Revista Cristã (Design Inteligente)

Revista Cristã (Design Inteligente)

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Teoria do Design Inteligente,Ciência ou Religião?

REVISTA CRISTÃ ANO 01 | SETEMBRO 2017

SBB Promove Seminário de Ciências Bíblicas em Setembro

r e v i s t a c r i s t a . w o r d p r e s s . c o m / C u r s o s

DE ESTUDAR TEOLOGIA Sem Mensalidades e Totalmente Online

Índice

CIÊNCIA OU RELIGIÃO? 04

Descubra mais sobre essa Teoria que tem abalado a Comunidade Científica no mundo inteiro.

Artefatos raros encontrados em Israel, confirmam relato bíblico.

Seminário de Ciências Bíblicas destaca os 500 anos da Reforma Protestante.

A SUFICIÊNCIA DA ESCRITURA 14

Qual a Importância da escritura para a igreja e o Cristianismo?

A Revista

Nossa Revista é uma iniciativa de alguns irmãos Cristãos, preocupados com a situação atual da Igreja Brasileira.

Igreja essa que há muitos vem submersa em modismos , abraçada na famigerada teologia da prosperidade, que cultua de forma aberrante as celebridades evangélicas e que despreza o conhecimento de Deus se submetendo pacificamente à hegemonia cultural e teológica deste século.

Nossa Missão é Promover Conhecimento e Abordar Temas Atuais e Importantes do nosso cotidiano com uma visão cristã, além de fornecermos ferramentas de contribuição para uma cosmovisão mais centrada nas escrituras.

Diretor e editor Carlos Silva

Diagramação Cibele Ferreira

Revisão Paulo Cardoso

Redator Carlos Silva

EDITORIAL REVISTA| SET. 2017

A Alguns meses atrás (Maio - 2017) a comunidade de cientistas brasileira foi surpreendida com a notícia impactante da união entre o Discovery Institute ( EUA ) e a Universidade Presbiteriana Mackenzie , dando início ao projeto denominado Discovery - Mackenzie , que se propõe à pesquisa do chamado TDI ( Teoria do Design Inteligente )

O Núcleo de Ciência , fé e Sociedade já está a todo vapor e certamente será uma pedra no sapato no pensamento hegemônico Darwinista.

Pensando em divulgar e contribuir para seu conhecimento sobre o assunto , disponibilizamos em nossa primeira edição, um artigo sobre o tema , cedido gentilmente pelo site Raciocínio Cristão e escrito por um dos membros e maiores divulgadores do Assunto o Dr . Marcos Eberlin .

Mackenzie cria centro de

Pesquisas que questiona a Teoria da Evolução

Teoria do Design

Inteligente

Ciência ou Religião?

Reconhecida como sendo uma teoria revolucionária, a TDI estuda e analisa os dados científicos mais recentes sobre os eventos que deram origem ao Universo e aos seres vivos, e os interpreta à luz da metodologia científica procurando fazer a melhor inferência de sua possível causa.

Para isso, procura padrões de inteligência que possam ser revelados através da complexidade irredutível, da informação e da antevidência, que fornecem as evidências de uma inteligência organizadora. Em seu arcabouço teórico, a TDI reúne também toda uma metodologia e conhecimentos interdisciplinares de estudos dos seres vivos em nível molecular, e através de inferências baseadas em fatos observáveis, propõe uma reinterpretação da causa primeira da vida e do universo.

Uma das principais inferências é que não existem processos naturais não guiados conhecidos que, para a vida, poderiam ter formado seus sistemas de irredutível complexidade, nem a informação semântica, arbitrária e aperiódica que governa a vida, nem as soluções encontradas de antemão, como sugere a evolução darwiniana, e que a ciência assim só conheceria uma causa para tal complexidade, antevidência e informação: mentes inteligentes. Assim, a TDI postula que há evidencias claras hoje em Ciência contra a ação de processos naturais e a favor do Design Inteligente.

A Teoria do Design Inteligente usa métodos científicos?

Sim, pois a TDI é um programa de pesquisa científica, executado por uma comunidade de cientistas, filósofos e estudiosos, que procuram fazer ciência livre e despreconceituosa e assim avaliar frente aos dados as duas causas possíveis para o Universo e a Vida: Forças naturais ou a ação de uma mente inteligente. A TDI assim fazendo, sustenta hoje que as características do

Universo e dos seres vivos são contrárias à ação de processos naturais e melhor explicadas por uma causa inteligente.

Em suas pesquisas, a TDI tem aplicado ainda diferentes métodos para detectar – nos dados científicos fartos disponíveis na literatura – evidências da complexidade irredutível das estruturas biológicas, a informação aperiódica, específica e funcional contida, por exemplo, no DNA e a arquitetura física e ajuste fino do Universo que sustenta a vida, além da origem geológica rápida como na diversidade biológica no registro fóssil durante a explosão Cambriana e a ausência de dados nesse registro que comprovem a evolução lenta, gradual e sucessiva darwiniana.

Quando surgiu a TDI? A ideia da existência de “sinais inteligentes” na vida e no Universo é antiga, filósofos gregos já a discutiam, mas a “TDI moderna” surgiu nos EUA na década de 1980 e desde então tem ganho adeptos em todo o mundo, possuindo hoje inúmeros acadêmicos, cientistas, profissionais e estudiosos que compactuam com sua visão teórica. Em seus quadros, reúne prestigiados cientistas de todas as áreas, como química, bioquímica, biologia, física, estudiosos de filosofia, ética, teologia, ciências sociais, arqueologia, ou seja, todos as vertentes cientificas.

A TDI se propõe assim a fazer ciência com todo o rigor e a liberdade que ela deve ter, deixando de lado crenças e pressupostos de seus defensores, mas seguindo sempre os dados científicos e as conclusões livres de paradigmas, sem necessariamente se ater a implicações filosóficas ou teológicas que essas conclusões venham a ter.

A TDI é religião disfarçada de Ciência? A TDI, contrário ao que se “prega” por ai, é Ciência sim, e em sua mais pura essência. Nada de religião, nada de filosofia, nada de pacto com cosmovisões. A TDI joga o jogo pleno da Ciência, que nos manda deixar toda a nossa subjetividade em casa, pois cientista não tem gosto, nem preferências, e a Ciência plena nos manda seguir os dados, onde quer que eles nos levem.

A TDI assim, fazendo boa ciência, e querendo descobrir a verdade, doa a quem doer, avalia as duas causas possíveis para a Vida e o Universo: forças naturais ou ação inteligente. E frente aos inúmeros e detalhados dados que a Ciência moderna tem produzido, a TDI percebe a inviabilidade da primeira hipótese e as fortes evidências que apontam como nunca antes para uma mente inteligente e consciente como a causa primeira de nós todos e de tudo mais que nos rodeia.

Como cientistas, pagos com recursos públicos, não temos assim a opção, mas a obrigação de, deixando nossas preferências em casa, avaliar as duas causas possíveis e contar à população a verdade dos dados.

Enquanto isso, a ciência atual naturalista, preconceituosa e alicerçada no materialismo filosófico, e que cultua Darwin, portanto limitada e cegada pelo paradigma materialista – que só admite existir matéria energia e espaço nesse Universo – parte do pressuposto equivocado de que foram as forças naturais a causa magna, e assim sem ter outra opção, é forçada a sugerir teorias que fogem da racionalidade que a ciência deveria ter, como nos casos do sumiço da antimatéria, da gravidade formando estrelas, e de dino virando canário.

A TDI vencerá? A vitória da TDI me parece inevitável. A TDI tem ganho o mundo e sua aceitação como a teoria de nossas origens é questão de tempo, e de pouco tempo; prevejo “a la Kuhn” duas gerações no máximo de novos cientistas. Nada em ciência é melhor do que um dado após o outro, dia após dia. E os dados, uma verdadeira avalanche deles, apontam hoje como nunca antes para o DI como de longe a melhor inferência sobre nossas origens.

A academia e os acadêmicos, evidentemente, principalmente os mais seniors, que propagaram com todo o alarde que iriam explicar tudo através da ciência naturalista, através de forças e matéria, tem resistido com “unhas e dentes” em admitir essa nova realidade cientifica que varre o mundo, essa contra-revolução causada pela comprovação do DI. Mas novas gerações estão chegando e rapidamente deslocando a velha e desgastada teoria naturalista e assim restabelecendo a percepção inicial do DI, percepção essa original na Ciência, inclusive o seu único fundamento, que era dos pais da Ciência, que em sua imensa maioria eram defensores do DI.

Quem é o Designer? A ciência é magnífica, sou cientista, sou fã da ciência, e extremamente motivado e feliz por fazer parte de seus quadros. Mas como cientista, militante e racionalista de carteirinha, eu sei que a ciência tem limites, e muitos, e que só entendemos por completo a Vida e o Universo quando acrescentamos à Ciência o conhecimento imenso que nos traz a filosofia e a teologia.

Quem acha que só a ciência traz conhecimento é um ser com pouca sabedoria para perceber os limites da ciência e um ser com conhecimento limitado por esses limites. Os limites da ciência então não nos permitem, como cientistas, descobrir quem seria o designer. Não há como usar a metodologia cientifica com esse objetivo.

Sabemos que a obra foi de uma mente inteligente, sabemos descrever algumas características que essa mente deveria ter, mas quando nos perguntam quem foi, a ciência se cala. Mas eu sei, felizmente, um pouco mais do que a ciência me ensinou, eu sei um pouco de filosofia e teologia, e eu, fora da TDI, seguindo o que a minha filosofia e minha teologia me ensinam, entendo que a melhor inferência para o Designer é sim o Deus bíblico.

É por isso que eu creio que a TDI é tão combatida, porque é a própria ciência e seus métodos e seus princípios que detecta a ação de uma mente inteligente como causa primeira do Universo e a Vida, sem qualquer preconceito ou predefinição, porém não é a Ciência não, mas sim a boa filosofia e a teologia que fazem a descoberta mais importante.

Marcos Eberlin

Químico, pós-doutorado em Espectrometria de Massas.

Atualmente é professor titular MS-6 da UNICAMP, onde fundou e coordena o Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas. É membro da Acadêmia

Brasileira de Ciências e comendador da Ordem

Nacional do Mérito Científico. Recebeu prêmios de reconhecimento acadêmico, excelência em publicações, formação de pessoal e medalhista da Thomson da

Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas. É hoje presidente-executivo da Sociedade Brasileira de

Espectrometria de Massas (BrMASS) e da Sociedade Brasileira do Design Inteligente (TDI Brasil), É editor associado do periódico Jounal of Mass Spectrometry

(JMS) da Willey. Orientou cerca de 180 mestres, doutores e pós-doutores, que hoje se espalham pelo

Brasil e pelo mundo como pesquisadores e profissionais. Seu grupo de pesquisa é um dos mais numerosos do Brasil, com cerca de 50 pesquisadores. Já publicou cerca de 800 artigos científicos e tem perto de 16 mil citações em áreas científicas diversas como a

Química, Física, Bioquímica, Biologia, Forense, Farmacêutica, Alimentos, Veterinária, Ciências Médicas e de Materiais.

Estevão O Primeiro Mártir

Estevão foi um cristão da época dos Apóstolos, mencionado pela primeira vez em Atos 06, na ocasião em que foi necessário instituir Diáconos devido ao grande crescimento da Igreja e a ''murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.'' (Atos 6:1)

A Bíblia revela que este homem era um homem diferenciado, cheio de temor, sabedoria e devoção a

Cristo ''E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.''(Atos 6:8)

Foi Morto por pregar o Evangelho de Cristo com fervor e fidelidade aos assassinos de Jesus que não puderam lhe resistir devido a sabedoria e o Espírito com que falava.

Sendo Acusado de Blasfêmia e levado ao Sinédrio, o acusaram de pregar contra a adoração ao Templo e contra a Lei, sendo posteriormente arrastado violentamente e levado para fora da cidade para ser apedrejado até a morte. ''E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo.'' (Atos 7:58)

Pelos Mártires

Destruição de

Jerusalém por

Babilônicos é confirmada por

Arqueologia.

Por: Raciocínio Cristão Foto: Aliho Inai, Ynet

Ao escavar o sítio arqueológico da Cidade de Davi, no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém, capital de Israel, arqueólogos descobriram estruturas residenciais que continham madeira carbonizada, sementes de uva, pedaços de cerâmica, escamas de peixes, ossos e inúmeros artefatos raros que remontam à destruição da cidade pelas mãos dos babilônios, há mais de 2.600 anos.

No livro de Jeremias, 4: 7 há uma profecia a respeito a partir do "destruidor das nações", uma referência a Nabucodonosor, rei babilônico. Já nos capítulos 39 e 52 do mesmo livro, relatado o cerco dos babilônios e destruição de Jerusalém, que ocorreu por volta do ano 586 aC

O livro de Daniel também relata uma invasão babilônica a Jerusalém, desde o saqueamento de utensílios do templo, dos tesouros, ao cativeiro de alguns dos israelitas da família real e da nobreza. Entre como descobertas que comprovam uma riqueza eo caráter da antiga Jerusalém, na época capital do reino da

Judeia, estão dezenas de jarros, forjado para armazenar grãos e líquidos. Muitos dos quais são alvos e selos marcados que retratam uma rosa (rosa de seis pétalas). Esses selos são característicos do final do período do Primeiro Templo e tantos para o sistema administrativo que se desenvolveu no final da Dinastia da Judeia [...]

Classificar os objetos (com selo) facilitava o controle, uma supervisão, uma coleta, uma comercialização e o armazenamento de rendimentos de culturas (agrícolas) dos judeus que cuidavam a cidade na época e era atacada e destruida pelos babilônios. Essa roseta basicamente substituiu o selo 'Para o Rei' usado no sistema administrativo anterior, explicam Ortal Chalaf e Joe Uziel, diretores de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel. (ênfase agregada, RC)

Os artefatos estão sob o comando de camadas de pedra acumuladas não declive oriental da cidade de Davi. E entre esses artefatos, uma pequena estátua de marfim, um objeto raro que represente uma mulher com um corte de cabelo ou peruca de estilo egípcio.

Esses selos são característicos do final do período do Primeiro Templo

ARQUEOLOGIA 1 9

As descobertas da escavação mostram que Jerusalém se estendeu além do limite dos muros da cidade, antes da sua destruição [...]

A fileira de estruturas expostas nas escavações está localizada fora, além da muralha da cidade constituída por uma fronteira leste da cidade durante este [...]

Ao longo da Idade do Ferro, Jerusalém passou por um crescimento constante, expressado tanto na construção das diversas muralhas da cidade quanto sem fato de uma cidade se expandir mais tarde. Como escavações realizadas no passado - na área do Bairro Judeu - mostram como o crescimento da população no final do século 8 aC resultou na anexação da área ocidental de Jerusalém, afirmam Chalaf e Uziel.

Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para

discernir os pensamentos e intenções do coração. Hebreus 4:12

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