Artigo Anais 15º ENEMET 2015 Malu et al

Artigo Anais 15º ENEMET 2015 Malu et al

(Parte 2 de 2)

Figura 7 - Pontos de colocação dos sensores no escapamento.

Os pontos críticos para a colocação dos sensores óticos, Figura 7, foram dispostos da seguinte forma, após a avaliação do gradiente de temperatura, desenvolvendo este posicionamento devido as seguintes identificações:

Primeiramente, os pontos de sensores 1, 2 e 3 no tubo de entrada foram dispostos desta maneira, pois o fluido após ao fim da combustão entra no tubo de escapamento com alta temperatura, logo o monitoramento deve ser mais efetivo nesta parte.

Nas entradas do abafador e silenciador, sendo os pontos onde ocorre alta temperatura devido a colisão do fluido nas paredes, pontos 4 e 14.

Nas saídas do abafador e silenciador, pontos 6, 7 e 17, pois ocorre um aumento de temperatura devido a diminuição de área, o que leva a um aumento de velocidade do fluido, com isso a colisão das partículas do fluido com as paredes.

Nos pontos 5 e 8, foi colocado pontos de sensores, para o controle dentro da tubulação para controle continuo e para controle dos pontos internos.

Nas curvaturas foram também colocados devido a mudança de direção dos fluidos e o encontro do fluido em alta velocidade com a parede da tubulação, como por exemplos os pontos 9, 10, 1,12 e 13. A utilização dos sensores óticos de corrosão nos pontos anteriormente amostrados em mapa pela Figura 7 possibilita à indústria automobilística ferramental adequado para a melhoria das condições e materiais empregados no funcionamento do automóvel Gol Gt (e que pode ser generalizado, de acordo com cada tipo de escapamento de automóvel) para a produção de veículos de melhor conformidade frente a legislação brasileira e de maior qualidade de materiais para a exaustão dos gases de combustão de combustível oriundos do motor pelo escapamento, ou de menor custo de reposição com o uso.

* Contribuição técnica ao 70º Congresso Anual da ABM – Internacional e ao 15º ENEMET - Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Metalúrgica, de Materiais e de Minas, parte integrante da ABM Week, realizada de 17 a 21 de agosto de 2015, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

4 CONCLUSÃO

O modelo e mapa termo fluidodinâmico computacional para o escapamento do automóvel Gol Gt foi obtido e está em condições para a disposição de sensores óticos para controlar e monitorar a corrosão diretamente em escapamentos de carros. O modelo tem um embasamento termo fluidodinâmico sendo o mapeamento obtido pelo programa de análise de volumes finitos ANSYS. A utilização do modelo apresentado fornece informações para o reconhecimento das áreas mais afetadas pela corrosão durante o funcionamento automotivo no escapamento sendo um referencial para a disposição espacial de sensores óticos para monitoração, controle e inibição do processo corrosivo em rede. O impacto na indústria automobilística possibilitará a produção de escapamentos, obrigatórios pela legislação brasileira no veículo automotor, com melhor qualidade e maior tempo de vida, ou de menor custo de reposição.

Agradecimentos

Agradecemos à Universidade Federal de Itajubá e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) pelo apoio a esta pesquisa, PIBIC 2014/2015. Somos gratos também à Universidade Federal de Pernambuco pelos professores Joaquim Martins Filho e Jehan F. Nascimento e da Universidade Federal de Itajubá.

AUTOMOTORES – ANFAVEA. Comércio Exterior. Disponível em: http://www.anfavea.com.br/comercio.html Acesso em: 14 Abril. 2015. 3 AMBROZIN, A. R. P.; KURI, S. E.; MONTEIRO, M. R.; Corrosão metálica associada ao uso de combustíveis minerais e biocombustíveis; Revista Quim Nova; 2009; v. 32, no. 7, p. 1910-1916. 4 GUIMARÃES, R.; FILHO, J. F. M.; Sensor de corrosão à fibra óptica para poços de petróleo; XV Congresso de Iniciação Científica da UFPE; 2007. 5 SAMANEZ, Carlos Patricio; FERREIRA, Léo da Rocha; NASCIMENTO, Carolina

Caldas do. Valuation of the switch input option embedded in the Brazilian flex car: a study of a geographical region using a real options approach and stochastic simulation. Production, v. 24, n. 3, p. 628-643, 2014. 6 Agência Nacional do Petróleo, gás natural e biocombustiveis.; Resolução ANP

(Parte 2 de 2)

Comentários