Aula 6 condutas no atendimento

Aula 6 condutas no atendimento

DDO TRAUMA

Enf. Esp. Ivanilson Ribeiro Esp. Urgência e Emergência e Unidade Terapia Intensiva Email: ivanprimeiro@hotmail.com/ (92) 991711086

Vias Aéreas

•Tecido cerebral não tolera anóxia; •Não ser conservador ou indeciso;

•Avaliar condições especiais;

•Determinar o procedimento e material mais adequado.

Vias Aéreas

•Manter Vias Aéreas Livres Inclinação da cabeça

• Elevação do queixo

• Não fazer em trauma use a outra mão para fazer protusão da mandíbula

•Verificar condições ventilatórias; •Determinar nível de consciência;

•Urgência da situação;

•Capacidade de localização de dor;

Classificação da gravidade das lesões e condições do doente e identificação de prioridades de atendimento em 15 a 30 segundos

A- Airway Vias Aéreas com controle da Coluna cervical

Verificar obstrução abrindo VAS através de: •Manobras Manuais:

•Chin Lift

•Jaw trhrust

•Manobras Mecânicas: Cânula oro e naso faríngea

•Manobras transtraqueais percutâneas:

• Cricotireoidostomia cirúrgica

•Cricotireoidostomia por punção

A-ABERTURA DE VA Paciente ClinicoPaciente Trauma

Jaw Trhrust Chin Lift

Abertura de Vias Aéreas

Cânula Orofaringea ( Guedel)

Manobras Mecânicas: Cânula orofaríngea.

Cânula Orofaríngea

•Pode ser inserida de forma direta ou invertida

•Pacientes incapazes de manter VA pérvea;

•Para prevenir que paciente entubado morda TOT;

1-Selecionar a

Cânula 2-Abrir boca e inserir a Cânula

3-Posição adequada Bocal sobre lábio

4-Ventilar paciente O² 100%

COMPLEMENTO: COXIM + GUEDEL 12

•Desproporção do tamanho da cabeça hiperflexão do pescoço (Proeminência occipital na criança < 8 anos);

•Vias aéreas de tamanho menor: cavidade oral pequena e língua volumosa;

•Cordas vocais e cartilagem muito frágeis •Traquéia curta e estreita.

NA PEDIATRIA ATENTAR PARA 14

Proeminência occipital na criança < 8 anos

Cânula Orofaríngea

Complemento: coxim 16

Cânula Orofaríngea

Pressiona epiglote contra laringe. Obstruçãode VA

Empurra língua para trás e para dentro da garganta.

Obstrução de VA ou cânula para for a da boca.

Cânula Orofaríngea 18

Cânula Orofaríngea CONTRA-INDICAÇÃO

•Pacientes conscientes ou semiconscientes

•Tosse, vômito e laringoespasmo em pacientes conscientes

B-Ventilação de Vias áereas Intubação Orotraqueal

Intubação orotraqueal

Método preferível para controle máximo de VA em paciente traumatizado em apnéia ou necessitando de ventilação assistida.

Permite: •Isolar VA;

•Ventilação com O² a 100%;

•Eliminar necessidade de máscara ajustada a face;

•Diminuir o risco de aspiração;

•Facilitar aspiração profunda da traquéia;

•Prevenir insuflação gástrica;

•Permitir via adicional para administração de medicamentos.

Intubação orotraqueal

Controle máximo das vias aéreas em paciente traumatizados que necessitem de ventilação assistida (via aérea definitiva)

INDICAÇÃO •Paciente incapaz de proteger VA;

•Paciente com problema grave de oxigenação

•com necessidade de concentração alta de O²;

•Paciente com problema ventilatório severo, necessitando de ventilação assistida.

Complicações

•Hipoxemia pelas tentativas •prolongadas de intubar;

•Trauma de VA com hemorragia;

•Intubação de brônquio;

•Vômito que leva à aspiração;

•Dentes soltos ou quebrados;

•Lesões de cordas vocais;

•Conversão de lesão de coluna cervical sem comprometimento ou em lesão com comprometimento neurológico.

•Com balão inflável na extremidade distal:

Quando inflado veda a traquéia do resto da faringe e reduz possibilidade de aspiração.

•Balão acoplado a válvula de enchimento unidirecional por cânula lateral com balonete que indica se balão está insuflado.

•Proceder intubação, interromper se

FC < 60 ou queda de saturação e oxigenar com máscara e ressuscitador manual.

Pré-Oxigenação 27

POSIÇÃO ADEQUADA DO TOT 28

•Auscultados 5 pontos:

Epigástrio, Base E, Base D,

ÁpiceE eÁpiceD, nessa ordem;

• Observar expansão torácica bilateral;

•Visualizaçãovapor dáguano TOT.

-RHA naauscultado epigástrio

-Ausência expansão tóracicaouvapor dágua

-Comum em brônquio D

-Ausênciade sons epigástricos

-Presençade vapor dágua, expansão tórax e MV unilateral

-Ausênciade sons epigástricos

-Presençade vapor dágua, expansão tórax e MV bilateral

-RetirarTOT e recolocar

-ReposicionarTOT tracionando1 a 2 cm -Nãoháo quecorrigir

Vias Aéreas Cricotiroidostomia

Manobras transtraqueais percutâneas:

• Cricotireoidostomia cirúrgica. •Cricotireoidostomia por punção.

34 Cricotiroidostomia

Cricotiroidostomia Percutânea

Indicação:

Paciente que não possa ser intubado ou ventilado com máscara associada a balão com válvula unidirecional.

Vantagens:

Acesso fácil(pontos facilmente reconhecíveis);

Fácil realização;

Necessidade mínima de equipamentos;

Não há necessidade de incisão;

Necessidade mínima de treinamento; 35

Cricotiroidostomia Cirúrgica

Indicação: •Acesso rápido à via aérea

Cuidados:

•Indicar traqueostomia após estabilização do quadro respiratório do paciente;

•Maior incidência de estenose laringo- traqueal. 36

Vias Aéreas SEDAÇÃO

Dormonid Fentanil

Propofol

Etomidato

Thiopental

Bloqueador neuromuscular

Sim Não

Respiração

Aspectos que podem comprometer o aporte de oxigênio ao cérebro

•Bolsa auto-inflável com válvula unidirecional sem reinalação com adaptador acoplado à máscara e válvula de entrada de oxigênio.

•Possui máscara transparente: permite avaliação da cor do lábio, observação de vômito ou secreções;

•Disponível em tamanhos para adulto, criança e lactente.

Cânula Nasal25%-45%Mais confortável

DISPOSITIVO INSPIRADO (FIO2) VANTAGENS

Máscara Facial40%-60%Concentração de O2 maior que da cânula nasal

Máscara de Venturi24%-50%Controle da FIO2

Máscara co Reservatório de O2 60%-100%Oferece a maior concentração de O2

Máscara

Válvula Unidirecional

Válvula de Entrada

Entrada de O2

Bolsa

Reservatório 41

Ambú 42

Semfontede

O² suplementar: 21% de O² aopaciente

Fluxo 15 l/min O²

Suplementar 40% a 60% de O²

Fluxo15l/min O²

Suplementar

90% a 100% aopaciente 43

BVM com Reservatório

Fluxode 15 L/min de O² suplementar Ofertade 90% a 100% de O²

•Se usado sem oxigênio suplementar levará 21% de O2;

•Com fluxo de 15 L/min sem reservatório, leva 40% a 60% de O2ao paciente;

•Com fluxo de 15 L/min com reservatório, leva 90% a 100% de O2ao paciente.

Oferecer mistura enriquecida com O2

Requerer prática para uso efetivo

Oferecer suporte ventilatório imediato

Fadiga do socorrista

Pode ser usado em paciente com respiração espontânea ou em apnéia

Distensão gástrica

Ressuscitador Manual 49

•Oximetria de Pulso; • Capnografia;

• Gasometria arterial.

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