(Parte 2 de 2)

S) Em se tratando de material de baixo teor., e recomend';;ve I o desenvo I·v i mento de estudos numa p I a.!! ta de maior porte para avaliar-se corretamente a viabil de econ~m i ca do processo, da di m i' nu i ç;;;o do. consumo de reagentes, aumento de percentagem de idos, nas etapas "cleaner" e "recleaner" e recirculaç~o d'água de tratamento.

4. B I BLI OGRAFI A

I. DET1ENNE, J.T. et ali i. Beneficiation of a scheel ite ore. In: INTERNATIONAL MINERAL

CONGRESS, 12. 1979.

low-grade PROCESSI NG

2. GRÃSBERG, Mi MATTSSON, K. Novel process at YSXJÕBERG, a pointer t6wards future more sophisticated flotation methods. In: INTERNATIONAL MINERAL PROCESSING CONGRESS, 12. 1979.

3. KOH, P.T.L.i WARREN, L.J. Flotation of an ultrafine scheel ite ore and the effect of shear-flocculation.ln:

4. OLIVEIRA,. J.P.i SAMPAIO, J.A. ~Iotaç~o de rejeitos finos de scheelita, estudos complementares de parâmetros do processo. Relat;;rio' Interno. Centro de Tecnologia Mineral, Rio de Janeiro, n. 34, 1980.

CONDICIONADORES ROUGHER ENSAIO 1.9 29 39

Na2C03 Na2Si03 Quebracho AERO-830 (J1eo Querosene 01eo MIBC Mineral Mineral

1 10,-5 0,350 b, 14 ° 0,319 0,319 0,024 --

2 13,2 0,450 0,180 0,410 --0,050 0,031 3 14,59 0,480 0,190 0,258 --0,Q55 0,034

4 12,1° 0,420 0,170 0,380 --0,046 0,029 5 10,35 0,370 0,150 0,330 --0,042 0,025 6 10,52 0,350 0,140 0,319 0,319 0,319 -0,059

7 _ J. 2,32 0,410 0,210 0,392 0,392 -0,091 8 10,82 0,349 0-,157 0,330 0,165 --0,042 9 12,04 0,402 0,160 0,407 0,407 --0,067

-

---- ----- TABELA 1 Consumo médio (kg/t) de reagentes em 9 ensaios em Planta Piloto.

TABELA 2

CONDICIONADOR (1) ROUGHER SCAVENGER CLEANER RECLEANER

10,5 10,3 10,3 9,6 8,5

10,6 10,2 10,2 9,4 8,0 10,5 10,2 10,1 9,8 7,8

10,5 10,3 10,3 9,6 8,5

10,4 10,0 10,0 9,5 8,3 lO,5 10,0 10,0 9,8 8,5 10,3 10,0 10,0 9,6 8,3

-Valores médios de pH tomados nos diversos ensaios em Planta Pilo to.

01eo Mineral

-0,050

0,055 0,046 0,042

-0,102

AERO-830

-0,172

-0,037

-0,078

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Peso(%) W03(%) DistrW03(%)

Peso(%) Distr. W03(%)

C 2 0,2 18,8 26,4 0,2 26,4 2 Global R 3 9,8 0,13 73,6 9,8 73,6 A 1 100,0 0,18 100,0 100,0 100,0

C 5 2,8 3,36 40,5 2,9 54,4

Rougher R 9 97,2 0,14 59,5 101,1 79,9 A(1+7+6) 100,0 0,23 100,0 104,0 134,3

·c 7 1,3 0,85 7,8 2,9 6,3

Scavenger R 3 98,7 0,13 92,2 9,8 73,6 A 9 100,0 0,14 100,0 102,7 79,9

C 8 13,9 13,43 53,4 0,4 32,2

C1eaner R 6 86,1 1,89 46,6 2,7 28,0 A(5+4) 100,0 3,49 100,0 3,1 60,2

C 2 56,8 18,8 81,9 0,2 26,4

Rec1eaner R 4 43,2 5,61 19,1 0,2 5,8 A 8 100,0 13,43 100,0 0,4 32,2

C 0,06 24,6 10,2 0,06 10,2

3 Global R 9,4 0,12 89,8 9,4 89,8 A 100,0 0,14 100,0 100,0 100,0

C 1,2 2,56 14,0 1,2 23,2

Rougher R 98,8 0,19 86,0 102,9 96,1 A(l +7+6) 100,0 0,2 100,0 104,1 119, 3

C = 2,8 2,45 4,4 2,9 6,3

Scavenger R 97,2 0,12 95,6 9,4 89,8 A 1'0,0 0;19 10,0 102,3 96,1

C 7,9 16,95 49,2 0,1 12,8

C1eaner R 92,1 1,50 50,8 0,2 12,9 A(5'+4) 100,0 2,72 100,0 1,3 25,7

C 56,2 24,60 81,5 0,06 10,2 Rec1eaner R 43,8 7,15 8,5 0,04 2,3

A. 100,0' 16,95 100,0 0,1 12,5

* Ver fluxograma (Fi.gura 1). TABELA 4 -Balanço Metalúrgico dos .Ensaios de F1otaçâo dos Rejeitos de Scheeli ta.

TABE.LA-4 -(Continuação)

Peso(%) W03(%) DistT. W03(%)

C 0,2 21,7 2,2

4 G1pbal R 9,8 0,10 7,8 A 100,0 0,16 100,0

C 0,8 8,45 3,0

Rougp.er R 9,2 0,14 67,0 A(1+7+6) 100,0 0,21 100,0

C 0,2 6,42 1,0

Scavenger R 9,8 0,10 89,0 A 100,0 0,14 100,0

C 20,0 21,7 51,3

C1eaner R 80,0 5,13 48,7 A 100,0 8,45 100.,0

C 0,6 12,42 47,0

9 Global R 9,4 0,08 53,0 A 100,0 0,15 100,0

C 3,6 2,38 47,3

Rougher R 96,4 0,10 52,7 A(1+7+6) 100,0 0,18 100,0

C 14,97 0,21 32,0

Scavenger R 85,13 0,08 68,0 A 100,06 0,10 100,0

C 2,5 9,20 74,8

C1eaner R 7,5 0,90 25,2 A(5+4) 100,0 2,76 100,0

C 50,9 12,42 68,7 Rec1eaner R 49,1 5,87 31,3

A WO,O 9,20 100,0

Peso(%) Distr. W03(%)

0,2 2,2 9,8 7,8 100,0 100,0

0,8 43,3 100,1 87,3 100,9 130,6

0,2 9,6 9,8 62,2 100,0 71,8

0,2 2,2 0,6 21,1 0,8 43,3

0,6 47,0 9,4 53,0 100,0 100,0

4,4 70,1 116,9 7 ,9 121,3 148,0

17 ,5 24,9 9,4 53,0 116,9 7 ,9

1,1 68,4 3,8 23,1 4,9 91,5

0,6 47,0 0,5 21,4

1,1 68,4 la 17,17 .0,14 27,1

1 2a 17,90 0,14 2,8 3a 17,61 0,14 25,6

4a 16,83 0,16 19,9 la 19,50 0,16 18,8 2 2a 21,50 0,15 21,6 3a 18., 80 0,13 27,2 la 25,30 0,16 12,30 3 2a 26,20 0,16 8,10 3a 24,06 0,16 8,90 la 18,10 0,13 20,30

4 2a 21,10 0,1 2,80 3a 21,10 0,15 27,0

4a 21,70 0,10 29,30 la 2,40 0,13 30,0

5 2a 23,40 0,14 21,50 3a 20,0 0,13 26,30

4a 20,90 0,19 4,10

6 la 14,60 0,1 47,5 la 17,60 0,13 36,0

7 2a 17,40 0,09 50,0 3a 12,50 0,09 61,5

8 la 10,0 0,09 51,3

9 la 12,40 0,08 47,0 i

TABELA 5 ~ Recuperação. e teores dos concentrados obtidos nos di versos ensaios em planta piloto.

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FIGURA 2 -e teor dos con·centrados obtidCK em 9 ensaios de flotoção em planta pilotoo

15 ::e o

R C1 C2 Estóglos

Fig. 3 -Evolução dos teores do Con centrado nos estóQios

Rougher, Cleoner e Recleoner nos ensaios piloto 2, 3 e 9

(Parte 2 de 2)

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