório financeiro593
3.2.2. Forma da opinião594
3.2.3. Relatório do auditor independente594
com as normas de auditoria595
3.2.3.1.1. Título595
3.2.3.1.2. Destinatário595
3.2.3.1.3. Parágrafo introdutório595
contábeis596
3.2.3.1.5. Responsabilidade do auditor597
3.2.3.1.6. Opinião do auditor598
contábeis599
ela pode afetar a opinião do auditor599
auditoria601
3.2.3.1.10. Assinatura do auditor602
3.2.3.1.1. Data do relatório do auditor independente602

3.2.1.2. Divulgação do efeito de transações e eventos relevantes sobre as 3.2.3.1. Relatório do auditor independente para auditoria conduzida de acordo 3.2.3.1.4. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações 3.2.3.1.7. Descrição de informações apresentadas nas demonstrações 3.2.3.1.8. Descrição da estrutura de relatório financeiro aplicável e de como 3.2.3.1.9. Outras responsabilidades relativas à emissão do relatório de 3.2.3.1.12. Endereço do auditor independente............................................................603

normas de auditoria de outra jurisdição604
3.2.4. Informações suplementares apresentadas com as demonstrações contábeis605
demonstrações contábeis607
3.4. Exercícios de fixação611

3.2.3.2. Relatório do auditor independente previsto por lei ou regulamento ...............603 3.2.3.3. Relatório do auditor independente para auditoria conduzida simultaneamente de acordo com as normas brasileiras de auditoria e 3.3. Exemplos de relatório de auditoria do auditor independente sobre as

34.1. Introdução613
34.2. Requisitos614
independente614
34.2.1.1. Adequação das políticas contábeis selecionadas615
34.2.1.2. Aplicação de políticas contábeis selecionadas615
34.2.1.3. Adequação das divulgações nas demonstrações contábeis615
suficiente616
34.2.2. Determinação do tipo de modificação na opinião do auditor independente617
34.2.2.1. Opinião com ressalva617
34.2.2.2. Opinião adversa617
34.2.2.3. Abstenção de opinião617
34.2.2.4. Outras considerações relativas à opinião adversa ou abstenção de opinião619
modificada619
34.2.3.1. Parágrafo contendo a base para a modificação619
34.2.3.2. Parágrafo da opinião621
34.2.3.3. Exemplos de relatórios dos auditores independentes621
ressalva ou adversa622
uma opinião623
34.2.4. Comunicação com os responsáveis pela governança623
34.3. Exemplos de relatórios dos auditores independentes com opinião modificada623
34.4. Exercícios de fixação630

Capítulo 34 Modificações na Opinião do Auditor Independente 613 34.2.1. Circunstâncias em que é necessário modificar a opinião do auditor 34.2.1.4. Natureza da impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e 34.2.3. Forma e conteúdo do relatório do auditor independente com opinião 34.2.3.4. Descrição da responsabilidade do auditor quando expressa uma opinião com 34.2.3.5. Descrição da responsabilidade do auditor quando se abstém de expressar

35.1. Introdução632
35.2. Objetivo632
35.3. Requisitos632
35.3.1. Parágrafos de ênfase no relatório do auditor independente632
35.3.1.1. Circunstâncias em que um parágrafo de ênfase pode ser necessário633

Capítulo 35 Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos 632 35.3.1.2. Inclusão de parágrafo de ênfase no relatório de auditoria ................................633

35.4.1. Circunstâncias em que pode ser necessário um parágrafo de outros assuntos634
auditoria634
responsabilidade do auditor ou do seu relatório634
contábeis635
35.4.3. Restrição à distribuição ou uso do relatório de auditoria635
35.4.4. Inclusão de parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria635
35.5. Comunicação com os responsáveis pela governança636
35.6. Lista de normas de auditoria que contêm exigências para parágrafos de ênfase636
assuntos637
35.8. Exemplo de relatório de auditoria que inclui parágrafo de ênfase637
35.9. Exercícios de fixação639

35.4. Parágrafos de outros assuntos no relatório do auditor independente ..............................634 35.4.1.1. Caso em que é relevante para o entendimento pelos usuários sobre a 35.4.1.2. Caso em que é relevante para o entendimento pelos usuários da 35.4.2. Emissão de relatório de auditoria sobre mais de um conjunto de demonstrações 35.7. Lista de normas de auditoria que contêm exigências para parágrafos de outros

36.1. Introdução641
36.2. Objetivo642
36.3. Requisitos643
36.3.1. Responsabilidade643
36.3.2. Aceitação e continuidade643
36.3.2.1. Obtenção de entendimento na etapa de aceitação ou continuidade644
36.3.2.2. Expectativa de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente645
36.3.2.3. Acesso a informações645
36.3.2.4. Termos do trabalho647
36.3.2.5. Restrições impostas:647
36.3.3. Estratégia global de auditoria e plano de auditoria648
36.3.4. Entendimento do grupo, seus componentes e seus ambientes648
do grupo648
36.3.4.2. Instruções emitidas pela administração do grupo aos componentes648
36.3.4.3. Fraude649

Capítulo 36 Auditorias de Demonstrações Contábeis de Grupos 641 36.3.4.1. Assuntos a serem compreendidos pela equipe encarregada do trabalho grupo e os auditores de componente, quanto aos riscos de distorção relevante das

36.3.5. Entendimento sobre os auditores de componente652
auditoria652
36.3.5.2. Exigências éticas relevantes para a auditoria de grupo654
demonstrações contábeis do grupo, inclusive riscos de fraude650

36.3.5.1. Procedimentos da equipe encarregada do trabalho do grupo para obter entendimento sobre o auditor do componente e das fontes para evidência de 36.3.4.4. Discussão entre os membros da equipe encarregada do trabalho do

36.3.4.5. Fatores de risco651
encarregada do trabalho do grupo655
36.3.6. Materialidade655
36.3.7. Resposta aos riscos avaliados657
contábeis dos componentes658
36.3.7.1.1. Componente significativo658
36.3.7.1.2. Componente não significativo659
36.3.7.2. Envolvimento no trabalho executado pelos auditores de componente661
36.3.7.3. Avaliação de riscos de componente significativo662
contábeis do grupo – Procedimentos adicionais de auditoria662
36.3.8. Processo de consolidação663
36.3.8.1. Ajustes e reclassificações de consolidação663
36.3.9. Eventos subsequentes664
36.3.10. Comunicação com o auditor do componente664
36.3.1. Avaliação da suficiência e da adequação da evidência de auditoria obtida667
de seu trabalho667
36.3.1.2. Revisão da documentação de auditoria do auditor do componente667
36.3.1.3. Suficiência e adequação da evidência de auditoria668
governança do grupo668
36.3.12.1. Comunicação com a administração do grupo668
36.3.12.2. Comunicação com os responsáveis pela governança do grupo670
36.3.13. Documentação670
fundamentar a opinião de auditoria do grupo671
do grupo674
nas demonstrações contábeis do grupo676
36.7. Exemplos de confirmações do auditor do componente677
do trabalho do grupo679
36.9. Exercícios de fixação681

36.3.5.3. Competência profissional do auditor do componente ........................................654 36.3.5.4. Aplicação do entendimento sobre o auditor do componente pela equipe 36.3.7.1. Determinação do tipo de trabalho a ser executado sobre as informações 36.3.7.4. Riscos significativos de distorção relevante identificados nas demonstrações 36.3.1.1. Avaliação da comunicação do auditor do componente e a adequação 36.3.12. Comunicação com a administração do grupo e os responsáveis pela 36.4. Exemplo de relatório com ressalva em que a equipe encarregada do trabalho do grupo não é capaz de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para 36.5. Exemplos de assuntos a serem compreendidos pela equipe encarregada do trabalho 36.6. Exemplos de condições ou eventos que podem indicar riscos de distorção relevante 36.8. Assuntos adicionais exigidos e incluídos na carta de instrução da equipe encarregada

37.1. Introdução684
37.2. Requisitos684
37.2.1. Aceitação do trabalho684
37.2.1.1. Critérios685

Capítulo 37 Auditoria de Demonstrações Contábeis Condensadas 684 37.2.2. Natureza dos procedimentos .........................................................................................687

independente sobre as demonstrações contábeis auditadas689
condensadas689
37.2.5.1. Elementos do relatório do auditor independente689
37.2.5.2. Título690
37.2.5.3. Destinatário690
37.2.5.4. Introdutório690
37.2.5.5. Data do relatório do auditor independente691
37.2.5.6. Destinatário691
37.2.5.7. Data do relatório do auditor independente691
37.2.5.8. Opinião com modificação sobre demonstrações contábeis condensadas692
apresentação das demonstrações contábeis condensadas692
37.2.7. Informações comparativas693
demonstrações contábeis condensadas693
condensadas693
37.2.10. Associação do auditor694
37.3. Exemplos de relatórios sobre demonstrações contábeis condensadas695
37.4. Exercícios de fixação700

37.2.3. Forma da opinião ............................................................................................................688 37.2.4. Época do trabalho e eventos subsequentes à data do relatório do auditor 37.2.5. Relatório do auditor independente sobre demonstrações contábeis 37.2.6. Restrição sobre distribuição ou uso ou alerta aos leitores para a base de 37.2.8. Informações suplementares não auditadas apresentadas com as 37.2.9. Outras informações em documentos contendo demonstrações contábeis

38.1. Introdução702
38.2. Objetivo703
38.3. Requisitos703
38.3.1. Considerações ao aceitar o trabalho703
38.3.1.1. Aplicação das normas de auditoria703
38.3.1.2. Aceitação da estrutura de relatório financeiro704
38.3.1.3. Forma da opinião705
38.3.2. Considerações ao planejar e executar a auditoria706
38.3.3. Formação de opinião e considerações sobre o relatório707
contábeis707
demonstrações contábeis da entidade708
38.4. Exemplos de elementos, contas ou itens específicos das demonstrações contábeis709
demonstrações contábeis e sobre elementos específicos das demonstrações contábeis710

Capítulo 38 Auditoria de Quadros Isolados 702 38.3.3.1. Emissão do relatório do auditor independente sobre o conjunto completo de demonstrações contábeis da entidade e sobre quadros isolados das demonstrações contábeis ou sobre elementos específicos dessas demonstrações 38.3.3.2. Opinião modificada, parágrafo de ênfase ou parágrafo de outros assuntos no relatório do auditor independente sobre o conjunto completo de 38.5. Exemplos de relatório dos auditores independentes sobre quadros isolados das 38.6. Exercícios de fixação ...............................................................................................................714

39.1. Introdução715
39.2. Estrutura, controle e aplicação do exame de qualificação716
39.3. Forma e conteúdo do exame716
39.4. Aprovação e periodicidade do exame718
39.5. Certidão de aprovação718
39.6. Recursos718
39.7. Impedimentos718
39.7.1. Preparação de candidatos e participação nos exames718
39.8. Divulgação do exame de qualificação técnica719
39.9. Questões para as provas do exame de qualificação técnica719
independentes nas entidades supervisionadas pela Susep719
39.1. Exercícios de fixação720

Capítulo 39 Exame de Qualificação Técnica 715 39.10. Critérios aplicáveis aos contadores que pretendam atuar como auditores

40.1. Objetivo722
40.2. Administração da Revisão pelos Pares722
40.3. Relatório de revisão724
40.4. Características do programa725
40.4.1. Confidencialidade725
40.4.2. Independência725
40.4.3. Conflito de interesses726
40.4.4. Competência726
40.5. Organização do trabalho de revisão727
40.6. Procedimentos para a Revisão pelos Pares727
40.7. Relatório da Revisão pelos Pares728
40.7.1. Conteúdo e prazo728
40.7.2. Tipos de relatório729
40.8. Revisão e seus prazos730
40.9. Recurso731
40.10. Penalidades731
40.1. Exercícios de fixação731

Capítulo 40 Revisão Externa de Qualidade pelos Pares 722 Gabaritos 734

Capítulo 1 Noções gerais sobre auditoria

1.1. Conceito de Auditoria

Existem muitos conceitos de auditoria, como também existem muitos objetivos para os quais se faz uma auditoria.

Em termos contábeis, a auditoria é a revisão das demonstrações financeiras e dos registros que lhe deram origem a fim de assegurar que tenham sido efetuados segundo os padrões, as normas e os princípios de contabilidade.

Na realização de trabalhos de auditoria o auditor pode detectar falhas nos controles internos das entidades. Pode também detectar fraudes e erros, embora não seja essa uma preocupação precípua da auditoria.

Assim, dito de outra forma, auditoria é um exame efetuado por auditor com vistas a verificar o grau de aderência das orientações emanadas pela administração e pelas normas contábeis.

Numa auditoria independente, o objetivo do auditor é expressar uma conclusão pública a fim de aumentar o grau de confiança dos usuários em geral acerca do resultado da avaliação ou mensuração de determinado objeto de acordo com os critérios aplicáveis.

Dentro dessa definição de auditoria, podemos classificá-la em três grandes grupos segundo os objetivos a alcançar: auditoria financeira, auditoria de cumprimento e auditoria operacional.

A auditoria financeira, geralmente exercida por auditores externos ou independentes, tem como objeto de trabalho as demonstrações financeiras, e o objetivo do auditor é emitir um relatório sobre a adequação de sua apresentação consoante as normas.

A auditoria de cumprimento e a auditoria operacional nem sempre possuem as demonstrações contábeis como objetivo de exame, visto que a auditoria de cumprimento analisa os controles internos e procedimentos e verifica a aderência a estes. A auditoria operacional constitui-se na análise da administração, dos recursos e do desempenho de uma entidade para determinar o grau de aderência ou de alcance dos objetivos traçados.

Auditoria para Concursos I Francisco Velter e Luiz Roberto MissagiaELSEVIER2

Série Provas e Concursos

1.2. Normas de Auditoria

No Brasil, as normas de auditoria são veiculadas por meio das Normas Brasileiras de Contabilidade – NBCs, Profissionais de Auditoria – PA e Técnicas de Auditoria – TA, aprovadas pelas Resoluções CFC nos 1.201/2009 a 1.238/2009, das NBCs Técnicas de Revisão – TR, aprovadas pelas Resoluções CFC nos 1.274/2010 e 1.275/2010 e, no que for pertinente, dos Comunicados Técnicos – CTs aprovados pelas Resoluções CFC nos 1.320/2011 a 1.322/2011, estas alteradas pela Resolução no 1378, de 14 de dezembro de 2011.

A finalidade das normas é o estabelecimento de padrões técnicos e comportamentais para alcançar objetivos uniformes e que podem ser particularizados com o objetivo de qualificar os trabalhos.

Além das normas emanadas pelo Conselho Federal de Contabilidade, a Comissão de Valores Mobiliários emitiu algumas normas específicas a serem observadas pelas sociedades anônimas de capital aberto e outras.

Neste livro examinaremos essas normas com o objetivo específico de apresentar subsídios e incrementar a sua preparação para concursos públicos em que a disciplina seja cobrada, a começar pela norma que trata das responsabilidades gerais do auditor independente na condução da auditoria de demonstrações contábeis em conformidade com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.

1.3. Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria

Os objetivos gerais do auditor independente e a condução da auditoria em conformidade com normas de auditoria foram veiculados pela Resolução CFC no 1.203/2009 ao aprovar a NBC TA 200, que trata das responsabilidades gerais do auditor independente na condução da auditoria de demonstrações contábeis em conformidade com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.

As NBC TAs pressupõem a execução de auditoria de demonstrações contábeis por auditor, sendo de responsabilidade deste garantir o cumprimento de todas as obrigações legais, regulatórias e profissionais.

1.3.1. Auditoria de demonstrações contábeis

O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. No caso da maioria das estruturas conceituais para fins gerais, essa opinião expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro.

Capítulo 1 I Noções gerais sobre auditoria3

Série Provas e Concursos

A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e exigências éticas relevantes capacita o auditor a formar essa opinião.

Assim, a opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis trata de determinar se estas foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável. Tal opinião é comum a todas as auditorias de demonstrações contábeis. A opinião do auditor, portanto, não assegura, por exemplo, a viabilidade futura da entidade nem a eficiência ou eficácia com a qual a administração conduziu os negócios da entidade. Em algumas situações, porém, lei e regulamento aplicáveis podem exigir que o auditor forneça opinião sobre outros assuntos específicos, tais como a eficácia do controle interno ou a compatibilidade de um relatório separado da administração junto com as demonstrações contábeis. Embora as NBC TAs incluam exigências e orientação em relação a tais assuntos na medida em que sejam relevantes para a formação de uma opinião sobre as demonstrações contábeis, seria exigido que o auditor empreendesse trabalho adicional se tivesse responsabilidades adicionais no fornecimento de tais opiniões.

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