Bosch rexroth formulario
(Parte 2 de 2)
| A1 = 126 cm2 | A2 = 106 cm2 R=1,2 |
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Cilindro diferencial retornando sobre um plano inclinado com carga negativa

Dimensionamento: F = Fa+FE+FR+[G•(µ•cosα-sinα)] daN
Gegebene Parameter
PS = 210 bar PT = 0 bar A1 = 53,5 cm2
vmáx = 25,4 cm/s ==> p1 e p2
A ApFAppTS bar
Revisão/controle do dimensionamento do cilindro e cálculo do fluxo volumétrico nominal QN, em função da pressão de carga p1.
| Q= 0,06•A2•vmáx | l/min |
l/min
Seleção de uma servoválvula 10% maior que o fluxo volumétrico nominal calculado.
Cálculo:
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Motor hidráulico com uma carga positiva
Dimensionamento: T = α•J+TL [Nm]
Parâmetros dados
T = 56,5 Nm
PS = 210 bar PT = 0 bar DM = 82 cm3/rad ωM = 10 rad/s
p p p TD S T
ppppST21=−+ bar Revisão/controle do dimensionamento do motor hidráulico e cálculo do fluxo volumétrico nominal
QN, em função da pressão de carga p1.
| QM= 0,01•ωM•DM | l/min |
l/min
Seleção de uma servoválvula 10% maior que o fluxo volumétrico nominal calculado.
Cálculo:
p bar1
Sentido da rotação
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Motor hidráulico com uma carga negativa
Dimensionamento: T = α•J-TL [Nm]
Parâmetros dados
T = -170 Nm
PS = 210 bar PT = 0 bar DM = 82 cm3/rad ωM = 10 rad/s
p p p TD S T
ppppST21=−+ bar Revisão/controle do dimensionamento do motor hidráulico e cálculo do fluxo volumétrico nominal
QN, em função da pressão de carga p1.
| QM= 0,01•ωM•DM | l/min |
l/min
Seleção de uma Servoválvula 10% maior que o fluxo volumétrico nominal calculado.
Cálculo:
Sentido da rotação
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Averiguação das massas reduzidas de diferentes sistemas
| diferentes componentes (cilindros / motores | ), para que a aceleração e a frenagem de uma massa |
Para o dimensionamento das forças necessárias de um sistema hidráulico, é preciso dimensionar os ocorram de maneira correta.
Através da mecânica do sistema são determinados os cursos dos cilindros e motores. Cálculos de velocidade e de força precisam ser efetuados.
Pela determinação da massa reduzida de um sistema, podem ser obtidas informações sobre a aceleração e seus efeitos sobre o sistema.
A massa reduzida (M) é uma massa pontual que exerce os mesmos componentes de força e aceleração sobre o sistema certo, como a massa normal.
Para sistemas rotativos é preciso considerar o momento de inércia reduzido (Ie).
Havendo considerações com sistemas de medição de curso ou aplicações com frenagem de uma massa, é preciso primeiro determinar a massa reduzida!
Para a determinação das forças de aceleração utiliza-se a 2ª lei básica de Newton.
Fma=• F= Força [N] m= Massa [kg] a= Aceleração [m/s2]
Para movimentos rotativos utiliza-se a seguinte equação. Γ=•′′Iθ Γ= Torque [Nm]
Í= Momento de inércia [kgm2]
′′θ= Aceleração angular [rad/s2]
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Acionamentos lineares Aplicações primárias (método de energia)
A massa m é uma massa pontual e a haste l não tem peso. O eixo do cilindro está em ângulo reto para a haste l.
As relações entre cilindro e haste são as seguintes:
| cm | ′′==θ |
′ = =θ vr vl ar al cm
Torque necessário para a aceleração da massa. Γ=′′=•IXFrθ
= •m l Xal m2 ′′=θ al m
=•mlXam
==> Fmlar m i am m=
m•i pode ser considerado como movimento da massa.
F m i a m i l ar
| =••=•2 com |
ar al cm=
F= Força do cilindro M= Massa reduzida ac= Aceleração da haste do cilindro
| Em geral vale: | Mmi=•2 |
O mesmo resultado pode ser conseguido com auxílio do método de energia (energia cinética da massa m). A dependência do movimento da massa com o movimento do cilindro pode ser determinada com auxílio da geometria do sistema.
Energia da Massa:
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Massa pontual em movimentos lineares v é o componente horizontal de v. v forma um ângulo reto com a haste l. Método de energia:
com v=v•cosα
com Mmi=2 2(cos )α ==> M é dependente da posição
Quando: α= 0 então, α=1 e M=mi2 α=90° então, cosα=0 e M=∝
Se um cilindro movimenta uma massa como na figura anterior, e o movimento se situa entre -30° e +30°, as forças de aceleração e de frenagem no ponto de giro precisam ser calculadas com massa reduzida, que é duas vezes maior do que no ponto neutro.
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Massa distribuída com movimentos lineares
Considerando-se a mesma haste l com a massa m, pode-se também neste caso calcular a massa reduzida da haste.
com v=v•cosα
v M v (cos )
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Rotação
Examinamos agora uma massa rotativa com um momento de inércia I, acionada com um motor (relação D/d).
KE I I d
2θθ() I= momento de inércia [kgm2]
2I dD θ ′θ= aceleração angular [rad/s2]
| 2Ie•′θ | Ie = I • i2 |
No caso em que são aplicadas transmissões, é preciso considerar i. Quando i = D/d então temos Ie = I/i2
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Combinação de um movimento linear e um rotativo
Aqui uma massa m é movimentada por uma roda que tem um raio r. A roda não tem peso.
2mrθ v=r•′θ
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Resistências hidráulicas
A resistência de um estrangulamento de secção transversal é a alteração da diferença de pressão∆p que se manifesta para a respectiva alteração do fluxo volumétrico.
Equação de diafragma πα pdQ B
KBlende ρ = 0,8 [kg/dm3] dB = diâmetro do diafragma [m] ∆p = diferença de pressão [bar]
QBlende= [l/min]
Equação de estrangulador
Q r l p pDrossel =
QDrossel= [m3/s] η = viscosidade dinâmica [kg/ms] l = comprimento do estrangulador [m] r = raio [m] ν = viscosidade cinemática [m2/s] ρ = 880 [kg/m3]
Diferença de pressão ∆p
Fl ux o v ol um étrico
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Acumulador hidráulico
∆V V p p p
p pV p p p κ = 1,4 (compressão adiabática) ∆V = volume útil [l]
V0 = tamanho do acumulador [l] p0 = pressão de enchimento de gás [bar] p1 = Pressão operacional min [bar] (queda de pressão na válvula) p2 = Pressão operacional máx [bar]
Em bombas reguladas por pressão prever um acumulador no circuito de pressão!
Tempo de basculamento da bomba tSA vide catálogo da bomba.
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Trocador de calor (óleo - água)
ETDttölK=− p P ETDV01=
O cálculo de ∆tÖl é diferente conforme o fluido hidráulico.
VÖl = vazão de óleo [l/min] PV = perda de potência [kW] tÖl = temperatura de entrada Öl [°C]
∆tÖl = resfriamento do óleo [K] tK = temperatura de entrada da água refrigeradora [°C]
∆tK = aquecimento da água refrigeradora [K]
VK = vazão da água refrigeradora [l/min] ETD = diferença de temperatura de entrada [K] p01 = potência refrigeradora específica [kW/h]
Völ Völ
Völ Völ
Völ Völ
Mediante o valor de p01 calculado, pode-se determinar o tamanho nominal dos trocadores de calor pelos diagramas dos diferentes fabricantes.
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Exemplo Normas AB:
Denominação: Trocador de calor
Identificação no diagrama 1
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Dimensionamento de uma válvula
Através dos dados do cilindro e das velocidades de avanço e retorno pode-se calcular a vazão necessária.
P= PS press. sist. -PL press. carga -P T press. retorno
(pressão de carga ≈ 3
2 *pressão de sistema) com grau de eficiência ideal.
FT = Força de carga [daN] PS = Pressão de sistema [bar] PT = Pressão de retorno [bar] A1 = Área do êmbolo cm2
A2 = Área da coroa anelar cm2 ϕ = Relação de áreas do cilindro vmáx = Velocidade de avança do cilindro cm/s
p1 e p2
A ApFAppTTS bar
Revisão/controle do dimensionamento do cilindro e cálculo do fluxo volumétrico nominal QN, em função da pressão de carga p1.
| Q= 0,06•A2•vmáx | l/min |
2pp XQQ SN −
= l/min
X= 35 (servoválvula) queda de pressão através de uma aresta de comando
X= 35 (válvula proporcional) queda de pressão através de uma aresta de comando (válvula proporcional com bucha)
X= 5 (válvula proporcional) queda de pressão através de uma aresta de comando
(válvula proporcional sem bucha)
Seleção de uma válvula 10% maior do que a vazão nominal calculada.
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